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Conheça números do One Direction: Discos, vídeos e (muito) dinheiro

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Os integrantes do One Direction (Foto: Divulgação/T4F)Os integrantes do One Direction (Foto: Divulgação/T4F)

A história do One Direction começou quando Niall Horan, Zayn Malik, Liam Payne, Harry Styles e Louis Tomlinson perderam a sétima edição do programa “The X Factor”, em 2010. Mas foi também ali que ganharam Simon Cowell, criador do programa e dono da gravadora Syco Records, que os contratou imediatamente.

Pouco mais de três anos depois, eles já bateram recorde nas paradas da Billboard, venderam milhões de discos, lotaram estádios de futebol em todos os continentes e estão a caminho de se tornar a primeira boy band a ganhar US$ 1 bilhão. Segundo o site da empresa que os agencia, a Modest Management, o One Direction já vendeu mais de 20 milhões de singles, 11 milhões de álbuns e mais de um milhão de DVDs. Além disso, o documentário “One Direction: This is us” teria arrecadado US$ 67 milhões em bilheterias nos cinemas. Nada mal para uma banda onde o integrante mais velho tem pouco mais de 22 anos.

Nesta quinta (8), o One Direction faz seu primeiro show no Brasil, no Parque dos Atletas, no Rio de Janeiro. No final de semana, se apresenta nos dias 10 e 11 em São Paulo, no Estádio do Morumbi.

Veja abaixo alguns de seus impressionantes números.

Discos

Capa de 'Up all night', do One Direction (Foto: Divulgação)Capa de ‘Up all night’, do One Direction (Foto:
Divulgação)


O One Direction foi a primeira banda na história a ter seus três primeiros discos estreando direto no número 1 da Top 200 da Billboard. “Up all night” foi lançado em novembro de 2011 no Reino Unido e na Irlanda, chegando em março de 2012 aos EUA, onde vendeu 176 mil cópias apenas na primeira semana. O disco chegou ao primeiro lugar nas paradas de 17 países e encerrou 2012 como o terceiro álbum mais vendido do mundo, com 4,5 milhões de cópias.

Capa de 'Take me home', do One Direction (Foto: Divulgação)Capa de ‘Take me home’, do One Direction (Foto:
Divulgação)

“Take me home” foi lançado em novembro de 2012 e, apenas nos Estados Unidos, vendeu 540 mil cópias em sua primeira semana. Chegou ao topo das paradas em 37 países e foi o quarto disco mais vendido do mundo em 2012, com 4,4 milhões de cópias.

Capa de 'Midnight memories', do One Direction (Foto: Divulgação)Capa de ‘Midnight memories’, do One Direction
(Foto: Divulgação)

“Midnight memories” foi lançado em 25 de novembro de 2013, e alcançou a marca de 546 mil cópias em sua primeira semana nos Estados Unidos. Chegou ao primeiro lugar nas paradas de 31 países e, de acordo com a Federação Internacional da Indústria Fonográfica, fechou o ano como o disco mais vendido do mundo, com 4 milhões de cópias.

Turnês

Banner da 'Up all night tour', do One Direction (Foto: Divulgação)Banner da ‘Up all night tour’, do One Direction (Foto: Divulgação)

A “Up all night tour” começou em 18 de dezembro de 2011, em Watford (Inglaterra), e foi encerrada em 1 de julho de 2012, em Fort Lauderdale (EUA). Teve 60 shows, sendo 26 na Europa e 27 na América do Norte, além de passagens pela Austrália e Nova Zelândia.

Banner da 'Take me home tour', do One Direction (Foto: Divulgação)Banner da ‘Take me home tour’, do One Direction (Foto: Divulgação)

A “Take me home tour” começou em 23 de fevereiro de 2013, em Londres (Inglaterra) e acabou em 3 de novembro, em Tóquio (Japão). Seus 128 shows garantiram o décimo lugar na lista de turnês mais lucrativas do ano do site Pollstar, com US$ 114 milhões.

Banner da 'Where we are tour', do One Direction (Foto: Divulgação)Banner da ‘Where we are tour’, do One Direction (Foto: Divulgação)

A “Where we are tour” teve início no dia 25 de abril, em Bogotá (Colômbia) e tem seu encerramento previsto para 5 de outubro, em Miami (EUA). O número de shows ainda não é definitivo, já que a banda anunciou datas extras em vários países. Isso aconteceu, por exemplo, com o Brasil, onde foi marcada uma segunda data em São Paulo.

Vídeos

Cena do clipe de 'What makes you beautiful', do One Direction (Foto: Divulgação)Cena do clipe de ‘What makes you beautiful’, do One Direction (Foto: Divulgação)

O canal oficial do One Direction no Vevo/Youtube, criado em dezembro de 2010, tem pouco mais de 13 milhões de assinantes e chega a 2,795 bilhões de visualizações. O campeão de visualizações é o clipe de “What makes you beautiful”, com 514,352 milhões. O segundo colocado é “One thing”, com 317,481 milhões.

Cena do clipe de 'Best song ever', do One Direction (Foto: Divulgação)Cena do clipe de ‘Best song ever’, do One Direction (Foto: Divulgação)

Os vídeos mencionados acima estão entre os seis com mais de 200 milhões de acessos, seguidos por “Live while we’re young”, “Best song ever”, “Kiss you” e “Story of my life”. Outros três vídeos também já passam dos 100 milhões: “One way or another”, “Little things” e “Gotta be you”.

Redes sociais

Perfis do One Direction no Facebook, Google +, Vevo e Twitter (Foto: Divulgação)Perfis do One Direction no Facebook, Google +, Vevo e Twitter (Foto: Divulgação)

O perfil oficial da banda no Facebook tem 29,5 milhões de curtidas. No Twitter, eles são seguidos por 18,8 milhões de pessoas – e seguem 3,6 mil. O One Direction também tem um perfil no Google +, com 2,7 milhões de seguidores. Além, claro, do já mencionado canal no Vevo/Youtube, com 13 milhões de seguidores.

Dinheiro

Zayn Malik, Niall Horan, Liam Payne, Louis Tomlinson e Harry Styles, do One Direction (Foto: Divulgação/T4F)Zayn Malik, Niall Horan, Liam Payne, Louis Tomlinson e Harry Styles, do One Direction (Foto: Divulgação/T4F)

O site Businessinsider estimou, em agosto de 2013, que o One Direction pode se tornar a primeira boy band a valer US$ 1 bilhão. Considerando uma média de preços de ingressos, o site avalia que as três turnês podem somar mais de US$ 450 milhões. Quanto aos discos, as vendas podem chegar a US$ 300 milhões. A conta inclui ainda US$ 15 milhões obtidos com vendas de DVDs e US$ 67,5 milhões arrecadados com itens licenciados como camisetas, brinquedos, travesseiros, perfume etc.

Segundo a revista britânica “Heat”, O One Direction fechou 2013 no topo da lista de britânicos mais ricos com menos de 30 anos, somando 59,33 milhões de libras.

A revista “Forbes” os incluiu, em janeiro de 2014, na lista de músicos mais ricos com menos de 30 anos, estimando que eles tenham ganhado pelo menos 25 milhões de libras apenas em 2013.

