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Nokia anuncia líder de restruturação em negócio de redes como novo CEO

Rajeev Suri assumirá como CEO a partir de 1º de maio, substituindo Stephen Elop (Foto: Heikki Saukkomaa/Lehtikuva/Reuters)Rajeev Suri assumirá como CEO a partir de 1º de maio, substituindo Stephen Elop (Foto: Heikki Saukkomaa/Lehtikuva/Reuters)

A Nokia nomeou o executivo que liderou a restruturação no seu principal negócio de rede de telecomunicação como novo presidente-executivo nesta terça-feira (29), aumentando a confiança dos investidores no futuro da companhia após a venda da sua antiga dominante divisão de aparelhos móveis.

A empresa finlandesa, que concluiu na sexta-feira (25) o acordo de 5,6 bilhões de euros (US$ 7,8 bilhões) para vender seu negócio de aparelhos móveis para Microsoft, anunciou que Rajeev Suri assumirá como CEO a partir de 1º de maio, substituindo Stephen Elop, que está indo para a Microsoft.

A companhia também divulgou resultados trimestrais acima das previsões, impulsionados pela redução de custos e por acordos de software em seu braço de redes, anteriormente chamado de NSN.

A empresa anunciou que planeja devolver US$ 3,1 bilhões para acionistas.

Havia ampla expectativa de que Suri, um indiano de 46 anos de idade, liderasse a empresa após a venda da divisão de celulares.

A divisão de redes da Nokia representou cerca de 90% das vendas de empresas em negócios continuados em 2013. Mas analistas dizem que a unidade enfrenta desafios, uma vez que custos mais altos de pesquisa e desenvolvimento dá vantagem a fabricantes maiores de equipamentos de telecomunicação, como a líder do setor Ericsson e a chinesa Huawei .

Ainda assim, a Nokia superou expectativas com margem de lucro operacional principal de 9,3% no primeiro trimestre, muito acima da previsão média de 5,7% entre analistas consultados pela Reuters.

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Publicado por em 30 de abril de 2014 em Tecnologia

 

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Lucro da chinesa Huawei salta com negócio de smartphones

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Publicado por em 16 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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IBM irá investir US$ 1 bi em unidade de negócio de supercomputador

A IBM afirma que vai investir mais de US$ 1 bilhão para criar uma nova unidade de negócios para o Watson, sistema de supercomputador que venceu humanos no programa de televisão dos Estados Unidos “Jeopardy”.

A maior provedora de serviços de tecnologia do mundo diz que o IBM Watson Group será dirigido por Michael Rhodin, que era anteriormente vice-presidente sênior do grupo de soluções de software da IBM.

A IBM diz que o investimento inclui um fundo de capital de US$ 100 milhões para impulsionar a inovação no Watson Developers Cloud, área que a empresa abriu para desenvolvedores de aplicativos externos em 2013.

A unidade terá cerca de 2 mil funcionários e ficará baseada em Nova York.

O Watson, que bateu participantes do programa de perguntas “Jeopardy” em 2011, é um sistema de supercomputador de inteligência artificial nomeado em homenagem ao lendário presidente da IBM, Thomas Watson.

Usando recursos de linguagem natural e análise, o Watson processa informação de modo similar aos humanos, o que lhe permite analisar e interpretar grandes quantidades de dados rapidamente.

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Publicado por em 9 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Aplicações gameficadas atuais não atendem objetivos de negócio, diz Gartner

Design defasado está entre os principais desafios da nova tendência, que aplica ao mundo corporativo características lúdicas e lógicas encontradas em jogos de videogames.

28 de novembro de 2012 – 12h40

À medida que o gamification, técnica do marketing digital que aplica ao meio corporativo características lúdicas e lógicas que são também encontradas em jogos de videogames, caminha para uma utilização mais generalizada, é a hora de entender e avaliar essa importante tendência, ensina o instituto de pesquisas Gartner.

O Gartner prevê que, até 2014, 80% das atuais aplicações de gamification não vão conseguir cumprir os objetivos de negócios, principalmente por causa do design defasado.

“O desafio para os gerentes de projetos e responsáveis por iniciativas de gamification é a falta de talento de design de jogos para desenvolver trabalhos na área”, avalia Brian Burke, vice-presidente de pesquisa do Gartner. “Design pobre de jogos é uma das deficiências das aplicações hoje.”

