RSS

Arquivo da tag: mostra

Vídeo mostra artista sul-africano dançando com galo preso ao pênis

AppId is over the quota
AppId is over the quota

Um vídeo divulgado pela agência France Presse mostra o artista sul-africano Steven Cohen, de 51 anos, dançando com um galo preso ao pênis próximo à Torre Eiffel, ponto turístico de Paris, na França. Assista ao vídeo.

Steven Cohen, de 51 anos, dançou com um galo preso ao pênis (Foto: Reprodução/YouTube/AFP)Steven Cohen, de 51 anos, dançou com um galo preso ao pênis (Foto: Reprodução/YouTube/AFP)

Na segunda-feira (5), a justiça francesa considerou Cohen culpado de exibicionismo, mas aplicou nenhuma punição. Um tribunal de Paris considerou que não convinha pronunciar sanções penais contra Cohen, levando-se em conta sua intenção artística.

O artista tinha realizado a performance no dia 10 de setembro de 2013, na praça de Trocadero de Paris. Com um traje extravagante incluindo luvas vermelhas com penas na ponta e um faisão embalsamado na cabeça, dançou com um galo preso ao seu pênis.

“O que fiz é arte e não tem nada a ver com a sexualidade”, afirmou o artista diante do tribunal, alegando que “o pênis não era o foco de sua ação” e que “a atração era a vestimenta”, que lembrava os cabarés parisienses.

A ideia era “fazer algo leve e, ao mesmo tempo, sério”, explicou Cohen, argumentando que “o fato de ter movimento no espaço é algo politizado na África do Sul” e que esta performance traduzia a expressão de uma identidade.

“Tudo isso não tem a ver com sexo”, mas com “a identidade de gênero”, acrescentou.

Alegou ainda que nenhuma das pessoas que assistiu à performance se queixou, nem mesmo umas freiras que passavam por ali.

Steven Cohen foi considerado culpado de exibicionismo (Foto: Martin Bureau/AFP)Steven Cohen foi considerado culpado de exibicionismo (Foto: Martin Bureau/AFP)

View the original article here

 
Deixe um comentário

Publicado por em 14 de maio de 2014 em Tecnologia

 

Tags: , , , ,

Eddie Vedder encarna ‘tio gente fina’, faz piada e mostra voz potente em SP

AppId is over the quota
AppId is over the quota
O músico Eddie Vedder, ex-Pearl Jam, se apresenta nesta terça-feira (6) em São Paulo. (Foto: Flávio Moraes/G1)O músico Eddie Vedder, líder do Pearl Jam, se apresenta nesta terça-feira (6) em São Paulo. (Foto: Flávio Moraes/G1)

Um banquinho, um violão – e um skate e uma meia dúzia de piadas. Em sua estreia solo no país, Eddie Vedder, vocalista do Pearl Jam, não se limitou à proposta alegadamente intimista de sua turnê sem a banda que o consagrou. No show da noite desta terça-feira (6) em São Paulo, usou a voz potente para cantar bem e também para zombar das próprias dificuldades com a língua portuguesa. E não teve vergonha de assumir o lado quase “tiozão do pavê”.

Primeiro, fez graça com uma fã que gritou “casa comigo!” (mesmo tendo entendido, insinuou ter escutado “dorme comigo!”). Depois, brincou com um outro ao dizer que o reconhecia de um filme pornô. Louvou ainda o cheiro da maconha (em termos gerais, não no Citibank Hall). Segundo a organização, todos os ingressos foram vendidos.

Durante 2 horas e 17 minutos, Vedder tocou cerca de 30 músicas, incluindo material de seus dois álbuns: “Into the wild” (2007) e “Ukelele songs” (2011). Mas ganhou o público sobretudo com aquelas que fazem parte do repertório do Pearl Jam – as versões aqui não superam as originais, mas servem para pôr em destaque a força do conservado cantor de 49 anos de idade. Excluído o instrumental denso da banda, resta o essencial: o timbre grave e intenso, sempre muito característico, e belas letras que comovem.

Entre as mais aplaudidas e acompanhadas em coro, estiveram “Better man” (com levada desnecessariamente modificada), “Porch” e “Elderly woman behind the counter in a small town”. Sintomaticamente, são todas do começo dos anos 1990, auge do grunge, movimento do qual o Pearl Jam e Vedder são expoentes.

