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Google dá R$ 7 milhões a ONGs que usam tecnologia para mudar o Brasil

O Google apresentou nesta terça-feira (8) as quatro organizações não governamentais brasileiras que venceram o Desafio de Impacto Social, prêmio para aquelas que apresentassem as melhores ideias de como utilizar a tecnologia para melhorar a realidade do Brasil. Ao todo, o Google distribuiu R$ 7 milhões às entidades.

As quatro receberam R$ 1 milhão. A Meu Rio foi premiada pelo projeto “Rede Minha Cidade”, em que usa aplicativos de celular para incentivar moradores de comunidades a se engajarem.

A Conservation Internation do Brasil se destacou pela proposta de transformar mais sustentável a pesca em comunidades extrativistas ao lançar um aplicativo que identifica a origem dos peixes e os métodos da pescaria.

Já o Instituto Zero a Seis foi escolhida pela ideia de apoiar o desenvolvimento das crianças na primeira infância e de suas mães com o envio de SMS às gestantes e às mães de bebês com até três anos de idade.

A quarta premiada foi selecionada em uma votação aberta na internet, que recebeu 475 mil votos. O Geledés Instituto da Mulher Negra criará um aplicativo para apoiar mulheres em situação de vulnerabilidade e que são vítimas de violência doméstica.

Além disso, o Google recompensou com R$ 500 mil as outras seis ONGs finalistas. As dez entidades apresentaram suas propostas aos jurados Jacquelline Fuller, diretora do Google.org, Luciano Huck, apresentador da TV Globo, Viviane Senna, empreendedora social, e o rapper MV Bill. Também participou o empresário Josué Gomes, presidente da Coteminas.

Além do dinheiro, os vencedores receberão suporte técnico do Google para que os projetos possam ganhar vida. O Brasil é o terceiro país a receber essa competição, depois de Inglaterra e Índia.

Nas outras edições do desafio, alguns dos ganhadores foram um aplicativo para conectar cidadãos ao governo, um programa de iluminação de comunidades na África a partir da captação de energia solar e um programa que acompanha o desenrolar de projetos sociais e de reconstrução em países devastados pela guerra.

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Publicado por em 10 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Resgate monetário da Ucrânia pode mudar se país perder território, diz FMI

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Entenda a crise na Crimeia (Foto: Arte/G1)

A perda da Ucrânia de seu território no leste forçaria o Fundo Monetário Internacional (FMI) a redesenhar o resgate de US$ 17 bilhões do país e exigiria um financiamento adicional, alertou o fundo nesta quinta-feira (1º).

O FMI também disse que a deterioração das relações entre a Ucrânia e a Rússia, destino de um quarto das exportações de Kiev, poderia ferir ainda mais a economia ucraniana e forçar um ajuste do resgate, aprovado pelo Conselho do FMI na quarta-feira.

“Uma interrupção de longa duração das relações com a Rússia, que deprime as exportações, o investimento e crescimento ou uma perda de controle econômico sobre a parte leste do país, que reduz a receita orçamentária, exigiria uma recalibração significativa do programa e financiamento adicional, incluindo por parte de parceiros bilaterais da Ucrânia”, disse o FMI em relatório divulgado nesta quinta.

Ao delinear os riscos para o programa, o FMI também alertou para a incerteza sobre o compromisso do governo da Ucrânia com um amplo programa de reformas, muitas delas politicamente impopulares, especialmente após as eleições presidenciais de 25 de maio.

O resgate do FMI deve desbloquear outros US$ 15 bilhões em ajuda adicional à Ucrânia do Banco Mundial, União Europeia, Canadá e outros doadores, destinados a ajudar a Ucrânia a estabilizar a economia em meio ao pior tumulto civil desde sua independência em 1991.

Entenda a crise
A Ucrânia vive uma grave crise social e política desde novembro de 2013, quando o governo do então presidente Viktor Yanukovich desistiu de assinar,  um acordo de livre-comércio e associação política com a União Europeia (UE), alegando que decidiu buscar relações comerciais mais próximas com a Rússia, seu principal aliado.