“O foco é a mecânica de jogo em vez dos elementos de design mais sutis e mais importantes como balanceamento de competição e colaboração”, aponta Burke. “Como resultado, em muitos casos, as organizações estão criando aplicativos que simplesmente não são atraentes para o público-alvo”, completa.

Gamification descreve o uso das técnicas de design e mecânica de jogos, mas aplica-se em outros contextos incluindo: envolvimento do cliente, desempenho dos funcionários, treinamento e educação, gestão da inovação, desenvolvimento pessoal, sustentabilidade e saúde, de acordo com o Gartner.

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Publicado por em 21 de janeiro de 2013 em Tecnologia

 

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Por que o iPad é um ótimo negócio para as empresas

Paul Lanzi senta-se calmamente no canto de uma grande mesa em um restaurante chique em San Francisco, com outros supostos especialistas em tablet. Ouve um monte de colegas – blogueiros, comerciantes e filósofos – tagarelarem sobre iPads na empresa.

A discussão chega a um ponto prático. As empresas deveriam desembolsar dinheiro em iPads como um suplemento ao laptop, não um substituto do laptop? Alguns balançam a cabeça, dizendo que seria muito caro equipar um empregado com ambos, enquanto um dos blogueiros lança previsões ousadas sobre o futuro dos tablets.

Então Lanzi expõe  fatos do mundo real: “Quatrocentos dólares para tornar um trabalhador do conhecimento 10 por cento mais produtivo é um dinheiro muito bem gasto.”

O discreto Lanzi não é apenas mais um olheiro do setor de tecnologia; ele é gerente da equipe de mobilidade empresarial na gigante em biotecnologia Genentech, A Genentech é uma grande empresa pioneira na adoção massiva da iPads. A empresa começou a comprar iPads para os empregados no outono de 2010 e realmente acelerou o ritmo nos últimos 12 meses.

Hoje, a Genentech tem 14274 iPads (e aproximadamente a mesma quantidade de iPhones). Quase todos os trabalhadores da força de trabalho global da empresa tem um iPad, o que significa que os iPads estão perto de um ponto de saturação.

Um pioneiro confiável na área de dispositivos móveis, Lanzi ajudou a pavimentar a estrada da Genentech para a adoção corporativa do iPad.

Por exemplo. Construiu uma loja de aplicativos corporativos em 2008, pois não existia oferta nesse campo na época. Ao longo do caminho, teve alguns poucos problemas com aplicativos que não repercutiram entre os usuários. Recentemente, ele começou a mudar de aplicativos iOS nativos para aplicações web em HTML 5.

Lanzi tem informações valiosas para compartilhar sobre o que ele aprendeu que poderia ajudar os CIOs a adoptar e implementar com sucesso o uso de iPads na empresa, se as pessoas apenas pararem e escutarem.

Ascensão da Loja de Aplicativos Corporativos

A adoção corporativa do iPad foi a um ritmo tórrido. A Apple diz que 94 por cento das empresas no Fortune 500 implantaram ou estão testando o iPad. A terceira geração do iPad lançado no início deste ano tornou-se um sucesso empresarial. O Consumer Intelligence Research Partners entrevistou mais de 1000 consumidores e descobriu que um em cada cinco planeja usar o novo iPad para negócios, em comparação com os 13 por cento em todos os modelos do iPad.

Primeiramente, a aventura da Genetech com o iPad seguiu uma trilha bem conhecida. Os tecnólogos e os altos executivos foram os primeiros adeptos, seguido por gestores, trabalhadores de escritório e vendedores. Então, o número de iPads na Genentech subitamente cresceu -10 mil  nos últimos 12 meses.

Nem todos os iPads complementam os laptops já existentes. Cerca de 3000 iPads substituem os laptops para alguns empregados, tais como a força de vendas, grupo de diagnósticos e técnicos da fábrica que não precisam de um laptop regularmente.

Opção pela Loja de Aplicativos Corporativos

Como o número de iPads cresceu, o mesmo ocorreu com os aplicativos na loja corporativa personalizada da Genentech. Hoje, a loja tem o grande número de 110 aplicativos, enquanto a maioria das lojas privadas de aplicativos corporativos tem apenas um punhado. Todos os dias, Lanzi implanta novos aplicativos e aposenta antigos. Muitos são aplicativos baseados em tempo ou orientados a eventos e, naturalmente, alcançam a utilidade a que são destinados.

