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Número de mortos em naufrágio de imigrantes na Itália chega a 17

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O naufrágio de uma embarcação com 400 imigrantes a bordo em águas internacionais entre a Itália e a Líbia deixou pelo menos 17 mortos, anunciou a Marinha italiana, que anunciou o resgate de mais de 200 pessoas.

“Até o momento foram recuperados 17 corpos e 206 pessoas foram resgatadas”, afirma um comunicado da Marinha italiana.

O balanço anterior registrava 14 mortes.

Os trabalhos de resgate contam com a participação de dois navios militares, três da Guarda Costeira, além de embarcações da patrulha de fronteira, além de dois navios mercantes com bandeira de Vanuatu e da França.

Dois helicópteros e dois aviões também participam nas operações.

A fragata “Grecale” segue para o porto siciliano de Catania com os sobreviventes e os corpos das vítimas fatais.

A promotoria de Catania anunciou a abertura de uma investigação sobre as causas do naufrágio.

Outro navio de guerra, o “Sirio”, seguiu para o resgate de outra embarcação, com 295 imigrantes a bordo, segundo a Marinha.

Centenas de imigrantes, muitos deles solicitantes de asilo e procedentes da Eritreia, Somália ou Síria, tentam chegar às costas da Itália todos os dias. O governo do país fez um apelo para obter mais ajuda da União Europeia.

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Publicado por em 14 de maio de 2014 em Brasil

 

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Número de mortos em naufrágio de balsa na Coreia do Sul sobe para 226

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Parente de vítima chora ao lado memorial com fitas que lembram mortos e desaparecidos no naufrágio do Sewol (Foto: Kim Hong-Ji/Reuters)Parente de vítima chora ao lado memorial com fitas que lembram mortos e desaparecidos no naufrágio do Sewol (Foto: Kim Hong-Ji/Reuters)

Chegou a 226 o número de corpos resgatados do naufrágio da balsa Sewol, na Coreia do Sul. As equipes de resgate localizaram mais cinco vítimas nesta sexta-feira (2) e seguem as buscas por outros 72 desaparecidos.

Os mergulhadores da Guarda Costeira e da Marinha, e também alguns particulares, se concentraram em buscas nas áreas do lado esquerdo e central do quarto e quinto andares da embarcação, que até o momento permaneciam inacessíveis, informaram os serviços de resgate.

As operações foram dificultadas pelo fortalecimento das correntes marinhas, que também ameaçam levar os corpos para longe do local do naufrágio. De fato, um dos corpos recuperados na madrugada desta sexta, foi encontrado a cerca de quatro quilômetros do local do acidente.

Segundo os serviços de resgate, a força das correntes marinhas está cerca de 40% maior que a habitual. A presidente da Coreia do Sul, Park Geun-hye, garantiu que pedirá desculpas novamente às vítimas do naufrágio e seus familiares.

A chefe de Estado já pediu perdão há alguns dias durante uma reunião de seu gabinete ministerial, depois das muitas críticas que o governo recebeu pelo gerenciamento da tragédia. No entanto, a oposição e alguns veículos da imprensa consideraram que suas desculpas aconteceram de maneira forçada e sem as formalidades suficientes.

Das 476 pessoas que estavam no Sewol, 325 eram estudantes de um instituto de ensino médio da cidade de Ansan, na periferia de Seul. Os funerais se multiplicaram nessa cidade nos últimos dias pelo elevado número de jovens mortos, que pode ser superior a 250, uma vez que todos os corpos sejam resgatados e identificados.

Acredita-se que a embarcação afundou depois de uma manobra brusca que deslocou todo o peso de sua carga para um lado, o que a desequilibrou e fez virar em pouco mais de uma hora.

O capitão foi criticado pela demora nos procedimentos de evacuação do navio no momento do acidente e permanece detido por supostamente ter deixado a embarcação e não ter zelado pela segurança dos passageiros.