A oposição e parte da população não aceitaram a decisão, e foram às ruas, realizando protestos violentos que deixaram mortos e culminaram, em 22 de fevereiro de 2014, na destituição do contestado presidente pelo Parlamento e no agendamento de eleições antecipadas para 25 de maio.

Houve a criação de um novo governo pró-União Europeia e anti-Rússia, acirrou as tensões separatistas na península da Crimeia, de maioria russa, levando a uma escalada militar com ação de Moscou na região. A Crimeia realizou um referendo que aprovou sua adesão à Rússia, e o governo de Vladmir Putin procedeu com a incorporação do território, mesmo com a reprovação do Ocidente.

Após a adesão da Crimeia ao governo de Moscou, outras regiões do leste da Ucrânia, de maioria russa, também começaram a sofrer com tensões separatistas. Militantes pró-Rússia tomaram prédios públicos na cidade de Donetsk e a proclamaram como “república soberana”, marcando um referendo sobre a soberania nacional para 11 de maio. A medida não foi reconhecida por Kiev nem pelo Ocidente. Outras cidades também tiveram atuação de milícias russas, como Lugansk e Kharkiv.

O conflito reflete uma divisão interna do país, que se tornou independente de Moscou com o colapso da União Soviética, em 1991. No leste e no sul do país, o russo ainda é o idioma mais usado diariamente, e também há maior dependência econômica da Rússia. No norte e no oeste, o idioma mais falado é o ucraniano, e essas regiões servem como base para a oposição – e é onde se concentraram os principais protestos, incluisive na capital, Kiev.

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Publicado por em 2 de maio de 2014 em Brasil

 

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Moderado, Papa deve trabalhar mais para mudar Igreja, dizem especialistas

selo infográfico do papa (Foto: Editoria de Arte/G1)

Um Papa moderado, mas progressista em comparação com os anteriores. Tenta mudar a imagem de uma Igreja Católica tradicionalista, mas deixa em banho-maria temas espinhosos, como a punição para sacerdotes envolvidos com pedofilia ou a qualificação moral do casamento gay – apesar de ligeiros avanços nesses assuntos.

Essa é a visão que especialistas ouvidos pelo G1 têm sobre Jorge Mario Bergoglio, o argentino que completa nesta quinta (13) um ano sob a alcunha de Francisco e herdou o desafio de liderar mais de 1 bilhão de católicos após a renúncia de Bento XVI, atual Papa Emérito.

Logo nos primeiros dias de seu pontificado, Francisco imprimiu sua marca pessoal ao papado. Como jesuíta e adepto ao voto de pobreza, recusou aposentos luxuosos no Vaticano, assim como roupas extravagantes, assumiu seu lado latino ao sinalizar que queria ficar mais perto dos fiéis e dos pobres, e que o restante do clero tinha que fazer o mesmo.

Nos últimos 12 meses, o pontífice tem apresentado seu cartão de visitas ao mundo no intuito de divulgar mais a religião católica e arrebanhar público. Mas, segundo especialistas, ainda terá de arregaçar mais as mangas para sacudir a instituição milenar.

Infográfico feito pelo G1 mostra os principais assuntos abordados pelo Papa ao longo do primeiro ano da gestão de Francisco (veja clicando na imagem acima).

A seguir, saiba os temas que o Papa tratou nos últimos 12 meses, segundo especialistas.

1 – Pedofilia na Igreja
2 – União homossexual
3 – Reforma da Cúria e do Banco do Vaticano
4 – Legalização das drogas
5 – Defesa da vida
6 – Intervenção da Santa Sé no cenário internacional
7 – Papa progressista ou conservador?

