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TV dos EUA mostra que segurança de mísseis usa disquetes ‘gigantes’

O programa de TV norte-americano “60 Minutes” exibiu no domingo (27) uma reportagem que mostra o funcionamento das bases que controlam o lançamento de mísseis nucleares nos Estados Unidos. A repórter Leslie Stahl ficou surpresa ao ver que parte do código de segurança de lançamento fica em disquetes “gigantes” de oito polegadas, que há muitos anos não são mais usados em computadores.

Stahl chegou a ter em mãos um disquete rotulo como “top secret” (ultrassecreto). Até soldados mais jovens que fazem parte da equipe nunca tinham visto esses disquetes antes de receberam a missão de cuidar dos mísseis nucleares. Os computadores não estão conectados à internet e a comunicação ainda usa linhas telefônicas analógicas.

A reportagem do programa mostrou os bastidores do funcionamento dos controles de controle de lançamento, que ficam no subsolo. O “60 Minutes” só teve acesso a essas instalações porque as forças armadas norte-americanas tiveram problemas com soldados eu cuidavam dos mísseis nucleares, incluindo evidências de “cola” em provas e uso de drogas. Agora, os miliares querem melhorar a reputação dos soldados que cuidam desse armamento.

Cada centro de lançamento tem dois soldados. Cada um tem um código que é preciso para lançar um míssil. Há ainda um terceiro código, que esses soldados não possuem e que só é comunicado a eles quando houver uma ordem de lançamento feita pelo presidente dos Estados Unidos.

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Publicado por em 1 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Coreia do Norte lança mais 16 mísseis ao mar pelo 2º dia seguido

A Coreia do Norte lançou neste domingo (23) 16 mísseis de curto alcance em direção ao mar do Japão a partir da costa oriental, um dia depois de disparar outros 30 projéteis do mesmo tipo, informou o Estado-Maior Conjunto da Coreia do Sul.

Os mísseis foram lançados a uma distância de 60 quilômetros entre 00h52 e 02h31 no horário local (13h52 e 13h31 de Brasília), no sexto teste deste tipo realizado pelo regime norte-coreano nas últimas quatro semanas.

Estes testes de mísseis são considerados um protesto pelas manobras que Coreia do Sul e EUA realizam no sul da península até o próximo dia 18 e que Pyongyang denuncia ser um teste para invadir seu território.

Na manhã de sábado (21), a Coreia do Norte lançou 30 mísseis entre 04h e 06h no horário local (19h e 21h de Brasília) desde a área litorânea da cidade de Wonsan, localizada 150 quilômetros a oeste de Pyongyang, seis dias após a Coreia do Norte disparar outros 25 mísseis do mesmo litoral.

O exército norte-coreano “mantém sua vigilância diante de lançamentos adicionais”, assinalou em comunicado o Estado-Maior Conjunto sul-coreano.

Seul acredita que os mísseis correspondem ao projeto soviético FROG (acrônimo que a Otan usou para designar a série de projéteis de curto alcance), empregados pelo exército norte-coreano desde a década de 60.

O exercício conjunto Foal Eagle que Seul e Washington realizam anualmente em território sul-coreano conta nesta edição com a participação de 7.500 militares americanos.

Os EUA mantêm permanentemente 28,5 mil militares na Coreia do Sul e se comprometeram a defender seu aliado desde a Guerra da Coreia (1950-53), que deixou as duas Coreias tecnicamente rompidas ao terminar com um armistício nunca consolidado em um tratado de paz.

Fonte G1

 
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Publicado por em 24 de março de 2014 em Brasil

 

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Coreia do Norte lança 18 mísseis no mar do Japão

A Coreia do Norte lançou 18 mísseis em direção ao mar, no último de uma série de disparos condenados por Coreia do Sul e Estados Unidos, confirmou neste domingo (16) o ministério da Defesa sul-coreano.

Os mísseis foram lançados da costa leste da Coreia do Norte e seguiram uma trajetória de 70 quilômetros para o mar do Japão.

Dez mísseis foram lançados às 18h20 (6h20 de Brasília) e oito às 20h03 (8h03 de Brasília), segundo o ministério.

‘Nossas Forças Armadas estão vigiando possíveis provocações norte-coreanas’, afirmou uma fonte do ministério sul-coreano.