É difícil saber as quantias exatas, mas Liam Payne e Louis Tomlinson ganhariam ainda mais dinheiro do que Niall Horan, Zayn Malik e Harry Styles. Por serem autores de um número maior de músicas, eles têm direito a receber uma porcentagem maior sobre os direitos autorais.

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Publicado por em 14 de maio de 2014 em Música

 

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Conheça números do One Direction: Discos, vídeos e (muito) dinheiro

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Os integrantes do One Direction (Foto: Divulgação/T4F)Os integrantes do One Direction (Foto: Divulgação/T4F)

A história do One Direction começou quando Niall Horan, Zayn Malik, Liam Payne, Harry Styles e Louis Tomlinson perderam a sétima edição do programa “The X Factor”, em 2010. Mas foi também ali que ganharam Simon Cowell, criador do programa e dono da gravadora Syco Records, que os contratou imediatamente.

Pouco mais de três anos depois, eles já bateram recorde nas paradas da Billboard, venderam milhões de discos, lotaram estádios de futebol em todos os continentes e estão a caminho de se tornar a primeira boy band a ganhar US$ 1 bilhão. Segundo o site da empresa que os agencia, a Modest Management, o One Direction já vendeu mais de 20 milhões de singles, 11 milhões de álbuns e mais de um milhão de DVDs. Além disso, o documentário “One Direction: This is us” teria arrecadado US$ 67 milhões em bilheterias nos cinemas. Nada mal para uma banda onde o integrante mais velho tem pouco mais de 22 anos.

Nesta quinta (8), o One Direction faz seu primeiro show no Brasil, no Parque dos Atletas, no Rio de Janeiro. No final de semana, se apresenta nos dias 10 e 11 em São Paulo, no Estádio do Morumbi.

Veja abaixo alguns de seus impressionantes números.

Discos

Capa de 'Up all night', do One Direction (Foto: Divulgação)Capa de ‘Up all night’, do One Direction (Foto:
Divulgação)


O One Direction foi a primeira banda na história a ter seus três primeiros discos estreando direto no número 1 da Top 200 da Billboard. “Up all night” foi lançado em novembro de 2011 no Reino Unido e na Irlanda, chegando em março de 2012 aos EUA, onde vendeu 176 mil cópias apenas na primeira semana. O disco chegou ao primeiro lugar nas paradas de 17 países e encerrou 2012 como o terceiro álbum mais vendido do mundo, com 4,5 milhões de cópias.

Capa de 'Take me home', do One Direction (Foto: Divulgação)Capa de ‘Take me home’, do One Direction (Foto:
Divulgação)

“Take me home” foi lançado em novembro de 2012 e, apenas nos Estados Unidos, vendeu 540 mil cópias em sua primeira semana. Chegou ao topo das paradas em 37 países e foi o quarto disco mais vendido do mundo em 2012, com 4,4 milhões de cópias.

Capa de 'Midnight memories', do One Direction (Foto: Divulgação)Capa de ‘Midnight memories’, do One Direction
(Foto: Divulgação)

“Midnight memories” foi lançado em 25 de novembro de 2013, e alcançou a marca de 546 mil cópias em sua primeira semana nos Estados Unidos. Chegou ao primeiro lugar nas paradas de 31 países e, de acordo com a Federação Internacional da Indústria Fonográfica, fechou o ano como o disco mais vendido do mundo, com 4 milhões de cópias.

Turnês

Banner da 'Up all night tour', do One Direction (Foto: Divulgação)Banner da ‘Up all night tour’, do One Direction (Foto: Divulgação)

A “Up all night tour” começou em 18 de dezembro de 2011, em Watford (Inglaterra), e foi encerrada em 1 de julho de 2012, em Fort Lauderdale (EUA). Teve 60 shows, sendo 26 na Europa e 27 na América do Norte, além de passagens pela Austrália e Nova Zelândia.

Banner da 'Take me home tour', do One Direction (Foto: Divulgação)Banner da ‘Take me home tour’, do One Direction (Foto: Divulgação)

A “Take me home tour” começou em 23 de fevereiro de 2013, em Londres (Inglaterra) e acabou em 3 de novembro, em Tóquio (Japão). Seus 128 shows garantiram o décimo lugar na lista de turnês mais lucrativas do ano do site Pollstar, com US$ 114 milhões.

Banner da 'Where we are tour', do One Direction (Foto: Divulgação)Banner da ‘Where we are tour’, do One Direction (Foto: Divulgação)

A “Where we are tour” teve início no dia 25 de abril, em Bogotá (Colômbia) e tem seu encerramento previsto para 5 de outubro, em Miami (EUA). O número de shows ainda não é definitivo, já que a banda anunciou datas extras em vários países. Isso aconteceu, por exemplo, com o Brasil, onde foi marcada uma segunda data em São Paulo.

Vídeos

Cena do clipe de 'What makes you beautiful', do One Direction (Foto: Divulgação)Cena do clipe de ‘What makes you beautiful’, do One Direction (Foto: Divulgação)

O canal oficial do One Direction no Vevo/Youtube, criado em dezembro de 2010, tem pouco mais de 13 milhões de assinantes e chega a 2,795 bilhões de visualizações. O campeão de visualizações é o clipe de “What makes you beautiful”, com 514,352 milhões. O segundo colocado é “One thing”, com 317,481 milhões.

Cena do clipe de 'Best song ever', do One Direction (Foto: Divulgação)Cena do clipe de ‘Best song ever’, do One Direction (Foto: Divulgação)

Os vídeos mencionados acima estão entre os seis com mais de 200 milhões de acessos, seguidos por “Live while we’re young”, “Best song ever”, “Kiss you” e “Story of my life”. Outros três vídeos também já passam dos 100 milhões: “One way or another”, “Little things” e “Gotta be you”.

Redes sociais

Perfis do One Direction no Facebook, Google +, Vevo e Twitter (Foto: Divulgação)Perfis do One Direction no Facebook, Google +, Vevo e Twitter (Foto: Divulgação)

O perfil oficial da banda no Facebook tem 29,5 milhões de curtidas. No Twitter, eles são seguidos por 18,8 milhões de pessoas – e seguem 3,6 mil. O One Direction também tem um perfil no Google +, com 2,7 milhões de seguidores. Além, claro, do já mencionado canal no Vevo/Youtube, com 13 milhões de seguidores.

Dinheiro

Zayn Malik, Niall Horan, Liam Payne, Louis Tomlinson e Harry Styles, do One Direction (Foto: Divulgação/T4F)Zayn Malik, Niall Horan, Liam Payne, Louis Tomlinson e Harry Styles, do One Direction (Foto: Divulgação/T4F)

O site Businessinsider estimou, em agosto de 2013, que o One Direction pode se tornar a primeira boy band a valer US$ 1 bilhão. Considerando uma média de preços de ingressos, o site avalia que as três turnês podem somar mais de US$ 450 milhões. Quanto aos discos, as vendas podem chegar a US$ 300 milhões. A conta inclui ainda US$ 15 milhões obtidos com vendas de DVDs e US$ 67,5 milhões arrecadados com itens licenciados como camisetas, brinquedos, travesseiros, perfume etc.

Segundo a revista britânica “Heat”, O One Direction fechou 2013 no topo da lista de britânicos mais ricos com menos de 30 anos, somando 59,33 milhões de libras.

