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Americano leva multa de R$ 1 milhão após pedido falso de socorro

Um jovem de Ohio foi multado em US$ 489 mil (R$ 1,08 milhão) depois que um pedido falso de  socorro desencadeou uma enorme operação de buscas de salvamento da Guarda Costeira dos EUA no lago Erie, perto de Cleveland.

Danik Kumar foi multado em quase US$ 500 mil após pedido de socorro falso (Foto: Reprodução/Facebook/Danik Kumar)Danik Kumar foi multado em quase US$ 500 mil após pedido de socorro falso (Foto: Reprodução/Facebook/Danik Kumar)

Danik Kumar, que trabalhava como piloto, disse às autoridades em março 2012 que tinha visto um pedido de socorro vindo de um barco enquanto sobrevoava o lago Erie.

As buscas duraram 21 horas e incluíram embarcações da Guarda Costeira dos EUA, um helicóptero de resgate e um avião canadense CC130 Hércules. Um mês depois, no entanto, o jovem admitiu ter inventado a história.

Kumar se declarou culpado de fazer uma chamada falsa de socorr. Um juiz federal o sentenciou a três meses de prisão e a pagar US$ 277 mil para a Guarda Costeira dos EUA e US$ 212 mil para as Forças Armadas canadenses.

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Publicado por em 30 de abril de 2014 em Tecnologia

 

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Coreia do Sul multa Google por coleta ilegal de dados de redes Wi-Fi

Serviço Street View adiciona 77 novas cidades brasileiras (Foto: Divulgação)Serviço Street View usa carros com câmeras
especiais (Foto: Divulgação/Google)

A Coreia do Sul multou o Google em 210 milhões de won, cerca de US$ 194 mil, por coletar dados pessoais de redes Wi-Fi do país enquanto mapeava as ruas para o serviço Street View, que permite ver locais do ponto de vista do pedestre. A coleta de dados ocorreu em 2009 e em 2010.

Além da multa, o Google deverá apagar todos os dados pessoais coletados sem consentimento durante o trabalho do Street View, uma determinação da comissão de comunicações da Coreia do Sul.

“Esta multa é a primeiro do tipo imposta à uma empresa global que violou as leis de privacidade da informação. A comissão irá punir quem coletar informação do povo sul-coreano sem exceção”, disse o presidente da comissão de comunicação, Lee Kyung-jae.

O Google também foi multado pela França, Alemanha e 38 estados dos Estados Unidos por coleta de dados privados durante o trabalho de mapeamento do Street View. Além de pedir desculpas e de pagar as multas, a empresa prometeu apagar todos os dados.

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Publicado por em 31 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Coreia do Sul multa Google por coleta ilegal de dados de redes Wi-Fi

Serviço Street View adiciona 77 novas cidades brasileiras (Foto: Divulgação)Serviço Street View usa carros com câmeras
especiais (Foto: Divulgação/Google)

A Coreia do Sul multou o Google em 210 milhões de won, cerca de US$ 194 mil, por coletar dados pessoais de redes Wi-Fi do país enquanto mapeava as ruas para o serviço Street View, que permite ver locais do ponto de vista do pedestre. A coleta de dados ocorreu em 2009 e em 2010.

Além da multa, o Google deverá apagar todos os dados pessoais coletados sem consentimento durante o trabalho do Street View, uma determinação da comissão de comunicações da Coreia do Sul.

“Esta multa é a primeiro do tipo imposta à uma empresa global que violou as leis de privacidade da informação. A comissão irá punir quem coletar informação do povo sul-coreano sem exceção”, disse o presidente da comissão de comunicação, Lee Kyung-jae.

O Google também foi multado pela França, Alemanha e 38 estados dos Estados Unidos por coleta de dados privados durante o trabalho de mapeamento do Street View. Além de pedir desculpas e de pagar as multas, a empresa prometeu apagar todos os dados.

Fonte G1

 
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Publicado por em 31 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Justiça decide contra BP em caso sobre multa por derramar petróleo

Uma das tentativas da BP para restringir pagamentos para o que diz ser reclamações “fictícias” e “absurdas” relacionadas ao derramamento de petróleo no Golfo do México em 2010 falhou depois que uma apelação foi rejeitada por um tribunal dos Estados Unidos.

