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Explosões de carros-bomba em área central da Síria causam mortes, diz TV

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A explosão de dois carros-bomba nesta sexta-feira (2) na província de Hama, região central da Síria, matou 18 pessoas, incluindo 11 crianças, e feriu outras 50, informou a TV estatal.

A emissora disse que as “explosões terroristas” ocorreram nas cidades de Jibrin, poucos quilômetros a nordeste da cidade de Hama, e Al-Hamiri.

Os atentados aconteceram três dias depois que mais de cem pessoas morreram em ataques contra áreas controladas pelo governo em Homs e Damasco, de acordo com o Observatório Sírio de Direitos Humanos, grupo de monitoramento baseado em Londres.

Os ataques também vieram em seguida ao anúncio de que o presidente Bashar al-Assad vai se candidatar a um terceiro mandato na eleição marcada para 3 de junho, desafiando opositores que pedem pela sua renúncia, o que permitiria uma solução negociada para a guerra civil síria, que já dura três anos.

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Publicado por em 2 de maio de 2014 em Brasil

 

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América Latina tem 17 vezes mais mortes por raios que Europa e EUA

Cerca de 50 milhões de raios atingem o Brasil anualmente (Foto: AP/BBC)Cerca de 50 milhões de raios atingem o Brasil anualmente (Foto: AP/BBC)

A incidência de mortes por raios na América Latina é 17 vezes maior do que na Europa e nos Estados Unidos. Nos últimos anos, as descargas elétricas mataram, em média, 1,7 pessoa por milhão de habitante na América Latina contra 0,1 por milhão de habitante nos países desenvolvidos.

Os dados, obtidos com exclusividade pela BBC Brasil, fazem parte de um levantamento inédito realizado pelo Elat (Grupo de Eletricidade Atmosférica), ligado ao Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

A pesquisa foi feita com base em informações obtidas junto a governos de dez países latino-americanos, assim como estudos científicos e outras notícias veiculadas na imprensa, informa o Elat.

O Brasil lidera o número de mortes em números absolutos, por ser o país mais populoso e por receber a maior quantidade de raios (50 milhões por ano, em média). Já Cuba e Panamá possuem o maior número proporcional de óbitos provocados pelo fenômeno natural, devido à grande densidade de descargas elétricas e a baixa infraestrutura.

‘Em geral, os dados revelam que as mortes por raios são muito mais frequentes na América Latina do que em países desenvolvidos, como Estados Unidos ou mesmo Europa, que também registram uma grande quantidade de raios’, disse à BBC Brasil Osmar Pinto Junior, coordenador do Elat.

Apesar de alguns países não fornecerem detalhes das circunstâncias das mortes por raios, chama a atenção dos pesquisadores a quantidade de fatalidades que ocorre dentro de casa no Brasil (20%) e na Colômbia (35%). Em países desenvolvidos, esse índice é de 1%.

‘Isso mostra que há uma carência de infraestrutura aqui e nos nossos vizinhos. As redes elétricas e telefônicas ainda são bem menos protegidas’, explicou Pinto Junior.

‘Além disso, as pessoas têm pouco acesso à informação sobre como se proteger contra descargas e a previsão sobre a ocorrência desse fenômeno no continente ainda é, muita vezes, imprecisa.’

‘Por causa disso, muitas pessoas simplesmente não dão a devida importância a cuidados básicos, como, por exemplo, evitar áreas abertas em dias com tempestades de raios’, acrescentou.

Brasil
País onde caem mais raios por ano (cerca de 50 milhões), o Brasil registrou no ano passado, pela primeira vez, o menor número de mortes provocadas por descargas elétricas. Foram 79 óbitos no total, o menor patamar da série histórica iniciada pelo Elat em 2000.

O Pará liderou o ranking, com dez mortes, seguido por Amazonas (nove), Maranhão (oito), São Paulo (sete), Minas Gerais e Mato Grosso, cada um com seis casos. O pico foi em 2001, quando foram registradas 193 mortes. Desde 2000, 1.680 pessoas morreram por causa de descargas elétricas no país.

Para Pinto Junior, a queda no número de mortes por raios em 2013 não está relacionada à redução da intensidade do fenômeno natural. O que tem feito a diferença, segundo o pesquisador, é a mudança de comportamento. ‘Desde que iniciamos o levantamento, há 14 anos, percebo que as pessoas estão mais informadas. Mesmo assim, ainda há um longo caminho a percorrer’, disse.

Ele prevê para 2014 uma nova diminuição na quantidade de óbitos relacionados a raios, devido ao verão atípico, sobretudo no Estado de São Paulo, campeão brasileiro de mortes por descargas elétricas e cuja capital registra a maior intensidade do fenômeno natural (cerca de 20 mil por ano). ‘Um sistema de alta pressão levou a temperatura a bater recorde na cidade de São Paulo e impediu a formação de chuvas neste verão’, afirmou.