Papa Francisco em diferentes momentos ao longo do primeiro ano de seu pontificado: com cocar indígena, em visita ao Rio de Janeiro; com criança vestida de Papa, no Vaticano; com a presidente Dilma Rousseff; e atendendo confissão durante sua primeira visita oficial como Papa, feita ao Brasil em 2013 (Foto: Danilo Verpa/Folhapress; L'Osservatore Romano/AP; Roberto Stuckert Filho/PR; L'Osservatore Romano/Reuters)Papa Francisco em diferentes momentos ao longo do
primeiro ano de seu pontificado: com cocar indígena,
em visita ao Rio de Janeiro; com criança vestida de
Papa, no Vaticano; com a presidente Dilma Rousseff;
atendendo confissão no Brasil em 2013
(Fotos: DaniloVerpa/Folhapress; L’Osservatore
Romano/AP; Roberto Stuckert Filho/PR;
L’Osservatore Romano/Reuters)

1 – Pedofilia na Igreja
Meses após tomar posse, em julho de 2013, Francisco aprovou decreto que endureceu as sanções penais a quem cometer abusos contra menores na Santa Sé e na Cúria, além de reformar o código penal do Estado da Cidade do Vaticano. Em dezembro passado, o Vaticano criou comissão para proteger vítimas e combater os casos de pedofilia.

Segundo Eulálio Figueira, doutor em religião pela Pontifícia Universidade Católica (PUC) de São Paulo, Francisco tem dado declarações “seguindo na direção de condenar tais atos para que aqueles que os cometam sejam julgados ao abrigo das leis civis dos países”.

No entanto relatório do Comitê da Organização das Nações Unidas para os Direitos da Infância sugeriu que a Igreja Católica deveria “afastar imediatamente” todos os clérigos suspeitos e denunciá-los às autoridades civis, para que possam ser responsabilizados.

Apesar do Vaticano alegar que enfrenta os casos de pedofilia com transparência, para o historiador da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Leandro Karnal, “a política de acobertamento criada por João Paulo II e Bento XVI não sofreu uma guinada total”. Segundo ele, as declarações sobre o combate à pedofilia são fracas e há dúvidas de que a Igreja Católica vá se submeter a Justiça comum. “A tradição histórica é de não fazê-lo”, disse.

2 – União homossexual
Em julho, ao retornar do Brasil após participar da Jornada Mundial da Juventude, no Rio de Janeiro, Francisco declarou em entrevista que os gays não podem ser marginalizados e devem ser integrados à sociedade. “Se uma pessoa é gay e procura Jesus, e tem boa vontade, quem sou eu para julgá-la”, disse o Papa.

À época, o Vaticano frisou que as palavras do Papa não mudavam a posição da Igreja Católica, de que as tendências homossexuais não são pecaminosas, mas sim os atos.

Segundo Brenda Carranza, cientista social e professora da PUC-Campinas, a postura do pontífice de “não julgamento e sim de acolhida” traçou o tom com que ele iria “lidar com temas escabrosos no interior da Igreja”. Mas, para o padre Jesus Hortal, ex-reitor da PUC do Rio de Janeiro, Francisco “não acenou, em nenhum momento, com mudanças na qualificação moral da conduta homossexual”, disse.

3 – Reforma da Cúria e do Banco do Vaticano
O novo Papa determinou a criação de um conselho de cardeais apelidado G8 para estudar um projeto de revisão da constituição apostólica da Cúria Romana e instalou comissão para fiscalizar o Banco do Vaticano – e evitar novos escândalos envolvendo lavagem de dinheiro e empréstimos duvidosos, que causaram constrangimentos à Igreja Católica.

Além disso, lançou consulta global sobre a evolução da família moderna, com um questionário que abordará assuntos sensíveis como divórcio, casamento homossexual e adoção de crianças por esses casais.

Entre seus atos mais recentes está a nomeação de arcebispos de várias partes do mundo (e não apenas da Itália ou ligados à Cúria) como cardeais, um sinal de diversificação da Igreja.

