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Museu australiano devolverá quadro vendido durante o regime nazista

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Um museu da Austrália devolverá aos seus legítimos proprietários um retrato cuja autoria é atribuída a Vincent Van Gogh, no que é considerada a primeira restituição pelo país de uma obra de arte perdida sob o regime nazista.

A National Gallery of Victoria (GNV) informou que acredita que a obra “Cabeça de Homem” fez parte de uma venda forçada do judeu alemão Richard Semmel em 1933 e que, por isso, deveria ser devolvida aos seus herdeiros.

“Entendemos que este é o primeiro caso do tipo na Austrália”, disse o museu em um comunicado publicado na internet nesta semana.

De acordo com o Comitê de Restituição Holandês, que analisa os pedidos de restituição, Richard Semmel precisou vender sua coleção para escapar da perseguição nazista aos judeus.

Quando o Museu de Melbourne comprou a pintura em 1940, esta já havia mudado de mãos várias vezes.

Após as dúvidas suscitadas entre os especialistas, em 2006 o Van Gogh Museum de Amsterdã concluiu que o trabalho não era do famoso artista, mas que poderia pertencer a alguém que trabalhou na mesma época em que Van Gogh.

“A atribuição da obra não influenciou a decisão da NGV de devolvê-la”, disse o museu, que a considera uma questão “moral”.

A galeria aguarda a resposta dos herdeiros de Semmel, que estariam vivendo na África do Sul.

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Publicado por em 31 de maio de 2014 em Brasil

 

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Egito recupera dez antiguidades roubadas de museu em 2011

O Egito encontrou dez antiguidades roubadas do Museu do Cairo durante a revolta que derrubou o presidente Hosni Mubarak, no início de 2011, incluindo uma estátua coberta de ouro do faraó Tutancâmon, anunciou nesta terça-feira (29) o ministro das Antiguidades.

Além da estátua de madeira coberta de ouro – que será restaurada por especialistas egípcios, de acordo com o ministro Mohamed Ibrahim – duas estátuas dos filhos da rainha Nefertiti também foram entregues ao museu dedicado às antiguidades egípcias.

Além disso, o Egito recuperou uma estatueta de Tutancâmon criança. Durante a revolta de 2011, uma estátua de uma deusa segurando Tutancâmon criança foi encontrada com o rosto arranhado, e sem o jovem faraó. O museu possui agora as duas peças que compõem a estátua.

Entre essas peças, uma foi encontrada na Bélgica e oito outras nos Estados Unidos, informou o ministério, citado pela agência de notícias oficial MENA.

O Museu Egípcio possui peças de valor inestimável, incluindo o tesouro funerário de Tutancâmon e muitas múmias da realeza.

Cerca de 100 mil peças estão expostas em suas centenas de salas e 50.000 outras permanecem guardadas.

O museu foi roubado em 28 de janeiro de 2011, durante os violentos confrontos opondo as forças de ordem aos manifestantes que exigiam a saída do ex-presidente Hosni Mubarak na praça Tahrir.

Um total de 54 objetos foram roubados, a maioria tesouros que datam dos reinados de Tutancâmon e Akhenaton. Apenas 35 foram recuperados até agora.

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Publicado por em 30 de abril de 2014 em Brasil

 

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Museu divulga descoberta de brinquedos de Anne Frank

Foto divulgada pelo Museu Anne Frank mostra a adolescente judia, à esquerda, brincando com a amiga Hanneli Goslar em Amsterdã em maio de 1941 (Foto: Anne Frank House Amsterdam/AP)Foto divulgada pelo Museu Anne Frank mostra a
adolescente judia, à esquerda, brincando com a
amiga Hanneli Goslar em Amsterdã em maio de
1941 (Foto: Anne Frank House Amsterdam/AP)

O Museu Anne Frank de Amsterdã, na Holanda, divulgou nesta terça-feira (4) a recuperação de brinquedos que a adolescente morta pelo regime nazista deixou com uma vizinha antes de se esconder com sua família na década de 1940. Entre os itens está uma caixa com bolinhas de gude guardada por mais de 70 anos.

A vizinha, Toosje Kupers, guardou as bolinhas de gude, um jogo de chá e um livro. As peças só chegaram ao museu no ano passado, quando a mulher, já com 83 anos, foi se mudar de casa e resolveu informar sobre a existência dos itens.

As peças serão exibidas em uma exposição a partir desta quarta-feira (5) na galeria de arte Kunsthal, em Roterdã, também na Holanda.

Em entrevista à imprensa local, a mulher disse que não considerava as peças tão importantes. Ela contou que pouco antes de a família Frank se esconder dos nazistas, Anne a abordou pedindo um favor.

