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China estabelece novas metas para reduzir poluição atmosférica

Jovem usa máscara para evitar riscos à saúde provocados pela poluição na China. (Foto: China Out/AFP)Jovem usa máscara para evitar riscos à saúde provocados pela poluição na China. (Foto: China Out/AFP)

A China impôs novas metas para uma redução de 5 a 25% na poluição atmosférica, disse a imprensa estatal na noite de terça-feira (7), salientando a preocupação do governo com um tema que irrita a opinião pública.

A China emite regularmente diretrizes para tentar combater a poluição atmosférica nas grandes cidades, mas com efeitos apenas limitados.

O ex-ministro da Saúde Chen Zhu disse que a poluição atmosférica causa 350 mil a 500 mil mortes prematuras por ano na China, relatou a imprensa estatal. Chen escreveu o artigo na edição de dezembro da revista médica The Lancet.

Também na terça-feira, a qualidade do ar atingiu níveis insalubres em grande parte do norte e sul da China.

Pelas novas regras, Pequim, a vizinha Tianjin e a província de Hebei, no norte, precisarão reduzir em 25% por ano a presença de partículas do tipo PM 2,5, que são especialmente nocivas, disse a agência Xinhua citando o documento do Ministério de Proteção Ambiental.

Xangai e as províncias de Jiangsu, Zhajiang, Shandong (todas no leste) e Shanxi (norte) precisarão realizar cortes de 20%. Guangdong e Chongqing deverão fazer reduções de 15%, e a Região Autônoma da Mongólia Interior terá de cortar 10%, segundo a Xinhua.

O governo está analisando um sistema para avaliar o progresso de cada localidade, e pretende expor à execração aqueles que não cumprirem as metas, segundo o jornal China Daily.

Fonte G1

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Publicado por em 10 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Vivo, TIM e Oi descumprem metas de banda larga, diz relatório da Anatel

Apesar de não serem obrigadas por lei a cumprir integralmente os contratos com os consumidores, as operadoras de telefonia derraparam e deixaram de atingir algumas metas estabelecidas pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), de acordo com mediação da banda larga móvel e fixa realizada em julho, cujos resultados foram apresentados nesta sexta-feira (30).

Vivo e TIM descumpriram algumas das metas estabelecidas pela agência para a interent móvel, enquanto a Oi falhou em metas fixadas para a banda larga fixa. As outras operadoras, fixas e móveis, Claro, NET, GVT, Algar, aJato, Sercomtel e Cabo Telecom ficaram dentro do esperado.

No critério “velocidade instantânea”, a meta estabelecida por regulamento é de que as teles entreguem, no mínimo, 20% da velocidade contratada para serviços de internet móvel em 95%. A Vivo foi a empresa que mais falhou. Não atingir a meta no Rio, onde obteve êxito em 91,09% das medições, e em São Paulo, onde o índice de sucesso chegou a 93,55%.

“Problemas sistêmicos limitaram o número de medições, o que reduziu a validade estatística dos dados coletados e fez com que dois resultados ficassem muito próximos dos índices previstos pelo órgão regulador”, afirmou a Vivo ao G1, por meio de nota. E completa: “Já foram adotadas medidas corretivas para que os números de agosto reflitam com maior precisão o desempenho da rede da companhia”.

Já a TIM ficou aquém da meta em São Paulo, dentro do aceitável apenas em 89,51% das avaliações.

Em nota, a TIM afirmou que “está avaliando os resultados da medição para banda larga móvel, realizada em julho/13, pela Anatel”. Além disso, a empresa acrescenta que “em relação à taxa de transmissão instantânea, a companhia atingiu a meta em todos os Estados avaliados, exceto em São Paulo, mas esclarece que está investindo constantemente com foco na ampliação e otimização da sua rede”.

Velocidade média para planos acima de 2 Mbps (Megabit por segundo)

Segundo a Anatel, mais de 60 mil voluntários fizeram as medições nos Estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraná e Rio Grande do Norte. Eles também analisaram velocidades para planos com velocidade abaixo dos 2 Mbps e acima desse patamar (Veja quadro ao lado).

O outro critério para avaliar a velocidade é o de “velocidade média”, segundo o qual as operadoras devem entregar no mínimo 60% da velocidade contratada –o valor é a média das velocidades instantâneas medidas ao longo de um mês. Todas as operadoras superaram a meta nessa categoria.

No entanto, algumas suaram para passar. Em São Paulo, a TIM entregou bateu a meta em 65,39% das avaliações; no Rio, TIM e Vivo atingiram, respectivamente, o estabelecido em 66,61% e a 68,87% das medições.

A Oi foi ficou abaixo dos limites no critério de “perda de pacotes”, referente à banda larga fixa. Essa situação ocorre quando um internauta não consegue acessar alguma informação na internet, porque os pacotes de dados que trafegam pela rede não encontram seu destino ou são descartados, devido a uma falha na conexão ou a sua baixa qualidade.

A meta é que a perda não fosse superior a 2% em 85% das medições. No entanto, a Oi atingiu 83,64% no Paraná e 77,72%, no Rio.

A operadora também derrapou em latência, no Rio Grande do Norte. Latência é o tempo entre a ida de um pacote de dados da casa do usuário até os servidores e a volta da informação do servidor ao domicílio. O objetivo era que em 85% das medições esse período de espera não fosse superior a 80 milissegundos. Mas em julho a tele ultrapassou o tempo máximo de resposta e só atingiu a meta em 14% das avaliações.