Ao entrar em cena, sozinho, o músico acena para os fãs, que se levantam mas logo voltam às cadeiras. Ele pega um ukelele, instrumento que é parente havaiano do cavaquinho, e com ele fica por cinco músicas, até trocar por uma guitarra. O número de abertura é a cover “The moon song”, escrita por Karen O, do Yeah Yeah Yeahs. Ao longo da apresentação, virão outras versões, como “The needle and the damage done” (Neil Young), “Good woman” (Cat Power) e “I believe in miracles” (Ramones).

Eddie Vedder (Foto: Flavio Moraes / G1)Eddie Vedder (Foto: Flavio Moraes / G1)

Em português
A decoração “retrô” impõe um clima supostamente sério e de reverência ao ídolo: o palco tem gravador de rolo, umas malas antigas e fogueirinha cenográfica; o telão de fundo exibe ora edifícios antigos, ora um céu estrelado. Mas, depois da sétima música, quando já tinha tocado algumas de “Ukelele” e três do Pearl Jam (“Can’t keep”, “Sometimes” e “Immortality”, nenhuma muito ovacionada), o músico resolve que é hora de fazer o primeiro de seus discursos na língua nativa.

Lendo um papel, confessa com modéstia: “Como vocês podem ver, meu português é uma merda. Então, vou falar muito pouco hoje. Na próxima vez, vou para escola aprender seu bonito idioma”.

O populismo misturado à autoironia rendeu os aplausos mais intensos da noite até ali. E assim o Eddie Vedder arredio e de postura quase messiânica de duas décadas atrás cedeu lugar ao Eddie Vedder relaxado e disposto a rir de si próprio.

Meio atrapalhado, se enroscou num cabo da guitarra ao tirar a jaqueta. Depois, tentou agarrar uma camisa do Brasil que lhe jogaram, mas acabou deixando o presente cair. Também errou algumas introduções. E ninguém pareceu ligar. Numa passagem, apontou para a falsa fogueira e citou fumaça e maconha. Usando o termo “ganja”, afirmou: “Eu, pessoalmente, não fumo, mas aprecio as propriedades aromáticas”. Mais risos.

A descontração incentiva o público a fazer pedidos, que Vedder finge não entender. Ignora descaradamente (o efeito cômico é, de novo, positivo) a solicitação por alguns hits do Pearl Jam. Ouve gente clamar por “Black”, “Last kiss” e “Do the evolution” – faz que não é com ele. Mas aceita tocar “Crazy Mary”.

Uma hora depois de entrar em cena, vem “Porch”, e o cantor é, enfim, aplaudido de pé. Deixa o palco e volta rapidamente – com o skate. Faz um passeio sem muito conhecimento de causa, mas não chega a cair.

No bis, antes de “Sleepless nights” (uma antiga dos Everly Brothers), Vedder convoca o irlandês Glen Hansard, que tinha feito o bom show de abertura e agora irá participar de quatro números. A atração principal fala que o parceiro adora filmes de sexo explícito. Alguém do público berra: “Eu também!”. É a deixa para Vedder brincar que estava reconhecendo o fã por tê-lo visto em alguma produção do tipo.

E disto é feito o show: tiradas meio “apresentador engraçado de programa de entrevistas” aparecem de tempos em tempos, em meio a momentos típicos de rodinha sob as estrelas e em volta da fogueira. Entre uma coisa e outra, um Eddie Vedder menos tenso e mais acessível que o do passado. Disposto inclusive a tolerar que, na última música (“Hard sun”), boa parte da plateia fique de pé e filme tudo com celulares, desobedecendo a ordem da produção.

Nesta quarta-feira (7) e nesta quinta-feira (8), Eddie Vedder toca novamente em São Paulo. Depois, vai para o Rio, onde se apresenta no domingo (11) e na segunda-feira (12).

View the original article here

 
Deixe um comentário

Publicado por em 14 de maio de 2014 em Música

 

Tags: , , , , , ,

Vídeo mostra terremotos sentidos no planeta nos primeiros meses de 2014

Uma animação divulgada pelo Centro de Alerta de Tsunami do Pacífico (PTWC, na sigla em inglês) mostra todos os terremotos registrados ao redor do planeta desde 1° de janeiro até 30 de abril deste ano.

