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Militantes atacam hotel na capital afegã; polícia mata quatro

Homens armados do Talibã atacaram um hotel de luxo nesta quinta-feira (20) no centro da capital afegã, Cabul. Segundo a polícia, quatro dos agressores foram mortos em um tiroteio com as forças de segurança afegãs.

O porta-voz do Ministério do Interior, Sediq Sediqqi, declarou que todos os invasores foram mortos e as forças de segurança controlam o hotel Serena. Ele disse não estar ciente de nenhuma morte entre os funcionários ou hóspedes, mas afirmou que estavam sendo feitas averiguações e as forças especiais afegãs estavam no local. O Serena é um dos hoteis mais seguros da capital afegã. É lá que ficam hospedados funcionários da ONU e delegações estrangeiras.

O porta-voz do Talibã, Zabihullah Mujahid, assumiu a responsabilidade pelo ataque e disse que os militantes tinham disparado contra os estrangeiros e afegãos em uma comemoração do ano novo afegão.

“Homens-bomba entraram no Serena Hotel, houve uma batalha, os inimigos sofreram pesadas baixas”, disse ele em uma mensagem de texto.

Sua informação não pôde ser imediatamente verificada e ninguém com quem a reportagem da agência Reuters conversou disse ter ouvido explosões.

Fontes do setor de segurança afirmaram que atiradores armados com pistolas entraram no hotel por uma porta dos fundos. Duas pessoas ficaram feridas, disseram. Não foram dados detalhes sobre a nacionalidade dos feridos.

Uma pessoa que foi levada para local seguro com outros hóspedes afirmou que o tiroteio parecia ter começado no restaurante do hotel.

Em 2008, um atentado de um homem-bomba ao hotel deixou seis mortos.

Fonte G1

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Publicado por em 21 de março de 2014 em Brasil

 

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Militantes do Femen protestam em Nova York contra Putin

Militantes do Femen protestam na Times Square contra a ocupação russa na Ucrânia (Foto: AFP PHOTO/Stan HONDA)Militantes do Femen protestam na Times Square contra a ocupação russa na Ucrânia (Foto: AFP PHOTO/Stan HONDA)

Militantes do movimento feminista Femen protestaram na Times Square, em Nova York, contra a ocupação russa na Crimeia, e pediram uma resposta mais dura dos Estados Unidos e da União Europeia (UE) contra o presidente Vladimir Putin.

Cinco integrantes, com os seios pintados com as cores da bandeira ucraniana (azul e amarelo), hastearam uma faixa escrita “Fuck Putin’s Occupation” (F***-se a ocupação de Putin).

Inna Shevchenko, uma das líderes do Femen, pediu aos Estados Unidos e a UE “sanções mais sérias” do que apreender documentos e congelar bens dos responsáveis pela violência.

“Putin tem medo de uma coisa: tem medo do poder do povo. Não tem medo dos EUA ou da União Europeia”, acrescentou, depois de concluir o protesto, realizado sob frio extremo.

Duas ativistas do grupo foram detidas nesta quinta-feira (6) em Simferopol, na Crimeia, depois de aparecerem com um seios desnudos em um protesto pró-Rússia no Congresso local.

Inna Shevchenko, uma das líderes do Femen, rasga bandeira russa em protesto na Times Square (Foto: AFP PHOTO/Stan HONDA)Inna Shevchenko, uma das líderes do Femen, rasga bandeira russa em protesto na Times Square (Foto: AFP PHOTO/Stan HONDA)

Fonte G1

 
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Publicado por em 7 de março de 2014 em Brasil

 

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Militantes do Femen são detidas na Crimeia após criticas a Putin

Duas militantes do movimento feminista Femen foram detidas pela polícia nesta quinta-feira (6) em Simferopol, a capital da península ucraniana da Crimeia, depois de aparecer com os seios nus ante uma concentração pró-russa organizada junto ao parlamento local.

Uma delas foi rapidamente detida. A outra conseguiu correr aos gritos de “Parem com a guerra de Putin”. Depois ela foi detida por cossacos e levada por membros das forças de ordem.

Militante do Femen é detida na Crimeia nesta quinta-feira (6) (Foto: Alexander Nemenov/AFP)Militante do Femen é detida na Crimeia nesta quinta-feira (6) (Foto: Alexander Nemenov/AFP)

No momento, seu paradeiro é ignorado.

Quase 100 manifestantes presentes começaram a insultar as militantes aos gritos de “prostituta”.

Uma mulher, usando o microfone, também gritou: “Vejam como o Ocidente nos provoca!”.

O Parlamento da Crimeia votou unanimamente nesta quinta a favor de se tornar parte da Rússia O novo governo também marcou para 16 de março um referendo sobre o status da região.