A maioria dos CIOs passando pelas dificuldades iniciais da implantação do iPad não esperam ter muito mais do que algumas dúzias de aplicativos corporativos. Mas Lanzi os aconselha a se prepararem para um efeito de multiplicação. “Se você estiver configurando uma loja de aplicativos corporativos hoje, você tem que esperar que ela cresça a este nível ou superior”, avisa.

A Genentech não poderia comprar uma loja de aplicativos corporativos pronta, porque não existia nenhuma na época e assim Lanzi teve que construir a sua própria. Ainda hoje, ele ainda optaria por desenvolver sua própria loja de aplicativos corporativos por causa das exigências específicas da Genentech relacionadas às expectativas globais dos usuários.

“Hoje estamos usando tecnologia de nuvem para os nossos arquivos de instalação de aplicativos do iPhone”, explica Lanzi. “Isso é algo que tirando o comercial, opções prontas fazem de uma forma muito elegante.”

No entanto, a Genentech pode ser mais exceção do que regra. Hoje em dia as opções prontas são bastante convincentes, diz Lanzi, e seria suficiente para a maioria das empresas.

Loja de Aplicativos da Apple define o padrão

Um dos grandes obstáculos na adoção corporativa do iPad vem da própria Apple. A loja de aplicativos para consumidores da companhia criou uma grande barreira para a usabilidade dos aplicativos. Simplificando, os funcionários que usam o iPad esperam que os aplicativos corporativos sejam intuitivos. Muito parecido com as aplicações para o consumidor, aplicações corporativas também competem por tempo no iPad e têm de oferecer funcionalidades que as pessoas realmente desejam.

“É um desafio muito valioso para as empresas oferecer um aplicativo móvel que tem a mesma usabilidade de um aplicativo para o consumidor”, diz Lanzi. “Acabamos gastando tanto tempo com a experiência para o usuário, quanto na codificação e teste do aplicativo.”

As empresas que aderem ao iPad, sem dúvida, terão alguns aplicativos que não darão certo. A Genentech teve um aplicativo para iOS chamado Coming Together que não chegou a fazer jus ao seu nome. Era um agregador de RSS interno que nunca conseguiu a adoção dos usuários e assim Lanzi aposentou o aplicativo.

A Genentech teve uma meia dúzia de aplicações que falharam; a regra de ouro de Lanzi é aposentar aplicativos que tiverem menos de algumas dúzias de usuários. Esse não é um registro ruim, considerando todos os aplicativos corporativos, expõe Lanzi.

Um de seus truques é recolher opiniões dos usuários assim como a Loja de aplicativos da Apple e usar esse conhecimento para melhorar o desenvolvimento dos aplicativos. Comentários são de extrema importância para o sucesso da Loja. Aficionados pela Apple sabem que eles podem de forma prática classificar um aplicativo e escrever um comentário. Da mesma forma, funcionários também querem opinar sobre aplicativos corporativos.

“Há uma expectativa do usuário de que a experiência com a App Store se repita com os aplicativos corporativos “, diz Lanzi.

A loja de aplicativos da Genetech tem um mecanismo de feedback com o usuário. O feedback é público, o que significa que os usuários podem ver os comentários de todos e suas classificações. Esse feedback nos aplicativos corporativos tem desempenhado um papel crítico em manter o número de falhas baixo, diz Lanzi.

Alguns adeptos do iPad usam uma rede social interna (pense: Facebook para empresas) para dar aos funcionários um fórum para discutir as aplicações corporativas para dispositivos móveis. Mas Lanzi descobriu que os usuários do iPad não querem gastar muito tempo com análises de aplicativos. Eles preferem classificar um aplicativo, ler alguns comentários, postar um comentário e, em seguida, sair da conversa, que, novamente, é o jeito que a App Store da Apple trabalha.

Fazer direito

Recolher o feedback do usuário requer algum planejamento. Lanzi se certifica que os funcionários recebam os iPads com os aplicativos já instalados e prontos para usar. As pessoas gostam de explorar os aplicativos em seu novo iPad e fazer análise deles. É um tipo de comportamento dos funcionários nunca visto na computação corporativa.