Bombeiros combatem as chamas remanescentes do acidente no Golfo do México em foto de arquivo de abril de 2010 (Foto: U.S. Coast Guard/Handout/Files/Reuters)Bombeiros combatem as chamas remanescentes do acidente no Golfo do México em foto de arquivo de abril de 2010 (Foto: U.S. Coast Guard/Handout/Files/Reuters)

A BP argumentou em seu apelo que a administração de um acordo de 2012 foi falha porque considerou reclamantes sem danos concretos.

Um painel da 5ª Corte de Apelações reafirmou na sexta-feira (10), no entanto, a aprovação de um juiz federal de um acordo multi-bilionário entre a empresa de petróleo e empresas e indivíduos que perderam dinheiro e bens no derramamento.

A empresa é considerada responsável por um gigantesco vazamento de petróleo no Golfo do México em 2010. Uma explosão destruiu a plataforma Deepwater Horizon, explorada pela britânica BP, provocou a morte de 11 pessoas e derramou cinco milhões de barris de petróleo nas águas do Golfo do México. O petróleo se espalhou no mar durante três meses, antes que o poço danificado pudesse ser selado e teve um efeito devastador nos moradores da costa do golfo, no ecossistema e nas vitais indústrias do turismo e da pesca.

A decisão é um duro golpe para a tentativa da empresa de reduzir os pagamentos para os que diz serem indignos reclamantes. Dois de um total de três juízes do painel do tribunal de apelações rejeitaram os argumentos da BP.

A BP disse em um comunicado enviado por email no sábado que estava avaliando suas opções legais após a decisão do tribunal.

A BP tinha inicialmente previsto que a decisão sobre o caso custaria US$ 7,8 bilhões. No final de outubro, a empresa elevou a estimativa para US$ 9,2 bilhões e disse que esta soma poderia crescer “significativamente”, com bilhões de dólares já sendo pagos aos reclamantes que vão desde os proprietários de hotéis a coletores de ostras.

A BP ainda enfrenta possíveis multas no âmbito da Lei da Água Limpa. A empresa entrou com inúmeras ações judiciais para coibir pagamentos relacionadas com o derrame de petróleo depois de realizar provisões de US$ 42,4 bilhões para cobrir a limpeza, indenização e multas.

Fonte G1

 
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Publicado por em 14 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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França multa Google em R$ 486 mil por não respeitar proteção de dados

A Comissão Nacional Francesa de Informática e Liberdades (CNIL), responsável pela proteção de dados dos cidadãos na França, anunciou nesta quarta-feira (8) que impôs uma sanção de 150 mil euros, o equivalente a R$ 486 mil, ao Google por não respeitar as regras do país sobre confidencialidade.

O buscador deverá, além disso, publicar por 48 horas em sua versão francesa, o Google.fr, um comunicado demonstrando a sanção, indicou a CNIL em comunicado. O aviso deverá ser veiculado dentro de oito dias.

A multa imposta ao Google é a máxima prevista pela legislação francesa para este tipo de faltas e a maior da história do organismo, dado “o número e a gravidade das faltas constatadas”, acrescentou a entidade.

Em dezembro, a Espanha considerou ilegal a forma como o Google utiliza os dados dos espanhóis e multou a companhia em 900 mil euros, o equivalente a R$ 2,93 milhões.

A CNIL reprova o grupo por não respeitar a lei francesa em sua política de proteção de dados imposta em março de 2012, quando decidiu fundir as regras de confidencialidade de cerca de 60 serviços que presta, tais como o buscador tradicional, o de vídeos do YouTube, o Gmail e o serviço de mapas.

“Por causa do número de serviços relacionados, praticamente todos internautas franceses foram afetados por esta decisão”, indicou a CNIL. A CNIL considera que os dados recolhidos por estes serviços são de “caráter pessoal”, por isso, a empresa deve respeitar as regras do país.

O organismo reprova o Google pela falta de informação suficiente aos usuários sobre as condições e a finalidade do tratamento dos dados pessoais. Os internautas “não podem compreender nem a finalidade da coleta, ao não estar determinada como exige a lei, nem a amplitude dos dados coletados’, por isso que ‘não estão em condição de exercer seus direitos”, afirma a CNIL.