A revista “Forbes” os incluiu, em janeiro de 2014, na lista de músicos mais ricos com menos de 30 anos, estimando que eles tenham ganhado pelo menos 25 milhões de libras apenas em 2013.

É difícil saber as quantias exatas, mas Liam Payne e Louis Tomlinson ganhariam ainda mais dinheiro do que Niall Horan, Zayn Malik e Harry Styles. Por serem autores de um número maior de músicas, eles têm direito a receber uma porcentagem maior sobre os direitos autorais.

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Publicado por em 10 de maio de 2014 em Música

 

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Nokia não será usada por muito mais tempo como marca, diz executivo

Stephen Elop apresenta novos smartphones da Nokia na MWC, em Barcelona (Foto: Gustau Nacarino/Reuters)Stephen Elop apresenta novos smartphones da Nokia na MWC, em Barcelona (Foto: Gustau Nacarino/Reuters)

Após a Microsoft ter anunciado a conclusão da aquisição da fabricante de celulares Nokia, Stephen Elop, vice-presidente de dispositivos da Microsoft, afirmou nesta segunda-feira (28) que smartphones com a marca da companhia que um dia liderou o segmento de aparelhos estão com os dias contados.

“A marca Nokia está disponível para o uso da Microsoft em seus produtos de celulares por um período de tempo, mas Nokia, como marca, não será usada por muito mais tempo para smartphones”, afirmou Elop, durante uma sessão de perguntas e respostas.

Na sexta (25), as companhias informaram terem concluído a negociação que chegou a movimentar US$ 7,52 bilhões. Com isso, a fabricante de celulares deixou de se chamar Nokia e foi renomeada para Microsoft Mobile. No mesmo dia, Elop, que era presidente-executivo da Nokia, afirmou que “juntos, podem conectar e empoderar as pessoas”.  “De hoje em diante, as possibilidades são ilimitadas. A partir de agora, nós somos um”, afirmou, em nota.

Nesta segunda, o executivo teve de explicar novamente que a Microsoft não pensa em desenvolver novos smartphones que rodem o sistema Android, do Google, além da linha Nokia X. Os três modelos da família, anunciados em fevereiro, parecem que serão os únicos a rodar Android.

“Quando nós tomamos uma decisão de focar no Windows Phone em 2011, nós estávamos muitos preocupados que essa decisão de perseguir o Android nós colocaria em um curso de colisão com a Samsung, que já tinha estabelecido uma vantagem em torno do Android”, afirmou. “Essa foi a decisão correta”, completou.

Como a linha Nokia X é a única que roda o Android, Elop teve de esclarecer que a Microsoft não pretende encerrá-la.

“A Microsoft adquiriu o negócio de celulares, inclusive o Nokia X, para ajudar a conectar os próximo bilhão de pessoas aos serviços da Microsoft. Nokia X usa a nuvem da Microsoft, não a do Google. Essa é uma grande oportunidade para conectar novos consumidores ao Skype, Outlook.com e Onedrive pela primeira vez”, afirmou.

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Publicado por em 30 de abril de 2014 em Tecnologia

 

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Ban Ki-moon chega a Cuba e diz estar ‘muito interessado’ em reformas

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, chegou nesta domingo (26) a Cuba, onde vai participar como convidado da 2ª Cúpula da Comunidade de Estados Latino-americanos e do Caribe (Celac), “muito interessado” nas mudanças que acontecem no país e em como as Nações Unidas podem apoiá-las.

“Estou muito interessado no processo de mudança que está acontecendo em Cuba e, por isso, tenho muito interesse em conhecer o que é que estão fazendo e como as Nações Unidas podem apoiar este processo”, afirmou Ban Ki-moon em um breve pronunciamento no aeroporto internacional ‘José Martí’, de Havana.

O secretário-geral da ONU declarou também seu interesse por escutar durante sua estadia na ilha os pontos de vista dos líderes latino-americanos e caribenhos em temas como paz e segurança, direitos humanos e desenvolvimento sustentável.

Ban confirmou que estes dias se reunirá com o presidente cubano, Raúl Castro, ministros e altas autoridades para falar de assuntos relacionados com desenvolvimento, paz, prosperidade e igualdade.

Fonte G1

 
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Publicado por em 28 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Socialista Bachelet está muito perto de ganhar segundo turno no Chile

A candidata chilena Michelle Bachelet (direita) acena ao lado da rival direitista Evelyn Matthei em um debate televisionado no dia 29 de outubro, em Santiago (Foto: Ivan Alvarado/Reuters)A candidata chilena Michelle Bachelet (direita) acena ao lado da rival direitista Evelyn Matthei em um debate televisionado no dia 29 de outubro, em Santiago (Foto: Ivan Alvarado/Reuters)

A ex-presidente Michelle Bachelet se encaminha para recuperar a Presidência do Chile, no domingo (15), com um audacioso programa de reformas para tentar corrigir as desigualdades sociais no país que é o maior exportador de cobre do mundo.

A socialista Bachelet conseguiu 46,6% dos votos no primeiro turno das eleições, há um mês, e de acordo com analistas não deve ter dificuldades para superar novamente a adversária conservadora Evelyn Matthei, que ficou com 25,01% dos votos na primeira votação.

Bachelet, de estilo amável e caloroso, quer entrar para a história como a presidente que diminuiu a enorme distância entre ricos e pobres no Chile através de uma revolução na educação pública financiada por uma milionária reforma tributária.

Essa é a parte relativamente fácil. Bachelet poderá encontrar muito mais resistência para rescrever a Constituição herdada da ditadura de Augusto Pinochet, que limita a formação de maiorias no Congresso e dificulta o governabilidade.

“Temos duas opções neste domingo: uma que busca mudanças e a outra que se opõe a elas,” disse Bachelet, uma médica de 62 anos, que governou o país entre 2006 e 2010.

Sua promessa de melhorias sociais seduziu muito os chilenos, que não se sentem beneficiados pelas riquezas naturais do Chile, uma das nações mais estáveis da América Latina.

Matthei, de temperamento mais confrontador, concorre com a desvantagem de ter entrado tarde na corrida presidencial. Além disso, a ex-ministra do Trabalho não conseguiu convencer a maioria dos chilenos a apoiar a continuidade das políticas liberais do presidente Sebastián Piñera, que está de saída.

Depois do primeiro turno, a candidata de direita, rejuvenesceu sua equipe de campanha para tentar conquistar os eleitores de centro e diminuir a diferença com Bachelet.

“Se você votou em mim e trouxer alguém que não votou no primeiro turno, sim, é possível!,” disse Matthei em um anúncio de rádio.

A aposta da candidata é melhorar o nível de participação nas primeiras eleições com voto voluntário no Chile. Em novembro, metade dos 13,6 milhões de cidadãos habilitados votaram.

Para a maioria dos analistas, o resultado da eleição está traçado lançada e resta apenas saber qual o nível de apoio que Bachelet terá.

“Acho que o objetivo dela é (conseguir) mais de 60%, um pouco acima dos 65% é muito bom,” disse Kenneth Bunker, analista político da Universidade Diego Portales, em Santiago. “Qualquer coisa abaixo de 55% seria um resultado ruim para ela”.