As empresas fariam bem em aproveitar este entusiasmo inicial. “Nós descobrimos que alguns dos comentários mais importantes sobre nossos aplicativos vem de pessoas que estiveram com o iPad por menos de 48 horas”, diz Lanzi.

A validação vem de outras formas também.

A Genentech tem um aplicativo chamado Peeps, um diretório de funcionários. Seria um eufemismo dizer que o aplicativo está sendo usado. Mais de 400 mil visualizações de perfil ocorrem por mês no Peeps. Ao considerar que o aplicativo está disponível para apenas 44 mil dispositivos móveis (incluindo 30 mil dispositivos iOS), é uma quantidade incrível de envolvidos.

“Não é pra dizer que as pessoas não sejam capazes de contatar um colega se não tiver [o aplicativo móvel]”, diz Lanzi. “Mas isso significa que eles estão achando muito útil e vendo como uma maneira de acelerar a cooperação.”

As pesquisas com os funcionários da Genentech mostram que a satisfação do usuário com os aplicativos móveis paira acima dos 90%.

O HTML 5 substituirá os aplicativos nativos para iOS

Ultimamente, Lanzi tem feito uma grande mudança dos aplicativos nativos para iOS para aplicações web em HTML 5. É uma grande mudança dado todo o trabalho de desenvolvimento feito para iOS, mas os tempos estão mudando.

Para os iniciantes, uma tendência chamada bring-your-own-device, ou BYOD, está fazendo as suas rondas em empresas de todo o país. Políticas BYOD permitem que os funcionários usem dispositivos pessoais para o trabalho. Um estudo recente com mais de 335 profissionais de TI, patrocinado pela empresa fornecedora de software MokaFive, descobriu que 88 por cento das empresas tinham alguma forma de BYOD, seja aprovado ou não.

A Genentech não tem uma política BYOD – ainda. A empresa está considerarando ativamente o uso de BYOD no futuro. Se isso acontecer, então Lanzi terá que lidar com uma enxurrada de dispositivos além dos iPads e iPhones. Isto será uma realidade especialmente para os tablets com as novidades, como o recém-lançado Google Nexus 7, o Microsoft Surface que será lançado em breve, e o previsto iPad Mini. Aplicativos Web em HTML 5, é claro, podem ser acessados de qualquer dispositivo com um navegador web.

Outro ponto positivo é que o HTML 5 amadureceu muito bem, tendo surgido dos seus dias de “escreva uma vez, depure em todos os lugares”. “Da perspectiva dos recursos, os aplicativos Web em HTML 5 estão ficando perto de se igualarem com aplicativos nativos para iOS”, diz Lanzi. “Faz muito sentido então seguir por esse caminho.”

Claramente, o HTML 5 está atraindo os CIOs em sua direção. Do outro lado, as coisas não vão bem para os aplicativos nativos. Aqui está outro comentário de Lanzi: “Vários aplicativos de nossa empresa estão quebrando no iOS 6.”

Apesar de todos os sinais que apontam para o HTML 5, Lanzi não planeja mudar completamente para aplicações web. Se um empregado usando iPad está armazenando grandes quantidades de dados localmente e precisa de recursos off-line mais completos, diz ele, aplicativos Web, obviamente, não são a escolha certa. Você também vai abandonar algumas capacidades de gerenciamento de dispositivos móveis (MDM) quando mudar de aplicativos nativos para aplicações web.

“É uma faca de dois gumes”, diz Lanzi. “Por um lado, você não precisa de tanto controle MDM porque um aplicativo Web pode ser controlado no servidor. Por outro lado, não temos o tipo de capacidade de limpeza remota para aplicativos Web que temos para aplicativos nativos.”

E assim o panorama de iPads na empresa vai mudando. Em apenas dois anos, Lanzi teve de lidar com uma infinidade de questões do mundo real: lojas de aplicativos corporativos, a proliferação global do iPad, desenvolvimento de aplicativos para iOS, feedback do usuário, BYOD e HTML 5.

Enquanto a maioria das pessoas falam sobre iPads na empresa, Lanzi vive isso.

