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Atentados e confrontos deixam 45 mortos no Iraque

Quarenta e cinco pessoas morreram nesta sexta-feira (6) no norte do Iraque, 23 delas em confrontos entre militantes e forças de segurança em Mossul.

Um dos atentados com carro-bomba aconteceu no povoado de Al Muwafaqiyah, leste de Mossul, onde os habitantes pertencem principalmente à minoria Chabak, uma seita esotérica curda.

Os grupos islamitas sunitas consideram os Chabaks hereges e fazem da comunidade um alvo constante.

Os atentados e combates já tiraram a vida de mais de 4.300 pessoas desde o início do ano, 900 delas apenas em maio, níveis jamais alcançados desde 2008, quando o país começou a sair do conflito confessional após a invasão americana em 2003.

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Publicado por em 9 de junho de 2014 em Brasil

 

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Número de mortos em naufrágio de imigrantes na Itália chega a 17

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O naufrágio de uma embarcação com 400 imigrantes a bordo em águas internacionais entre a Itália e a Líbia deixou pelo menos 17 mortos, anunciou a Marinha italiana, que anunciou o resgate de mais de 200 pessoas.

“Até o momento foram recuperados 17 corpos e 206 pessoas foram resgatadas”, afirma um comunicado da Marinha italiana.

O balanço anterior registrava 14 mortes.

Os trabalhos de resgate contam com a participação de dois navios militares, três da Guarda Costeira, além de embarcações da patrulha de fronteira, além de dois navios mercantes com bandeira de Vanuatu e da França.

Dois helicópteros e dois aviões também participam nas operações.

A fragata “Grecale” segue para o porto siciliano de Catania com os sobreviventes e os corpos das vítimas fatais.

A promotoria de Catania anunciou a abertura de uma investigação sobre as causas do naufrágio.

Outro navio de guerra, o “Sirio”, seguiu para o resgate de outra embarcação, com 295 imigrantes a bordo, segundo a Marinha.

Centenas de imigrantes, muitos deles solicitantes de asilo e procedentes da Eritreia, Somália ou Síria, tentam chegar às costas da Itália todos os dias. O governo do país fez um apelo para obter mais ajuda da União Europeia.

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Publicado por em 14 de maio de 2014 em Brasil

 

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Atentados com carros-bomba deixam mortos em Bagdá

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Pelo menos 19 pessoas morreram e mais de 50 ficaram feridas nesta terça-feira em atentados com carros-bomba em vários bairros xiitas de Bagdá, anunciaram as forças de segurança.

Sete carros-bomba explodiram em bairros das zonas norte, leste e do centro da capital iraquiana.

O Iraque é cenário de ataques e atentados que provocam 25 mortes em média por dia, em uma espiral de violência similar a de 2008, quando o país enfrentava um conflito étnico.

As autoridades atribuem a violência a fatores externos, sobretudo à guerra na vizinha Síria. Mas analistas e diplomatas afirmam que a situação é provocada pelo descontentamento da minoria sunita, que se considera marginalizada pelas autoridades.

Pessoas se reúnem em local de explosão em Bagdá nesta terça-feira (13). Diversos ataques na capital iraquiana mataram pelo menos 19 pessoas (Foto: Ahmed Saad/Reuters)Pessoas se reúnem em local de explosão em Bagdá nesta terça-feira (13). Diversos ataques na capital iraquiana mataram pelo menos 19 pessoas (Foto: Ahmed Saad/Reuters)

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Publicado por em 14 de maio de 2014 em Brasil

 

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Pelo menos 13 migrantes do Níger são encontrados mortos no Sahara

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Pelo menos 13 das dezenas de migrantes do Níger abandonados por contrabandistas no deserto do Sahara na semana passada foram encontrados mortos no sul da Argélia, disseram uma autoridade local e uma fonte militar do Níger nesta sexta-feira (9).

Alat Mougaskia, representante local do governo de Niamei, na cidade de Arlit, no norte do país, disse que 13 corpos foram confirmados em uma localidade, e que se acredita que 33 outras pessoas do mesmo comboio, na maioria mulheres e crianças, tenham morrido em outros lugares, mas seus corpos ainda não foram encontrados.

