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Novo ‘Battlefield’ substitui temática militar por luta de polícia e criminosos

'Battlefield Hardline' substitui temática militar por luta entre polícia e criminosos (Foto: Divulgação/Electronic Arts)‘Battlefield Hardline’ substitui temática militar por luta entre polícia e criminosos (Foto: Divulgação/Electronic Arts)

A produtora Electronic Arts anunciou na terça-feira (27) o game “Battlefield Hardline”, novo título da série de tiro em primeira pessoa “Battlefield”. Ao contrário dos outros jogos da franquia, de temática militar e sob custódia do estúdio sueco DICE, “Hardline” mostra a “guerra contra o crime e a batalha entre policiais e criminosos” e está sendo desenvolvido pela Visceral Games, criadora da série “Dead Space”.

Nenhuma imagem ou detalhe do jogo foram divulgados. No entanto, em postagem no blog da EA, Steve Papoutsis, vice-presidente e gerente geral da Visceral Games, afirma que o estúdio irá divulgar mais informações sobre as “mudanças na fundação do multiplayer de ‘Battlefield’ e em como estamos trabalhando para trazer as forças da Visceral ao modo de um jogador” durante a E3, feira que acontece em junho em Los Angeles, nos Estados Unidos.

Segundo Papoutsis, “Battlefield Hardline” será lançado no terceiro trimestre de 2014. As plataformas que receberão o game não foram confirmadas, mas espera-se um lançamento focado no PlayStation 4 e no Xbox One, os videogames de nova geração.

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Publicado por em 31 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Ucrânia reintroduz o serviço militar para enfrentar revolta pró-Rússia

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A Ucrânia reintroduziu nesta quinta-feira (1º) o serviço militar, suprimido há apenas um ano, diante da degradação da situação no leste do país, onde o governo enfrenta uma insurreição armada pró-russa.

Nova arte crimeia 27/03 vale esta (Foto: Arte G1)

O presidente interino, Olexander Turchynov, assinou o decreto que entrou em vigor imediatamente “evando-se em conta a degradação da situação no leste e no sul (…), o aumento das unidades armadas pró-russas, a tomada de controle ou o bloqueio das administrações públicas, de unidades militares, das comunicações e dos transportes nas regiões de Donetsk e Lugansk”, segundo um comunicado da presidência.

“Isto atenta contra a integridade territorial do país”, acrescentou a presidência. O serviço militar afetará os homens de 18 a 25 anos, com exceção dos que tiverem direito a uma isenção.

O Fundo Monetário Internacional, que havia aprovado na quarta um plano de ajuda de 17 bilhões de dólares, admitiu que esse plano deve ser ‘revisado’ em caso de perda de regiões do leste do país.

Pouco antes em Donetsk, principal cidade da região rebelde, a sede da Procuradoria regional foi ocupada em menos de uma hora por uma multidão de manifestantes pró-Rússia, deixando clara, mais uma vez, a impotência das autoridades ucranianas diante das ações de separatistas na província.

Os policiais, que tentavam proteger o prédio, foram atacados antes de deixar o local, desarmados, alguns aos prantos, constataram jornalistas da AFP.

De acordo com a imprensa, homens armados e encapuzados tomaram durante a noite a sede da Procuradoria da cidade de Gorlivka. Eles levaram computadores e queimaram documentos.

Os rebeldes pró-russos, hostis ao governo que assumiu em Kiev após a derrubada do presidente Viktor Yanukovytch, mantiveram o seu avanço nos últimos dias. Eles assumiram o controle de pontos estratégicos (Prefeitura, sedes da Polícia e dos serviços de segurança) em mais de dez cidades.

Blindados mobilizados
A batalha entre Kiev e Moscou é travada nas frentes militar, econômica e diplomática.

Em Kiev, as autoridades realizaram exercícios militares durante a noite de quarta para quinta. Integrantes das unidades especiais da guarda presidencial, a bordo de cerca de dez blindados, cercaram o prédio do Parlamento, e atiradores de elite chegaram ao teto de paraquedas.

Preocupado em eliminar os argumentos dos separatistas, o governo ucraniano anunciou que pretende organizar um referendo sobre a unidade da nação ucraniana e sobre a descentralização junto com a eleição presidencial antecipada de 25 de maio.

A Rússia chamou a ideia de “cínica” e repetiu que Kiev deve parar de “realizar operações militares contra seu próprio povo”, referindo-se à operação “antiterrorista” iniciada pelas autoridades no leste.

Kiev havia anunciado na quarta-feira que suas Forças Armadas haviam sido colocadas em “estado de alerta total” para o combate, diante da ameaça de uma intervenção russa e para tentar impedir o alastramento da insurreição para novas regiões do sul e do leste.