Além disso, nesta sexta foram interrogados vários membros da família que gerencia a empresa operadora da embarcação, mas todos se negaram a responder as perguntas dos promotores e, por isso, mandados de prisão podem ser emitidos contra eles nas próximas horas. Eles são suspeitos de corrupção no caso.

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Publicado por em 3 de maio de 2014 em Brasil

 

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Naufrágio deixa mortos no litoral da República Dominicana

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O naufrágio de uma embarcação com 20 pessoas nesta quinta-feira (1) deixou ao menos seis mortos no leste da República Dominicana, segundo informaram fontes militares do país. Todas as vítimas seriam haitianos, de acordo com a agência de notícias EFE.

Os trabalhos de resgate se concentram na área do acidente entre as comunidades de Boca Chica e Juan Dolio, a cerca de 40 quilômetros da capital Santo Domingo.

A Marinha dominicana informou que suas unidades, junto com o Corpo de Bombeiros de Boca Chica e uma embarcação particular, recuperaram os seis corpos, assim como os 16 sobreviventes (14 haitianos e dois dominicanos) que – segundo as fontes militares – tentavam chegar a Porto Rico.

A instituição militar acrescentou que os corpos foram levados para o hospital público de Boca Chica e que os sobreviventes resgatados se encontram em bom estado de saúde.

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Publicado por em 3 de maio de 2014 em Brasil

 

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Após 15 dias de naufrágio, mais de 90 corpos seguem em balsa sul-coreana

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As equipes de resgate da embarcação Sewol, cujo naufrágio com 302 mortos e desaparecidos completam 15 dias nesta quarta-feira (30), incorporaram a seus trabalhos um sino de mergulho para auxiliar na recuperação dos quase 100 corpos que ainda estão em seu interior.

Alunos que sobreviveram ao naufrágio prestar homenagem às vítimas e aos desaparecidos. (Foto: Kim Hong-Ji / Reuters)Alunos que sobreviveram ao naufrágio prestar homenagem às vítimas e aos desaparecidos. (Foto: Kim Hong-Ji / Reuters)

Com a balsa virada e submersa a 30 metros de profundidade, os operários estabeleceram cordas de guia nos arredores do quarto piso da popa do navio e uma base para operar o chamado ‘sino de mergulho’ assim que a maré baixar, informou a Guarda Costeira sul-coreana.

Além disso, o governo iniciou uma auditoria preliminar sobre as agências estatais que tiveram algum tipo de relação com o desastre marítimo para saber se suas ações foram apropriadas tanto em matéria de prevenção – incluídas as revisões de segurança do navio – como na resposta ao naufrágio.

A inspeção preliminar, que caso encontre irregularidades dará lugar a uma investigação mais profunda, afetará os Ministérios de Assuntos Marítimos e da Segurança Pública, assim como a Guarda Costeira e a Administração Marítima e Portuária da Coreia do Sul.

Nesta quarta, completam exatamente duas semanas desde que a balsa afundou no litoral sudoeste do país, depois de virar com 476 pessoas a bordo, entre elas 325 estudantes com entre 16 e 17 anos que realizavam uma viagem escolar.

No dia do acidente, 176 pessoas foram resgatadas e os dias que seguiram foram cruciais para buscar possíveis sobreviventes em bolsões de ar, mas as duras condições do mar dificultaram o resgate e apenas alguns poucos corpos sem vida foram recuperados.

Após uma melhora nas condições das águas uma semana depois, a maioria dos corpos foi retirada, mas, desde o domingo (27) passado, as fortes ondulações e correntes voltaram a dificultar os trabalhos dos mergulhadores.

Assim, foram recuperados apenas mais cinco corpos nesta madrugada, situando o número de mortos confirmados em 210, enquanto os desaparecidos são 92 e já não há mais esperanças de se encontrar sobreviventes.

À espera que os resultados da investigação esclareçam as causas do naufrágio, acredita-se que a embarcação fez uma manobra brusca que deslocou todo o peso de sua carga para um lado, o que desequilibrou a embarcação e a fez virar em pouco mais de uma hora.

