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Príncipe Harry e Cressida Bonas terminam namoro

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Harry e a namorada vão a evento no fim de semana (Foto: Glyn Kirk/AFP)Harry e Cressida Bonas em evento em março deste
ano (Foto: Glyn Kirk/AFP)

O príncipe Harry de Inglaterra e sua namorada, Cressida Bonas, terminaram sua relação “de forma amigável”, quando já se especulava um próximo casamento do filho mais novo de Charles e Diana.

Segundo informam nesta quarta-feira (30) os veículos de imprensa britânicos, o jovem de 29 anos, quarto na linha de sucessão ao trono na Inglaterra, e Cressida, de 25, passaram dois anos juntos e no mês passado tinham ido a um compromisso oficial, o que alimentou os rumores de casamento real.

“É muito triste, decidiram se separar de forma amigável, decidiram cada um percorrer seu caminho”, apontou uma fonte próxima ao casal que citam hoje os veículos de imprensa britânicos.

Segundo a fonte, um dos motivos é que a jovem, que estudou dança contemporânea em um conservatório de Londres, possa se concentrar em sua carreira. O Palácio de Kensington, porta-voz do príncipe Harry, não fez comentários.

No início de março, Cressida Bonas acompanhou a príncipe Harry a um evento de uma organização beneficente no estádio londrino de Wembley, a primeira ocasião em que a namorada do príncipe o acompanhou a um ato oficial.

O casal se conheceu em maio de 2012 quando foram apresentados pela princesa Eugénia, filha do príncipe Andrew e muito amiga de Cressida.

Desde então, ambos foram vistos em várias ocasiões em público e em outubro de 2013 passaram um fim de semana no sítio real de Sandringham (sudeste da Inglaterra), propriedade da Rainha, segundo a imprensa.

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Publicado por em 30 de abril de 2014 em Brasil

 

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Criado por ‘encalhada’, site de namoro na China já tem 100 milhões de usuários

A empreendedora chinesa Gong Haiyan (Foto: AFP)A empreendedora chinesa Gong Haiyan (Foto: AFP)

Embora a figura do ‘casamenteiro’ exista há mais de 2 mil anos na China, Gong Haiyan, a ‘cupido número um’ do país transformou a atividade em um negócio surpreendente.

Quando tinha 25 anos, por se achar ‘encalhada’, Haiyan decidiu criar um site de namoro. Uma década depois, a página tem 100 milhões de usuários e já é listada na bolsa de valores eletrônica de Nova York.

‘Eu já tinha mais de 25 anos e pelos padrões chineses eu era uma mulher ‘encalhada’. Minha mãe e meu pai ficavam insistindo para que eu me casasse’, conta.

Pressionada, ela decidiu pagar 500 RMB (cerca de R$ 182) para se inscrever em um site de namoros. Mas não recebeu resposta alguma e pouco depois descobriu que a empresa havia roubado perfis de sites concorrentes.

‘Eu pedi meu dinheiro de volta. Mas quando pedi para ser reembolsada eles riram da minha cara’, relembra.

Funcionários do site de namoro disseram a Gong que ela ‘não tinha nenhum charme ou beleza’ e que ‘homens bem sucedidos não se interessariam por ela’.

Revoltada, a chinesa resolveu transformar a humilhação em uma grande ideia. E mal sabia que, anos depois, além de arranjar um marido, ficaria famosa no país inteiro e ganharia muito dinheiro com seu novo negócio.

Raiva e superação
‘Fiquei com muita raiva, e perguntei a uma amiga minha quanto custaria para criar uma página na internet e abrir meu próprio site de relacionamentos’, conta.

Assim como o Facebook, o site de Gong foi criado no quarto de sua residência universitária e a primeira pessoa a criar um perfil foi sua melhor amiga, uma colega de faculdade, ainda em 2003. Quatro dias depois, ela convenceu a segunda pessoa a se inscrever.

Dez anos depois, o site Jiayuan.com, que em tradução livre significa ‘Lindo Destino’, tornou-se uma empresa de grande sucesso, com escritórios em diversas cidades chinesas e mais de 100 milhões de usuários inscritos.

