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Filho de Jair Rodrigues lamenta morte do pai: ‘Alegria de um anjo’

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Jair Oliveira, filho de Jair Rodrigues, lamentou a morte do pai nesta quinta-feira (8), em mensagem divulgada no Facebook. “Um amor gigantesco!! Tive a honra de conviver e aprender com a alegria de um anjo!!! Estamos todos muito emocionados e tentando entender este momento e agradecemos todo o carinho prestado. E muito obrigado, meu pai, por toda sua luz! Descanse em paz”, escreveu o filho, que também é músico. Quando criança, Jair Oliveira, também conhecido como Jairzinho, fez parte do grupo Balão Mágico.

Filho de Jair Oliveira lamenta morte do pai nesta quinta-feira (8) (Foto: Reprodução / Facebook)Filho de Jair Oliveira lamenta morte do pai nesta
quinta-feira (8) (Foto: Reprodução / Facebook)

Filha do cantor Jair Rodrigues, a cantora e compositora Luciana Mello também postou mensagem em seu perfil no Facebook sobre a morte do artista nesta quinta-feira. “Quero agradecer, de coração, o imenso carinho que estamos recebendo! Em breve falaremos com todos. Só pedimos que respeitem nossa privacidade nesse momento tão difícil e sofrido… Muito obrigada!!”, escreveu ela na rede social.

Jair Rodrigues morreu aos 75 anos, em sua casa em Cotia (SP), de infarto agudo do miocárdio. Além de Jairzinho, era pai também da cantora Luciana Mello.

Começo nos anos 60
Jair Rodrigues de Oliveira nasceu em Igarapava (SP), em 6 de fevereiro de 1939. Começou sua carreira nos anos 1960, em programas de calouros. Três anos antes, foi crooner em casas no interior de São Paulo. Em 1962, gravou aquele que é considerado seu registro de estreia, um disco de 78 rotações. Segundo o perfil, duas das músicas, “Brasil sensacional” e “Marechal da vitória”, tinham como tema a Copa do Mundo daquele ano, no Chile, que foi vencida pela seleção brasileira.

Em 1964, gravou seus dois primeiros LPs, “Vou de samba com você” e “O samba como ele é”. Seu maior sucesso no período foi a música “Deixa isso pra lá”, tida como precursora do rap no Brasil. Marcada pelo movimento característico das mãos de Jair Rodrigues, a faixa foi regravada em 1999 em parceria com o grupo Camorra, diz o perfil.

Jair Rodrigues e Luciana Melo (Foto: Divulgação)Jair Rodrigues e Luciana Mello (Foto: Divulgação)

Jair Rodrigues também ficou conhecido pelo trabalho ao lado de Elis Regina. Os dois iniciaram a colaboração em 1965 e lançaram o disco ao vivo “Dois na bossa”. A boa repercussão do LP rendeu o convite para apresentar o programa O Fino da Bossa, que estreou em maio daquele ano na TV Record. Com Elis, o cantor lançou em 1966 e 1967 outros dois volumes da série “Dois na bossa”.

A vitória no II Festival de Música Popular Brasileira, em 1966, foi outro ponto marcante da carreira de Jair Rodrigues. Ele concorreu com “Disparada”, escrita por Geraldo Vandré e Teo de Barros). Na final, dividiu o primeiro lugar com “A banda”, composição de Chico Buarque interpretada na ocasião por Nara Leão.

Em 1975, nasceu Jair Oliveira, o Jairzinho. Foi estrela do grupo infantil Balão Mágico e depois passou a cantar MPB. Quatro anos depois, nasceu Luciano Mello. Influenciada pelo pai e pelo irmão, também seguiu a carreira musical.

Jair Rodrigues seguia em turnê para divulgar seu disco mais recente, “Samba mesmo”, que teve dois volumes lançados em março deste ano. Ele tinha apresentações marcadas para os próximos dias em Florianópolis e Contagem (MG).