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Publicado por em 18 de outubro de 2012 em Tecnologia

 

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CRM Social, negócio social e consumidor social

Por José Jarbas*
O mercado de CRM Social está cada vez mais aquecido e rico em oportunidades para empresas de diversos segmentos, mas ainda há muito a ser feito. As movimentações são constantes: recentemente, uma grande fabricante de impressoras anunciou novo software para o mercado de CRM Social. Dias antes, o Sales Force comprou por muitos milhões uma empresa de marketing nas redes sociais.

Se por um lado grandes players de tecnologia investem pesado em CRM e marketing em redes sociais, prevendo e propiciando uma revolução na maneira como as companhias gerenciam seus públicos de interesse, consumidores e profissionais de marketing ainda divergem, e muito, quanto à percepção e efetividade das iniciativas promovidas pelas companhias e suas respectivas agências e soluções.

Pesquisa recente conduzida pelo Ehrenberg-Bass Institute aponta que 99% dos fãs que curtem uma marca no Facebook não estão, de fato, “engajados” com a marca em questão. Segundo o estudo, isso acontece, basicamente, em virtude de o conteúdo e a estratégia empregada não agradarem o usuário.

Paradoxalmente, no mesmo levantamento, profissionais seniors de marketing demonstram acreditar que quem curte suas páginas criadas no Facebook são verdadeiros fãs e fieis à marca “socialmente trabalhada”. Para complementar o cenário, outra pesquisa da Evolve24, realizada em 2011, com mais de 1,2 mil pessoas que postaram reclamações no Twitter, revela que 71% dos ouvidos afirmaram não ter recebido nenhuma resposta de suas reclamações postadas no microblog.

Sabidamente, as empresas mais contatadas via redes sociais são das áreas de Varejo, Telefonia, Hospedagem e Viagens – setores “experientes” na interação com seus consumidores. Em geral, são companhias que têm na promoção e na fidelização de suas marcas e produtos a essência da prosperidade e lucratividade dos negócios.

O dado mais animador, ainda nessa sequência de números, vem de outra pesquisa que indica que 75% dos consumidores estão dispostos a gastar até 9% a mais com empresas que tenham bons serviços de atendimento ao consumidor. Ou seja, o consumidor valoriza cada vez mais a qualidade do atendimento, até mais que a própria marca, e está tirando de seu próprio bolso o recurso que assegura a boa reputação e a imagem de uma empresa nas redes sociais. Esse consumidor exigente, cada vez mais bem-informado e que sabe o real valor de seu network, é o chamado “consumidor social”. Ele é o protagonista e propulsor da revolução envolvendo empresas, consumidores, agências e desenvolvedores nas redes sociais.

As empresas que percebem o valor do consumidor social investem, criam estratégias e ações personalizadas para seus clientes e transcendem o modelo tradicional para o chamado “negócio social”. Normalmente, são empresas que inovam em seus mercados e estão bem à frente de seus concorrentes. A agência americana Social Brands publicou, recentemente, o estudo “Social Brands 100”. Consumidores e jurados escolheram por meio de votação online as cem marcas que consideraram mais “sociais”.

Como critérios básicos, essas marcas deveriam comprovar uma relação bilateral com os seus clientes, monitoramento constante das redes sociais e manutenção de um “comportamento social” adequado. O interessante do estudo é que a organização vencedora que obteve maior pontuação foi uma pequena companhia europeia de bebidas naturais, a Innocent drinks, desbancando a gigante Starbucks para a segunda posição.

Segundo o mesmo estudo, a fórmula da empresa foi realizar atividades nas redes sociais com naturalidade, como se fosse uma extensão da personalidade da companhia. Não é simples! Esse estudo nos ensina, sobretudo, um pouco mais sobre “a democratização do marketing”, uma vez que as grandes somas em publicidade perdem em resultado diante do crowsourcing e estratégias centradas no relacionamento.

Ao que tudo indica, a audiência está morrendo e dando lugar ao interativo social. Nesse sentido, a solução prática para as empresas que desejam aderir ao negócio social, como bem fez a Innocent, é mesmo o CRM Social. Como disse o autor e palestrante especializado em CRM, Paul Greenberg: “O CRM Social é a resposta das empresas ao consumidor social”.