1º de maio
Em Kiev, a mobilização neste Dia do Trabalho foi pequena, apesar da gravidade da crise neste país de 46 milhões de habitantes que deixou a União Soviética e se tornou independente em 1991.

Cerca de 2 mil pessoas se reuniram pacificamente gritando palavras de ordem em favor da unidade da Ucrânia.

Já em Moscou as manifestações reuniram por volta de 100 mil pessoas na Praça Vermelha. “Tenho orgulho do meu país”, “Putin tem razão”, indicavam os cartazes exibidos pelos manifestantes.

O mesmo clamor patriótico podia ser visto em Simferopol, capital da península da Crimeia, anexada à Rússia em março. Cerca de 60 mil pessoas participaram de uma passeata agitando bandeiras russas e exibindo cartazes com frases como “Nós somos a Rússia”, “Putin é nosso presidente”.

Em Kharkiv (leste da Ucrânia), 2 mil pró-russos percorreram as ruas do centro gritando “Ucrânia sem fascistas”, “Russo, língua do Estado”.

Entenda a crise
A Ucrânia vive uma grave crise social e política desde novembro de 2013, quando o governo do então presidente Viktor Yanukovich desistiu de assinar,  um acordo de livre-comércio e associação política com a União Europeia (UE), alegando que decidiu buscar relações comerciais mais próximas com a Rússia, seu principal aliado.

A oposição e parte da população não aceitaram a decisão, e foram às ruas, realizando protestos violentos que deixaram mortos e culminaram, em 22 de fevereiro de 2014, na destituição do contestado presidente pelo Parlamento e no agendamento de eleições antecipadas para 25 de maio.

Houve a criação de um novo governo pró-União Europeia e anti-Rússia, acirrou as tensões separatistas na península da Crimeia, de maioria russa, levando a uma escalada militar com ação de Moscou na região. A Crimeia realizou um referendo que aprovou sua adesão à Rússia, e o governo de Vladmir Putin procedeu com a incorporação do território, mesmo com a reprovação do Ocidente.

Após a adesão da Crimeia ao governo de Moscou, outras regiões do leste da Ucrânia, de maioria russa, também começaram a sofrer com tensões separatistas. Militantes pró-Rússia tomaram prédios públicos na cidade de Donetsk e a proclamaram como “república soberana”, marcando um referendo sobre a soberania nacional para 11 de maio. A medida não foi reconhecida por Kiev nem pelo Ocidente. Outras cidades também tiveram atuação de milícias russas, como Lugansk e Kharkiv.

O conflito reflete uma divisão interna do país, que se tornou independente de Moscou com o colapso da União Soviética, em 1991. No leste e no sul do país, o russo ainda é o idioma mais usado diariamente, e também há maior dependência econômica da Rússia. No norte e no oeste, o idioma mais falado é o ucraniano, e essas regiões servem como base para a oposição – e é onde se concentraram os principais protestos, incluisive na capital, Kiev.

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Publicado por em 3 de maio de 2014 em Brasil

 

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Manifestantes incendeiam veículo militar na Venezuela

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Publicado por em 1 de maio de 2014 em Brasil

 

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Incêndio causa explosão em depósito militar na Rússia

Um incêndio florestal causou explosões em um depósito de munições na região russa do Transbaikal nesta terça-feira (2), segundo informações da agência russa Interfax.

O incêndio fez com que a passagem de trens da ferrovia Transiberiana fosse interrompida na região.

De acordo com a agência, pelo menos três explosões foram ouvidas no depósito militar, que foi atingido por um incêndio iniciado em uma floresta próximas.

“Ventos fortes fizeram com que as chamas se espalhassem pelo depósito”, disse uma fonte à agência.

Centenas de bombeiros estavam envolvidos no combate às chamas. Os moradores da vila de
Bolshaya Tura foram retirados do local. Cerca de 300 pessoas deixaram suas casas.

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Publicado por em 29 de abril de 2014 em Brasil

 

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Turquia derruba avião militar sírio na fronteira, diz ONG

A defesa antiaérea turca derrubou neste domingo (23) um avião militar sírio que estava bombardeando rebeldes que tentavam tomar o controle de um posto na fronteira com o noroeste da Síria, indicou uma ONG síria.

“A defesa antiaérea turca disparou contra um caça-bombardeiro sírio que atacava áreas do norte da província de Latakia. O avião pegou fogo e caiu em território sírio”, indicou o Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH), com sede no Reino Unido.

O governo da Síria denunciou o ataque como “uma agressão flagrante”, enquanto o primeiro-ministro turco ameaçou responder com força a qualquer violação do espaço aéreo.