O vídeo, elaborado com dados do Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS) e da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA, na sigla em inglês), contém uma grande quantidade de tremores. Os círculos, de diferentes tamanhos, indicam a magnitude dos fenômenos, enquanto as cores apontam a profundidade marinha em que eles ocorreram.

Segundo o USGS, abalos sísmicos acontecem todos os dias, em uma média de 11 por hora. Os terremotos de magnitude moderada são menos comuns: um a dois por mês. No entanto, em abril, ocorreram 13 tremores de magnitude igual ou superior a 6,5, algo considerado incomum, segundo o centro de alerta de tsunamis.

No dia 1° de abril, um abalo de magnitude 8,2 sacudiu o Chile, matando pelo menos seis pessoas e deixou feridos graves. Dois dias depois, outro potente terremoto, desta vez de magnitude 7,8, voltou a assustar parte do país. Também foram registrados fenômenos considerados fortes na Nicarágua, no México, no Canadá e no sul do Oceano Atlântico.

De acordo com o PTWC, foram emitidos cinco alertas de tsunami no último mês: dois
no norte do Chile (em 1° de abril e 3 de abril) e três nas Ilhas Salomão (dias 12, 13 e 19 de abril).

Trecho de vídeo mostra locais (Foto: Reprodução/YouTube/PacificTWC)Trecho de vídeo mostra locais onde ocorreram terremotos entre janeiro e abril (Foto: Reprodução/YouTube/PacificTWC)

View the original article here

 
Deixe um comentário

Publicado por em 14 de maio de 2014 em Tecnologia

 

Tags: , , , , ,

Vídeo mostra artista sul-africano dançando com galo preso ao pênis

Um vídeo divulgado pela agência France Presse mostra o artista sul-africano Steven Cohen, de 51 anos, dançando com um galo preso ao pênis próximo à Torre Eiffel, ponto turístico de Paris, na França. Assista ao vídeo.

Steven Cohen, de 51 anos, dançou com um galo preso ao pênis (Foto: Reprodução/YouTube/AFP)Steven Cohen, de 51 anos, dançou com um galo preso ao pênis (Foto: Reprodução/YouTube/AFP)

Na segunda-feira (5), a justiça francesa considerou Cohen culpado de exibicionismo, mas aplicou nenhuma punição. Um tribunal de Paris considerou que não convinha pronunciar sanções penais contra Cohen, levando-se em conta sua intenção artística.

O artista tinha realizado a performance no dia 10 de setembro de 2013, na praça de Trocadero de Paris. Com um traje extravagante incluindo luvas vermelhas com penas na ponta e um faisão embalsamado na cabeça, dançou com um galo preso ao seu pênis.

“O que fiz é arte e não tem nada a ver com a sexualidade”, afirmou o artista diante do tribunal, alegando que “o pênis não era o foco de sua ação” e que “a atração era a vestimenta”, que lembrava os cabarés parisienses.

A ideia era “fazer algo leve e, ao mesmo tempo, sério”, explicou Cohen, argumentando que “o fato de ter movimento no espaço é algo politizado na África do Sul” e que esta performance traduzia a expressão de uma identidade.

“Tudo isso não tem a ver com sexo”, mas com “a identidade de gênero”, acrescentou.

Alegou ainda que nenhuma das pessoas que assistiu à performance se queixou, nem mesmo umas freiras que passavam por ali.

Steven Cohen foi considerado culpado de exibicionismo (Foto: Martin Bureau/AFP)Steven Cohen foi considerado culpado de exibicionismo (Foto: Martin Bureau/AFP)

View the original article here

 
Deixe um comentário

Publicado por em 10 de maio de 2014 em Tecnologia

 

Tags: , , , ,

Sequência de fotos mostra tombo de policial no Chile

AppId is over the quota
AppId is over the quota
Policial tropeça ao tentar fugir de bomba no Chile (Foto: Luis Hidalgo/AP)Policial tropeça ao tentar fugir de bomba no Chile (Foto: Luis Hidalgo/AP)

Um policial ficou ferido durante protesto de estudantes em Santiago, no Chile, nesta quinta-feira (8). Ao tentar fugir de uma bomba caseira lançada por manifestantes, um dos policiais tropeçou e caiu em cima do fogo causado pelo artefato.