Para se ter uma ideia do bom desempenho, em maio de 2011 a companhia passou a ter suas ações negociadas na Nasdaq, a bolsa de valores eletrônica de Nova York, tornando-se o primeiro site de namoro chinês a ser listado no mercado financeiro fora do país.

Marido
Mas além de fama e riqueza, o site trouxe a Gong o que seus pais tanto queriam.

Ela diz que não se importava com riqueza material. ‘Eu estava procurando por alguém inteligente, de bom coração e saudável’, diz.

Seis meses após sua criação, o Jiayuan.com colocou a jovem em contato com um cientista que estuda moscas de frutas.

‘Eu pedi que ele fizesse um teste de QI, e ele obteve cinco pontos a mais do que eu’, conta a empresária.

Ela acabou se casando com Guo Jian Zeng três meses depois, e hoje em dia eles têm uma filha de quatro anos.

O chinês chamou a atenção por seu calor humano e vontade de ajudar os outros, desde parentes até estranhos na rua, mas foi a foto em seu perfil que saltou aos olhos de Gong.

‘Ele estava usando uma camiseta e era possível ver que ele era bem musculoso, e até tinha ganhado uma competição de iron man em sua academia’, relembra.

Tradição milenar
Apesar de estar se utilizando de novas ferramentas, Gong não inventou nada novo em seu país, onde a tradição do ‘casamenteiro’ existe há mais de 2 mil anos, desde a dinastia Zhou.

Antigamente, cada vilarejo contava com uma ‘Mãe Vermelha’, uma mulher nativa encarregada pelas famílias de achar os parceiros ideais para seus filhos e filhas. Mais tarde, políticos locais e chefes de grandes fábricas desempenharam a função.

Mas os tempos mudaram. ‘Para imigrantes que vieram do interior, como eu, é quase impossível contar apenas com as antigas redes de contatos para encontrar um marido. Quando eu cheguei em Xangai não tinha parentes nem amigos na cidade’, diz Gong.

Ela também explica que a diferença entre homens e mulheres é um motivo de crescente preocupação no país, onde a política do filho único, implementada desde os anos 1980, fez com que as famílias preferissem ter mais filhos homens do que mulheres.

O cenário levou o país a ter atualmente uma das proporções de gênero mais desequilibradas do mundo, com 118 homens para cada 100 mulheres – e há chances de que venham a haver cada vez mais ‘encalhados’ do que ‘encalhadas’ na China.

Projeções e desequilíbrio
De acordo com projeções do governo, até o final desta década haverá 24 milhões de homens ‘deixados de lado’, ainda em idade de se casar. E há acadêmicos que apontam que entre 2020 e 2050 cerca de 15% dos homens chineses simplesmente não terão conseguido encontrar uma mulher.

‘Na minha cidade na província de Hunan já estamos vendo este problema. Muitos homens de 40 e 50 anos foram solteiros durante toda a vida e desistiram de encontrar alguém para se casar’, explica a empresária.

Para ela, a ascensão econômica do país também gera expectativas mais altas, e com isso maiores decepções.

‘Há um desequilíbrio de informação – a pessoa que você está procurando existe, mas você não sabe onde encontrá-la’, diz.

‘Por outro lado, por estar buscando um parceiro tão ideal, a pessoa que de fato possui as qualidades que você procura pode não retribuir seu amor’.

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Publicado por em 12 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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Sites de namoro não são tão científicos quanto dizem, alertam pesquisadores

Os usuários correm para os sites de relacionamento em números cada vez maiores, mas apesar de seus anúncios publicitários, serviços como Match.com e eHarmony talvez não ofereçam potenciais parceiros(as) por meio de métodos científicos rigorosos, afirma um grupo de psicólogos e sociólogos da Universidade de Rochester.

“As companhias não tornaram seus algoritmos (para encontrar parceiros potenciais) para o público, nem para as autoridades reguladoras. Ninguém sabe como são esses algoritmos˜, afirmou o professor de psicologia da universidade, Harry Reis. “É certamente possível que eles tenham alguma fórmula mágica que ninguém nunca viu que possa realmente ser eficiente. No entanto, não há evidências sobre isso.”