A agência sul-coreana Yonhap havia anunciado os lançamentos de 10 mísseis de curto alcance.

As tropas sul-coreanas aumentaram a vigilância após uma série de lançamento de foguetes e mísseis.

A atividade coincide com as manobras anuais da Coreia do Sul e Estados Unidos, que começaram em fevereiro e devem prosseguir até meados de abril.

A Coreia do Norte critica os exercícios conjuntos, que considera testes para uma invasão, enquanto Seul e Washington afirmam que são puramente defensivos.

Fonte G1

 
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Publicado por em 16 de março de 2014 em Brasil

 

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EUA alertam Otan sobre teste de mísseis da Rússia, diz ‘NYT’

Os Estados Unidos informaram seus aliados da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) em janeiro que a Rússia fez novos testes com mísseis, gerando preocupações em relação ao cumprimento do acordo de armas assinado entre EUA e Rússia em 1987, segundo o jornal “The New York Times”.

Oficiais americanos acreditam que Moscou começou a conduzir voos-teste com mísseis a partir de 2008. Testes do tipo são proibidos pelo tratado de 1987, assinado entre Ronald Reagan e Mikhail Gorbachev, que vetava o uso de mísseis de médio alcance. O acordo é visto como uma das bases para o fim da Guerra Fria.

Em maio do ano passado, Rose Gottemoeller, do Departamento de Estado americano, questionou o assunto repetidamente com oficiais russos, que responderam que investigaram o caso e o encerraram. Entretanto, funcionários da administração Obama ainda não estão prontos para determinar que os testes foram uma violação do tratado de 1987.

O Departamento está tentando achar uma forma de resolver o assunto, preservando o tratado e mantendo as portas abertas para futuros acordos para o controle de armas, segundo o jornal.

“Há um processo de revisão em andamento, e não queremos especular ou prejudicar seu resultado”, disse Jen Psaki, porta-voz do Departamento de Estado.

Outros integrantes do governo, que pediram para não serem identificados, disseram que não há dúvidas de que os testes vão contra o tratado e afirmaram que a administração americana já demonstrou considerável paciência em relação aos russos.

Uma disputa pública com a Rússia, entretanto, poderia se tornar um novo problema irritante na já conturbada relação entre os dois países – que discordam em relação à crise na Síria, ao caso de Edward Snowden, e à crise na Ucrânia.

Fonte G1

 
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Publicado por em 30 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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EUA atacam com mísseis suposto líder terrorista na Somália

O Exército dos Estados Unidos lançou neste domingo (26) mísseis na Somália com o objetivo de atingir um suposto líder terrorista com ligações com a Al-Qaeda e a milícia islamita Al Shabab, segundo informaram fontes militares das redes ‘CNN’ e ‘NBC’.

Oficiais militares e de inteligência dos EUA estão revisando agora se o ataque foi efetivo e o suposto terrorista foi morto ou ferido.

As fontes descreveram o alvo do ataque como um ‘líder de alta categoria’ filiado à Al-Qaeda e Al Shabab.

Em outubro do ano passado, as Forças Armadas americanas mataram pelo menos dois supostos militantes da Al Shabab na Somália.

No início desse mesmo mês um grupo das forças especiais da Marinha americana, os Seals, desembarcou em uma cidade do litoral somali para capturar um dos líderes da Al Shabab, o queniano Abdulkadir Mohamed Abdulkadir, conhecido como Ikrima.

Essa operação não foi efetiva e os Seals tiveram que se retirar ao serem recebidos com disparos e após causar baixas entre os insurgentes.

Os EUA intensificaram suas operações no Sul da Somália após o ataque de setembro ao centro comercial Westgate de Nairóbi (Quênia), obra da Al Shabab e no qual morreram 67 pessoas e cerca de 200 ficaram feridas.

Fonte G1

 
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Publicado por em 28 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Rússia detecta lançamentos de dois mísseis no Mediterrâneo

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O sistema russo de alerta detectou nesta terça-feira (3) o lançamento de dois mísseis no Mar Mediterrâneo, informou o ministério da Defesa da Rússia.

Os lançamentos aconteceram às 10h16 de Moscou (3h16 de Brasília) e foram detectados pelo sistema de alerta em Armavir, sul da Rússia, segundo um comunicado do ministério.