O alto número de mortos foi atribuído ao fato de que tanto o capitão quanto a tripulação hesitaram na hora de ordenar a evacuação do navio, e, ao invés disso, pediram que os passageiros não saíssem de seus lugares.

O capitão e vários membros da tripulação foram detidos por terem abandonado o navio antes dos passageiros.

O naufrágio também criou instabilidade política na Coreia do Sul, onde o primeiro-ministro renunciou e a presidente, Park Geun-hye, pediu perdão devido às fortes críticas pela falta de prevenção e pelo gerenciamento inadequado do acidente por parte do governo.

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Publicado por em 1 de maio de 2014 em Brasil

 

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Naufrágio na Grécia causa morte de imigrantes

Sete imigrantes, incluindo duas crianças, morreram nesta terça-feira e dois são considerados desaparecidos após o naufrágio de uma embarcação diante da ilha grega de Lesbos, no Mar Egeu.

Oito pessoas foram resgatadas pela polícia portuária, que prossegue com as buscas pelos desaparecidos.

A nacionalidade dos sobreviventes não foi divulgada.

O naufrágio aconteceu a 1,5 milha náuticas de Lesbos, perto da costa oeste da Turquia no Egeu, passagem habitual dos imigrantes que tentam chegar na Europa a partir da Ásia ou África.

A Grécia, situada no extremo sudeste do Velho Continente, é uma das principais portas de entrada da União Europeia (UE) para as pessoas em fuga da pobreza ou de países em guerra.

Fonte G1

 
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Publicado por em 18 de março de 2014 em Brasil

 

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Pescador salvadorenho encontra mãe de seu companheiro de naufrágio

O náufrago José Salvador Alvarenga durante entrevista nesta quarta-feira (5) em Majuro, mas Ilhas Marshall (Foto: AFP)O náufrago José Salvador Alvarenga diz ter passado mais de um ano à deriva (Foto: AFP)

O pescador salvadorenho José Salvador Alvarenga, que diz ter passado mais de um ano à deriva, cumpriu neste sábado (15) uma promessa que fez ao seu companheiro mexicano de naufrágio, Ezequiel Córdova Ríos, antes de ele morrer no meio do oceano.

A promessa era contar à mãe dele os últimos momentos de seu filho e as palavras que dedicou antes de morrer nas águas do Pacífico, em uma travessia que começou no México e terminou nas Ilhas Marshall, a 13 mil quilômetros de distância.

Após passar quatro meses juntos na mesma embarcação, Ríos morreu enquanto os dois estavam à deriva, e Alvarenga jogou seu corpo no mar três dias depois, contou hoje.

“Contou (à mãe de seu companheiro) que chorava em frente a Ezequiel, conversando com ele, dizendo que não estava morto, que só estava dormido. Foi difícil jogá-lo na água finalmente”, relatou o advogado que acompanhava o pescador, Benedicto Perea.

A família de Ezequiel realizará uma cerimônia fúnebre no próximo dia 31, embora não se saiba com certeza o dia exato em que morreu.

“No meio do mar, não tinha forma de saber a data, não tinha um calendário, mas para mim foi em março e assim o lembraremos”, explicou a mãe, que recebeu ao salvadorenho com lágrimas e um longo abraço.

O pescador salvadorenho, que chegou ontem ao México para se reunir com a família de seu falecido companheiro de viagem, disse se sentir “feliz e tranquilo” após conversar com Rosalía Ríos.

“Estou feliz de ter cumprido a promessa que fiz ao meu companheiro. Não disse mentiras, já que cumpri minha promessa”, disse aos jornalistas o pescador, que morava no México antes de se perder no oceano.

Ele não quis detalhar a mensagem que levou à mãe de Ezequiel, mas relatou aos irmãos que o naufrágio começou pouco depois de saírem para pescar tubarão, em 17 de novembro de 2012, da praia de Chocohuital.

