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Parques nacionais dos EUA proíbem uso de drones por assustar animais

Protótipo de vant produzido pela empresa Girofly no Brasil (Foto: Lucas Lacaz Ruiz/Futura Press)Exemplo de drone, que pode transportar câmera para realização de imagens (Foto: Lucas Lacaz Ruiz/Futura Press)

Dois parques nacionais dos Estados Unidos proibiram os drones em seu espaço aéreo, afirmando que os mecanismos podem assustar animais selvagens e até mesmo perturbar os hábitos de nidificação das aves. Drones são aeronaves em miniatura controladas remotamente.

O Zion National Park, em Utah, alertou os visitantes nesta semana para não trazerem os aviões, dizendo que as miniaturas ficam zunindo através de cânions, espantam um rebanho de carneiros selvagens e ruidosamente sobrevoam as trilhas perturbando os visitantes.

A advertência do Zion foi feita apenas alguns dias depois de o Parque Nacional de Yosemite, na Califórnia, emitir um alerta semelhante. “Vi aviões zunindo em um campo, onde as pessoas queriam ouvir os pássaros cantar ou o som do vento nas árvores “, disse Scott Gediman, funcionário do Yosemite.

Tanto o Zion como o Yosemite citaram uma lei federal que permite a utilização de aeronaves nos parques apenas com permissão ou em emergências. A pena por violar a regra pode ser de até 6 meses de prisão e multa de 5.000 dólares, de acordo com um comunicado do Zion.

No Yosemite, os visitantes vêm usado cada vez mais esses drones nos últimos anos, informou um comunicado à imprensa na sexta-feira. “Os aviões de controle remoto têm sido usados para filmar alpinistas subindo rotas de escalada, a vista acima das copas das árvores e imagens aéreas do parque”, disse o comunicado do Yosemite. Imagens gravadas por esses aviões são populares no YouTube.

Os funcionários dos parques estão particularmente preocupados com a perturbação aos falcões peregrinos em ninhos em penhascos espetaculares do Yosemite, disse Gediman. Esses equipamentos também criaram riscos potenciais para funcionários em helicópteros que tentam resgatar alpinistas em apuros, disse Gediman.

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Publicado por em 14 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Parques nacionais dos EUA proíbem uso de drones por assustar animais

Protótipo de vant produzido pela empresa Girofly no Brasil (Foto: Lucas Lacaz Ruiz/Futura Press)Exemplo de drone, que pode transportar câmera para realização de imagens (Foto: Lucas Lacaz Ruiz/Futura Press)

Dois parques nacionais dos Estados Unidos proibiram os drones em seu espaço aéreo, afirmando que os mecanismos podem assustar animais selvagens e até mesmo perturbar os hábitos de nidificação das aves. Drones são aeronaves em miniatura controladas remotamente.

O Zion National Park, em Utah, alertou os visitantes nesta semana para não trazerem os aviões, dizendo que as miniaturas ficam zunindo através de cânions, espantam um rebanho de carneiros selvagens e ruidosamente sobrevoam as trilhas perturbando os visitantes.

A advertência do Zion foi feita apenas alguns dias depois de o Parque Nacional de Yosemite, na Califórnia, emitir um alerta semelhante. “Vi aviões zunindo em um campo, onde as pessoas queriam ouvir os pássaros cantar ou o som do vento nas árvores “, disse Scott Gediman, funcionário do Yosemite.

Tanto o Zion como o Yosemite citaram uma lei federal que permite a utilização de aeronaves nos parques apenas com permissão ou em emergências. A pena por violar a regra pode ser de até 6 meses de prisão e multa de 5.000 dólares, de acordo com um comunicado do Zion.

No Yosemite, os visitantes vêm usado cada vez mais esses drones nos últimos anos, informou um comunicado à imprensa na sexta-feira. “Os aviões de controle remoto têm sido usados para filmar alpinistas subindo rotas de escalada, a vista acima das copas das árvores e imagens aéreas do parque”, disse o comunicado do Yosemite. Imagens gravadas por esses aviões são populares no YouTube.