Além de escolher entre esquerda e direita, os chilenos escolherão entre as filhas de dois generais da Força Aérea que estiveram em lados opostos durante o golpe militar de Pinochet, em 1973, um período que ainda divide os chilenos.

O pai de Bachelet se manteve leal ao presidente deposto, Salvador Allende, e morreu na prisão. O de Matthei chegou a integrar a junta de Pinochet.

Bachelet foi presa e torturada depois do golpe e foi para o exílio, como dezenas de milhares de chilenos. Durante seu primeiro governo, o Chile se estabeleceu como uma das economias de sucesso da América Latina, e agora Bachelet quer encurtar a distância social que ainda existe.

Para financiar a educação gratuita, Bachelet prometeu uma reforma fiscal que pretende arrecadar cerca de US$ 8,2 bilhões adicionais com um aumento dos impostos corporativos e com o fim de benefícios a empresas.

Fonte G1

 
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Publicado por em 13 de dezembro de 2013 em Brasil

 

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Americana cria polêmica ao ‘festejar’ prisão por estar muito bêbada

Depois de ser presa bêbada ao invadir o campo durante um jogo universitário de futebol americano entre Northern Illinois e Iowa, Samantha Lynne Goudie criou polêmica ao comemorar no Twitter o fato de apresentar um alto teor de álcool no sangue.

Samantha Lynne Goudie criou polêmica ao comemorar no Twitter o fato de apresentar um alto teor de álcool no sangue (Foto: Reprodução/Twitter/Vodka_samm)Samantha Lynne Goudie criou polêmica ao comemorar no Twitter o fato de apresentar um alto teor de álcool no sangue (Foto: Reprodução/Twitter/Vodka_samm)

Segundo a imprensa americana, a jovem de 22 anos se tornou sensação on-line depois que os policiais descobriram que ela apresentava uma taxa 3,41 gramas de álcool por litro de sangue – quatro vezes o limite para se dirigir no estado do Iowa.

O incidente ocorreu no sábado (31) no estádio Kinnick, em Iowa City.

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Publicado por em 6 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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Narguilé: Muito pior do que o cigarro!

Publicações nas redes sociais afirmam que o cachimbo árabe narguilé é 100 vezes mais prejudicial ao organismo do que o cigarro. Será que isso é verdade?

A imagem apareceu na web em agosto de 2013, mas a ideia que ela deseja transmitir circula há anos na rede. De acordo com o texto que acompanha a ilustração, o consumo do arguile representa riscos sérios à saúde.

Algumas publicações afirmam que uma hora fumando o cachimbo árabe equivale ao consumo de 100 cigarros!!!

Será que essa história é real? Será que o narguilé faz mal mesmo?

Consumo do narguilé é 100 vezes mais prejudicial que o cigarro! Verdade ou farsa? (reprodução/Facebook) Consumo do narguilé é 100 vezes mais prejudicial que o cigarro! Verdade ou farsa? (reprodução/Facebook)

É verdadeiro! A informação é real! O narguilé é um tipo de cachimbo de água usado atualmente pelos jovens, na maioria das vezes, para o fumo coletivo. É comum encontrarmos adolescentes fumando o narguilé nas portas de bares e em casas de shows.

O funcionamento desse cachimbo é bem simples: Ao aspirar o ar pela mangueira, o ar aquecido pelo carvão passa pelo tabaco, produzindo a fumaça que passa pela água (onde é resfriada e filtrada). A fumaça segue pela mangueira até ser aspirada pelo usuário e expirada logo em seguida. narguile2

Um estudo feito em 2006, pela University Georgetown Medical Center, já demonstrava um aumento significativo dos adeptos desse tipo de fumo entre os jovens e, sobretudo, entre as mulheres. Desde aquela época, as pesquisas já apontavam para os riscos à saúde entre os usuários do narguilé.

Ainda em 2006, a Organização Mundial de Saúde divulgou um relatório mostrando que os cachimbos de água são mais prejudiciais do que os cigarros normais. O coordenador do relatório, o americano Douglas Bettcher, ainda foi além e afirmou que uma hora de consumo do Narguilé equivale a 200 cigarros.

O estudo pode ser lido na íntegra (em inglês, infelizmente) nesse PDF aqui. É assustador verificar que, de acordo com a OMS, mais da metade dos cerca de 1,5 bilhão de fumantes do mundo irão morrer por causa da dependência aos diversos tipos de fumo (e o narguilé está aí no meio).

Douglas Bettcher e mais um monte de pneumologistas – dentre eles, o brasileiro Ricardo Meirelles, da Divisão do Controle do Tabagismo do Inca – afirmam que por ser “filtrada”, a fumaça aspirada dá a falsa sensação ao usuário de que ela é mais pura do que a do cigarro normal, mas é só ilusão. Segundo o Instituto Nacional do Câncer, além da fumaça vir carregada com mais de 4 mil substâncias tóxicas (que também estão presentes no cigarro comum), possui concentrações muito superiores de nicotina, monóxido de carbono, metais pesados e substâncias cancerígenas.

Até o Pica Pau sabe que o narguilé faz mal à saude! (reprodução/YouTube) Até o Pica Pau sabe que o narguilé faz mal à saude! (reprodução/YouTube)

Ricardo Meirelles ainda explica que, como o fumante não sente náuseas ao inalar o produto, acaba fumando mais em menos tempo e absorvendo muito mais toxicidade sem notar.

O leitor e amigo do E-farsas André Fonceca separou um vídeo de uma reportagem do Jornal do SBT (de 2011) onde Stella Martins, Diretora do Programa de Atenção ao Tabagismo, explica a razão de tanto cuidado quanto ao uso do cachimbo de água:

Como em vários modelos desse aparelho é possível se conectar várias mangueiras, a garotada usa do narguilé para “se enturmar com a galera”. Sim, o narguilé serve como um instrumento sociável. No entanto, é bom avisar que, ao compartilhar o mesmo bocal com várias pessoas, as chances de se contrair outras doenças como herpes, hepatite ou até tuberculose são grandes.

O vídeo a seguir foi exibido pela TV Globo em 2007 e mostra que alguns jovens usam o narguilé para queimar algo a mais do que o fumo! Na época, a reportagem entrevistou o médico Luiz Zaion, que foi categórico: Apenas 50 tragadas já são suficientes para viciar!

Para fomentar a discussão (espero a sua opinião nos comentários), encontramos um vídeo interessante no YouTube produzido pelo pessoal do Viver Em Brasília com os argumentos de um fumante contumaz (há 12 anos) de narguilé e de um pneumologista. Assista aos prós e contras de cada uma das partes e tire suas próprias conclusões:

Apesar de muita gente alegar que o fato da fumaça do narguilé ser “filtrada” pela água, o uso contínuo desse cachimbo faz muito mal à saúde!

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Fonte E-farsas

 
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Publicado por em 6 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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‘Fomos muito corajosos’, diz Gloria Estefan sobre disco com clássicos

Gloria Estefan (Foto: Divulgação)A cantora Gloria Estefan (Foto: Divulgação)

Um projeto considerado “ambicioso” até mesmo por sua autora, “The standards”, novo disco de Gloria Estefan, será lançado no próximo dia 10. Inspirada por suas participações nos álbuns “Duets”, de Frank Sinatra, e “Viva duets”, de Tony Bennett, ela selecionou 13 clássicos internacionais e gravou versões em inglês, espanhol, italiano, português e francês.