“Estas pessoas parecem ter procurado abrigo, mas morreram pela falta de alimento e água”, declarou uma fonte militar do Níger à Reuters, pedindo anonimato e estimando em 30 os mortos.

Não houve comentários de imediato das autoridades argelinas.

O Níger está em uma encruzilhada de rotas migratórias que ligam o norte da África ao resto do continente. O país se comprometeu a reprimir o contrabando depois que 92 migrantes morreram tentando fazer a mesma viagem para a Argélia no final do ano passado.

As autoridades dos dois lados da fronteira procuraram os migrantes nesta semana depois que seis mulheres e oito crianças que eram parte do comboio de migrantes abandonado por seu motorista no deserto foram resgatados por forças de seguranças argelinas, informaram as autoridades.

A maioria dos migrantes a caminho da Argélia é de mulheres e crianças do sudeste remoto do Níger que são enviadas para mendigar do lado de fora de mesquitas argelinas. A rota líbia, entretanto, é popular entre os jovens de todo oeste africano que procuram trabalho na Líbia ou uma vida melhor na Europa.

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Publicado por em 10 de maio de 2014 em Brasil

 

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Confronto entre pró-russos e tropas ucranianas deixa mortos em Mariupol

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Delegacia de polícia é incendiada em Mariupol, na Ucrânia, após combates entre forças do governo e rebeldes (Foto: Evgeniy Maloletka/AP)Delegacia de polícia é incendiada em Mariupol, na Ucrânia, após combates entre forças do governo e rebeldes (Foto: Evgeniy Maloletka/AP)

Confrontos entre separatistas pró-Rússia e forças ucranianas na cidade de Mariupol, no leste da Ucrânia, deixaram mortos nesta sexta-feira (9), segundo informações do governo e das agências locais.

O serviço médico da administração regional de Mariupol informou que três pessoas morreram e 25 ficaram feridas. A agência russa Interfax disse que oito pessoas morreram – todos separatistas.

Já o ministério do Interior russo afirmou que 20 separatistas morreram. Segundo o ministro Arsen Avakov, outros cinco policiais ficaram feridos e quatro insurgentes foram capturados. “Grande parte dos criminosos desapareceu na cidade, abandonando as armas (…). O edifício (da polícia local) está em chamas”, escreveu em sua página no Facebook.

Os combates se ocorreram quando mais de meia centena de milicianos atacaram a sede da Polícia de Mariupol. “Houve uma tentativa de tomar o edifício. Ocorreu um tiroteio que desembocou em um enfrentamento em grande escala coincidindo com a chegada dos reforços do Serviço de Segurança e da Guarda Nacional”, acrescentou Avakov.

Avakov também confirmou que, devido aos combates, o imóvel foi tomado por chamas.

Homem mascarado pula sobre barricada em frente ao prédio da polícia de Mariupol nesta sexta-feira (8). Confrontos deixaram mortos no local (Foto: Marko Djurica/Reuters)Homem mascarado pula sobre barricada em frente ao prédio da polícia de Mariupol nesta sexta-feira (8). Confrontos deixaram mortos no local (Foto: Marko Djurica/Reuters)

De acordo com a versão dos pró-russos, entretanto, o tiroteio aconteceu durante o ataque por parte das forças governamentais à sede policial, onde se encontra entrincheirado um grupo de agentes que se nega a acatar as ordens de Kiev.

Mais de mil pessoas se dirigiram ao edifício para impedir a detenção dos policiais insubordinados, mas as forças leais a Kiev, que contam com o apoio de blindados, os receberam com disparos de advertência ao ar, segundo a mesma versão.

Integrantes da rede de TV britânica “ITV News” relataram ter visto colunas de fumaça e pessoas com armas pesadas na cidade. “Há franco-atiradores por todos os lados. Um homem foi baleado ao meu lado”, disse o cinegrafista Daniel Demoustier no Twitter.

No centro de Mariupol, o exército ucraniano mobilizou blindados.

O confronto acontece no dia em que Rússia e Ucrânia comemoram a vitória aliada contra a Alemanha nazista durante a Segunda Guerra Mundial.