Além disso, a CNIL estima que o Google não respeita a obrigação de obter o consentimento dos usuários para introduzir “cookies” em seus computadores. Além disso, o buscador não estabelece a duração de conservação desses dados e se existe a possibilidade de combiná-los entre o conjunto de seus serviços.

A CNIL indicou que as faltas cometidas pelo Google foram constatadas por 29 organismos europeus de proteção de dados e que as conclusões de sua análise “são similares com as das autoridades holandesas e espanholas” no final do ano passado.

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Publicado por em 9 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Policial aplica ‘multa’ após menina parar brinquedo em local proibido

Irmãs receberam 'multa' após abandonarem jipe de brinquedo em local proibido (Foto: Reprodução/YouTube/nly comedy)Irmãs receberam ‘multa’ após abandonarem jipe de
brinquedo em local proibido
(Foto: Reprodução/YouTube/nly comedy)

Duas irmãs de 7 e 8 anos moradoras de Utah, nos EUA, ficaram chocadas ao receber uma multa por estacionarem um jipe de brinquedo em “local proibido”, depois que a bateria do veículo acabou.

O pai das meninas contaram à emissora “KUTV” que Autumn e a irmã estavam brincando na rua e, ao fim do dia,deixaram o brinquedo na via, atrapalhando o trânsito.

Um policial que passava pelo local viu a cena e, numa maneira bem humorada para alertar a dupla, colou uma citação no vidro do jipe, direcionada para “Barbie” e acusando-a de abandono de veículo em local proibido.

Quando o pai das meninas viu o papel, contou que foi “a melhor multa que havia recebido”. O subtenente Sam Liddiard, membro da polícia local, explicou tudo não passou de uma brincadeira para alertar os moradores da região sobre as leis de trânsito e mostrar que estavam patrulhando ostensivamente a região.

“Se o jipe estivesse em frente à garagem de alguém, ele provavelmente seria guinchado”, brincou Liddiard.

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Publicado por em 9 de outubro de 2013 em Tecnologia

 

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Facebook vai esclarecer uso de dado em anúncio após multa de US$ 20 mi

Após ter sido obrigado pela Justiça dos Estados Unidos a pagar US$ 20 milhões para encerrar um processo por exibir as fotos de usuários em propagandas, o Facebook iniciou um processo para alterar sua política de uso de informações dos membros da rede.

Um dos objetivos é esclarecer como as informações são utilizadas tanto no direcionamento de anúncios quanto nas próprias peças.

“Reescrevemos toda a seção de propaganda para explicar da melhor forma o que consideramos que seja importante que as pessoas saibam sobre como usamos as informações que recebemos para fornecer anúncios relevantes às pessoas dentro e fora do Facebook”, afirmou Erin Egan, diretora de privacidade da empresa.

A rede social começou nesta sexta-feira (30) a disparar e-mails aos usuários para comunicá-los das mudanças e pedir que enviem contribuições nos próximos sete dias.

Segundo a empresa, a mudança visa “explicar que os anunciantes também podem alcançar pessoas no Facebook usando as informações que eles já têm sobre você (como endereços de e-mail ou se você já visitou os sites deles anteriormente)”.

A descrição remete ao funcionamento das “Histórias Patrocinadas”, anúncios que aparecem na linha do tempo dos usuários do Facebook exibindo nome e foto de contatos que “curtiram” a marca.

Em 2011, cinco pessoas entraram processaram o Facebook, afirmando que essa modalidade de anúncios informava não só aos seus amigos quando haviam “curtido” algum link como utilizava seus perfis para endossar essas marcas, sem pagá-los ou permitir que eles desabilitassem esse mecanismo.

Segundo dados do processo, o Facebook cobrou dos anunciantes aproximadamente US$ 234 milhões pelas “Histórias Patrocinadas” entre janeiro de 2011 e agosto de 2012,

No início desta semana, o juiz do distrito de São Francisco, Richard Seeborg, decidiu que o Facebook pagasse US$ 20 milhões para compensar os reclamantes.

Além de alterações referentes à forma de utilizar dados de usuários, o Facebook também propôs reescrever de forma simplificada outros tópicos como, por exemplo, o que trata das informações sobre a interação com aplicativos. Para ver a explicação item a item da rede social sobre a proposta de alteração, acesse o site.

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Publicado por em 31 de agosto de 2013 em Tecnologia

 

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