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Headphones ganham tecnologia, mudam de cor e se destacam na CES

A qualidade do som melhorou bastante, eles isolam melhor os ruídos do exterior e agora mudam de cor conforme a vontade do usuário. Os fones de ouvido ou headphones ganharam destaque na feira Consumer Electronic Show (CES) 2014, oferecendo o melhor para que o usuário possa escutar as músicas armazenadas em seus smartphones e ainda poder atender ligações.

Conheça alguns dos acessórios que estão na feira.

Muda de cor

O fone da BeeWi tem luzes para que ele troque de cor (Foto: Gustavo Petró/G1)O fone da BeeWi tem luzes para que ele troque de cor (Foto: Gustavo Petró/G1)

A fabricante BeeWi apresentou um fone de ouvido sem fio que o usuário consegue mudar de cor dependendo do humor ou das roupas que está vestindo. O BBH 202 usa um aplicativo para smartphones que permite mudar a cor das luzes de LED que ficam ao redor dos fones. As cores para os fones podem ser selecionadas em um menu ou serem criadas pelo usuário, que define nomes para cada situação

Na parte sonora, os fones são bastante confortáveis e isolam bastante o som exterior. Há controles da música na parte lateral e um botão para atender e desligar ligações telefônicas sem a necessidade de pegar o aparelho.

Os fones ainda não tem preço definido, mas devem chegar ao mercado até metade de 2014.

Design diferente

vBold tem botões para controlar a música e atender ligações com formato diferente (Foto: Gustavo Petró/G1)vBold tem botões para controlar a música e atender ligações com formato diferente (Foto: Gustavo Petró/G1)

Os fones de ouvido da Velodyne apresentados na CES conseguem isolar quase 100% dos ruídos e levam som de alta definição aos ouvidos do usuário. Ao colocar uma música com uma batida forte, é possível sentir o efeito que eles conseguem dar por conta da tecnologia aptX, que aumenta o som sem distorções.

Além de ter estas qualidades, a versão vBold, que será vendida por US$ 350, tem um design diferente, mais pontudo e botões com formatos inusitados. Ele ainda pode ser dobrado para ser carregado mais facilmente, atende ligações telefônicas, é sem fio e a bateria dura até 10 horas.

Chiques

Fones fashion fazem sucesso entre as mulheres (Foto: Gustavo Petró/G1)Fones fashion da Molami fazem sucesso entre as mulheres (Foto: Gustavo Petró/G1)

Os headphones da Molami têm bom som, mas a preocupação da fabricante está com a moda. Eles foram feitos para ser um produto de luxo, combinando com roupas sem deixar de serem confortáveis. Os fones parecem pequenas almofadas envoltas em couro e a haste possui detalhes em dourado ou em cobre, dependendo da cor escolhida.

Não há versão sem fio e eles não têm microfone para atender a ligações. O foco da fabricante é apenas com a qualidade do som e se os fones são “fashion”. O preço do fone é US$ 100.

Para exercícios

Fones de ouvido estão dentro da faixa que é colocada na cabeça (Foto: Gustavo Petró/G1)Fones de ouvido estão dentro da faixa que é colocada na cabeça (Foto: Gustavo Petró/G1)

Quem gosta de correr ou de malhar ouvindo música sabe que os fones de ouvido devem ficar bem presos para que não caiam toda hora. Um fone apresentado na CES chamado RunPhones dificilmente terá este problema, já que ele é uma faixa para ser colocada na cabeça.

Os alto falantes ficam dentro da faixa, posicionados próximos dos ouvidos – deve-se colocar a faixa por cima das orelhas – e, por meio de conexão Bluetooth, ele permite escutar músicas de smartphones ou de tocadores MP3. Uma pequena bateria que fica na parte traseira da faixa, que pode ter diversas cores, permite mais de 10 horas de uso. Um aplicativo coloca uma espécie de personal trainer que motiva o corredor a manter o pique.

A versão com fio sai por US$ 40 dólares e a versão com conexão Bluetooth deve chegar ao mercado ainda em 2014.

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Publicado por em 10 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Redes sociais mudam a dinâmica da busca de empregos

Redes sociais Facebook Twitter (Foto: Dado Ruvic/Reuters)Redes sociais ajudam trabalhador a arrumar um emprego (Foto: Dado Ruvic/Reuters)

O paulista Marcus Aurélio Kouyomdjian trabalhava em uma concessionária de veículos quando seu perfil profissional, postado na rede social LinkedIn, chamou a atenção de uma grande loja de produtos veterinários.