O cantor Jair Rodrigues ao lado dos filhos Jair Oliveira e irmã Luciana Mello em show em 2014 (Foto: Natascha Goldmann/Futura Press)O cantor Jair Rodrigues ao lado dos filhos Jair Oliveira e Luciana Mello em show em 2014 (Foto: Natascha Goldmann/Futura Press)

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Publicado por em 14 de maio de 2014 em Música

 

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Brasileiros criam aplicativo para evitar morte de bichos em estrada

O aplicativo Urubu Mobile, desenvolvido por ambientalistas para evitar atropelamento de animais (Foto: Reprodução)O aplicativo Urubu Mobile, desenvolvido por
ambientalistas para evitar atropelamento de
animais (Foto: Reprodução)

Um aplicativo para smartphones pode se transformar no principal aliado do Brasil para reduzir as mortes de animais silvestres atropelados nas estradas, estimada em 450 milhões ao ano.

O programa permite a qualquer pessoa que tenha um celular enviar a foto de um animal atropelado que, automaticamente, se somará a dados como o lugar (GPS), a data e a hora em que a imagem foi feita.

Trata-se do “Urubu Mobile” (disponível para Android e Google Play), que em apenas um mês foi baixado por mil pessoas.

Os responsáveis esperam que se popularize não só entre biólogos, guardas florestais, fiscais ambientais e policiais rodoviários, mas também entre motoristas de caminhões e ônibus.

A intenção é criar um banco de dados unificado sobre os atropelamentos de animais selvagens no país e, com isso, reunir informações que possam servir como base para políticas ou medidas que tentarão reduzir este tipo de acidente.

“Queremos identificar com precisão quantos e quais espécies são atropeladas por quilômetro e por dia no país”, explicou Alex Bager, professor de Ecologia na Universidade Federal de Lavras (UFLA), um dos principais especialistas em “Ecologia de Estradas”.

Segundo Bager, que coordena um grupo de cientistas de cinco universidades que estuda o tema, além de oferecer informações confiáveis sobre o atropelamento de animais, o aplicativo permitirá criar um “selo de qualidade” para certificar as estradas mais seguras para a fauna e determinar em quais vias é necessário adotar medidas preventivas.

“Queremos ajudar na conservação da fauna selvagem e só conseguiremos propor ações efetivas para reduzir os atropelamentos se tivermos informações concretas”, acrescentou ele, para quem o programa permitirá desenhar mapas das regiões e espécies mais atingidas.

Infraestrutura para animais

Onça é encontrada atropelada em rodovia de MS (Foto: Robison Vieira/VC no G1)Onça é encontrada atropelada em rodovia de Mato Grosso do Sul (Foto: Robison Vieira/VC no G1)

De acordo com o coordenador, após a identificação dos trechos mais perigosos para os animais, é possível sugerir a instalação de túneis, redes de proteção, passarelas ou até cordas que possam ser usadas pelos animais que vivem nas árvores.

O projeto vai permitir ainda criar uma metodologia única e confiável para contabilizar e validar as mortes de animais nas estradas. Os pesquisadores calculam, a partir de estudos com mostras limitadas, que 450 milhões de animais morrem atropelados por ano.

Em sua primeira pesquisa sobre o tema, em 2002, Bager calculou em 100 mil as mortes anuais de animais em um trecho de estrada de 150 quilômetros, com uma taxa de 2,1 animais por quilômetro por dia.

Levando em consideração que a malha viária do Brasil chega a 1,7 milhões de quilômetros, os especialistas concluíram que, a cada ano, morrem atropelados 450 milhões de animais. Destes, 400 milhões são pequenos vertebrados e três milhões grandes vertebrados.

As principais vítimas são antas, capivaras, tartarugas, gambás, gatos selvagens, cachorro-do-mato e tamanduás. O “Urubu Mobile” também permitirá, com a ajuda de 300 pesquisadores vinculados ao CBEE, identificar as espécies mais afetadas.

“Cada foto será analisada por cinco especialistas e a identificação da espécie será incluída no banco de dados quando, pelo menos, três deles concordarem”, afirmou.

O aplicativo também pretende apoiar os administradores de reservas ambientais cortadas por estradas para que adotem medidas de proteção mais eficazes.

Uma das maiores preocupações dos responsáveis pela tecnologia, atualmente, é um projeto de lei discutido no Congresso que flexibiliza as normas sobre construção de estradas em reservas ambientais.