“Ficamos presos por causa do mau tempo, o motor estragou, ficamos à deriva, foi muito complicado; só Deus sabe por que passamos por essas coisas, que não fui eu o que faleceu, que foi meu amigo”, afirmou o pescador.

“Eu não desejava que fosse assim, queria que nós dois estivéssemos aqui, mas não foi assim”, lamentou.

Durante os meses que esteve à deriva, o pescador de 37 anos de idade comeu pescado e aves cruas, e bebeu sangue de tartarugas e sua própria urina para sobreviver. Foi resgatado em 30 de janeiro nas Ilhas Marshall, no Pacífico Sul.

Alvarenga confirmou que não voltará ao mar e que voltará a viver com seus pais em El Salvador, junto de sua esposa e sua filha, que tinha deixado 12 anos antes do naufrágio para ser pescador no litoral mexicano.

O agora ex-pescador disse que se dedicará a “ir às igrejas, pregando a palavra de Deus, e espero que Deus me escute, tenho fé em isso, que ele foi que me deu minha vida, sem ele eu não estaria aqui”.

Rosalía Díaz disse se sentir “mais tranquila porque já sei quais foram as últimas palavras de meu filho. Vou guardá-las, é algo tão lindo e também tão triste que não gostaria publicar, era para mim”, acrescentou.

O advogado explicou que os testemunhos e atas a partir do desaparecimento de Ezequiel serão documentados para declarar formalmente a morte do jovem habitante de Chiapas, que ainda consta como desaparecido.

Fonte G1

 
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Publicado por em 16 de março de 2014 em Brasil

 

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China terá parque com réplica do Titanic e simulação do naufrágio

O ator Bernard Hill, que interpretou o capitão do navio no filme 'Titanic', participa do lançamento do parque (Foto: Tyrone Siu/Reuters)O ator Bernard Hill, que interpretou o capitão do navio no filme ‘Titanic’, participa do lançamento do parque (Foto: Tyrone Siu/Reuters)

Uma réplica do navio Titanic em tamanho real será a principal atração de um parque temático que vai ser construído em Sichuan, na China. O parque terá um museu e uma simulação de naufrágio para dar aos visitantes a sensação angustiante do desastre de 1912.

O parque deverá ser inaugurado em 2016 e vai custar US$ 165 milhões. A região onde ele será construído fica a 1,5 mil km de distância do Oceano Pacífico. A cerimônia de apresentação do projeto contou com a presença do ator Bernard Hill, que interpretou o capitão Edward Smith no filme “Titanic”, de 1912.

Foto liberada no dia 4 de abril mostra a saída do navio Titanic, em 10 de abril de 1912 (Foto: AFP/Southampton City Council)Foto liberada no dia 4 de abril mostra a saída do
navio Titanic, em 10 de abril de 1912 (Foto: AFP/
Southampton City Council)

Ele disse que a construção de um parque baseado na trágédia que resultou na morte de mais de 1.500 pessoas não é inadequada. “O tema é abordado de forma muito delicada e sensível, e os organizadores são muito conscientes da extensão daquele desastre”, declarou Hill à agência Reuters.

De acordo com Su Shaojun, presidente-executivo da Seven Star Energy Group Investment , que financiou o projeto,  o simulador vai permitir que as pessoas possam sentir a dimensão do naufrágio.

“Quando o navio bate em um iceberg ele vai sacudir e afundar”, disse. Ele explicou que efeitos de som e luz vão dar aos visitantes a sensação da água invadindo o Titanic.

“Nós achamos que vale a pena espalhar o espírito do Titanic. O amor universal e sentido de responsabilidade demonstrado durante o naufrágio representam a riqueza espiritual da civilização humana”, disse o empresário.

O Titanic afundou em 15 de abril de 1912, durante sua viagem inaugural a partir do porto de Southampton, na Inglaterra, para Nova York, nos Estados Unidos.

Fonte G1

 
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Publicado por em 16 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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