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Manifestação pró-Rússia reúne milhares em Donetsk

Cerca de 4 mil pessoas participaram de uma manifestação neste sábado (22) em Donetsk, cidade de maioria russa do leste da Ucrânia, agitando bandeiras russas e exigindo a volta do presidente deposto Viktor Yanukovytch.

“Rússia, nos ajude!”, “Yanukovytch, nos ajude!”, gritavam os manifestantes, que exigiam também a renúncia de Serguei Taruta, bilionário nomeado recentemente governador da região pelas novas autoridades em Kiev.

Apoiadores da rússia fazem protesto em Donetsk neste sábado (22) (Foto: Yannis Behrakis/Reuters)Apoiadores da rússia fazem protesto em Donetsk neste sábado (22) (Foto: Yannis Behrakis/Reuters)

Os manifestantes mencionaram pela primeira vez o retorno de Viktor Yanukovytch, destituído no fim de fevereiro pelo Parlamento depois de uma violenta repressão a manifestações na capital ucraniana e de sua fuga para a Rússia.

Alguns exibiam imagens de Yanukovytch, nascido na região de Donbas, onde fica Donetsk, e cartazes com as frases: “Volte Yanukovytch!” ou “Yanukovytch, salve Donbas!”.

A manifestação foi pacífica, ao contrário dos atos das últimas semanas, quando houve confrontos com partidários de Kiev, que terminaram com a morte de uma pessoa e com a ocupação de prédios públicos.

Os serviços de segurança ucranianos (SBU) anunciaram neste sábado a detenção do líder separatista regional Mikhailo Tchumatchenko, chefe das ‘Milícias Populares de Donbas’, acusado de atentar contra a integridade territorial ucraniana.

A situação é tensa no leste russófono da Ucrânia, principalmente depois da anexação da Crimeia pela Rússia em três semanas, em meio à ocupação da península ucraniana por grupos armados russos.

Kiev acusa os serviços secretos de Moscou de estarem por trás da tensão nas regiões pró-russas.

Fonte G1

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Publicado por em 24 de março de 2014 em Brasil

 

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Milhares fazem protesto em Madri contra cortes do governo da Espanha

Milhares de manifestantes vindos de toda a Espanha, alguns a pé, realizavam uma uma grande passeata neste sábado (22) em Madri para denunciar a “emergência social” gerada pelo desemprego recorde de 26% e os cortes orçamentários do governo.

“A ideia é unir todas as forças em um plano: ou nossas reivindicações são atendidas, ou o governo terá que arrumar as malas”, ameaçou Diego Cañamero, porta-voz do Sindicato Andaluz de Trabalhadores, uma das 300 organizações participantes.

Organizados em oito colunas, os participantes da Marcha da Dignidade seguirão até o centro da capital, após viajarem por mais de um mês, alguns a pé, a partir de Andaluzia, Catalunha, Astúrias e Extremadura.

Pessoas se reúnem em protesto contra o governo da Espanha em Madri neste sábado (22) (Foto: Andres Kudacki/AP)Pessoas se reúnem em protesto contra o governo da Espanha em Madri neste sábado (22) (Foto: Andres Kudacki/AP)

Os lemas são “Não ao pagamento da dívida”, “Mais nenhum corte”, “Fora governos do trio” e “Pão, trabalho e teto para todos e todas”.

Os organizadores anunciaram a mobilização de centenas de ônibus e quatro trens. Autoridades de Madri mobilizaram 1,7 mil policiais para evitar incidentes.

A austeridade sem precedentes do governo conservador desde a sua posse, no fim de 2011, para reduzir o déficit e a dívida do país motivou duas greves gerais em 2012, com centenas de milhares de pessoas nas ruas.

A mobilização perdeu força em seguida, embora estivesse sustentada, principalmente, pelos setores da educação e saúde, atingidos severamente pelos cortes anunciados em 2012, de 150 bilhões de euros ao longo de três anos.

Apesar de os espanhóis já não sairem às ruas tão maciçamente quanto há dois anos, pesquisas de opinião mostram que a austeridade é impopular, e que a maior preocupação é com o desemprego, que atinge mais de um quarto da população economicamente ativa.