Em entrevista ao G1 por telefone, a cantora explica que foi difícil selecionar canções, mas, no final, ficou com “músicas que têm algum significado muito importante” em sua vida, relacionadas a eventos como seu casamento ou a relação com sua filha.

Produzido por Shelly Berg e Emilio Estefan, marido de Gloria há 35 anos, o CD tem como convidados a cantora e compositora Laura Pausini, o violinista Joshua Bell e o saxofonista Dave Koz. Entre os destaques estão “The day you say you love me”, a primeira versão em inglês de “El día que me quieras”, para a qual a cantora recebeu a única autorização dada pelo espólio de Carlos Gardel até hoje, e “Sonríe”, um dueto em espanhol e italiano com Laura Pausini, no qual Gloria canta em italiano pela primeira vez. Além disso, ela também gravou pela primeira vez em português “Eu sei que vou te amar”, de Tom Jobim, para a qual havia feito versões em inglês, espanhol e francês.

Com mais de 100 milhões de discos vendidos, sete prêmios Grammy e uma indicação ao Oscar, Gloria Estefan já escreveu livros infantis, atuou no cinema e na TV e é dona de restaurantes, hotéis e até de uma parte do time de futebol americano Miami Dolphins. Pretende também produzir um musical para a Broadway inspirado em sua vida.

G1 – Qual foi o critério que você usou para a escolha do repertório de ‘The standards’?  Como você chegou à lista final, com 13 músicas?
Gloria Estefan –
Não foi fácil, devo te dizer (risos), porque eu na verdade comecei procurando entre centenas de músicas. Levei então 50 delas até Shelly Berg,da Frost School of Music da Universidade de Miami, que foi o arranjador e maestro do disco. Quando cheguei até ele com essas 50 músicas nós nos sentamos ao piano, literalmente, e começamos a conversar sobre aquelas que tinham mais significado para nós dois, porque eu também queria que ele amasse o que estava fazendo e se sentisse inspirado. E então escolhi canções que têm algum significado muito, muito importante na minha vida. Eu queria uma de Tom Jobim, porque a música brasileira sempre foi uma influência muito grande para nós. Também gravei a música do meu casamento, “El dia que me quieras” e escrevi uma letra em inglês para ela, o que nunca tinha sido feito antes, e a família de [Carlos] Gardel adorou.

Meu maior elogio é quando as pessoas ouvem o disco e se sentem como se estivessem ouvindo as músicas pela primeira vez”

G1 – Todas as músicas desse disco são clássicos, mas você mexeu bastante na estrutura. Você teme que alguém possa reclamar de tamanha “ousadia”?
Gloria Estefan –
Não! Se você quer saber, ficarei feliz se acharem que fizemos algo diferente, fomos muito corajosos com os arranjos, eu queria especificamente que fosse algo que pessoas com sensibilidade pop pudessem amar e entender. Queria fazer algo que fosse um pouco aventureiro e que as pessoas que adoram jazz, porque Shelley é um pianista de jazz maravilhoso, também achassem interessante e gostassem. Encontramos um bom equilíbrio. Tentamos coisas diferentes e meu maior elogio é quando as pessoas ouvem o disco e, elas me contam, se sentem como se estivessem ouvindo as músicas pela primeira vez. E, com músicas como essas, que estão por aí há décadas, isso é um elogio e tanto, eu realmente adoro isso.

G1 – E como você escolheu os músicos convidados do disco?
Gloria Estefan –
Bem, Dave Koz foi por que eu estava procurando por um som de sax realmente sexy, bastante suave, e ele é um cara incrível, sou uma grande fã e ele era perfeito para esse disco. Laura Pausini é alguém que também admiro muito, e eu já tinha feito uma versão em espanhol de “Smile”, de Charlie Chaplin, e quando a reescrevi em italiano achei que ela seria perfeita, porque é italiana, mas é maravilhosamente fluente em espanhol também e é uma excelente cantora, famosa em todo o mundo latino. Eu a admiro muito, é uma garota muito doce. Ela estava estava grávida de oito meses, então gravou lá mesmo. E Joshua Bell, na verdade, foi uma sugestão de Shelly, porque ele é tipo o violinista número um no mundo em seu gênero.

Gloria Estefan (Foto: Divulgação)Gloria Estefan (Foto: Divulgação)

G1 – E quando você decidiu usar vários idiomas no álbum?
Gloria Estefan –
Bem, tenho a sorte de ter uma carreira internacional e eu estudei francês, francês foi uma das minhas disciplinas na faculdade, então foi fácil. E eu já tinha gravado em português antes e esse já era o idioma original de “Eu sei que vou te amar”, claro. Mas achei que seria ótimo se tivessem a oportunidade de me ouvir cantar em uma língua diferente, e eu nunca tinha cantado em italiano, então esse foi um incrível desafio, mas quando você sabe espanhol… as línguas latinas têm uma raiz similar e eu tenho um ouvido realmente bom pra isso. Eu apenas achei que traria algo novo e um som diferente ao disco, pegar essas músicas clássicas que eu consigo cantar em várias línguas.

G1 – E por que você escolheu cantar em inglês uma música de Carlos Gardel?
Gloria Estefan –
Eu costumo cantar essa música em espanhol. Mas no disco ela está em inglês porque foi a música do meu casamento, há quase 35 anos. Foi a primeira que Emilio e eu dançamos como marido e mulher. E acho que ela é tão, tão linda e nunca tinha sido traduzida para o inglês. Era um desafio e pensei que seria uma grande oportunidade, já que eu falo espanhol. Mantive-me muito fiel às sensibilidades dos anos 20 e às metáforas que ele usou. Então foi um bom desafio e pensei que ela se tornaria uma linda música para casamentos, até porque em inglês não há muitas delas.

G1 – Você já gravou com Alexandre Pires (a música “Santo, Santo”, que rendeu à dupla um Grammy Latino em 1999) e se apresentou nas comemorações dos 25 anos do Só Pra Contrariar. Tem vontade de trabalhar com outros brasileiros? Quais?
Gloria Estefan –
Oh, meu Deus, já andei perguntando sobre novos talentos, mas, é claro, eu amo os clássicos. A versão que mencionei que dançamos no nosso casamento, de “El dia que me quieras”, foi a do Roberto Carlos. E adoro Milton Nascimento, Gal Costa, Simone. Cresci ouvindo cantores brasileiros maravilhosos, como Rosa Passos. Simplesmente amo música brasileira e já fiz até um disco chamado “Rio”.  Acho que todo músico adora a música brasileira. Ela é sensual, muito sexy e o idioma é bonito. Não tenho ninguém em mente, já trabalhei com muitos cantores em minha vida, já cantei com os Três Tenores, com Sinatra, com Tony Bennett, então se existir uma ideia de alguém com quem eu queira fazer algo… Como quando eu cantei com Alexandre, que foi ótimo e eu o adoro…

É bom e divertido trabalhar com outros artistas e, por isso, se alguém tiver ideia, adoraria ouvir. Estou sempre aberta a qualquer coisa relacionada ao Brasil”

G1 – Existem artistas populares no Brasil, mas que não conseguiram atingir o mesmo nível de sucesso no mercado latino. Você tem algum palpite sobre o motivo? E teria algum conselho para os que quiserem tentar?
Gloria Estefan –
Permaneça fiel a quem você é. Acho que você tem que tentar continuar fazendo sempre sua música, algo em que você acredite e ame. Você não deveria tentar se moldar ou fazer algo específico apenas por que quer atingir determinado mercado. Até porque se fizer isso e não for algo que goste, vai passar sua vida inteira presa naquilo. Mas houve um enorme sucesso brasileiro recente no mercado latino, e nos Estados Unidos, e que inclusive era em português. “Assim você me mata…” (canta). Como era mesmo o nome? (risos). Meu Deus, ele foi um sucesso imenso. Ele fez realmente essa transição e funcionou. E é só ver outro grande hit recente, que foi o “Gangnan style”.