Acredito, por mera observação e contato com clientes, que essa mudança que estamos presenciando será cada vez mais conduzida pelas pequenas e médias empresas, pois são elas que têm condições de iniciar uma estratégia de CRM Social em curtíssimo prazo, influenciadas pela experiência de outros grupos e até mesmo pela necessidade de acertar prontamente, assegurando assim a manutenção de sua posição de mercado.

São também essas companhias que têm condições de adotar as mudanças básicas que o CRM Social exige: envolver toda a organização, focar o processo no consumidor, criar canais dinâmicos, respeitar o horário que mais funciona para seus clientes e uma série de outras medidas. Em síntese, apostar no “R” de relacionamento e assumir o cliente como colaborador, abolindo mensagens passivas.

Ouço grandes empresas criando estratégias de longo prazo, integrando softwares que demandarão vários meses de implementação e outros mais para aprendizado. Quase sempre, são grupos demasiadamente preocupados com o sigilo de seus database off line. Contudo, não podemos esquecer de que para o consumidor entrar nas redes sociais, bastam poucos minutos. Uma vez conectado, ele já estará administrando um perfil online e público. Desse momento em diante, ele cria, compartilha e avalia conteúdos, considerando também novas marcas indicadas por seus contados e afinidades nas redes.

Como li no Twitter há pouco, “se não cuidar de seu consumidor, seu concorrente o fará.” Para as pequenas e médias, em geral, diria que as soluções de CRM Social mais indicadas funcionam como as próprias redes, bastando pouquíssimos passos para que entrem em funcionamento. A preços realmente competitivos (há softwares que trazem excelentes resultados e custam mais baratos que uma assinatura de TV a cabo), se implementados de forma estratégica são capazes de equilibrar um fenômeno bastante preocupante: a perda do consumidor social. Estudos apontam que a perda de um simples consumidor social pode superar R$ 10 mil.

A revolução social está em andamento e as empresas que perceberem e se adequarem o quanto antes diminuirão seus gastos e aumentarão seus resultados. Para os que duvidam, sugiro conhecer alguns cases de #fail nas redes sociais, em que várias grandes empresas perderam bilhões de dólares em poucos meses apenas por subestimar o valor do consumidor social e não estarem adaptadas à realidade do negócio social.

A hora de preparar-se para o consumidor do futuro é agora.

*José Jarbas é CEO da eCRM123

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Publicado por em 28 de julho de 2012 em Tecnologia

 

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Após IPO, diretor de TI do Facebook pede demissão para montar negócio próprio

Bret Taylor anunciou que sairá do Facebook até o final do verão (meados de setembro) para iniciar uma startup com Kevin Gibbs, ex-Google.

O Chief Technology Officer (CTO) do Facebook, Bret Taylor, decidiu montar seu próprio empreendimento e anunciou num post em sua página do Facebook que deixa a companhia até o final do verão (meados de setembro) . Em seu post, Taylor diz que está “extremamente confiante nos times e na liderança da empresa” e que considera seu período de trabalho no Facebook “os três anos mais incríveis da minha vida”.

Taylor vai lançar uma startup com Kevin Gibbs, um ex-Google, também responsável por gestão de tecnologia na empresa de buscas. Detalhes sobre os planos ou sobre a nova empresa não foram fornecidos por Taylor. O CTO começou a trabalhar no FB em 2009, depois de deixar a startup FriendFeed, um agregador de redes sociais. Como Gibbs, Taylor também trabalhou anteriormente no Google.

A notícia acontece praticamente um mês após o lançamento da oferta pública de ações (IPO) do Facebook, em 17 de maio. Na sexta-feira, o Facebook divulgou detalhes das conversas com a U.S. Securities and Exchange Commission (SEC – Comissão de Valores Mobiliários) antes do IPO. A SEC, organismo responsável por regular o mercado de ações, teria exigido do Facebook mais clareza sobre os riscos que o negócio correria com a migração veloz dos usuários da rede social do desktop para as plataformas móveis, onde a empresa tem ainda uma receita mínima por usuário.

Especial - IT Leaders 2011

O ITBOARD materializa a nova plataforma de conversas do Século XXI. Concentra o diálogo sobre tecnologia e inovação movido a tweets de quem está imerso nesses assuntos. ENTRE NA CONVERSA

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Publicado por em 3 de julho de 2012 em Tecnologia

 

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