A Crimeia se tornou o foco da atenção da diplomacia internacional nas últimas semanas com uma escalada militar russa e ucraniana na região. As tensões separatistas da região, de maioria russa, se tornaram mais acirradas com a deposição do presidente ucraniano Viktor Yanukovich – o que levou a Rússia a aprovar o envio de tropas para “normalizar” a situação.

Ativista tenta pegar microfone para protestar contra Putin na Crimeia (Foto: Alexander Nemenov/AFP)Ativista tenta pegar microfone para protestar contra Putin na Crimeia (Foto: Alexander Nemenov/AFP)

Fonte G1

 
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Publicado por em 7 de março de 2014 em Brasil

 

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Militantes islâmicos fortalecem seu domínio em Faluja, no Iraque

A Al-Qaeda e outros grupos insurgentes aumentaram seu domínio em Faluja, no Iraque, desafiando os esforços do governo liderado pelos xiitas, de convencer os membros de tribos locais a expulsá-los da cidade, disseram moradores e autoridades.

Apesar do cerco do exército, combatentes e armas tem entrado na cidade, onde tropas americanas lutaram algumas das suas batalhas mais ferozes durante a ocupação do Iraque entre 2003 e 2011.

Falluja e a cidade de Ramadi foram invadidas pelo grupo Estado Islâmico do Iraque e o Levante (ISIL, na sigla em inglês), ligado à Al-Qaeda, com ajuda de tribos aliadas, no dia 1º de janeiro.

O primeiro-ministro iraquiano Nuri al-Maliki, que está buscando um terceiro mandato nas eleições parlamentares em abril, posicionou tropas e tanques em volta da cidade de 300 mil habitantes e enviou armas para lideres tribais anti Al-Qaeda, mas descartou um ataque militar em grande escala.

Fonte G1

 
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Publicado por em 21 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Militantes islâmicos matam 18 e queimam casas na Nigéria

Militantes islâmicos atacaram uma aldeia no nordeste da Nigéria nesta segunda-feira (20), incendiando casas e disparando tiros num ataque que matou 18 pessoas, segundo testemunhas.

A mais recente incursão do grupo Boko Haram, na noite de domingo (19), aconteceu horas antes de uma cerimônia em que quatro chefes militares entregaram seus cargos a novos comandantes, nesta segunda-feira.

O presidente do país, Goodluck Jonathan, anunciou a reforma de toda a liderança militar na semana passada, em uma tentativa de revigorar a luta contra os insurgentes.

“A maioria dos que sobreviveram ao ataque fugiu da aldeia, pois não sabem se serão atacados de novo”, disse Bulama Ibrahim, chefe da aldeia Alau Ngawo, que foi atingida pouco depois de 22h no domingo. Ele disse ter contado 18 corpos após o tiroteio e muitas casas queimadas.

Um ex-vereador, Mustapha Galtimare, que estava no local após o ataque, confirmou o número de mortos.

A aldeia fica no remoto Estado de Borno, no nordeste do país, epicentro da insurgência e relíquia do antigo califado islâmico medieval da Nigéria, que prosperou a partir de rotas de comércio transaariano que passam pelo norte de maioria muçulmana.

O Boko Haram luta para restabelecer um reino islâmico no norte da Nigéria, rompendo com o sul de maioria cristã. Seus combatentes mataram milhares de pessoas desde que lançou uma insurreição em meados de 2009.

Fonte G1

 
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Publicado por em 21 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Combates matam 62 militantes da Al-Qaeda e 32 civis no Iraque

Rua deserta após confrontos na cidade iraquiana de Fallujah nesta sexta-feira (3) (Foto: AP)Rua deserta após confrontos na cidade iraquiana de Fallujah nesta sexta-feira (3) (Foto: AP)

As forças de segurança iraquianas e membros das tribos aliadas mataram nesta sexta-feira 62 militantes da rede terrorista da Al-Qaeda em confrontos na região de Al-Anbar, reduto sunita hostil ao primeiro-ministro xiita Nuri al-Maliki e onde também morreram 32 civis.

Várias crianças e mulheres figuram entre as vítimas desses confrontos, afirmou o ministério do Interior.

Os confrontos entre o Exército e grupos armados começaram na segunda-feira, após o desmantelamento pelas forças oficiais de um campo de opositores sunitas em Ramadi, apresentado pelo regime como um “antro da Al-Qaeda”.

A violência se espalhou para a cidade vizinha de Fallujah.

De acordo com fontes da segurança, membros do Estado Islâmico do Iraque e Levante (EIIL) assumiram na quinta-feira o controle de metade de Fallujah e de vários setores de Ramadi, duas localidades da província de Al-Anbar.

Nesta sexta-feira, eles ganharam terreno após combates durante a madrugada no centro de Ramadi, segundo um capitão da polícia.