“Estou preocupada com minhas bolinhas de gude, tenho medo que elas caiam em mãos erradas”, teria dito Anne a Toosje. “Você poderia ficar com elas?”

Anne e Toosje brincavam juntas frequentemente nas casas das ruas e em uma praça próxima.

Anne e sua família se esconderam em um apartamento escondido em Amsterdã em 1942, durante a ocupação nazista na Holanda. Dois anos depois, a família foi descoberta e enviada a campos de concentração. O “Diário de Anne Frank”, no qual a jovem conta como passou parte de sua vida escondida, é um dos livros mais lidos no mundo.

Frank morreu em 1945, quando tinha 15 anos, no campo de concentração de Bergen-Belsen, norte da Alemanha.

Conjunto de bolinhas de gude que pertenciam a Anne Frank ficaram guardados por mais de 70 anos por vizinha da menina (Foto: Anne Frank House Amsterdam, Diederik Schiebergen/AP)Conjunto de bolinhas de gude que pertenciam a Anne Frank ficaram guardados por mais de 70 anos por vizinha da menina (Foto: Anne Frank House Amsterdam, Diederik Schiebergen/AP)

Fonte G1

 
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Publicado por em 5 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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Orquidário do Museu da Amazônia recebe visitas, em Manaus

Espaço conta com 700 plantas (Foto: Divulgação/Museu da Amazônia)Espaço conta com 700 plantas (Foto: Divulgação/Museu da Amazônia)

As novas instalações do viveiro de orquídeas e bromélias do Museu da Amazônia (Musa) estão abertas para visitas. O orquidário foi reformado e tem mais de 700 plantas entre bromélias e orquídeas. O espaço conta com área de 250 metros quadrados e altura entre 3,30 e 7 metros no vão central.

De acordo com o Musa, a estrutura metálica sustenta uma cobertura em sombrite (tela) e tem abertura para circulação de pássaros e insetos, essenciais para a polinização das plantas. Também estão previstas aberturas na parte inferior do prédio para entrada de sapos, também frequentadores assíduos das bromélias.

O Museu informou que todas as “hóspedes” do orquidário experimental são oriundas da floresta, mas nenhuma é coletada diretamente. Segundo o museu, “ao contrário do que se pensa, as orquídeas não são plantas parasitas, apesar de estarem sempre associadas (presas) a outras espécies. Suas raízes servem apenas de fixação, mas não representam perigo para o hospedeiro. A alimentação, retirada diretamente do ar, é pelas folhas, por uma espécie de canaleta inclinada por onde entram a umidade e os nutrientes”.

Visitação
A exposição, orquidário e as trilhas do Musa são abertos para visitação de terça a domingo, das 8h às 17h. O espaço está localizado na Reserva Duck, na Avenida Margarita (antiga avenida Uirapuru), no bairro Cidade de Deus, na Zona Norte de Manaus.

A direção de arte da exposição é do artista plástico Zeca Nazaré. Também trabalharam na montagem da exposição o artista Feliciano Lana, da etnia desana, que ilustrou mitos e histórias e a fachada da exposição, conhecedores e artesãos indígenas das etnias Tuyuka, Tukano e Yeba masã, do rio Tiquié e profissionais do Musa.

Espaço é aberto para visitação de terça a domingo, das 8h às 17h (Foto: Divulgação/Museu da Amazônia)Espaço é aberto para visitação de terça a domingo, das 8h às 17h (Foto: Divulgação/Museu da Amazônia)

A exposição, organizada com recursos provenientes da Lei Rouanet e ocupa cerca de 1 mil metros quadrados do centro de visitação do Museu da Amazônia, na Reserva Florestal Adolpho Ducke (em duas tendas esticadas na floresta e um pavilhão) e retrata, através de mapas, mitos e artefatos indígenas a rica e complexa relação entre homens e peixes no Alto Rio Tiquié, região da bacia do Rio Negro. Objetos de cerâmica e cestaria também compõem o acervo da exposição.

A exposição conta com uma cozinha tipicamente indígena, inspirada nas comunidades Pirarara (Médio Tiquié) e Caruru (Alto Tiquié), onde são preparados os pratos da culinária do alto Rio Negro. As armadilhas de pesca foram trazidas das comunidades Caruru, São Domingos, Bela Vista, São Paulo (etnia Tukano) e São Pedro (Tuyuka, Yebamasã), ou confeccionadas no próprio local da exposição. São jequis variados, imihnó (cacuri portátil), esteiras (grandes e pequenas), matapis, caiás e puçás – dispositivos fixos utilizados na captura de peixes.