Segundo o pesquisador, o verão 2013-2014 no Estado de São Paulo registrou 434 mil raios, frente aos 912 mil contabilizados no mesmo período (dezembro a março) durante temporada 2012-2013. ‘Presumo que, com menos descargas elétricas, o número de óbitos possa cair novamente neste ano’, concluiu.

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Publicado por em 30 de abril de 2014 em Tecnologia

 

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Número de mortes em protestos na Venezuela sobe para 33

Dois venezuelanos morreram por ferimentos causados por tiros durante os protestos contra o presidente socialista Nicolas Maduro, disseram testemunhas e a mídia local no sábado, elevando o número de mortes em quase dois meses de protestos contra o governo para 33.

Manifestantes da oposição que se queixam de aumento dos preços e escassez de produtos prometeram permanecer nas ruas até que Maduro renuncie, apesar de haver poucos sinais de que a pior onda de protestos no país em uma década irá forçá-lo a sair do cargo.

Argenis Hernandez, 26 anos, foi baleado no abdômen quando estava protestando perto de uma barricada no centro da cidade de Valência e morreu na manhã de sábado em um hospital próximo, de acordo com relatos da mídia local.

Um motociclista tentou atravessar a barricada e atirou contra os manifestantes quando eles não o deixavam passar, ferindo Hernandez.

O motorista Wilfredo Rey, 31, morreu na sexta-feira à noite depois de ser baleado na cabeça durante um confronto entre manifestantes e pistoleiros encapuzados na cidade ocidental de San Cristobal, de acordo com moradores do bairro onde ocorreu o incidente. Rey não estava envolvido nos protestos, disseram.

Protestos de rua da oposição começaram em fevereiro contra o aumento dos preços ao consumidor, a escassez de produtos e criminalidade desenfreada. Eles se intensificaram depois que três pessoas foram mortas em 12 de fevereiro, no centro de Caracas.

As manifestações, desde então, têm variado de marchas pacíficas a confrontos violentos entre a polícia e manifestantes encapuzados atirando pedras e coquetéis molotov.

Fonte G1

 
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Publicado por em 24 de março de 2014 em Brasil

 

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Oposição e governo denunciam mais duas mortes na Venezuela

Um funcionário público municipal morreu em Caracas e um estudante perdeu a vida no estado de Táchira em incidentes supostamente relacionados com os protestos que há mais de um mês ocorrem Venezuela, informaram nesta quarta-feira (19) as autoridades.

O prefeito do município caraquenho Distrito Libertador, o chavista Jorge Rodríguez, denunciou pelo Twitter que o funcionário Francisco Rosendo Marín foi “assassinado por terroristas” em Montalbán, no oeste de Caracas, quando estava desfazendo uma barricada.

“Francisco cumpria com seu trabalho de manter a paz quando foi emboscado por animais. Vamos encontrá-los ainda que se escondam sob as pedras”, afirmou Rodríguez.

Além disso, na cidade de San Cristóbal, capital do estado de Táchira, as autoridades confirmaram hoje a morte do estudante Anthony Rojas após ser baleado por grupos armados que tentavam dispersar um protesto no município.

Rojas, de 18 anos, encontrava-se ontem à noite perto de uma barricada com um grupo de amigos quando um grupo armados em motos, supostamente ligados ao chavismo e conhecidos no país como coletivos, abriram fogo, disse à Agência Efe um porta-voz do prefeito de San Cristóbal, o opositor Daniel Ceballos.

Desde que em 12 de fevereiro uma marcha em Caracas terminou em incidentes que deixaram três mortos, a Venezuela vem sendo cenário de manifestações diárias contra o governo, algumas pacíficas e outras que terminam em episódios violentos.

O balanço oficial é até agora de 29 mortos e centenas de feridos. O governo acusa a oposição pela violência, que por sua vem denuncia excessos na repressão às manifestações e ações dos “coletivos”.

Fonte G1

 
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Publicado por em 20 de março de 2014 em Brasil

 

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Incêndio causa mortes em hotel de Medina, na Arábia Saudita

Autoridades ajudam a evacuar pessoas feridas de dentro de hotel em Medina, na Arábia Saudita, que foi atingido por incêndio (Foto: Reuters)Autoridades ajudam a evacuar pessoas feridas de dentro de hotel em Medina, na Arábia Saudita, que foi atingido por incêndio (Foto: Reuters)

Ao menos 12 pessoas morreram e outras 130 ficaram feridas em um incêndio que atingiu neste sábado (22) um dos principais hotéis próximos à Mesquita do Profeta, na cidade de Medina, na Arábia Saudita, informou a agência oficial de notícias SPA.

O governo de Medina explicou que a maioria dos feridos sofreu asfixia. Aproximadamente 700 peregrinos de diferentes nacionalidades estavam no hotel no momento do incidente.