G1 – Você já fez trabalhos como atriz e, depois de anos afastada, voltou a atuar na série “Glee”. Como foi a experiência? Pretende voltar em outros episódios?
Gloria Estefan –
Ah, eu adoro “Glee”. Foi uma experiência tão incrível! Mas eu não sei o que vai acontecer, porque tudo é secreto e eles nunca te contam. Eu sabia que iria fazer aquela participação havia meses e fiquei esperando… Só nos avisaram duas semanas antes de eu gravar, porque não deixam os roteiros vazarem. Eu adoraria voltar. E cantar seria ótimo, mas a razão pela qual eu não cantei da primeira vez foi porque nós sabíamos que eu ficaria em cena por cerca de quatro minutos e queríamos desenvolver a personagem, que era a mãe de Santana (Naya Rivera), e você se lembra de que ela tinha aquele problema com a avó. E todos sabem que sou cantora, então não é como com as outras pessoas que você não sabe que podem cantar, como quando Gwyneth Paltrow apareceu e ficaram chocados porque ela fez um trabalho excelente. Seria ótimo poder fazer um dueto com Naya ou cantar com todo mundo. Pensamos em fazer um grande número com Ricky (Martin), porque ele também estava na série, mas essas coisas mudam em cima da hora, depende dos roteiristas.

G1 – E você conheceu Cory Monteith?
Gloria Estefan –
Sim, eu o encontrei. Ele estava gravando uma cena em um vestiário naquele dia. Mas eu já o havia conhecido antes, porque tinha ido com meu filho, a mulher dele e minha filha até Los Angeles para resolver coisas e fomos convidados a visitar o set, antes de eu ser convidada a participar da série. E foi então que o conheci, ele estava fazendo uma cena em que contracenava com Lea (Michele) e ele era doce, gentil. Foi uma pena.

Gloria Estefan (Foto: Divulgação)Gloria Estefan (Foto: Divulgação)

G1 – E você pretende voltar também ao cinema? Tem interesse em atuar com mais frequência?
Gloria Estefan –
Eu adoraria. As pessoas me enviam coisas, mas só irei fazer algo que faça sentido para mim. E é uma experiência de amadurecimento, fiz um musical com Meryl Streep (“Música do coração”, de 1999), um filme com Andy Garcia, sobre a vida de Arturo Sandoval (“For love or country: the Arturo Sandoval history, de 2000) e foi tudo fantástico. Mas teria que ser o papel certo e é difícil, porque em geral são projetos que levam anos para serem feitos… mas estamos trabalhando em uma peça para a Broadway, na verdade, baseada em nossas vidas, meio autobiográfica. Estamos empolgados com isso. Eu não vou atuar, mas estou trabalhando com o roteirista, ajudando a escrever. Ela não será apenas baseada em nossos hits, mas estamos compondo músicas novas. Então esse é um grande projeto para mim agora.

G1 – E quem você gostaria que interpretasse Gloria Estefan na peça?
Gloria Estefan –
Sabe, quando essa etapa acabar iremos começar a procurar por artistas no mundo todo. Terão que ser pessoas jovens, porque irão interpretar versões bastante jovens minha e do Emilio, a história começa quando ainda somos garotos, então haverá atores infantis também. E depois alguém para fazer meu papel como adolescente e na faixa dos 30 anos, porque também não dá para mostrar minha vida inteira, seria uma história muito longa e acabaria ficando confusa. Mas iremos procurar e isso provavelmente será transformado em um programa de TV.

G1 – Uma espécie de reality show para encontrar os astros do musical?
Gloria Estefan –
Temos conversado bastante sobre isso. Definitivamente seria uma parte, porque acho que será um processo muito interessante. Essas estrelas terão que ser bilíngues e que saber cantar e se apresentar várias vezes por semana. Vai ser algo bem duro.

Fonte G1

 
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Publicado por em 5 de setembro de 2013 em Música

 

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Narguilé: Muito pior do que o cigarro!

Publicações nas redes sociais afirmam que o cachimbo árabe narguilé é 100 vezes mais prejudicial ao organismo do que o cigarro. Será que isso é verdade?

A imagem apareceu na web em agosto de 2013, mas a ideia que ela deseja transmitir circula há anos na rede. De acordo com o texto que acompanha a ilustração, o consumo do arguile representa riscos sérios à saúde.

Algumas publicações afirmam que uma hora fumando o cachimbo árabe equivale ao consumo de 100 cigarros!!!

Será que essa história é real? Será que o narguilé faz mal mesmo?

Consumo do narguilé é 100 vezes mais prejudicial que o cigarro! Verdade ou farsa? (reprodução/Facebook) Consumo do narguilé é 100 vezes mais prejudicial que o cigarro! Verdade ou farsa? (reprodução/Facebook)

É verdadeiro! A informação é real! O narguilé é um tipo de cachimbo de água usado atualmente pelos jovens, na maioria das vezes, para o fumo coletivo. É comum encontrarmos adolescentes fumando o narguilé nas portas de bares e em casas de shows.

O funcionamento desse cachimbo é bem simples: Ao aspirar o ar pela mangueira, o ar aquecido pelo carvão passa pelo tabaco, produzindo a fumaça que passa pela água (onde é resfriada e filtrada). A fumaça segue pela mangueira até ser aspirada pelo usuário e expirada logo em seguida. narguile2

Um estudo feito em 2006, pela University Georgetown Medical Center, já demonstrava um aumento significativo dos adeptos desse tipo de fumo entre os jovens e, sobretudo, entre as mulheres. Desde aquela época, as pesquisas já apontavam para os riscos à saúde entre os usuários do narguilé.

Ainda em 2006, a Organização Mundial de Saúde divulgou um relatório mostrando que os cachimbos de água são mais prejudiciais do que os cigarros normais. O coordenador do relatório, o americano Douglas Bettcher, ainda foi além e afirmou que uma hora de consumo do Narguilé equivale a 200 cigarros.

O estudo pode ser lido na íntegra (em inglês, infelizmente) nesse PDF aqui. É assustador verificar que, de acordo com a OMS, mais da metade dos cerca de 1,5 bilhão de fumantes do mundo irão morrer por causa da dependência aos diversos tipos de fumo (e o narguilé está aí no meio).