Segundo Leandro Karnal, Francisco tem gosto por assuntos administrativos e interfere neles, o que, de acordo com o historiador, foi deixado de lado pelos Papas anteriores, que permitiam que o Vaticano “fosse entregue ao segundo escalão”. “A Cúria Romana é a mesma há muito tempo. Corre o risco desta ser a maior mudança de Francisco”, explicou.

4 – Legalização das drogas
Em discurso proferido no Rio, em um hospital para dependentes químicos, Francisco criticou países latino-americanos que discutiam a descriminalização das drogas. Segundo ele, “não é deixando livre o uso das drogas que se conseguirá reduzir a difusão e a influência da dependência química”. A declaração causou polêmica.

De acordo com Brenda Carranza, o pontífice não quer “atribuir uma defesa ou recusa da legalização das drogas e sim denunciar a violência pessoal e estrutural que elas trazem”.

5 – Defesa da vida
Francisco se declara contrário à eutanásia, ao aborto e ao uso de contraceptivos (como camisinhas, incluindo como forma de prevenção à Aids, e pílula anticoncepcional), conforme prega a doutrina da Igreja Católica. “Ele defende a vida desde sua concepção, até a morte natural”, diz o padre Jesus Hortal. O que mudou, segundo Karnal, é que o pontífice “recomendou mais atenção aos temas, mais ênfase”.

 6 – Intervenção da Santa Sé no cenário internacional
Ao emitir opinião sobre o conflito na Ucrânia, a guerra na Síria e lembrar os imigrantes ilegais que morreram em naufrágios próximos a Lampedusa, na Itália, em travessias rumo à Europa, Francisco quer tornar o Vaticano uma referência maior para o mundo. “Ele quer mostrar que a Igreja Católica não deve ser mais uma potência apolítica, mas que deve explorar o peso eleitoral dos católicos nos países”, disse Leandro Karnal, da Unicamp.

“Não é que os predecessores do Papa atual deixassem de lado esses assuntos, mas sempre o fizeram na linguagem diplomática. Francisco tem falado muito claramente”, disse Jesus Hortal.

7 – Papa progressista ou conservador?
Moderado, seria a resposta correta de acordo com especialistas ouvidos pelo G1. Para eles, Francisco é “um pouco mais progressista que seus antecessores, Bento XVI e João Paulo II”, mas ainda tem tomado ações comedidas.

“É um líder sensato e atento aos sinais do tempo, mas classificá-lo como progressista ou conservador é perigoso”, disse Eulálio Figueira. “O perfil de Francisco é moderado ideologicamente”, afirma Brenda Carranza.

Leandro Karnal e o padre Jesus Hortal concordam que os traços progressistas, quando existem, estão apenas no pontífice “e não em toda a Igreja”, indicando que ainda é preciso muito trabalho para modificações concretas perceptíveis aos católicos.

“Numa Roma com mais de 2 mil anos de história, 12 meses é um tempo curto para fazer algo com maior envergadura”, disse Hortal.

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Fonte G1

 
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Publicado por em 13 de março de 2014 em Brasil

 

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Premiê da Nova Zelândia propõe referendo para mudar bandeira

Atleta eleva bandeira atual da Zona Zelândia em competição (Foto: AFP)Atleta eleva bandeira atual da Zona Zelândia em
competição (Foto: AFP)

A população da Nova Zelândia será convocada para participar de um referendo para decidir se deve mudar a bandeira nacional, que em várias visões mantém uma referência ao antigo colonizador, o Reino Unido.

O premiê John Key anunciou planos para realizar um referendo em três anos. Seus adversários políticos falaram que irão acompanhar os planos mesmo que Key deixe o poder nas próximas eleições.

A bandeira atual leva a Constelação do Cruzeiro do Sul e inclui uma referência ao Reino Unido no topo. Muitas pessoas entendem que que uma bandeira similiar à atual não refletiria a situação de independência da Nova Zelândia.