Equipes da Defesa Civil combateram o fogo, enquanto outras 14 do Crescente Vermelho e oito equipes médicas ajudaram no tratamento dos feridos.

O porta-voz da Defesa Civil na cidade, Khaled al Yahni, afirmou que por enquanto não se sabe o motivo do incêndio e explicou que suas equipes continuam o resgate das vítimas que ainda estão presas no edifício.

Uma área próxima a tumba de Maomé foi fechada pelos serviços de segurança para acelerar a chegada dos veículos e das equipes de socorro necessárias.

A Mesquita do Profeta, onde fica o túmulo de Maomé, é a segunda mesquita mais importante do islã atrás da mesquita de Meca, e milhões de muçulmanos de todos os países do mundo a visitam a cada ano.

Fonte G1

 
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Publicado por em 10 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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Brasil lidera lista de mortes por ataques de tubarão em 2013

Bruna Gobbi, vítima de ataque de tubarão no Recife (Foto: Bruna Gobbi / Arquivo pessoal)Bruna Gobbi, vítima de ataque de tubarão no Recife
(Foto: Bruna Gobbi/Arquivo pessoal)

O Brasil lidera, ao lado dos EUA, da Austrália e da Ilha Reunião (França), o ranking de mortes por ataques de tubarão em 2013 no mundo. São dois óbitos no ano. O dado faz parte de um dos maiores bancos de dados sobre acidentes envolvendo os animais, o Global Shark Attack File, mantido pelo Instituto de Pesquisas sobre Tubarões (SRI, na sigla em inglês), em Princeton, Nova Jersey.

Segundo o instituto, ocorreram 116 ataques no ano passado – 13 pessoas morreram. O número é praticamente igual ao registrado em 2012 e 2011 (115 ataques cada um, com 9 e 13 mortes respectivamente). O banco de dados agrega 5.450 registros (com incidentes detalhados desde o século 17). Os dados são incluídos por pesquisadores locados em todos os continentes – a maioria após checagem de notícias em meios de imprensa locais. Muitas das vítimas sobreviventes são entrevistadas para a coleta das informações.

Os EUA são o país com mais registros de ataques no ano passado: 60. Na maior parte dos casos, as vítimas tiveram ferimentos nos braços ou nas pernas, mas escaparam da morte. A Austrália aparece logo atrás, com 19 ataques. A África do Sul aparece com nove; Bahamas tem seis.

No Brasil, as vítimas dos dois ataques registrados morreram – ambas em Pernambuco. Em maio, José Rogério da Silva, de 41 anos, morreu após entrar no mar na Praia de Enseada dos Corais, no Cabo de Santo Agostinho, Litoral Sul do estado. Segundo o Instituto Médico Legal (IML), a causa da morte foi “ataque de animal de grande porte”.

Corpo de turista francês que morreu após ataque de tubarão na Ilha da Reunião é removido (Foto: Richard Bouhet/AFP)Corpo de turista francês que morreu após ataque
de tubarão na Ilha Reunião é removido (Foto:
Richard Bouhet/AFP)

Em julho, a turista paulista Bruna Gobbi, de 18 anos, se tornou a primeira mulher vítima dos tubarões no estado do Nordeste. Ela foi mordida na Praia de Boa Viagem. A jovem chegou a ser levada ao hospital e teve parte da perna amputada, mas não resistiu aos ferimentos.

Em Pernambuco, os ataques são contabilizados desde 1992 pelo Comitê Estadual de Monitoramento de Incidentes com Tubarões. As estatísticas revelam que 70% das vítimas tinham entre 14 e 25 anos e que 35% das ocorrências foram registradas durante o período de lua cheia. Dos 59 ataques, 23 ocorreram na Praia de Boa Viagem e 17 na vizinha Praia de Piedade, situada no município de Jaboatão dos Guararapes. Segundo o comitê, 35 vítimas dos tubarões em Pernambuco sobreviveram; 24 pessoas morreram após serem mordidas pelos animais.

No ano passado, o Ministério Público de Pernambuco recebeu um relatório que denuncia a subnotificação de casos de ataques de tubarão no litoral do estado. A Promotoria começou a ouvir testemunhas, representantes de ONGs e órgãos que pesquisam a costa pernambucana para fundamentar uma possível ação civil pública pedindo desde a interdição de pontos críticos de praias no Grande Recife até a instalação de redes de proteção no mar.

‘Raridade’
O objetivo do instituto norte-americano é mostrar que os acidentes envolvendo os animais são raros e enfatizar que o número de mortes é ínfimo se comparado ao de outros acidentes na água. Com isso, a entidade busca mudar a percepção de que os tubarões são animais ‘sanguinários’, já que a maioria das ocorrências se dá em razão da interferência do homem em seu habitat.