Douglas Bettcher e mais um monte de pneumologistas – dentre eles, o brasileiro Ricardo Meirelles, da Divisão do Controle do Tabagismo do Inca – afirmam que por ser “filtrada”, a fumaça aspirada dá a falsa sensação ao usuário de que ela é mais pura do que a do cigarro normal, mas é só ilusão. Segundo o Instituto Nacional do Câncer, além da fumaça vir carregada com mais de 4 mil substâncias tóxicas (que também estão presentes no cigarro comum), possui concentrações muito superiores de nicotina, monóxido de carbono, metais pesados e substâncias cancerígenas.

Até o Pica Pau sabe que o narguilé faz mal à saude! (reprodução/YouTube) Até o Pica Pau sabe que o narguilé faz mal à saude! (reprodução/YouTube)

Ricardo Meirelles ainda explica que, como o fumante não sente náuseas ao inalar o produto, acaba fumando mais em menos tempo e absorvendo muito mais toxicidade sem notar.

O leitor e amigo do E-farsas André Fonceca separou um vídeo de uma reportagem do Jornal do SBT (de 2011) onde Stella Martins, Diretora do Programa de Atenção ao Tabagismo, explica a razão de tanto cuidado quanto ao uso do cachimbo de água:

Como em vários modelos desse aparelho é possível se conectar várias mangueiras, a garotada usa do narguilé para “se enturmar com a galera”. Sim, o narguilé serve como um instrumento sociável. No entanto, é bom avisar que, ao compartilhar o mesmo bocal com várias pessoas, as chances de se contrair outras doenças como herpes, hepatite ou até tuberculose são grandes.

O vídeo a seguir foi exibido pela TV Globo em 2007 e mostra que alguns jovens usam o narguilé para queimar algo a mais do que o fumo! Na época, a reportagem entrevistou o médico Luiz Zaion, que foi categórico: Apenas 50 tragadas já são suficientes para viciar!

Para fomentar a discussão (espero a sua opinião nos comentários), encontramos um vídeo interessante no YouTube produzido pelo pessoal do Viver Em Brasília com os argumentos de um fumante contumaz (há 12 anos) de narguilé e de um pneumologista. Assista aos prós e contras de cada uma das partes e tire suas próprias conclusões:

Apesar de muita gente alegar que o fato da fumaça do narguilé ser “filtrada” pela água, o uso contínuo desse cachimbo faz muito mal à saúde!

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Fonte E-farsas

 
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Publicado por em 4 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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‘Fomos muito corajosos’, diz Gloria Estefan sobre disco com clássicos

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Gloria Estefan (Foto: Divulgação)A cantora Gloria Estefan (Foto: Divulgação)

Um projeto considerado “ambicioso” até mesmo por sua autora, “The standards”, novo disco de Gloria Estefan, será lançado no próximo dia 10. Inspirada por suas participações nos álbuns “Duets”, de Frank Sinatra, e “Viva duets”, de Tony Bennett, ela selecionou 13 clássicos internacionais e gravou versões em inglês, espanhol, italiano, português e francês.

Em entrevista ao G1 por telefone, a cantora explica que foi difícil selecionar canções, mas, no final, ficou com “músicas que têm algum significado muito importante” em sua vida, relacionadas a eventos como seu casamento ou a relação com sua filha.

Produzido por Shelly Berg e Emilio Estefan, marido de Gloria há 35 anos, o CD tem como convidados a cantora e compositora Laura Pausini, o violinista Joshua Bell e o saxofonista Dave Koz. Entre os destaques estão “The day you say you love me”, a primeira versão em inglês de “El día que me quieras”, para a qual a cantora recebeu a única autorização dada pelo espólio de Carlos Gardel até hoje, e “Sonríe”, um dueto em espanhol e italiano com Laura Pausini, no qual Gloria canta em italiano pela primeira vez. Além disso, ela também gravou pela primeira vez em português “Eu sei que vou te amar”, de Tom Jobim, para a qual havia feito versões em inglês, espanhol e francês.

Com mais de 100 milhões de discos vendidos, sete prêmios Grammy e uma indicação ao Oscar, Gloria Estefan já escreveu livros infantis, atuou no cinema e na TV e é dona de restaurantes, hotéis e até de uma parte do time de futebol americano Miami Dolphins. Pretende também produzir um musical para a Broadway inspirado em sua vida.

G1 – Qual foi o critério que você usou para a escolha do repertório de ‘The standards’?  Como você chegou à lista final, com 13 músicas?
Gloria Estefan –
Não foi fácil, devo te dizer (risos), porque eu na verdade comecei procurando entre centenas de músicas. Levei então 50 delas até Shelly Berg,da Frost School of Music da Universidade de Miami, que foi o arranjador e maestro do disco. Quando cheguei até ele com essas 50 músicas nós nos sentamos ao piano, literalmente, e começamos a conversar sobre aquelas que tinham mais significado para nós dois, porque eu também queria que ele amasse o que estava fazendo e se sentisse inspirado. E então escolhi canções que têm algum significado muito, muito importante na minha vida. Eu queria uma de Tom Jobim, porque a música brasileira sempre foi uma influência muito grande para nós. Também gravei a música do meu casamento, “El dia que me quieras” e escrevi uma letra em inglês para ela, o que nunca tinha sido feito antes, e a família de [Carlos] Gardel adorou.

Meu maior elogio é quando as pessoas ouvem o disco e se sentem como se estivessem ouvindo as músicas pela primeira vez”

G1 – Todas as músicas desse disco são clássicos, mas você mexeu bastante na estrutura. Você teme que alguém possa reclamar de tamanha “ousadia”?
Gloria Estefan –
Não! Se você quer saber, ficarei feliz se acharem que fizemos algo diferente, fomos muito corajosos com os arranjos, eu queria especificamente que fosse algo que pessoas com sensibilidade pop pudessem amar e entender. Queria fazer algo que fosse um pouco aventureiro e que as pessoas que adoram jazz, porque Shelley é um pianista de jazz maravilhoso, também achassem interessante e gostassem. Encontramos um bom equilíbrio. Tentamos coisas diferentes e meu maior elogio é quando as pessoas ouvem o disco e, elas me contam, se sentem como se estivessem ouvindo as músicas pela primeira vez. E, com músicas como essas, que estão por aí há décadas, isso é um elogio e tanto, eu realmente adoro isso.

G1 – E como você escolheu os músicos convidados do disco?
Gloria Estefan –
Bem, Dave Koz foi por que eu estava procurando por um som de sax realmente sexy, bastante suave, e ele é um cara incrível, sou uma grande fã e ele era perfeito para esse disco. Laura Pausini é alguém que também admiro muito, e eu já tinha feito uma versão em espanhol de “Smile”, de Charlie Chaplin, e quando a reescrevi em italiano achei que ela seria perfeita, porque é italiana, mas é maravilhosamente fluente em espanhol também e é uma excelente cantora, famosa em todo o mundo latino. Eu a admiro muito, é uma garota muito doce. Ela estava estava grávida de oito meses, então gravou lá mesmo. E Joshua Bell, na verdade, foi uma sugestão de Shelly, porque ele é tipo o violinista número um no mundo em seu gênero.