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Publicado por em 14 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Brasileiros criam aplicativo para evitar morte de bichos em estrada

O aplicativo Urubu Mobile, desenvolvido por ambientalistas para evitar atropelamento de animais (Foto: Reprodução)O aplicativo Urubu Mobile, desenvolvido por
ambientalistas para evitar atropelamento de
animais (Foto: Reprodução)

Um aplicativo para smartphones pode se transformar no principal aliado do Brasil para reduzir as mortes de animais silvestres atropelados nas estradas, estimada em 450 milhões ao ano.

O programa permite a qualquer pessoa que tenha um celular enviar a foto de um animal atropelado que, automaticamente, se somará a dados como o lugar (GPS), a data e a hora em que a imagem foi feita.

Trata-se do “Urubu Mobile” (disponível para Android e Google Play), que em apenas um mês foi baixado por mil pessoas.

Os responsáveis esperam que se popularize não só entre biólogos, guardas florestais, fiscais ambientais e policiais rodoviários, mas também entre motoristas de caminhões e ônibus.

A intenção é criar um banco de dados unificado sobre os atropelamentos de animais selvagens no país e, com isso, reunir informações que possam servir como base para políticas ou medidas que tentarão reduzir este tipo de acidente.

“Queremos identificar com precisão quantos e quais espécies são atropeladas por quilômetro e por dia no país”, explicou Alex Bager, professor de Ecologia na Universidade Federal de Lavras (UFLA), um dos principais especialistas em “Ecologia de Estradas”.

Segundo Bager, que coordena um grupo de cientistas de cinco universidades que estuda o tema, além de oferecer informações confiáveis sobre o atropelamento de animais, o aplicativo permitirá criar um “selo de qualidade” para certificar as estradas mais seguras para a fauna e determinar em quais vias é necessário adotar medidas preventivas.

“Queremos ajudar na conservação da fauna selvagem e só conseguiremos propor ações efetivas para reduzir os atropelamentos se tivermos informações concretas”, acrescentou ele, para quem o programa permitirá desenhar mapas das regiões e espécies mais atingidas.

Infraestrutura para animais

Onça é encontrada atropelada em rodovia de MS (Foto: Robison Vieira/VC no G1)Onça é encontrada atropelada em rodovia de Mato Grosso do Sul (Foto: Robison Vieira/VC no G1)

De acordo com o coordenador, após a identificação dos trechos mais perigosos para os animais, é possível sugerir a instalação de túneis, redes de proteção, passarelas ou até cordas que possam ser usadas pelos animais que vivem nas árvores.

O projeto vai permitir ainda criar uma metodologia única e confiável para contabilizar e validar as mortes de animais nas estradas. Os pesquisadores calculam, a partir de estudos com mostras limitadas, que 450 milhões de animais morrem atropelados por ano.

Em sua primeira pesquisa sobre o tema, em 2002, Bager calculou em 100 mil as mortes anuais de animais em um trecho de estrada de 150 quilômetros, com uma taxa de 2,1 animais por quilômetro por dia.

Levando em consideração que a malha viária do Brasil chega a 1,7 milhões de quilômetros, os especialistas concluíram que, a cada ano, morrem atropelados 450 milhões de animais. Destes, 400 milhões são pequenos vertebrados e três milhões grandes vertebrados.

As principais vítimas são antas, capivaras, tartarugas, gambás, gatos selvagens, cachorro-do-mato e tamanduás. O “Urubu Mobile” também permitirá, com a ajuda de 300 pesquisadores vinculados ao CBEE, identificar as espécies mais afetadas.

“Cada foto será analisada por cinco especialistas e a identificação da espécie será incluída no banco de dados quando, pelo menos, três deles concordarem”, afirmou.

O aplicativo também pretende apoiar os administradores de reservas ambientais cortadas por estradas para que adotem medidas de proteção mais eficazes.

Uma das maiores preocupações dos responsáveis pela tecnologia, atualmente, é um projeto de lei discutido no Congresso que flexibiliza as normas sobre construção de estradas em reservas ambientais.