A ideia foi divulgada durante pronunciamento de Key na Victoria Universidade de Wellington, capital do país. Ele disse que esta era a visão dele. “A bandeira mantém a dominação da Nova Zelândia à Union Black (nome da bandeira britânica) de uma forma que nós não estamos há muito tempo mais dominados pelo Reino Unido”, afirmou ele. 

Militares que serviram nas Forças Armadas se opuseram à mudança e um debate se instalou a respeito.

O premiê defendeu que a nova bandeira seja algo mais moderno e citou como exemplo a bandeira do All Blacks, como é chamada a seleção nacional de rúgbi. “Nós devemos ser representados por uma bandeira que realmente represente com distinção a Nova Zelândia”, afirmou.

Pesquisas de opinião recentes mostraram conflitos de opiniões sobre as mudanças, mas um levantamento privado indicou que a maioria tinha tendência favorável à mudança. Já outra pesquisa, divulgada por uma emissora de TV, deu resultado contrário: 72% se satisfeitos com o símbolo atual.

Fonte G1

 
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Publicado por em 13 de março de 2014 em Brasil

 

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Presidente do Cazaquistão sugere mudar o nome do país

 (Foto: Getty/BBC) Cazaquistão (Foto: Getty/BBC)

O presidente do Cazaquistão, Nursultan Nazarbayev, sugeriu mudar o nome da nação para encorajar investidores e turistas a visitar o pais da Ásia Central.

Nazarbayev sugere que o país ganhe o nome de Kazak Eli, ou Nação dos Cazaques.

Segundo um despacho da agência de notícias russa Interfax, o presidente argumenta que o sufixo de origem persa ‘stan’, que signfica ‘terra’, não faz parte da tradição dos cazaques.

‘Os estrangeiros mostram interesse pela Mongólia, que tem uma população de apenas dois milhões de pessoas. E o nome não tem o sufixo ‘stan”, disse, de acordo com o site Eurasianet.

A Mongólia é um dos poucos países da Ásia Central que não tem o sufixo ‘stan’ no nome, como o Uzbequistão e o Turcomenistão, uma herança da antiga influência exercida pelos persas na região.

Até os meados do século 19, a região tinha o nome de Canato Cazaque, até ser anexada pelo Império Russo. O atual Cazaquistão tornou-se depois uma das repúblicas soviéticas.

O país ganhou o atual nome durante a independência, em 1991. Desde então, Nazarbayev é o presidente.

Conhecido por ser um líder autoritário, Nazarbayev disse, no entanto, que a mudança ‘deve ser definitivamente discutida com o povo’.

Nazarbayev é também conhecido por suas posições nacionalistas, daí a escolha de um nome na língua local.

Astana
Em 1993, o país mudou o nome de sua capital de Alma Ata para Almaty.

Quatro anos depois, a sede do governo foi transferida para outra parte do país, chamada Akmola. Em 1998, a capital ganhou o atual nome, Astana.

A cidade de prédios modernos e traços faraônicos é um projeto de Nazarbayev, que só conseguiu erguer a nova capital com o abundante dinheiro do petróleo do país.

Fonte G1

 
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Publicado por em 8 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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Papa promete mudar mentalidade do Vaticano

O Papa Francisco prometeu fazer tudo a seu alcance para mudar a mentalidade do Vaticano, dizendo em uma entrevista publicada nesta terça-feira (1º) que a Santa Sé está demasiadamente focada em seus próprios interesses.

O pontífice também revelou ter considerado por um momento não aceitar sua eleição como o primeiro Papa não europeu em 1300 anos, após ser escolhido por seus colegas cardeais em março.

Na longa entrevista com o editor ateu do jornal de inclinação de esquerda La Repubblica, Francisco disse que muitos papas anteriores na longa história da Igreja foram “narcisistas” que deixaram-se lisonjear por seus assessores “cortesãos”.