Mas segundo o xeque Ahmed Abu Risha, 16 membros do EIIL morreram em Khaldiyah, leste de Ramadi, e outros 46 morreram em Ramadi.

De acordo com a televisão estatal, as forças especiais anti-terrorismo “mataram ontem em Ramadi dois atiradores e queimaram quatro veículos dos terroristas”.

Dez outros “terroristas” foram mortos na cidade, acrescentou, citando o comando militar em Al-Anbar.

Não há um balanço geral dos cinco dias de violência.

Quatorze pessoas morreram em confrontos na segunda e terça-feira após o desmantelamento do acampamento.

Em Falluja os combates prosseguem. Um coronel da polícia indicou que grande parte da cidade continua sob o controle do EIIL, enquanto as forças de segurança e líderes tribais controlam o resto da cidade e seus arredores.

Os insurgentes do EIIL aproveitaram a retirada do Exército das cidades conturbadas da província de Al-Anbar na quarta-feira para avançar sobre as cidades.

Na quinta-feira, o governo enviou reforços apoiados pelas tribos armadas para combater o EIIL em Ramadi. E em Fallujah, os combates aconteceram entre os insurgentes e as forças especiais iraquianas.

A província de Al-Anbar, de maioria sunita, tornou-se há mais de um ano um reduto da contestação contra o primeiro-ministro Maliki, acusado de monopolizar o poder e marginalizar os sunitas.

Fallujah e Ramadi eram redutos da insurgência que se seguiu à invasão americana do Iraque, que derrubou Saddam Hussein, um sunita, em 2003.

Dois anos após a retirada das últimas tropas americanas, em dezembro de 2011, as forças iraquianas lutam para lidar com insurgentes, encorajados pelo conflito na vizinha Síria, e o descontentamento da minoria sunita.

O fim do campo foi uma vitória para o regime, mas a operação teve um alto custo para a segurança em Al-Anbar, além de acentuar as tensões com a comunidade sunita.

“O poder, o controle territorial e a influência (do EIIL) se estende em Al-Anbar, mas concentra-se principalmente nas zonas rurais do deserto”, ressalta Charles Lister, pesquisador do Brookings Doha Center.

O descontentamento dos sunitas foi um fator determinante no aumento da violência no Iraque nos últimos meses.

Segundo a ONG Iraq Body Count, que contabiliza as vítimas civis da violência desde a invasão americana, que derrubou o presidente Saddam Hussein, o ano de 2013 foi o mais sangrento em cinco anos, com 9.475 civis mortos.

Fonte G1

 
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Publicado por em 4 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Militantes da Líbia querem vingar prisão de líder da Al-Qaeda no país

Abu Anas al-Libi em foto divulgada pelo FBI (Foto: AFP)Abu Anas al-Libi em foto divulgada pelo FBI
(Foto: AFP)

Militantes líbios propuseram sequestrar cidadãos norte-americanos em Trípoli e realizar ataques a gasodutos, navios e aviões para vingar a prisão de um alto membro da Al-Qaeda capturado no fim de semana por forças especiais dos EUA na Líbia.

Nazih al-Ragye, mais conhecido como Abu Anas al-Liby, é suspeito de envolvimento nos atentados de 1998 contra as embaixadas dos EUA no Quênia e na Tanzânia, que mataram 224 civis.

Ele foi capturado no sábado numa rua de Trípoli, e está sendo mantido a bordo de um navio da Marinha norte-americana no mar Mediterrâneo, segundo autoridades dos EUA.

Mensagens de militantes líbios divulgadas na Internet e monitoradas pelo serviço Site incluem uma página do Facebook chamada “Benghazi está protegida por seu povo”.

Ela sugere que os líbios fechem os acessos à capital e sequestrem cidadãos dos EUA e de países aliados, para poder trocá-los por militantes presos. O texto sugere também ações contra os dutos que exportam gás para a Europa, e que ataquem aviões e navios.

“A Líbia hoje ainda é um lugar de descrença, que está dominada por algo além da sharia (lei islâmica) de Alá; portanto, não há segurança para os descrentes aqui”, disse a mensagem.

Em outro texto, postado em fóruns e redes sociais, o grupo intitulado “Os Revolucionários de Benghazi — Al Bayda, Derna” condenou a captura do dirigente da Al-Qaeda.

Ele acusa os governantes líbios de terem conhecimento prévio da operação, embora o primeiro-ministro Ali Zeidan tenha dito no fim de semana que seu governo cobrou explicações de Washington.

Desde a deposição do ditador Muammar Gaddafi, em 2012, militantes islâmicos – inclusive grupos ligados à Al-Qaeda – usam o território líbio para contrabandear armas e como base para combatentes.

As autoridades dos EUA ofereciam uma recompensa de US$ 5 milhões pela captura de Liby.

Fonte G1

 
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Publicado por em 9 de outubro de 2013 em Brasil

 

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