Os funcionários dos parques estão particularmente preocupados com a perturbação aos falcões peregrinos em ninhos em penhascos espetaculares do Yosemite, disse Gediman. Esses equipamentos também criaram riscos potenciais para funcionários em helicópteros que tentam resgatar alpinistas em apuros, disse Gediman.

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Publicado por em 10 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Parques nacionais dos EUA proíbem uso de drones por assustar animais

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Protótipo de vant produzido pela empresa Girofly no Brasil (Foto: Lucas Lacaz Ruiz/Futura Press)Exemplo de drone, que pode transportar câmera para realização de imagens (Foto: Lucas Lacaz Ruiz/Futura Press)

Dois parques nacionais dos Estados Unidos proibiram os drones em seu espaço aéreo, afirmando que os mecanismos podem assustar animais selvagens e até mesmo perturbar os hábitos de nidificação das aves. Drones são aeronaves em miniatura controladas remotamente.

O Zion National Park, em Utah, alertou os visitantes nesta semana para não trazerem os aviões, dizendo que as miniaturas ficam zunindo através de cânions, espantam um rebanho de carneiros selvagens e ruidosamente sobrevoam as trilhas perturbando os visitantes.

A advertência do Zion foi feita apenas alguns dias depois de o Parque Nacional de Yosemite, na Califórnia, emitir um alerta semelhante. “Vi aviões zunindo em um campo, onde as pessoas queriam ouvir os pássaros cantar ou o som do vento nas árvores “, disse Scott Gediman, funcionário do Yosemite.

Tanto o Zion como o Yosemite citaram uma lei federal que permite a utilização de aeronaves nos parques apenas com permissão ou em emergências. A pena por violar a regra pode ser de até 6 meses de prisão e multa de 5.000 dólares, de acordo com um comunicado do Zion.

No Yosemite, os visitantes vêm usado cada vez mais esses drones nos últimos anos, informou um comunicado à imprensa na sexta-feira. “Os aviões de controle remoto têm sido usados para filmar alpinistas subindo rotas de escalada, a vista acima das copas das árvores e imagens aéreas do parque”, disse o comunicado do Yosemite. Imagens gravadas por esses aviões são populares no YouTube.

Os funcionários dos parques estão particularmente preocupados com a perturbação aos falcões peregrinos em ninhos em penhascos espetaculares do Yosemite, disse Gediman. Esses equipamentos também criaram riscos potenciais para funcionários em helicópteros que tentam resgatar alpinistas em apuros, disse Gediman.

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Publicado por em 7 de maio de 2014 em Brasil

 

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Governo beneficia PCs e softwares nacionais em compras públicas

A partir de agora, computadores que forem fabricados no Brasil e tiverem seus componentes desenvolvidos no país poderão custar até 20% mais caro que seus concorrentes estrangeiros e, ainda assim, poderão vencer uma licitação de órgãos públicos. Para os softwares e serviços de desenvolvimento de programas de computador, o benefício valerá para aqueles que custarem até 18% mais.

As autorizações para o tratamento especial a esses produtos tecnológicos foram publicadas pelo governo no “Diário Oficial da União” nesta segunda-feira (20). Os documentos fixam a chamada “margem de preferência”, ferramenta prevista na Lei das Licitações, de 1996.

Isso dá aos fabricantes nacionais o poder de competir com empresas estrangeiras em licitações e pregões eletrônicos do governo, caso seus produtos custem mais, mas dentro da margem de preferência.

Computadores
O Decreto 8.184/2014 cria esse mecanismo não só para computadores de mesa (desktops) mas também para laptops, impressoras, fax, unidades de memória e de disco óptico, leitores ou gravadores de cartões magnéticos, de códigos de barras e scanners.