“A corte (papal) é a lepra do papado”, disse Francisco, que trouxe um novo estilo de abertura e simplicidade para o papado.

A entrevista, concedida na semana passada na espartana residência do Papa em uma hospedaria do Vaticano, foi publicado no momento em que ele dá início a uma reunião de três dias a portas fechadas com oito cardeais de todo o mundo, para ajudá-lo a reformar a complicada administração do Vaticano, conhecida como a Cúria.

Há alguns “cortesãos” entre os administradores da Cúria, disse Francisco, mas seu maior defeito é ser muito voltada para si mesma.

“Protege aos interesses do Vaticano, que ainda são, em grande parte, interesses temporais. Essa visão centrada no Vaticano negligencia o mundo a seu redor e eu farei de tudo para mudá-la”, disse ele.

Francisco disse que os oito cardeais que escolheu para formar o conselho consultivo não possuíam motivações egoístas.

“Eles não são cortesãos, mas sim pessoas sábias, que são inspiradas pelos meus mesmos sentimentos. Esse é o início de uma Igreja como uma organização que não é unicamente vertical mas também horizontal”, disse o pontífice.

Ao falar sobre sua fé pessoal, Francisco disse: “Um Deus Católico não existe… Eu acredito em Jesus Cristo, em sua encarnação. Jesus é meu mestre e meu pastor, mas Deus, o pai… é a luz e o criador. Esse é o meu ser.”

Na entrevista, o Papa argentino disse que na noite que seus colegas cardeais o elegeram na Capela Sistina em 13 de março, antes de aceitar formalmente, ele pediu para ir a uma sala anexa para estar sozinho.

“Minha cabeça estava completamente vazia e uma grande ansiedade caiu sobre mim. Para aliviá-la e relaxar, eu fechei meus olhos e todos os pensamentos se foram, até aquele de não aceitar, o que era permitido pelos procedimentos litúrgicos”, afirmou.

Em 19 de setembro, uma revista jesuíta publicou uma entrevista histórica com Francisco na qual ele disse que a Igreja Católica deve deixar de lado uma obsessão por doutrinas sobre o aborto, contracepção e homossexualidade e se tornar mais misericordiosa.

Francisco não discutiu temas sobre moral sexual na entrevista com o ‘La Repubblica’.

Fonte G1

 
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Publicado por em 2 de outubro de 2013 em Brasil

 

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Não gosta do Excel? Este jogo de RPG poderá fazê-lo mudar de ideia

O contador canadense Cary Walkin criou um jogo todo de RPG chamado Arena.Xlsm a partir do zero, e ele é jogado inteiramente dentro do Excel

Muitos de nós caímos no clichê de que os contadores são chatos e sem criatividade, mas Cary Walkin nos mostrou que alguns pressupostos muitas vezes estão errados.

O contador canadense criou um jogo todo de RPG chamado Arena.Xlsm a partir do zero, e sabe qual a parte mais legal? Você joga completamente dentro do Microsoft Excel. A versão 1.0 está disponível gratuitamente para download.

Se o jogo é realmente bom? Confie em nós: Walkin não está brincando. Arena.Xlsm é um RPG que lembra clássicos como Ultima ou Rogue. Confira a lista de recursos:

Inimigos aleatórios: Mais de 2 mil possíveis inimigos com diferentes habilidades de inteligência artificial.Itens aleatórios: 39 modificadores de itens resultam em mais de mil combinações possíveis de itens e atributos.Uma história interessante com quatro finais diferentes, dependendo de como o jogador tenha jogado.8 chefões, cada um com suas próprias táticas.4 arenas pré-programadas seguidas de arenas geradas processualmente. Cada jogo possui seus próprios desafios.31 feitiços. Há muitas estratégias diferentes para o sucesso.15 itens exclusivos. Eles  possuem propriedades especiais e só podem cair de inimigos específicos.36 Conquistas.

Isso tudo em um arquivo do Excel.

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Publicado por em 17 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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