Reis e outros psicólogos e sociólogos publicaram um extenso review de estudos científicos que foram realizados na última década sobre namoro online, que será publicado na edição de fevereiro da revista Psychological Science in the Public Interest. Encomendado pela Associação de Ciência Psicológica, o estudo revisa e resume mais de 400 estudos psicológicos e pesquisas de interesse público que foram realizados sobre o assunto.

Os próprios sites apontam o sucesso estatístico dos seus serviços, mesmo se recusando a revelar os algoritmos proprietários de combinação que levam ao seu sucesso. Como outros serviços da Internet – como a Google – os sites de namoro online guardam muito bem seus algoritmos como verdadeiros segredos. Mas tanto sigilo deveria evitar que eles fizessem afirmações de eficiência científica, alegam os pesquisadores.

“Os sites de relacionamento/namoro estão rapidamente tornando-se uma das principais maneiras pelas quais as pessoas conhecem seus parceiros(as). Está crescendo de modo muito rápido”, afirma Reis. “As pessoas sempre tentaram ajudar as outras a conseguirem namorados e namoradas. Por isso, as práticas que muitos sites adotam são apenas versões modernas do que está acontecendo desde tempos imemoráveis.”

Leia também: Um terço dos internautas já terminou namoro por Facebok, SMS ou e-mail

Ao longo dos últimos 10 anos, os sites de namoro online tornaram-se a segunda maneira mais popular para se conhecer parceiros, superado apenas pelo encontro por meio de amigos, descobriram os pesquisadores. No início dos anos 1990, menos de 1% da população se conhecia por meio de serviços comerciais de namoro, incluindo anúncios pessoais impressos. Na época, ainda havia um estigma quanto a essa prática, notam os autores do estudo.

Atualmente, esse estigma já desapareceu em grande parte. Em 2005, 37% dos americanos(as) adultos solteiros haviam saído com alguém que tinham conhecido online. E em 2009, 22% dos casais heterossexuais e 61% dos casais do mesmo sexo haviam encontrado seus parceiros pela web.

Os sites de namoro online fornecem a conveniência – e a diversão – de se examinar uma lista de potenciais pretendentes, verificando dezenas deles em poucos minutos. Mas os pesquisadores alertam que essa abordagem possui algumas limitações. As pessoas ficaram condicionadas a uma mentalidade de compra, em que podem apenas escolher os recursos desejados a partir de uma lista.

“A amplitude de escolhas pode ser algo positivo, ao dar para as pessoas muito mais opções de uma maneira muito eficiente em termos de tempo”, diz Reis. “Mas também pode encorajar uma mentalidade em que a pessoa olha para uma lista de possíveis parceiros da mesma maneira que olharia uma relação de livros na Amazon. E geralmente esse tipo de abordagem não é útil.”

Um aspecto dos serviços online de namoro que os pesquisadores destacaram foi a frequência com que eles sugeriam em suas anúncios e materiais promocionais que sua habilidade de encontrar parceiros e parceiras para os usuários é baseada em algoritmos científicos. O site eHarmony, por exemplo, alega `combinar` os candidatos usando `29 dimensões de compatibilidade`, juntando as pessoas por fatores como energia emocional, adaptabilidade, paixão romântica e outros fatores.

Os pesquisadores não destacaram especificamente o eHarmony no estudo, “mas ele é certamente o site que faz as alegações mais fortes sobre possuir uma base científica para os algoritmos que utiliza”, explica Reis. “Presumo que o site faça uma ciência real ao desenvolver seu algoritmo, mas nunca tornaram seu trabalho disponível para a comunidade científica, por isso ninguém sabe o que realmente há nele. Em outras palavras, o eHarmony “vende” seu serviço com a legitimidade científica, mas nunca passaram por uma revisão científica padrão para ser verificado válido cientificamente.

Em vez da pesquisa publicada, os sites podem postar pesquisas em seus próprios sites, não esclarecendo os método de estudo e coleta de dados. “Eu comparo isso com uma situação de uma empresa farmacêutica lançar um remédio, fazer uma afirmação sobre ele, e então não dizer a ninguém o que há no remédio”, afirma Reis.

O problema com tais afirmações é que as pessoas pensarão que, por meio de descobertas científicas, elas vão encontrar o parceiro perfeito, uma atitude que pode encorajar pontos de vistas irreais e até mesmo destrutivos quanto a relacionamento. Quando um relacionamento não sai exatamente como esperado, as pessoas podem se sentir frustradas e inseguras, afirmam os pesquisadores.