A marcha de estudantes pedindo por reformas na educação foi a primeira depois que a presidente Michelle Bachelet assumiu o poder com promessas de mudanças profundas no país.

Policial tropeça em um buraco durante protesto de estudantes (Foto: Luis Hidalgo/AP)Policial tropeça em um buraco durante protesto de estudantes (Foto: Luis Hidalgo/AP)Policial cai em cima de fogo causado por bomba caseira (Foto: Luis Hidalgo/AP)Policial cai em cima de fogo causado por bomba caseira (Foto: Luis Hidalgo/AP)

View the original article here

 
Deixe um comentário

Publicado por em 10 de maio de 2014 em Brasil

 

Tags: , , , , ,

Vídeo mostra terremotos sentidos no planeta nos primeiros meses de 2014

Uma animação divulgada pelo Centro de Alerta de Tsunami do Pacífico (PTWC, na sigla em inglês) mostra todos os terremotos registrados ao redor do planeta desde 1° de janeiro até 30 de abril deste ano.

O vídeo, elaborado com dados do Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS) e da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA, na sigla em inglês), contém uma grande quantidade de tremores. Os círculos, de diferentes tamanhos, indicam a magnitude dos fenômenos, enquanto as cores apontam a profundidade marinha em que eles ocorreram.

Segundo o USGS, abalos sísmicos acontecem todos os dias, em uma média de 11 por hora. Os terremotos de magnitude moderada são menos comuns: um a dois por mês. No entanto, em abril, ocorreram 13 tremores de magnitude igual ou superior a 6,5, algo considerado incomum, segundo o centro de alerta de tsunamis.

No dia 1° de abril, um abalo de magnitude 8,2 sacudiu o Chile, matando pelo menos seis pessoas e deixou feridos graves. Dois dias depois, outro potente terremoto, desta vez de magnitude 7,8, voltou a assustar parte do país. Também foram registrados fenômenos considerados fortes na Nicarágua, no México, no Canadá e no sul do Oceano Atlântico.

De acordo com o PTWC, foram emitidos cinco alertas de tsunami no último mês: dois
no norte do Chile (em 1° de abril e 3 de abril) e três nas Ilhas Salomão (dias 12, 13 e 19 de abril).

Trecho de vídeo mostra locais (Foto: Reprodução/YouTube/PacificTWC)Trecho de vídeo mostra locais onde ocorreram terremotos entre janeiro e abril (Foto: Reprodução/YouTube/PacificTWC)

View the original article here

 
Deixe um comentário

Publicado por em 9 de maio de 2014 em Tecnologia

 

Tags: , , , , ,

TV dos EUA mostra que segurança de mísseis usa disquetes ‘gigantes’

O programa de TV norte-americano “60 Minutes” exibiu no domingo (27) uma reportagem que mostra o funcionamento das bases que controlam o lançamento de mísseis nucleares nos Estados Unidos. A repórter Leslie Stahl ficou surpresa ao ver que parte do código de segurança de lançamento fica em disquetes “gigantes” de oito polegadas, que há muitos anos não são mais usados em computadores.

Stahl chegou a ter em mãos um disquete rotulo como “top secret” (ultrassecreto). Até soldados mais jovens que fazem parte da equipe nunca tinham visto esses disquetes antes de receberam a missão de cuidar dos mísseis nucleares. Os computadores não estão conectados à internet e a comunicação ainda usa linhas telefônicas analógicas.

A reportagem do programa mostrou os bastidores do funcionamento dos controles de controle de lançamento, que ficam no subsolo. O “60 Minutes” só teve acesso a essas instalações porque as forças armadas norte-americanas tiveram problemas com soldados eu cuidavam dos mísseis nucleares, incluindo evidências de “cola” em provas e uso de drogas. Agora, os miliares querem melhorar a reputação dos soldados que cuidam desse armamento.

Cada centro de lançamento tem dois soldados. Cada um tem um código que é preciso para lançar um míssil. Há ainda um terceiro código, que esses soldados não possuem e que só é comunicado a eles quando houver uma ordem de lançamento feita pelo presidente dos Estados Unidos.

View the original article here

 
Deixe um comentário

Publicado por em 1 de maio de 2014 em Tecnologia

 

Tags: , , , ,