“Em 2014, nós nos encontramos em uma situação limite de emergência social, que nos convoca a dar uma resposta coletiva e maciça dos trabalhadores e da cidadania”, dizem os organizadores da passeata em seu manifesto.

O texto reclama que as políticas de austeridade beneficiaram apenas os privilegiados, enquanto “centenas de milhares de famílias ficaram sem casa”.

“Esta é uma crise capitalista sem precedentes, para a qual os governos, que representam banqueiros e empresários, uns e outros corrompidos até a espinha, não têm proposta alguma que não seja tirar de nós auxílios, pensões e serviços públicos”, denunciam.

Fonte G1

 
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Publicado por em 24 de março de 2014 em Brasil

 

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Milhares tomam ruas de Istambul em funeral de jovem morto em protesto

Manifestantes tomam as ruas da Turquia contra a morte de jovem em protesto (Foto: Adem Altan/AFP)Manifestantes tomam as ruas da Turquia contra a morte de jovem em protesto (Foto: Adem Altan/AFP)

Dezenas de milhares de pessoas compareceram nesta quarta-feira (12) em Istambul ao funeral de um jovem de 15 anos que estava em coma desde junho, quando foi ferido pela polícia em um protesto contra o governo islamita-conservador de Recep Tayyip Erdogan.

A multidão se reuniu nas ruas do bairro operário de Okmeydani, onde a vítima morava, e gritou frases hostis ao primeiro-ministro, em situação frágil por um escândalo de corrupção a poucas semanas das eleições municipais de 30 de março.

Segundo a agência Reuters, a polícia turca teve que usar gás lacrimogêneo e canhões de gás para dispersão a multidão que estava em frente a praça central de Ancara.

“A polícia do AKP (Partido da Justiça e da Democracia, no poder) assassinou Berkin Elvan”, gritava a multidão. “Quantos jovens têm que morrer para que Erdogan renuncie?”, questionou Atilla Izmirlioglu, um aposentado que compareceu ao local.

“Meu único desejo é que acabem com este fascismo sem derramar uma gota de sangue”, completou. Mais de 250 pessoas foram detidas na terça-feira à noite (11) durante as violentas manifestações em várias cidades turcas para denunciar a morte do adolescente de 15 anos.

Milhares de manifestantes se reuniram de forma espontânea na terça-feira em várias cidades do país depois da morte, horas antes, de Elvan, que estava em coma há 269 dias.

Ferido em protesto
O jovem foi gravemente ferido na cabeça por uma bomba de gás lacrimogêneo durante os protestos contra o governo em junho de 2013.

Com o apoio da multidão, o caixão, envolto em um pano vermelho e com uma foto do adolescente, de confissão alevi (uma minoria muçulmana), avançou lentamente até o cemitério do bairro.Elvan é a vítima mais recente da repressão das manifestações iniciadas na praça Gezi de Istambul. A morte elevou a sete o número de manifestantes falecidos durante os eventos que deixaram mais de 8.000 feridos. Um policial também morreu nos protestos.

A família de Berkin afirmou ter visto o adolescente pela última vez em 16 de junho, quando ele saiu do apartamento de um bairro operário no centro de Istambul para comprar pão.

De acordo com testemunhas, o jovem foi atingido por uma bomba de gás lacrimogêneo utilizada pela polícia durante as manifestações contra a ‘guinada autoritária’ e ‘islamita’ do governo do primeiro-ministro Recep Tayyip Erdogan, no poder desde 2002.

Analistas já haviam antecipado que o funeral do jovem em Istambul poderia virar uma grande mobilização contra o governo.

Depois de permanecer em silêncio na terça-feira, o governo reagiu nesta quarta-feira ao falecimento do jovem com o porta-voz Bülent Arinç. ‘É muito triste que um criança tenha perdido a vida em um incidente na rua’, lamentou. ‘A Turquia está de luto desde ontem’.

Tudo isto acontece a menos de três semanas das eleições municipais de 30 de março, no momento em que o governo de Erdogan enfrenta um escândalo de corrupção sem precedentes.