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Publicado por em 10 de maio de 2014 em Brasil

 

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Mortos em confrontos são enterrados em cidades do leste da Ucrânia

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Esta terça-feira (6) foi mais tranquila que os últimos dias no leste e no sul da Ucrânia, com os dois lados do conflito ucraniano enterrando os seus mortos. Mas no começo da noite houve atos de violência na cidade portuária de Mariupol, no leste, de acordo com a mídia local.

O site “0629” postou fotos de pneus em chamas fora do prédio da câmara municipal, que já tinha sido ocupada por manifestantes pró-Rússia, e fumaça espessa sobre o centro da cidade. Algumas ruas foram isoladas por ônibus ou paredes de pneus e tiros foram ouvidos perto de uma base militar.

Corpo da enfermeira Yulia Izotova, de 21 anos, é velado em Kramatorsk, no leste da Ucrânia (Foto: Reuters/Marko Djurica)Corpo da enfermeira Yulia Izotova, de 21 anos, é
velado em Kramatorsk, no leste da Ucrânia
(Foto: Reuters/Marko Djurica)

Em Kramatorsk, que está sob o domínio dos separatistas no leste e aonde tropas ucranianas avançaram no fim de semana, o caixão de uma enfermeira de 21 anos foi conduzido pelas ruas isoladas por barricadas de pneus e troncos de árvores na segunda-feira. Cravos vermelhos espalhados pela rua marcavam o trajeto.

Na Igreja da Santíssima Trindade, sete padres conduziam as orações dos enlutados em homenagem a uma mulher morta por balas de alto calibre, que os habitantes locais acreditam terem sido disparadas por soldados ucranianos.

“Por que eles atiram em nós? Por que não queremos viver com fascistas?”, indagou o fotógrafo Sergei Fominsky, de 58 anos, acompanhado por sua mulher na igreja. “Não somos escravos. Não nos curvamos a ninguém”.

Mulher deixa flor em memorial de Odessa, onde corpos de vítimas de confrontos foram enterrados nesta terça-feira (6) (Foto: REUTERS/Artur Bainozarov)Mulher deixa flor em memorial de Odessa, onde corpos de vítimas de confrontos foram enterrados nesta terça-feira (6) (Foto: REUTERS/Artur Bainozarov)

Em Odessa, uma cidade portuária multiétnica no Mar Negro onde mais de 40 foram mortos na sexta-feira, pessoas carregavam o caixão aberto de Andrey Biryukov, ativista pró-Ucrânia, de uma van até a esquina onde ele foi morto por tiros. Foi o dia mais violento desde que a revolta de fevereiro derrubou o presidente ucraniano pró-Rússia Viktor Yanukovich.

Biryukov, de 35 anos, foi morto durante um dia agitado que começou com centenas de simpatizantes pró-Moscou armados com machados, correntes e armas atacando uma passeata ucraniana, e terminou no fim da noite com os partidários da Rússia entrincheirados dentro de um edifício incendiado, matando dúzias.

Cerca de 50 pessoas cercava o corpo, cobrindo-o com cravos e rosas. Uma bandeira ucraniana tremulava ao vento e uma canção patriótica sobre heróis mortos foi tocada.

Parentes choravam e uma jovem caiu de joelhos aos prantos. A esquina onde o homem morreu foi decorada com flores e pequenas bandeiras ucranianas.

Pessoas velam corpo de Andrey Biryukov, ativista pró-Ucrânia morto nos confrontos de sexta-feira (Foto: REUTERS/Gleb Garanich)Pessoas velam corpo de Andrey Biryukov, ativista pró-Ucrânia morto nos confrontos de sexta-feira (Foto: REUTERS/Gleb Garanich)

“O governo fracassou na proteção do seu próprio povo. A polícia fracassou vergonhosamente”, disse Nikita, de 56 anos, com uma braçadeira com as cores da Ucrânia, o amarelo e o azul.

Sergei, de cerca de 40 anos e que também foi lamentar a morte, disse que a violência “foi importada para Odessa”.

“Tínhamos orgulho de Odessa como um lugar único onde as pessoas costumavam viver em paz, independentemente de suas crenças, religião e raça”, disse ele. “Agora tudo isso acabou”.

Diplomacia
O aumento da violência mudou o tom da diplomacia, e até os Estados europeus mais cautelosos estão falando cada vez mais da probabilidade de uma guerra no país de cerca de 45 milhões de pessoas e do tamanho da França.