Segundo o decreto, os produtos que forem somente fabricados no país terão margem preferencial de 10%. Para isso, basta que o produto atenda ao chamado Processo Produtivo Básico, uma série de exigências de cumprimento de etapas de fabricação no Brasil.

Se, além de fabricados, tiverem alguma etapa de seu desenvolvimento feita no Brasil, uma margem adicional de 10% é acrescida ao benefício.

Assim, se esses produtos se enquadrarem nos dois quesitos e custarem 20% mais que seus concorrentes em uma compra pública, suas fabricantes poderão requerer um empate.

Softwares
Já os softwares foram beneficiados pelo Decreto 8.186/2014, que começa a colar em prática as propostas lançadas há um e meio pelo programa governamental TI Maior.

O projeto estabeleceu os parâmetros que fazem um software ser considerado nacional. O intuito era, por meio do poder de compra do Estado, fornecer vantagens a eles em licitações e auxiliar a fomentar a indústria nacional.

Diferentemente de equipamentos e produtos físicos, os softwares devem receber uma certificação para comprovar sua nacionalidade, dada a lógica do desenvolvimento de softwares, que poder ser desenvolvido em vários locais do mundo.

O documento para isso é chamado de Certics. Os softwares avalizados com ele são elegíveis a usufruir das margens de preferências de 18%, benefício que vale até 2015.

Fazem parte ainda do TI Maior o programa Start-up Brasil, que seleciona empresas iniciantes de tecnologia brasileiras e internacionais para que passem por uma consultoria a fim de se estruturarem, e a implantação de cinco grandes centros de desenvolvimento e pesquisa no país.

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Publicado por em 22 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Forças nacionais iniciam operação para desocupar área dos Awá no MA

Indígena segura faixa em que está escrito 'nós existimos!' no idioma dos Awa-Guajá. O grupo, considerado um dos mais ameaçados do munso, está localizado em uma região do Maranhão muito pressionada pelo desmatamento (Foto: Eliza Capai/Greenpeace)Em foto de arquivo, indígena da etnia Awá segura faixa em que está escrito ‘nós existimos!’ no idioma dos Awa-Guajá. Operação realizada pelo governo quer expulsar moradores ilegais da terra indígena, localizada no Maranhão (Foto: Eliza Capai/Greenpeace)

Forças nacionais de segurança iniciaram operação nesta segunda-feira (6) para notificar moradores não índios que vivem no Território indígena Awá-Guajá, no Maranhão, e pedir sua saída voluntária da área protegida em até 40 dias, em cumprimento à decisão judicial expedida em dezembro.

O objetivo da Justiça é conter o desmatamento na região, que segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) já afetou 34% do território indígena, com perímetro de 1.700 km² (área pouco maior que o território da cidade de São Paulo), e ameaça a proteção da etnia, considerada por organizações ambientais como uma das mais ameaçadas.

A sentença do juiz federal José Carlos do Vale Madeira, do último dia 16, ordena que empresas madeireiras ou agrícolas que atuem na área finalizem suas atividades e autoriza mandados de busca e apreensão a materiais usados na extração, beneficiamento ou transporte de madeira.

Além disso, moradores que não saírem de forma voluntária estarão sujeitos a mandados de remoção, que permitem a destruição de construções, cercas, estradas ou quaisquer benfeitorias no interior da terra indígena. Segundo levantamento feito pelo Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam), há cerca de 300 construções ilegais dentro do território dos Awá.

Mapa em verde mostra área do Território indígena Awá-Guajá, que será desocupado após decisão da Justiça Federal (Foto: Reprodução/Funai)Àrea na cor verde mostra Território indígena Awá-
Guajá, na fronteira entre o Maranhão e Pará, que será
desocupada após decisão da Justiça Federal
(Foto: Reprodução/Funai)

Operação dura 15 dias
De acordo com a Fundação Nacional do Índio (Funai), a ação coordenada pelo gabinete da Presidência da República assegura a posse definitiva aos Awá-Guajá e tenta evitar o contato desta população com o homem branco, já que muitos deles ainda estão isolados.