Alem disso, a abordagem se apoia na noção de que um parceiro perfeito pode ser encontrado ao se identificar traços comuns ou complementares, um pensamento questionado pelos pesquisadores.

“É altamente improvável que o que você descobre sobre duas pessoas antes de elas se conhecerem possa corresponder a pouco mais do que uma quantidade insignificante do que determina se um relacionamento dará certo por um longo período”, diz Reis. “O sucesso de um relacionamento a longo prazo depende de como as duas pessoas interagem uma com a outra. Depende do que acontece nas suas vidas, as adversidades e sucessos que encontram juntas, a maneira como suas vidas amadurecem e crescem. Essas simplesmente não podem ser descobertas antes de elas se conhecerem.

Procurado pela nossa reportagem, o eHarmony se recusou a comentar especificamente o estudo. “O sistema de combinação do eHarmony é baseado em anos de pesquisas clinicas e empíricas com casais”, afirmou uma porta-voz da empresa que não quis ter seu nome revelado. Ela afirmou que os algoritmos do eHarmony unem seus parceiros potenciais com base em aspectos de personalidade, valores e interesses “que mais proféticos quanto a satisfação do relacionamento.

Em média, 542 casais que se conheceram no eHarmony se casam diariamente nos Estados Unidos, de acordo com um estudo realizado para o site pela Harris Interactive. A companhia também postou estatísticas de números sobre como e porque os relacionamentos são bem-sucedidos, usando seus próprios dados.

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Publicado por em 5 de março de 2012 em Tecnologia

 

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Sites de namoro não são tão científicos quanto dizem, alertam pesquisadores

Os usuários correm para os sites de relacionamento em números cada vez maiores, mas apesar de seus anúncios publicitários, serviços como Match.com e eHarmony talvez não ofereçam potenciais parceiros(as) por meio de métodos científicos rigorosos, afirma um grupo de psicólogos e sociólogos da Universidade de Rochester.

“As companhias não tornaram seus algoritmos (para encontrar parceiros potenciais) para o público, nem para as autoridades reguladoras. Ninguém sabe como são esses algoritmos˜, afirmou o professor de psicologia da universidade, Harry Reis. “É certamente possível que eles tenham alguma fórmula mágica que ninguém nunca viu que possa realmente ser eficiente. No entanto, não há evidências sobre isso.”

Reis e outros psicólogos e sociólogos publicaram um extenso review de estudos científicos que foram realizados na última década sobre namoro online, que será publicado na edição de fevereiro da revista Psychological Science in the Public Interest. Encomendado pela Associação de Ciência Psicológica, o estudo revisa e resume mais de 400 estudos psicológicos e pesquisas de interesse público que foram realizados sobre o assunto.

Os próprios sites apontam o sucesso estatístico dos seus serviços, mesmo se recusando a revelar os algoritmos proprietários de combinação que levam ao seu sucesso. Como outros serviços da Internet – como a Google – os sites de namoro online guardam muito bem seus algoritmos como verdadeiros segredos. Mas tanto sigilo deveria evitar que eles fizessem afirmações de eficiência científica, alegam os pesquisadores.

“Os sites de relacionamento/namoro estão rapidamente tornando-se uma das principais maneiras pelas quais as pessoas conhecem seus parceiros(as). Está crescendo de modo muito rápido”, afirma Reis. “As pessoas sempre tentaram ajudar as outras a conseguirem namorados e namoradas. Por isso, as práticas que muitos sites adotam são apenas versões modernas do que está acontecendo desde tempos imemoráveis.”

Leia também: Um terço dos internautas já terminou namoro por Facebok, SMS ou e-mail

Ao longo dos últimos 10 anos, os sites de namoro online tornaram-se a segunda maneira mais popular para se conhecer parceiros, superado apenas pelo encontro por meio de amigos, descobriram os pesquisadores. No início dos anos 1990, menos de 1% da população se conhecia por meio de serviços comerciais de namoro, incluindo anúncios pessoais impressos. Na época, ainda havia um estigma quanto a essa prática, notam os autores do estudo.