“As imagens sangrentas de Odessa nos mostraram que estamos só a alguns passos de um confronto militar”, disse o ministro alemão das Relações Exteriores, Frank-Walter Steinmeier, em entrevistas publicadas em quatro jornais europeus.

Os próximos dias podem ser decisivos: separatistas na região de Donbass, no leste do país, dizem que farão um referendo sobre a independência no dia 11 de maio semelhante àquele que antecedeu a anexação russa da Crimeia.

O Departamento de Estado dos Estados Unidos rejeitou qualquer tentativa de uma votação como “farsa” e prometeu mais sanções se a Rússia a utilizar, como na Crimeia, para enviar forças ou anexar mais territórios.

“Esse é o mesmo enredo da Crimeia”, disse uma porta-voz. “Nenhuma nação civilizada irá reconhecer os resultados”.

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Publicado por em 6 de maio de 2014 em Brasil

 

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Desabamento de mina na Colômbia deixa mortos e soterrados

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Equipes trabalham no local do soterramento na Colômbia (Foto: Luis Robayo/AFP)Equipes trabalham no local do soterramento na Colômbia (Foto: Luis Robayo/AFP)

Ao menos três pessoas morreram no desabamento de uma mina de ouro artesanal que operava de forma ilegal no departamento de Cauca, no oeste da Colômbia, enquanto as equipes de resgate se apressavam nesta quinta-feira (1º) para resgatar entre 25 e 30 pessoas que ficaram soterradas.

“Conseguimos retirar três corpos, dois feridos foram transferidos” ao hospital, afirmou à rádio Caracol Víctor Claros, comandante do Corpo de Bombeiros do departamento de Cauca.

Os corpos encontrados estavam a 20 metros de profundidade. Organismos de socorro continuam trabalhando na região e entre 25 e 30 pessoas permanecem presas no interior da mina, acrescentou Claros.

“É impossível que estejam com vida porque a terra e a lama são em grande quantidade”, declarou o comandante do Corpo de Bombeiros. “Acredito que é possível descartar que existam pessoas com vida”, afirmou.

Segundo Claros, os mineiros trabalhavam na região, próxima ao município de Santander de Quilichao, quando uma avalanche de terra e lama os soterrou na noite desta quarta.

Na mina de ouro onde ocorreu o desastre trabalham quatro retroescavadeiras. Os trabalhos de resgate em um profundo túnel de 15 metros são observados por 1.500 pessoas, declarou à AFP uma fonte oficial que pediu para não ser identificada.

A equipe de resgate é composta por agentes especializados apoiados por cães treinados, disse a fonte.

Risco latente
“As condições de informalidade trabalhista e infraestrutura significavam um risco latente para os trabalhadores” da mina de ouro artesanal, afirmou em um comunicado a Defensoria do Povo, encarregada por velar pelos direitos humanos dos colombianos.

O organismo emitiu desde o início do ano alertas pedindo o fim deste tipo de atividade no departamento, o que levou as autoridades a apreenderam máquinas escavadeiras.

No entanto, “os trabalhos de exploração ilegal de ouro prosseguiram”, acrescentou o organismo estatal.

De acordo com a Defensoria, as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), presentes no oeste do país, se beneficiam deste tipo de atividade “mediante a cobrança de quotas pela entrada e operação das retroescavadeiras”.

A guerrilha das Farc é a mais importante do país, com 50 anos de existência e cerca de 8 mil combatentes, segundo números oficiais.

Um relatório recente da Agência Nacional de Mineração declarou que de janeiro a setembro de 2013 ocorreram 66 emergências relacionadas a esta atividade, nas quais 71 pessoas faleceram e 51 ficaram feridas.

Na Colômbia há 14.357 unidades de produção mineradora, 56% das quais não têm licença de exploração.

A participação da mineração no PIB colombiano foi de 2,3% em 2012, de acordo com o Departamento de Estatísticas.

Pelo menos três pessoas morreram no desabamento (Foto: Luis Robayo/AFP)Pelo menos três pessoas morreram no desabamento (Foto: Luis Robayo/AFP)

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Publicado por em 3 de maio de 2014 em Brasil

 

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