Cerca de 200 homens do Exército, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, além de agentes do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária, o Incra, e do Ministério do Meio Ambiente atuam na notificação.

A autuação das famílias e empresas deve seguir por 15 dias pelo território indígena, localizado próximo à fronteira do Maranhão com o Pará e que abrange os municípios de Centro Novo do Maranhão, Governador Newton Bello, São João do Caru e Zé Doca. O território indígena representa pouco mais que 0,5% da área do estado do Maranhão.

Segundo Sarah Shenker, pesquisadora e porta-voz da organização não-governamental Survival International, que há trabalha há mais de quatro décadas com campanhas que pedem a proteção desta etnia, a operação é “o grande momento para o qual os Awá têm lutado há tempos”.

“Somente com o despejo dos invasores e a proteção permanente da terra é que os Awá podem sobreviver na sua floresta. É uma questão de vida ou morte para a tribo mais ameaçada do mundo e é o dever do governo brasileiro de salvá-los da extinção”, disse ela ao G1. Saiba mais sobre a campanha aqui.

Moradores ilegais serão assistidos pelo governo
Todos os não índios que moram ilegalmente na área, de acordo com o governo e, por isso, não têm direito à indenização. Contudo, de acordo com a Funai, órgãos federais vão reassentar pequenos agricultores que ocupavam a terra e se encaixam nos critérios do Plano Nacional de Reforma Agrária.

De acordo com a Funai, em junho o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (Ibama) e o Exército realizaram operação para fiscalizar unidades de conservação que ficam em torno da área indígena dos Awá-Guajá e constatou focos de desmatamento.
Na época, foram fechadas 27 serrarias e aplicadas multas equivalentes a R$ 2,5 milhões.

Imagem de arquivo feita pela ONG Survival International mostra atividade de exploração madeireira dentro do território indígena dos Awá (Foto: Greenpeace/ Bruno Kelly/ Survival)Imagem de arquivo feita pela ONG Survival International mostra atividade de exploração madeireira dentro do território indígena dos Awá (Foto: Greenpeace/ Bruno Kelly/ Survival)

Fonte G1

 
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Publicado por em 10 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Portaria determina nº mínimo de apps nacionais para celulares com isenção

O ‘Diário Oficial da União’ publicou nesta terça-feira (28), a portaria nº 87 do Ministério das Comunicações que prevê os requisitos mínimos para isenção de impostos sobre smartphones fabricados no Brasil, que venham com um pacote mínimo de aplicativos nacionais.

Para que os aparelhos produzidos localmente sejam beneficiados com a desoneração de impostos, a partir de 10 de outubro, devem vir de fábrica com um mínimo de cinco aplicativos desenvolvidos no país, detalha a portaria.

De acordo com o texto, os smartphones com o pacote mínimo de aplicativos terão reduzidas a zero as alíquotas dos impostos PIS/Pasep e Cofins sobre a receita bruta da venda no varejo. O documento destaca também que o valor de venda dos smartphones no varejo não pode superar R$ 1,5 mil.

Em abril deste ano, o ‘Diário Oficial da União’ publicou o aviso de que as empresas interessadas na isenção teriam seis meses para cumprir o critério de aplicativos nacionais mínimos. De acordo com o texto, os aparelhos também devem ser produzidos com um sistema operacional que possibilite o desenvolvimento de aplicativos por terceiros, além de aplicativos de navegação e correio eletrônico, tela sensível ao toque ou teclado físico no padrão Qwerty.

Os smartphones devem ainda contar com acesso à tecnologia 3G (HDSPA), 4G (LTE – Long Term Evolution) ou outra capacidade de dados superior, além de suporte à conexão Wi-Fi.

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Publicado por em 31 de agosto de 2013 em Tecnologia

 

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