Fonte G1

 
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Publicado por em 13 de março de 2014 em Brasil

 

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Milhares de pessoas vão a funeral de jovem morto pela polícia na Turquia

Dezenas de milhares de pessoas compareceram nesta quarta-feira em Istambul ao funeral de um jovem de 15 anos, que morreu na terça-feira (11) depois de ter sido ferido pela polícia nos distúrbios antigovernamentais de junho de 2013.

“A polícia do AKP (Partido da Justiça e da Democracia, no poder) assassinou Berkin Elvan”, gritava a multidão no bairro de Okmeydani.

Mais de 150 pessoas foram detidas na terça-feira à noite durante as violentas manifestações em várias cidades turcas para denunciar a morte do adolescente de 15 anos.

Milhares de manifestantes se reuniram de forma espontânea na terça-feira em várias cidades do país depois da morte, horas antes, de Berkin Elvan, que estava em coma há 269 dias. O jovem foi gravemente ferido na cabeça por uma bomba de gás lacrimogêneo durante os protestos contra o governo em junho de 2013.

Dezenas de milhares de pessoas compareceram nesta quarta-feira em Istambul ao funeral de um jovem de 15 anos, que morreu na terça-feira (11) depois de ter sido ferido pela polícia nos distúrbios antigovernamentais de junho de 2013. (Foto: Osman Orsal/Reuters)Dezenas de milhares de pessoas compareceram nesta quarta-feira em Istambul ao funeral de um jovem de 15 anos, que morreu na terça-feira (11) depois de ter sido ferido pela polícia nos distúrbios antigovernamentais de junho de 2013. (Foto: Osman Orsal/Reuters)

Elvan é a vítima mais recente da repressão das manifestações iniciadas na praça Gezi de Istambul. A morte elevou a sete o número de manifestantes falecidos durante os eventos que deixaram mais de 8 mil feridos. Um policial também morreu nos protestos.

A família de Berkin afirmou ter visto o adolescente pela última vez em 16 de junho, quando ele saiu do apartamento de um bairro operário no centro de Istambul para comprar pão.

De acordo com testemunhas, o jovem foi atingido por uma bomba de gás lacrimogêneo utilizada pela polícia durante as manifestações contra a “guinada autoritária” e “islamita” do governo do primeiro-ministro Recep Tayyip Erdogan, no poder desde 2002.

Analistas já haviam antecipado que o funeral do jovem em Istambul poderia virar uma grande mobilização contra o governo.

Tudo isto acontece a menos de três semanas das eleições municipais de 30 de março, no momento em que o governo de Erdogan enfrenta um escândalo de corrupção sem precedentes.

Fonte G1

 
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Publicado por em 13 de março de 2014 em Brasil

 

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Foto mostra milhares de mortos em uma praia da Venezuela!

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Notícia que circula na web afirma que milhares de corpos foram jogados em uma praia na Venezuela, mas será que isso é verdade?

A imagem apareceu na segunda quinzena de fevereiro de 2014 e mostra o que parece ser um monte de cadáveres nus, aparentemente jogados próximo ao mar. O texto que a acompanha afirma que os corpos (mais de 2.000) eram de opositores do governo que foram descartados em uma das praias na Venezuela pelo governo de Maduro.

A imagem é chocante, mas será real?

Na versão acima, o autor afirma que os corpos teriam sido jogados em uma praia da Bolívia. Será? (foto: Reprodução/Facebook) Na versão acima, o autor afirma que os corpos teriam sido jogados em uma praia da Bolívia. Será? (foto: Reprodução/Facebook)

A foto é real, mas não tem nada a ver com as manifestações ocorridas na Venezuela.

Uma rápida busca na no Google e descobrimos que essa imagem é, na verdade, de um fotógrafo polêmico chamado Spencer Tunick. Esse norte-americano ficou famoso por fazer suas fotos sempre com grandes aglomerados de pessoas sem roupa!

Nesse link podemos ver inúmeras de suas performances em várias partes do mundo (inclusive, tem fotos que ele produziu com peladões e peladonas aqui no Brasil) . Ah! Tem mais fotos aqui nesse outro link!

A imagem das pessoas deitadas nuas na praia foi feita em 2009 na praia de Montauk, em Long Island (Nova York – EUA) e contou com a colaboração de 300 voluntários.