“A trajetória de voo destes objetos balísticos partiu do Mediterrâneo central em direção à parte oriental da costa do Mediterrâneo”, disse o porta-voz do governo à imprensa russa.

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Publicado por em 4 de setembro de 2013 em Brasil

 

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Rússia detecta lançamento de dois mísseis no Mediterrâneo

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O sistema russo de alerta detectou nesta terça-feira (3) o lançamento de dois mísseis no Mar Mediterrâneo, informou o ministério da Defesa da Rússia.

Os lançamentos dos dois “objetos balísticos” aconteceram às 10h16 de Moscou (3h16 de Brasília) e foram detectados pelo sistema de alerta em Armavir, sul da Rússia, segundo um comunicado do ministério.

“A trajetória de voo destes objetos balísticos partiu do Mediterrâneo central em direção à parte oriental da costa do Mediterrâneo”, disse o porta-voz do governo à imprensa russa.

A RIA, citando fontes da Defesa, informou depois que os dois objetos caíram no mar.

Um funcionário do ministério havia criticado mais cedo os EUA por enviarem navios de guerra ao Mediterrâneo, próximo à Síria.

O exército de Israel disse que não está informado sobre os supostos disparos.

A região vive um clima tenso por conta da perspectiva de um ataque americano à Síria, em represália ao suposto uso de armas químicas pelo regime sírio na guerra civil.

arte síria 2/9 (Foto: 1)

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Publicado por em 4 de setembro de 2013 em Brasil

 

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Mísseis podem ter sido usados em suposto ataque químico na Síria

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Embora muitos aspectos sobre o aparente envenenamento com gás de civis sírios nos subúrbios de Damasco continuem desconhecidos, especialistas acreditam que foram usados mísseis ou foguetes para dispersar um agente nervoso, no que pode ser o pior ataque com armas químicas ocorrido em um quarto de século.

Os especialistas suspeitam que um agente de fosfato orgânico, possivelmente gás sarin, foi usado no ataque de quarta-feira. Contudo, o elemento químico básico pode ter sido misturado com outras substâncias que atuaram como conservantes ou, talvez, para alternar ou mudar os efeitos do gás.

“Já que não são agentes persistentes, eles se dissipam muito rapidamente”, disse Hamish de Bretton-Gordon, um ex-chefe da força contra ataques nucleares, biológicos e químicos do Reino Unido que agora trabalha como consultor privado.

“Em termos puramente militares, a ideia é deixar cair essas coisas sobre a população, matar muitas pessoas rapidamente e então suas próprias forças podem entrar sem sofrer consequências”, afirmou.

Nesta sexta-feira, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, pediu aos inspetores da Organização das Nações Unidas (ONU) atualmente na Síria que fizessem uma exaustiva investigação.

Entre os governos ocidentais, contudo, autoridades dizem que existem poucas ou nenhuma dúvida de que as forças leais ao presidente da Síria, Bashar al-Assad, atacaram as áreas sob controle dos rebeldes.

O governo sírio rejeita essas acusações, enquanto a mídia russa e síria afirmou que os rebeldes são os responsáveis pelo incidente.

Os rebeldes dizem que cerca de 1.300 pessoas morreram no ataque ocorrido antes do amanhecer de quarta-feira.

Os especialistas defendem, porém, que o número relativamente alto de sobreviventes sugere que a arma química mais poderosa da Síria, o gás VX, não foi usada. Uma gota do tóxico VX pode matar e converter uma área em local potencialmente letal por um longo período de tempo.

Nem todos os mísseis lançados na quarta-feira pareciam conter armas químicas, de acordo com um porta-voz do Exército Livre da Síria, mas os que continham supostamente carregavam gás sarin, um agente nervoso criado na Rússia chamado CS3 e um amoníaco líquido fornecido pelo Irã.

Alguns analistas e funcionários do Ocidente dizem que os próprios rebeldes capturaram alguns equipamentos bélicos químicos básicos, mas duvidam que possam ter a capacidade de lançar um ataque da magnitude daquele de quarta-feira na Síria.

arte síria versão 21.08 (Foto: Arte/G1)

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Publicado por em 24 de agosto de 2013 em Brasil

 

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