Fonte G1

 
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Publicado por em 5 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Figuras eróticas são atração de exposição em museu britânico

Figuras eróticas dos séculos 18 e 19 são atração de uma exposição sobre sexo e prazer na arte japonesa, que é realizada no Museu Britânico, em Londres, na Inglaterra. A mostra reúne “shungas”, como eram chamadas as estampas dos séculos 17 ao 19, e outras obras japonesas que exibem cenas de sexo explícito.

Figuras eróticas dos séculos 18 e 19 são atração de uma exposição sobre sexo e prazer na arte japonesa (Foto: Suzanne Plunkett/Reuters)Figuras eróticas dos séculos 18 e 19 são atração de uma exposição sobre sexo e prazer na arte japonesa (Foto: Suzanne Plunkett/Reuters)Visitantes observam 'shungas' durante exposição sobre sexo e prazer na arte japonesa (Foto: Suzanne Plunkett/Reuters)Visitantes observam ‘shungas’ durante exposição sobre sexo e prazer na arte japonesa (Foto: Suzanne Plunkett/Reuters)

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Publicado por em 2 de outubro de 2013 em Tecnologia

 

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‘Sem querer’, mulher repete pose de quadro de homem nu em museu

Uma visitante foi fotografada nesta segunda-feira (23) em uma pose que lembrava a pintura “Académie d’Homme”, do artista francês Jacques-Louis David, durante uma exposição no museu Orsay, em Paris, na França.

‘Sem querer’, mulher repete pose de quadro de homem nu em museu (Foto: Kenzo Tribouillard/AFP)‘Sem querer’, mulher repete pose de quadro de homem nu em museu (Foto: Kenzo Tribouillard/AFP)

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Publicado por em 23 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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Diretora de museu que expôs quadro de Putin com roupa feminina é detida

Obra estava em exposição em museu em São Petersburgo. (Foto: Reuters)Obra estava em exposição em museu em São Petersburgo (Foto: Reuters)

A polícia russa deteve na terça-feira (3) Tatiana Titova, diretora do Museu do Poder em São Petersburgo, que ficou famosa no mês passado ao expor um quadro do presidente russo, Vladimir Putin, usando roupa íntima feminina.

“Titova foi detida durante a madrugada após reabrir as portas do museu que tinha sido fechado pelas forças de segurança de São Petersburgo”, afirmou nesta terça-feira à Agência Efe Aleksandr Donskói, fundador do citado museu, que expõe a visão dos dirigentes políticos aos olhos dos artistas russos.

Donskói explicou que “Titova foi presa imediatamente após começar a pendurar de novo os quadros nas paredes do Museu do Poder”, que foi fechado em 26 de agosto.

Segundo informou a Polícia russa às agências locais, Titova foi liberada, mas detida novamente horas depois e transferida a uma delegacia.

Donskói, ex-prefeito da cidade de Arkhangelsk (norte), denunciou que as forças da ordem da antiga capital imperial também entraram nesta quarta “sem mostrar documentação alguma” no estabelecimento “Ponto G”, uma espécie de museu do sexo de sua propriedade com filial em Moscou.

Durante essa invasão, a polícia confiscou o quadro “Wrestling”, onde Putin e o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, aparecem despidos e com gigantescos pênis em cores que se assemelham a mísseis balísticos.

Donskói lembrou que o pintor russo Konstantin Altunin – autor do controvertido quadro que retrata Putin fantasiado e o primeiro-ministro russo, Dmitri Medvedev, usando sutiã – fugiu para França, onde solicitou asilo político por se sentir perseguido.

Essa pintura, intitulada “Travestis”, foi expropriada pela polícia junto a outras três obras após a denúncia do deputado Vitali Milonov, do partido governista Rússia Unida, famoso por ter impulsionado a polêmica lei que castiga a propaganda homossexual.

No final de agosto, Altunin escreveu uma carta para Putin desde Paris para exigir que suas pinturas sejam devolvidas e pediu ao chefe do Kremlin que “erradique a censura na arte”.

O pintor também se dirigiu por escrito aos líderes do G20, que se reunirão nesta semana em São Petersburgo. “Espero que possam falar pessoalmente com Putin sobre a censura da arte e pedir que me devolva meus quadros”.

O Museu do Poder abriu suas portas em 15 de agosto no centro de São Petersburgo e iniciou sua incursão no mundo cultural da segunda maior cidade russa com a exposição ‘”Governantes”, de Altunin.

Fonte E-farsas

 
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Publicado por em 5 de setembro de 2013 em Brasil

 

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