Gloria Estefan (Foto: Divulgação)Gloria Estefan (Foto: Divulgação)

G1 – E quando você decidiu usar vários idiomas no álbum?
Gloria Estefan –
Bem, tenho a sorte de ter uma carreira internacional e eu estudei francês, francês foi uma das minhas disciplinas na faculdade, então foi fácil. E eu já tinha gravado em português antes e esse já era o idioma original de “Eu sei que vou te amar”, claro. Mas achei que seria ótimo se tivessem a oportunidade de me ouvir cantar em uma língua diferente, e eu nunca tinha cantado em italiano, então esse foi um incrível desafio, mas quando você sabe espanhol… as línguas latinas têm uma raiz similar e eu tenho um ouvido realmente bom pra isso. Eu apenas achei que traria algo novo e um som diferente ao disco, pegar essas músicas clássicas que eu consigo cantar em várias línguas.

G1 – E por que você escolheu cantar em inglês uma música de Carlos Gardel?
Gloria Estefan –
Eu costumo cantar essa música em espanhol. Mas no disco ela está em inglês porque foi a música do meu casamento, há quase 35 anos. Foi a primeira que Emilio e eu dançamos como marido e mulher. E acho que ela é tão, tão linda e nunca tinha sido traduzida para o inglês. Era um desafio e pensei que seria uma grande oportunidade, já que eu falo espanhol. Mantive-me muito fiel às sensibilidades dos anos 20 e às metáforas que ele usou. Então foi um bom desafio e pensei que ela se tornaria uma linda música para casamentos, até porque em inglês não há muitas delas.

G1 – Você já gravou com Alexandre Pires (a música “Santo, Santo”, que rendeu à dupla um Grammy Latino em 1999) e se apresentou nas comemorações dos 25 anos do Só Pra Contrariar. Tem vontade de trabalhar com outros brasileiros? Quais?
Gloria Estefan –
Oh, meu Deus, já andei perguntando sobre novos talentos, mas, é claro, eu amo os clássicos. A versão que mencionei que dançamos no nosso casamento, de “El dia que me quieras”, foi a do Roberto Carlos. E adoro Milton Nascimento, Gal Costa, Simone. Cresci ouvindo cantores brasileiros maravilhosos, como Rosa Passos. Simplesmente amo música brasileira e já fiz até um disco chamado “Rio”.  Acho que todo músico adora a música brasileira. Ela é sensual, muito sexy e o idioma é bonito. Não tenho ninguém em mente, já trabalhei com muitos cantores em minha vida, já cantei com os Três Tenores, com Sinatra, com Tony Bennett, então se existir uma ideia de alguém com quem eu queira fazer algo… Como quando eu cantei com Alexandre, que foi ótimo e eu o adoro…

É bom e divertido trabalhar com outros artistas e, por isso, se alguém tiver ideia, adoraria ouvir. Estou sempre aberta a qualquer coisa relacionada ao Brasil”

G1 – Existem artistas populares no Brasil, mas que não conseguiram atingir o mesmo nível de sucesso no mercado latino. Você tem algum palpite sobre o motivo? E teria algum conselho para os que quiserem tentar?
Gloria Estefan –
Permaneça fiel a quem você é. Acho que você tem que tentar continuar fazendo sempre sua música, algo em que você acredite e ame. Você não deveria tentar se moldar ou fazer algo específico apenas por que quer atingir determinado mercado. Até porque se fizer isso e não for algo que goste, vai passar sua vida inteira presa naquilo. Mas houve um enorme sucesso brasileiro recente no mercado latino, e nos Estados Unidos, e que inclusive era em português. “Assim você me mata…” (canta). Como era mesmo o nome? (risos). Meu Deus, ele foi um sucesso imenso. Ele fez realmente essa transição e funcionou. E é só ver outro grande hit recente, que foi o “Gangnan style”.

G1 – Você já fez trabalhos como atriz e, depois de anos afastada, voltou a atuar na série “Glee”. Como foi a experiência? Pretende voltar em outros episódios?
Gloria Estefan –
Ah, eu adoro “Glee”. Foi uma experiência tão incrível! Mas eu não sei o que vai acontecer, porque tudo é secreto e eles nunca te contam. Eu sabia que iria fazer aquela participação havia meses e fiquei esperando… Só nos avisaram duas semanas antes de eu gravar, porque não deixam os roteiros vazarem. Eu adoraria voltar. E cantar seria ótimo, mas a razão pela qual eu não cantei da primeira vez foi porque nós sabíamos que eu ficaria em cena por cerca de quatro minutos e queríamos desenvolver a personagem, que era a mãe de Santana (Naya Rivera), e você se lembra de que ela tinha aquele problema com a avó. E todos sabem que sou cantora, então não é como com as outras pessoas que você não sabe que podem cantar, como quando Gwyneth Paltrow apareceu e ficaram chocados porque ela fez um trabalho excelente. Seria ótimo poder fazer um dueto com Naya ou cantar com todo mundo. Pensamos em fazer um grande número com Ricky (Martin), porque ele também estava na série, mas essas coisas mudam em cima da hora, depende dos roteiristas.

G1 – E você conheceu Cory Monteith?
Gloria Estefan –
Sim, eu o encontrei. Ele estava gravando uma cena em um vestiário naquele dia. Mas eu já o havia conhecido antes, porque tinha ido com meu filho, a mulher dele e minha filha até Los Angeles para resolver coisas e fomos convidados a visitar o set, antes de eu ser convidada a participar da série. E foi então que o conheci, ele estava fazendo uma cena em que contracenava com Lea (Michele) e ele era doce, gentil. Foi uma pena.

Gloria Estefan (Foto: Divulgação)Gloria Estefan (Foto: Divulgação)

G1 – E você pretende voltar também ao cinema? Tem interesse em atuar com mais frequência?
Gloria Estefan –
Eu adoraria. As pessoas me enviam coisas, mas só irei fazer algo que faça sentido para mim. E é uma experiência de amadurecimento, fiz um musical com Meryl Streep (“Música do coração”, de 1999), um filme com Andy Garcia, sobre a vida de Arturo Sandoval (“For love or country: the Arturo Sandoval history, de 2000) e foi tudo fantástico. Mas teria que ser o papel certo e é difícil, porque em geral são projetos que levam anos para serem feitos… mas estamos trabalhando em uma peça para a Broadway, na verdade, baseada em nossas vidas, meio autobiográfica. Estamos empolgados com isso. Eu não vou atuar, mas estou trabalhando com o roteirista, ajudando a escrever. Ela não será apenas baseada em nossos hits, mas estamos compondo músicas novas. Então esse é um grande projeto para mim agora.

G1 – E quem você gostaria que interpretasse Gloria Estefan na peça?
Gloria Estefan –
Sabe, quando essa etapa acabar iremos começar a procurar por artistas no mundo todo. Terão que ser pessoas jovens, porque irão interpretar versões bastante jovens minha e do Emilio, a história começa quando ainda somos garotos, então haverá atores infantis também. E depois alguém para fazer meu papel como adolescente e na faixa dos 30 anos, porque também não dá para mostrar minha vida inteira, seria uma história muito longa e acabaria ficando confusa. Mas iremos procurar e isso provavelmente será transformado em um programa de TV.

G1 – Uma espécie de reality show para encontrar os astros do musical?
Gloria Estefan –
Temos conversado bastante sobre isso. Definitivamente seria uma parte, porque acho que será um processo muito interessante. Essas estrelas terão que ser bilíngues e que saber cantar e se apresentar várias vezes por semana. Vai ser algo bem duro.

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Publicado por em 3 de setembro de 2013 em Música

 

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