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Publicado por em 14 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Filho de Jair Rodrigues lamenta morte do pai: ‘Alegria de um anjo’

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Jair Oliveira, filho de Jair Rodrigues, lamentou a morte do pai nesta quinta-feira (8), em mensagem divulgada no Facebook. “Um amor gigantesco!! Tive a honra de conviver e aprender com a alegria de um anjo!!! Estamos todos muito emocionados e tentando entender este momento e agradecemos todo o carinho prestado. E muito obrigado, meu pai, por toda sua luz! Descanse em paz”, escreveu o filho, que também é músico. Quando criança, Jair Oliveira, também conhecido como Jairzinho, fez parte do grupo Balão Mágico.

Filho de Jair Oliveira lamenta morte do pai nesta quinta-feira (8) (Foto: Reprodução / Facebook)Filho de Jair Oliveira lamenta morte do pai nesta
quinta-feira (8) (Foto: Reprodução / Facebook)

Filha do cantor Jair Rodrigues, a cantora e compositora Luciana Mello também postou mensagem em seu perfil no Facebook sobre a morte do artista nesta quinta-feira. “Quero agradecer, de coração, o imenso carinho que estamos recebendo! Em breve falaremos com todos. Só pedimos que respeitem nossa privacidade nesse momento tão difícil e sofrido… Muito obrigada!!”, escreveu ela na rede social.

Jair Rodrigues morreu aos 75 anos, em sua casa em Cotia (SP), de infarto agudo do miocárdio. Além de Jairzinho, era pai também da cantora Luciana Mello.

Começo nos anos 60
Jair Rodrigues de Oliveira nasceu em Igarapava (SP), em 6 de fevereiro de 1939. Começou sua carreira nos anos 1960, em programas de calouros. Três anos antes, foi crooner em casas no interior de São Paulo. Em 1962, gravou aquele que é considerado seu registro de estreia, um disco de 78 rotações. Segundo o perfil, duas das músicas, “Brasil sensacional” e “Marechal da vitória”, tinham como tema a Copa do Mundo daquele ano, no Chile, que foi vencida pela seleção brasileira.

Em 1964, gravou seus dois primeiros LPs, “Vou de samba com você” e “O samba como ele é”. Seu maior sucesso no período foi a música “Deixa isso pra lá”, tida como precursora do rap no Brasil. Marcada pelo movimento característico das mãos de Jair Rodrigues, a faixa foi regravada em 1999 em parceria com o grupo Camorra, diz o perfil.

Jair Rodrigues e Luciana Melo (Foto: Divulgação)Jair Rodrigues e Luciana Mello (Foto: Divulgação)

Jair Rodrigues também ficou conhecido pelo trabalho ao lado de Elis Regina. Os dois iniciaram a colaboração em 1965 e lançaram o disco ao vivo “Dois na bossa”. A boa repercussão do LP rendeu o convite para apresentar o programa O Fino da Bossa, que estreou em maio daquele ano na TV Record. Com Elis, o cantor lançou em 1966 e 1967 outros dois volumes da série “Dois na bossa”.

A vitória no II Festival de Música Popular Brasileira, em 1966, foi outro ponto marcante da carreira de Jair Rodrigues. Ele concorreu com “Disparada”, escrita por Geraldo Vandré e Teo de Barros). Na final, dividiu o primeiro lugar com “A banda”, composição de Chico Buarque interpretada na ocasião por Nara Leão.

Em 1975, nasceu Jair Oliveira, o Jairzinho. Foi estrela do grupo infantil Balão Mágico e depois passou a cantar MPB. Quatro anos depois, nasceu Luciano Mello. Influenciada pelo pai e pelo irmão, também seguiu a carreira musical.

Jair Rodrigues seguia em turnê para divulgar seu disco mais recente, “Samba mesmo”, que teve dois volumes lançados em março deste ano. Ele tinha apresentações marcadas para os próximos dias em Florianópolis e Contagem (MG).