Mortes por ataque de tubarão em 2013
(dados do Instituto de Pesquisas sobre Tubarões, o SRI)

Brasil – 2
Austrália – 2
EUA – 2
Ilha Reunião (França) – 2
Ilha Diego Garcia (Reino Unido) – 1
África do Sul – 1
Jamaica – 1
Guam – 1
Nova Zelândia – 1

Fonte G1

 
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Publicado por em 6 de fevereiro de 2014 em Tecnologia

 

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Brasil lidera lista de mortes por ataques de tubarão em 2013

Bruna Gobbi, vítima de ataque de tubarão no Recife (Foto: Bruna Gobbi / Arquivo pessoal)Bruna Gobbi, vítima de ataque de tubarão no Recife
(Foto: Bruna Gobbi/Arquivo pessoal)

O Brasil lidera, ao lado dos EUA, da Austrália e da Ilha Reunião (França), o ranking de mortes por ataques de tubarão em 2013 no mundo. São dois óbitos no ano. O dado faz parte de um dos maiores bancos de dados sobre acidentes envolvendo os animais, o Global Shark Attack File, mantido pelo Instituto de Pesquisas sobre Tubarões (SRI, na sigla em inglês), em Princeton, Nova Jersey.

Segundo o instituto, ocorreram 116 ataques no ano passado – 13 pessoas morreram. O número é praticamente igual ao registrado em 2012 e 2011 (115 ataques cada um, com 9 e 13 mortes respectivamente). O banco de dados agrega 5.450 registros (com incidentes detalhados desde o século 17). Os dados são incluídos por pesquisadores locados em todos os continentes – a maioria após checagem de notícias em meios de imprensa locais. Muitas das vítimas sobreviventes são entrevistadas para a coleta das informações.

Os EUA são o país com mais registros de ataques no ano passado: 60. Na maior parte dos casos, as vítimas tiveram ferimentos nos braços ou nas pernas, mas escaparam da morte. A Austrália aparece logo atrás, com 19 ataques. A África do Sul aparece com nove; Bahamas tem seis.

No Brasil, as vítimas dos dois ataques registrados morreram – ambas em Pernambuco. Em maio, José Rogério da Silva, de 41 anos, morreu após entrar no mar na Praia de Enseada dos Corais, no Cabo de Santo Agostinho, Litoral Sul do estado. Segundo o Instituto Médico Legal (IML), a causa da morte foi “ataque de animal de grande porte”.

Corpo de turista francês que morreu após ataque de tubarão na Ilha da Reunião é removido (Foto: Richard Bouhet/AFP)Corpo de turista francês que morreu após ataque
de tubarão na Ilha Reunião é removido (Foto:
Richard Bouhet/AFP)

Em julho, a turista paulista Bruna Gobbi, de 18 anos, se tornou a primeira mulher vítima dos tubarões no estado do Nordeste. Ela foi mordida na Praia de Boa Viagem. A jovem chegou a ser levada ao hospital e teve parte da perna amputada, mas não resistiu aos ferimentos.

Em Pernambuco, os ataques são contabilizados desde 1992 pelo Comitê Estadual de Monitoramento de Incidentes com Tubarões. As estatísticas revelam que 70% das vítimas tinham entre 14 e 25 anos e que 35% das ocorrências foram registradas durante o período de lua cheia. Dos 59 ataques, 23 ocorreram na Praia de Boa Viagem e 17 na vizinha Praia de Piedade, situada no município de Jaboatão dos Guararapes. Segundo o comitê, 35 vítimas dos tubarões em Pernambuco sobreviveram; 24 pessoas morreram após serem mordidas pelos animais.

No ano passado, o Ministério Público de Pernambuco recebeu um relatório que denuncia a subnotificação de casos de ataques de tubarão no litoral do estado. A Promotoria começou a ouvir testemunhas, representantes de ONGs e órgãos que pesquisam a costa pernambucana para fundamentar uma possível ação civil pública pedindo desde a interdição de pontos críticos de praias no Grande Recife até a instalação de redes de proteção no mar.

‘Raridade’
O objetivo do instituto norte-americano é mostrar que os acidentes envolvendo os animais são raros e enfatizar que o número de mortes é ínfimo se comparado ao de outros acidentes na água. Com isso, a entidade busca mudar a percepção de que os tubarões são animais ‘sanguinários’, já que a maioria das ocorrências se dá em razão da interferência do homem em seu habitat.

Mortes por ataque de tubarão em 2013
(dados do Instituto de Pesquisas sobre Tubarões, o SRI)

Brasil – 2
Austrália – 2
EUA – 2
Ilha Reunião (França) – 2
Ilha Diego Garcia (Reino Unido) – 1
África do Sul – 1
Jamaica – 1
Guam – 1
Nova Zelândia – 1

Fonte G1

 
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Publicado por em 6 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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