“Em uma agressão flagrante que evidencia o envolvimento (do primeiro-ministro turco) Erdogan com os grupos terroristas, a defesa antiaérea turca abateu um avião militar sírio que perseguia esses grupos em território sírio, na cidade de Kassab”, denunciou uma fonte militar síria.

Ainda segundo essa fonte, o piloto conseguiu se ejetar da aeronave.

Logo depois, em uma atitude desafiadora, o primeiro-ministro turco, Recep Tayyip Erdogan, parabenizou as Forças Armadas turcas pela ação e lançou uma advertência.

“Nossa resposta será forte se vocês violarem nosso espaço aéreo”, declarou Erdogan durante um ato eleitoral.

Segundo a ONG opositora Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH), a defesa antiaérea turca derrubou neste domingo um caça-bombardeiro sírio que estava bombardeando rebeldes que tentavam tomar o controle de um posto na fronteira com o noroeste da Síria.

Ainda de acordo com o OSDH, com sede no Reino Unido, o avião pegou fogo e caiu em território sírio.

Os combates entre forças do governo e rebeldes sírios continuavam nesta província, onde a rebelião lançou um ataque na sexta para tomar o posto na fronteira com a Turquia, segundo a organização que se baseia em uma ampla rede de fontes médicas e militares.

Os combatentes islamitas da Frente Al-Nosra e outros grupos rebeldes expulsaram as forças do presidente sírio, Bashar al-Assad, desse posto, perto da cidade síria de Kassab.

No total, 80 combatentes de ambos os lados morreram nos confrontos desde sexta em várias regiões de Latakia, província de maioria alauíta, corrente religiosa de Assad, indicou o OSDH.

Segundo uma fonte da segurança síria, os rebeldes chegaram em grande número, mas as unidades do Exército sírio atacam desde a manhã deste domingo os grupos terroristas vindos da Turquia que se infiltraram na região de Kassab”.

Essa fonte desmentiu que os rebeldes tenham tomado o controle de uma posição militar denominada Observatório 45 na região de Latakia.

Fonte G1

 
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Publicado por em 24 de março de 2014 em Brasil

 

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França suspende maior parte de sua cooperação militar com a Rússia

A França suspendeu a maior parte de suas atividades de cooperação militar com a Rússia, especialmente a o intercâmbio de visitas e exercícios conjuntos, indicou nesta sexta-feira (21) o ministro da Defesa, Jean-Yves Le Drian.

A Europa e os Estados Unidos estão implantando retaliações econômicas à Rússia após a anexação pelo governo de Vladimir Putin da região ucraniana da Crimeia, de maioria russa.

“A França suspendeu a maior parte de suas atividades de cooperação militar com a Rússia”, afirmou o ministro, em visita a Tallin, Estônia, dentro de um rápido giro pelos países bálticos e a Polônia, no contexto da crise ucraniana.

Segundo fontes ligadas ao ministro, os contatos entre os dois Estados-Maiores da França e da Rússia foram cancelados.

Um exercício militar entre Estados Unidos, Grã-Bretanha, França e Rússia, previsto para abril, também foi anulado, segundo a mesma fonte.

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Fonte G1

 
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Publicado por em 21 de março de 2014 em Brasil

 

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Homens armados invadem base militar na Crimeia e levam oficial

Homens armados invadiram uma base aérea militar ucraniana na península da Crimeia, atiraram para o alto e levaram o oficial de comando do local, disse um porta-voz militar nesta terça-feira (18).

O incidente, ocorrido na noite de segunda-feira (17) no aeroporto de Belbek, perto da base naval de Sebastopol, aconteceu um dia após a península no sul da Ucrânia ter votado a favor da adesão à Rússia em um referendo, que foi considerado ilegítimo pela Ucrânia e pelo Ocidente.

“Pessoas armadas desconhecidas vieram à base na segunda-feira à noite, atiraram para o alto e o oficial de comando foi levado para um local desconhecido”, disse à Reuters Vladislav Seleznov, porta-voz militar ucraniano.

Em um incidente separado na terça-feira, um grupo de cerca de 30 membros das chamadas “autodefesas” da Crimeia foram a um complexo de prédios onde moram as famílias de militares ucranianos e levaram o comandante do local, segundo Seleznov.

Os dois incidentes não puderam ser verificados de forma independente.

Na segunda-feira, o presidente do Parlamento da Crimeia, Vladimir Konstantinov, disse que unidades militares ucranianas na região seriam desmembradas, mas que seus integrantes poderiam continuar na península do mar Negro.

Fonte G1

 
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Publicado por em 18 de março de 2014 em Brasil

 

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