Ele não estava procurando emprego na época, ‘mas quando veio o convite para o processo seletivo, pensei: Vou ver o que acontece’, conta à BBC Brasil.

Marcus Aurélio acabou aceitando o novo emprego. E recomendou a seu filho mais velho, Pedro, que também levasse seu currículo às redes sociais. Pedro, um engenheiro de 25 anos, tampouco pensava em mudar de emprego, mas recebeu uma proposta interessante e acabou aceitando uma vaga como coordenador de obras.

As redes sociais estão trazendo mudanças às dinâmicas de busca de empregos, tanto para profissionais como os Kouyomdjian quanto para empregadoras, apontam especialistas ouvidos pela BBC Brasil.

Para começar, o contato entre Marcus Aurélio e Pedro e as empresas que os contrataram só ocorreu graças às redes sociais. Nos EUA, esse fenômeno foi batizado de ‘procurar emprego passivamente’ (‘passive job seeking’) – ou seja, alguém que não estava ativamente atrás de um novo trabalho pode acabar aceitando uma oferta atraente que tenha a ver com seu perfil e seus interesses.

‘As redes sociais quebraram paradigmas (no processo) de contratações’, diz à BBC Brasil Milton Beck, diretor de soluções de talento da rede social profissional LinkedIn, que tem 13 milhões de usuários no Brasil e 238 milhões no mundo. A rede usa algoritmos para cruzar pré-requisitos de vagas disponíveis como perfil dos profissionais cadastrados, de acordo com sua experiência e características postadas online.

Segundo Beck, 70% dos usuários não estão no LinkedIn em busca de empregos, mas sim para manter-se visíveis, fazer contatos e participar de grupos de interesse.

‘Eles já estão empregados, mas se surgir uma oportunidade de crescimento profissional, estão abertos a conversas. Antes das redes sociais, essas pessoas não estavam acessíveis em grande escala para as empresas que buscam contratá-los.’

Rapidez e padronização
Outra mudança, diz Marcelo Miguel Raffaelli Filho, diretor da consultoria Great Place to Work, é que ‘a informação de vagas disponíveis e de candidatos interessados fica mais rápida’: torna-se possível filtrar candidatos por formação acadêmica ou cidade onde mora, por exemplo.

‘A padronização dos currículos também facilita a comparação dos candidatos; e temos mais qualidade e quantidade de informações disponíveis sobre eles, como cursos, conquistas profissionais e habilidades que muitas vezes não estão no CV impresso. É uma via de mão dupla: o candidato passa a ter (acesso) a mais conteúdo sobre as empresas’, agrega Raffaelli.

E não é só no LinkedIn. Algumas empresas e recrutadoras buscam informações dos candidatos em outras redes, como Facebook, Google+ e Twitter, ou criam páginas de carreiras no Facebook como um ponto de contato com potenciais novos funcionários.

Um levantamento de abril do grupo Society for Human Resource Management, nos EUA, mostrou que 77% das empresas pesquisadas relataram usar cada vez mais as redes sociais para recrutar funcionários.

Dicas
Como, então, aproveitar o potencial da rede para melhorar sua exposição e seus contatos profissionais? Veja o que sugerem especialistas consultados pela BBC Brasil:

Manter o perfil atualizado e com o máximo de informações relevantes. ‘É bom ser detalhado – isso ajuda headhunters a identificar bons candidatos em potencial’, diz Giuliana Tranquilini Hadade, da empresa de recrutamento GNext.

No caso do LinkedIn, ‘quanto mais detalhado o perfil, melhor será entendido pelos algoritmos, que poderão fazer o melhor cruzamento entre o perfil e as vagas adequadas’, diz Beck. ‘E o perfil não é apenas um currículo: permite detalhar resultados obtidos em trabalhos anteriores, anexar vídeos, apresentações ou palestras feitos pelo profissional e mesmo grupos de interesse e causas que ele defende.’

Beck também sugere ilustrar o perfil com uma foto – de ar profissional, é claro. ‘A foto torna as pessoas mais tangíveis, o que aumenta sua possibilidade de se conectar com outras.’

Limite seus contatos a quem te interessa. Para Beck, não adianta usar redes profissionais para seguir um grande número de pessoas e empresas indiscriminadamente. ‘Siga empresas e grupos que te interessam e pessoas que você conhece. Caso contrário, vai se desviar (de seus objetivos)’, diz.

Segundo Raffaelli, da Great Place to Work, isso significa também se relacionar com empresas que você admira e com as quais se identifica – essa aproximação pode, em algum momento, se converter em oportunidades profissionais.