Esse boato surgiu como uma brincadeira no dia 17 de fevereiro no Tumblr humorístico Acorda Venezuela. Os criadores da página, os mesmos gênios criativos do Jornalismo Wando, reúnem diversas sátiras ao jornalismo que está cobrindo os acontecimentos da Venezuela.

Alguns blogs começaram a repassar a notícia (alguns sabendo que se tratava de uma piada e outros acreditando que aquilo era real) e, em pouco tempo, o boato se espalhou.

A foto é real, mas as pessoas na foto estavam apenas posando para o fotógrafo Spencer Tunick.

Com a colaboração do leitor e amigo do E-farsas Gleidson Caetano.

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Fonte E-farsas

 
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Publicado por em 7 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Protesto antigoverno reúne milhares no centro da capital da Ucrânia

Manifestantes antigoverno protestam neste domingo (9) em Kiev, na Ucrânia (Foto: Sergei Supinsky/AFP)Manifestantes antigoverno protestam neste domingo (9) em Kiev, na Ucrânia (Foto: Sergei Supinsky/AFP)

Cerca de 70 mil opositores ucranianos se reuniram ao meio-dia deste domingo (9)  na praça da Independência de Kiev.

O militante torturado Dimytro Bulatov, que está sendo tratado na Lituânia, se dirigiu por telefone aos manifestantes através dos potentes alto-falantes da praça.

“Não temos a intenção de nos render. Iremos mais longe”, disse, acrescentando que falava de um hospital. Os manifestantes responderam com aplausos.

O número de manifestantes era comparável ao de um ato similar convocado na semana passada, mas inferior à multidão que foi vista durante os grandes protestos de novembro, dezembro e janeiro.

A Ucrânia atravessa a crise política mais longa de sua história, e o centro da capital está ocupado há 80 dias por manifestantes e cercado de barricadas. A oposição pede a saída do presidente Viktor Yanukovitch.

Outros dois opositores que foram vítimas de violência, entre eles a jornalista Tetiana Chornovol, se dirigiram aos presentes no início desta manifestação.

Igor Lutsenko, sequestrado e espancado junto com outro opositor que foi encontrado morto, disse que “os sequestros e torturas não deram resultados. Chornovol, eu mesmo e Bulatov não nos renderemos”, disse.

Alerta antiterrorismo
O serviço de segurança estatal da Ucrânia elevou o alerta antiterrorismo, por conta de “ameaças não-específicas” contra instalações sensíveis, como estações de energia atômica, aeroportos, rodoviárias, estações ferroviárias e oleodutos e gasodutos.

Fonte G1

 
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Publicado por em 10 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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Milhares marcham em Madri contra plano para limitar aborto

Mulheres levantam cartazes durante protesto contra reforma da lei do aborto no país proposto pelo governo espanhol conservador, em Madrid, neste sábado (1) (Foto: Dani Pozo / AFP)Mulheres levantam cartazes durante protesto contra reforma da lei do aborto no país proposta pelo governo espanhol conservador, em Madrid, neste sábado (1) (Foto: Dani Pozo / AFP)

Milhares de pessoas marcharam na capital da Espanhaneste sábado (1) para protestar contra um plano do governo de limitar o aborto, que tem causado divisões no partido conservador governista, o Partido Popular.

Os manifestantes se uniram contra um projeto de lei para restringir o aborto a casos de estupro ou perigo grave para a saúde da mãe.

Há quatro anos, a Espanha se alinhou com a maior parte da Europa, quando o então governo socialista legalizou o aborto nas primeiras 14 semanas de gravidez.

“Este é um passo para trás. Vamos voltar 30 anos”, disse Pilar Abad, 58, entre os manifestantes que marcharam da principal estação de trem até o parlamento nacional. “Nós realmente esperamos que eles mudem essa lei durante o debate parlamentar, é por isso que estamos aqui”, disse ela.

O gabinete do primeiro-ministro Mariano Rajoy aprovou o projeto de lei sobre o aborto em dezembro – em um movimento visto como tentativa de apaziguar a direita descontente do seu partido, mas ele ainda não foi enviado ao Parlamento para debate.

Fonte G1

 
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Publicado por em 3 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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