O cantor Jair Rodrigues ao lado dos filhos Jair Oliveira e irmã Luciana Mello em show em 2014 (Foto: Natascha Goldmann/Futura Press)O cantor Jair Rodrigues ao lado dos filhos Jair Oliveira e Luciana Mello em show em 2014 (Foto: Natascha Goldmann/Futura Press)

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Publicado por em 10 de maio de 2014 em Música

 

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Família quer saber causa da morte de maquiadora de Jundiaí na Austrália

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Denise Moretti era maquiadora e morreu na Austrália (Foto: Arquivo Pessoal)Denise Moretti era maquiadora e morreu
na Austrália (Foto: Arquivo Pessoal)

A família de Denise Moretti Batista, de Jundiaí (SP), quer saber os motivos da morte da maquiadora de 33 anos e que morava na Austrália desde 2011. Denise morreu no último sábado (3); ela foi encontrada morta em sua casa, com o filho nos braços, na cidade de Melbourne.

De acordo com o irmão de Denise, Luis Fernando Batista, a família soube da morte pelo marido dela. “Ele contou que tinham ido à praia. Depois que voltaram para casa, ela jantou e subiu com o filho para o quarto. Nesta noite eles dormiram separado, mas no dia seguinte ele foi até o quarto e viu o bebê acordado, mas a Denise estava morta e segurava o filho nos braços”, conta Luis Fernando.

O irmão e a mãe de Denise já autorizaram os médicos a fazerem exames para identificar a causa da morte e vão embarcar nesta quarta-feira (7) para acompanharem tudo de perto.O corpo da maquiadora deve ser cremado até o fim dessa semana, na cidade de Melbourne, onde ela morava. Essa decisão foi tomada porque, segundo a família, trazer o corpo a Jundiaí custaria cerca de R$ 90 mil e nesses casos não há ajuda do governo brasileiro.

Maquiadora profissional
Denise nasceu em Jundiaí e se mudou para Londres em 2004, onde se formou como maquiadora profissional em uma das faculdades mais renomadas da Inglaterra. Ela chegou a trabalhar em eventos de moda, como por exemplo, o London Fashion Week e já maquiou a top Kate Moss. Em 2011, ela conheceu o marido e se mudou para a Austrália, onde teve um filho.

Em nota, a assessoria de imprensa do Palácio do Itamaraty em Brasília informou que o governo brasileiro está dando todo o apoio necessário na área jurídica e burocrática, como validação de um atestado de óbito estrangeiro no país e no contato direto com as embaixadas na Austrália.

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Publicado por em 7 de maio de 2014 em Brasil

 

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UFRN investiga morte de saguis no segundo maior parque urbano do país

No Parque das Dunas, em Natal, é possível fazer trilhas e conhecer de perto a fauna e flora da região (Foto: Vanessa Simões)Grupo-tarfa apura mortandade de saguis no Parque das Dunas, em Natal (Foto: Vanessa Simões/G1)

Uma investigação científica apura a morte de saguis no Parque das Dunas, o segundo maior parque urbano do Brasil e um dos principais pontos turísticos de Natal. Desde fevereiro passado, oito animais apareceram mortos na área de uso público do parque. Em 2004, um evento semelhante de mortandade de saguis levou o parque ao fechamento por três meses. À época, cerca de 50 saguis apareceram mortos ou doentes.

O grupo-tarefa criado para investigar a mortandade é formado pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Instituto de Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte (Idema), Secretarias Estadual e Municipal de Saúde, e pelo Laboratório Central (Lacen).

Nesta terça-feira (22), o grupo de reuniu no Parque das Dunas e traçou as estratégias da investigação científica. “Todos os oito animais que apareceram mortos desde fevereiro ainda passam por exames laboratoriais. Até o momento, a única certeza que temos que é eles não foram vítimas de raiva. Ainda não temos um diagnóstico do que provocou essa mortandade”, falou ao G1 a administradora do parque, Mary Sorage.

Os saguis que habitam o Parque das Dunas são da espécie Callithrix jacchus, conhecida como saguis-do-Nordeste. Segundo Mary Sorage, essa espécie é “agitada, inquieta”. Assim como em 2004, os oito animais que foram encontrados mortos no Parque das Dunas apresentaram alta debilidade física. “Os animais que morreram, aparentavam estar doentes. Eles apareceram na área pública e ficaram quietos, parados, até morrerem”, relatou.