Atualmente, esse estigma já desapareceu em grande parte. Em 2005, 37% dos americanos(as) adultos solteiros haviam saído com alguém que tinham conhecido online. E em 2009, 22% dos casais heterossexuais e 61% dos casais do mesmo sexo haviam encontrado seus parceiros pela web.

Os sites de namoro online fornecem a conveniência – e a diversão – de se examinar uma lista de potenciais pretendentes, verificando dezenas deles em poucos minutos. Mas os pesquisadores alertam que essa abordagem possui algumas limitações. As pessoas ficaram condicionadas a uma mentalidade de compra, em que podem apenas escolher os recursos desejados a partir de uma lista.

“A amplitude de escolhas pode ser algo positivo, ao dar para as pessoas muito mais opções de uma maneira muito eficiente em termos de tempo”, diz Reis. “Mas também pode encorajar uma mentalidade em que a pessoa olha para uma lista de possíveis parceiros da mesma maneira que olharia uma relação de livros na Amazon. E geralmente esse tipo de abordagem não é útil.”

Um aspecto dos serviços online de namoro que os pesquisadores destacaram foi a frequência com que eles sugeriam em suas anúncios e materiais promocionais que sua habilidade de encontrar parceiros e parceiras para os usuários é baseada em algoritmos científicos. O site eHarmony, por exemplo, alega `combinar` os candidatos usando `29 dimensões de compatibilidade`, juntando as pessoas por fatores como energia emocional, adaptabilidade, paixão romântica e outros fatores.

Os pesquisadores não destacaram especificamente o eHarmony no estudo, “mas ele é certamente o site que faz as alegações mais fortes sobre possuir uma base científica para os algoritmos que utiliza”, explica Reis. “Presumo que o site faça uma ciência real ao desenvolver seu algoritmo, mas nunca tornaram seu trabalho disponível para a comunidade científica, por isso ninguém sabe o que realmente há nele. Em outras palavras, o eHarmony “vende” seu serviço com a legitimidade científica, mas nunca passaram por uma revisão científica padrão para ser verificado válido cientificamente.

Em vez da pesquisa publicada, os sites podem postar pesquisas em seus próprios sites, não esclarecendo os método de estudo e coleta de dados. “Eu comparo isso com uma situação de uma empresa farmacêutica lançar um remédio, fazer uma afirmação sobre ele, e então não dizer a ninguém o que há no remédio”, afirma Reis.

O problema com tais afirmações é que as pessoas pensarão que, por meio de descobertas científicas, elas vão encontrar o parceiro perfeito, uma atitude que pode encorajar pontos de vistas irreais e até mesmo destrutivos quanto a relacionamento. Quando um relacionamento não sai exatamente como esperado, as pessoas podem se sentir frustradas e inseguras, afirmam os pesquisadores.

Alem disso, a abordagem se apoia na noção de que um parceiro perfeito pode ser encontrado ao se identificar traços comuns ou complementares, um pensamento questionado pelos pesquisadores.

“É altamente improvável que o que você descobre sobre duas pessoas antes de elas se conhecerem possa corresponder a pouco mais do que uma quantidade insignificante do que determina se um relacionamento dará certo por um longo período”, diz Reis. “O sucesso de um relacionamento a longo prazo depende de como as duas pessoas interagem uma com a outra. Depende do que acontece nas suas vidas, as adversidades e sucessos que encontram juntas, a maneira como suas vidas amadurecem e crescem. Essas simplesmente não podem ser descobertas antes de elas se conhecerem.

Procurado pela nossa reportagem, o eHarmony se recusou a comentar especificamente o estudo. “O sistema de combinação do eHarmony é baseado em anos de pesquisas clinicas e empíricas com casais”, afirmou uma porta-voz da empresa que não quis ter seu nome revelado. Ela afirmou que os algoritmos do eHarmony unem seus parceiros potenciais com base em aspectos de personalidade, valores e interesses “que mais proféticos quanto a satisfação do relacionamento.

Em média, 542 casais que se conheceram no eHarmony se casam diariamente nos Estados Unidos, de acordo com um estudo realizado para o site pela Harris Interactive. A companhia também postou estatísticas de números sobre como e porque os relacionamentos são bem-sucedidos, usando seus próprios dados.

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Publicado por em 4 de março de 2012 em Tecnologia

 

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