Prepare-se para a entrevista. Para Hadade, as redes sociais não substituem o contato cara a cara. ‘A rede social é um filtro inicial. Mas a entrevista permite conhecer o candidato e seus valores’, diz ela.

Bom senso, sempre. Muitas empresas de RH dizem que se limitam às redes sociais profissionais e ficam longe de redes de caráter mais pessoal, como o Facebook, quando o assunto é avaliar seus candidatos. ‘Respeitamos a privacidade dos candidatos’, diz Raffaelli, da Great Place to Work. Outras usam Facebook e Twitter para conhecer melhor as pessoas que querem recrutar.

Seja como for, é importante lembrar que o que postamos online pode ser acessado por empregadores em potencial, diz Hadade. ‘Hoje, o que colocamos na internet é como uma tatuagem, que nos acompanha pela vida. É bom ser verdadeiro e transparente, mas também ter bom senso quanto a o que pode te prejudicar profissionalmente.’

Indicações
Claro que a rede não traz só vantagens: muitos podem receber abordagens inconvenientes ou ofertas de vagas que não têm a ver com seus rumos profissionais. E, mesmo antes das redes sociais, já proliferavam sites de empregos e RH.

E, ainda que a internet seja cada vez mais usada para recrutamento, para o engenheiro Pedro Kouyomdjian, ‘ainda não tem nada igual às indicações pessoais’.

‘Mas as redes sociais são boas para você se manter no mercado. Quando precisar, alguém pode ter ouvido falar de você e visto seu perfil online.’

Seu pai, Marcus Aurélio, já trocou o emprego que conseguiu pelas redes sociais por outro, de consultor de vendas corporativas de veículos, obtido graças à sua rede pessoal de contatos. Ele acha que a web é muito boa para fazer ‘networking’ e torná-lo mais visível no mundo corporativo. ‘Mas não dá para depender só dela.’

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Publicado por em 31 de agosto de 2013 em Tecnologia

 

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Saiba quais apps mudam de nome com a chegada do Mountain Lion

O OS X Mountain Lion trará uma grande quantidade de novos apps que apareceram primeiramente nos aparelhos iOS, como Lembretes, Notas, e Game Center. Mas para completar a convergência entre os dois sistemas da Apple, alguns softwares favoritos do Mac ganharão novos nomes no Mountain Lion – nomes que serão muito familiares para os usuários de iPhone, iPad e iPod Touch.

Essas mudanças são uma prova concreta de que a Apple está falando sério sobre alinhar seu sistema para desktops com o móvel. A plataforma iOS tem ficado cada vez mais popular – a empresa vende mais aparelhos iOS do que Macs – por isso faz sentido essa alteração. Confira abaixo algumas mudanças de nome que sabemos que virão no novo sistema.

Para saber mais sobre o Mountain Lion, confira nosso Preview exclusivo do sistema que tem previsão de lançamento para julho.

iChat vira Mensagens: Com o Mountain Lion, a Apple está substituindo o iChat por uma versão renovada do app Mensagens, um nome que você vê todos os dias na tela do seu aparelho iOS. Você terá todos os mesmos recursos do iChat, e muito mais – por exemplo, os usuários Mac poderão usar o recurso iMessage introduzido no iOS 5.

Agenda vira Contatos: A Agenda (Address Book) do Lion vai virar Contatos no Mountain Lion, para ficar igual ao app Contatos dos aparelhos iOS. Essa alteração de nome não é a mais significativa que acontece com essa mudança. E você provavelmente só vai demorar alguns segundos para se acostumar. A Apple vai resolver algumas das reclamações que os usuários tem feito sobre o app no Lion.

iCal vira Calendário: Como aconteceu com o Contatos, a Apple também vai mudar o iCal de nome para ficar igual ao app de mesmo nome para iPhone e iPad. Agora, resta ver como o novo app Calendário irá solucionar os problemas das versões anteriores.

Mac OS X vira OS X: Apesar de essa não ser uma mudança de nome de app, retirar o Mac do título do sistema acaba com uma fronteira entre os sistemas desktop e móvel da Apple. Acessar a janela Sobre esse Mac no sistema revela que o Mac antes do OS X foi oficialmente retirado. No material de imprensa da Apple, o Lion ainda é chamado de Mac OS X Lion, mas o Mountain Lion é apenas OS X. Provavelmente não haverá nenhuma mudança a partir disso, a não ser que é uma diferença a menos entre os sistemas da companhia.

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Publicado por em 6 de março de 2012 em Tecnologia

 

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