No evento de 2004, segundo a administradora, não se chegou a um diagnóstico conclçusivo do que levou os primatas à morte. De fevereiro a agosto daquele ano, foram registrados aproximadamente 50 saguis doentes ou mortos. Na época, os exames realizados para raiva, bem como a sorologia e isolamento viral para febre amarela e outros arbovírus foram negativos.

Mary Sorage disse que ainda é cedo para se relacionar a atual mortandade com a registrada em 2004. “Não podemos fazer qualquer tipo de relação agora, até porque estamos em fase de investigação. Creio que entre 20 e 40 dias poderemos dizer o que está havendo e que providências poderemos tomar”. A administradora descartou a possibilidade de, pelo menos por enquanto, o parque ser fechado à visitação pública.

Os animais mortos recolhidos tiveram amostras de tecidos recolhidas. Partes dessas amostras já foi enviada para o Instituto Evandro Chagas, em Belém, para ser analisada.

O Parque

O Parque Estadual Dunas do Natal Jornalista Luiz Maria Alves foi criado em 1977. É a primeira Unidade de Conservação do Rio Grande do Norte e tem uma área de 1.172 hectares, sendo o segundo maior parque urbano do Brasil. O ecossistema de dunas é rico e diversificado, abrigando uma fauna e flora de grande valor bioecológico, que inclui diversas espécies em processo de extinção.

O Parque das Dunas ainda é considerado um dos principais pontos turísticos de Natal e oferece condições para o lazer e a realização de atividades educativas e de conscientização ecológica.

Segundo a administração do Parque, o local recebe uma média anual de 150 mil visitantes e mantém ainda um cadastro com cerca de 10 mil coopistas – que utilizam o espaço para a prática de atividades físicas.

No Parque das Dunas, em Natal, é possível fazer trilhas e conhecer de perto a fauna e flora da região (Foto: Vanessa Simões)No Parque das Dunas, é possível fazer trilhas e conhecer de perto a fauna e flora da região (Foto: Vanessa Simões/G1)

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Publicado por em 30 de abril de 2014 em Tecnologia

 

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Condenações à morte no Egito violaram direitos humanos, diz ONU

A alta comissária da ONU para os Direitos Humanos, Navi Pillay, condenou nesta terça-feira a decisão da justiça do Egito de condenar à pena de morte 683 islamitas em um processo em massa “que claramente violou as normas internacionais de direitos humanos”.

“É escandaloso que pela segunda vez em dois meses, a Sexta Câmara da Corte Penal da cidade de Minia tenha imposto a pena de morte a um enorme número de acusados após um julgamento superficial”, disse a máxima responsável de direitos humanos das Nações Unidas.

Em um julgamento realizado em março, o tribunal condenou a mesma pena 529 pessoas.

Pillay considerou que os julgamentos demonstram que o sistema judiciário do Egito “está pisoteando cada vez mais as garantias de um processo justo”.

Uma porta-voz de Pillay disse que a situação e a maneira como se preparou o processo são muito confusas, “o que é inaceitável quando se fala de pena de morte”.

Segundo a informação coletada pelo escritório de Pillay, os 683 réus foram acusados do assassinato de um policial e do ataque em agosto do ano passado contra uma delegacia em Minia, como parte dos protestos pelo desmantelamento dos acampamentos dos seguidores do presidente deposto Mohammed Mursi no Cairo.

No entanto, a ONU considerou que no julgamento de ontem, como no anterior, “as acusações exatas contra cada acusado não eram claras pois não foram lidos de forma individual no tribunal”.

Das 529 penas de morte emitidas em março, os juízes de Minia ratificaram ontem 37, enquanto o restante foram alteradas para 25 anos de prisão e multas, o que a ONU também considerou como sanções “excessivas”.

“Um julgamento em massa de centenas de pessoas, infestado de irregularidades, não é aceitável para a imposição da pena de morte. Também é totalmente inadequado para sentenciar 492 indivíduos a uma vida na prisão”, criticou Pillay.

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Publicado por em 30 de abril de 2014 em Brasil

 

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