Em comunicado, a Oi afirma “que vem registrando avanços importantes nos indicadores de qualidade estabelecidos pela Anatel, que têm se apresentado dentro das metas fixadas pelo órgão regulador”. E completa: “a Oi atingiu os seis indicadores em quatro estados – com exceção de três casos pontuais que já foram mapeados e estão sendo cuidadosamente analisados e tratados pela companhia”.

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Publicado por em 30 de agosto de 2013 em Tecnologia

 

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Saiba como evitar que metas profissionais falhem em 2013

Entre estratégias específicas, disciplina e auto-controle são fundamentais para atingir objetivos propostos.

21 de dezembro de 2012 – 14h20

As resoluções de ano novo deveriam simbolizar nossa capacidade de transformação, nosso desejo de melhorar. Mas, com frequência, representam nossa falta de disciplina e auto-controle. Por que é tão difícil manter as resoluções de ano novo? A resposta é, na verdade, bem simples.

Quantas vezes vocês já quebraram uma resolução estabelecida no dia 1 de janeiro? Quantos desistiram de criar novas em 2009, diante do fracasso das anteriores? Eu estou nessa categoria. Vou admitir, envergonhada, que não faço mais promessas de ano novo porque sei que não as cumprirei. Por não as fazer, não me sinto uma fracassada por quebrá-las.

Mas por que as resoluções de ano novo são tão difíceis de manter? A resposta é simples: cumprir promessas de ano novo requer mudança de comportamento e, quimicamente e biologicamente, nosso cérebro prefere seguir o padrão de menor resistência e fazer o que sempre fizemos. Não significa que nosso cérebro rejeite mudanças – na verdade, nossa capacidade de adaptação é provada por nosso tempo de existência da terra – mas a questão é que as mudanças realmente levam tempo.

Outra razão para ser tão difícil manter as promessas de ano novo é porque elas são, geralmente, pouco realistas. Somos levados à decepção ao estabelecermos metas impossíveis de alcançar, ou porque falta especificidade, ou porque requerem uma transformação rápida. Por exemplo, resolvemos “comer melhor”, mas não definimos o que isso quer dizer. Resolvemos “encontrar um novo emprego”, mas esquecemos de estabelecer o plano necessário para chegar lá.

Aqui estão três desejos que todo CIO gostaria de incorporar ao seu dia-a-dia:

1. Absorver novas responsabilidades – encabeçar iniciativas de forma proativa ou aventurar-se no desconhecido está bem longe do comportamento tradicional do departamento de TI. Contudo, o CIO precisa aprender a incorporar essa responsabilidade de liderar projetos que não sejam diretamente relacionados à tecnologia, em especial, quando eles criam oportunidades de negócio.

2. Inovar – oportunidades para inovar estão sempre presentes, e podem ser essenciais em momentos de crise. Ao se posicionar como alguém com perfil inovador, o CIO pode acabar com a visão de que a TI representa apenas um centro de custo para transformar-se em uma área estratégica para o crescimento da organização. Para tanto, é necessário conectar cada projeto de TI a um objetivo de negócio ou de receita.

3. Comunicar melhor – “A constante comunicação com a alta gestão da companhia é muito, muito importante”, defende Young, da Bright Horizons. O líder de TI precisa ter a certeza que os executivos de negócio estão cientes dos projetos, do status de cada ação e, o mais importante, como isso vai contribuir para os lucros da companhia. A melhor forma de garantir essa comunicação é por meio de reuniões regulares entre os principais responsáveis pelas áreas de negócio. Assim, o CIO consegue obter tanto recursos como o apoio necessário de todos os envolvidos.

Agora, como transformá-las em resoluções de Ano Novo? Se quisermos alcançar nossas promessas de ano novo, precisamos torná-las específicas. Componha um elenco operações curto e longo prazo, como:

1.  Olhar a “TI” como fonte de informação.  Se concentre mais em compreender o valor dos dados em vez da tecnologia.  Não desperdice dados que a empresa detém sobre clientes, produtos, processos e projetos. Todas as informações são fontes de ideias.

2. Passar a ler mais. Ler jornais e revistas relacionadas a temas de negócio é uma boa forma de estar melhor preparado para reuniões com o board e ter olhar mais estratégico sobre a operação.

3 . Apresentar soluções para o negócio e não ferramentas tecnológicas. Um projeto global irá capturar a atenção do CEO, ao contrário do que acontecerá se você abordá-lo falando de especificidades técnicas de TI.

4. Incorporar o exercício de inovação à rotina. Significa olhar todos os aspectos de sua vida de forma mais questionadora, pensando em maneiras de melhorar as questões do próprio dia-a-dia. Assim o conceito de inovação começará a ser desmistificado.

5. Fazer reuniões com seus pares com maior frequência. Admita, você não ouve seus pares o tanto quanto deve. Pegue sua agenda e reserve mais tempo para isso.

7. Encontrar tempo para blogar e tuitar. São a forma mais eficaz tornar a conversa com funcionários, clientes e parceiros, mais autêntica. Você vai se surpreender com o que você vai aprender (e com o que você tem para oferecer).

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Publicado por em 12 de fevereiro de 2013 em Tecnologia

 

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Anatel aprova regulamento para novo plano de metas

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16 de fevereiro de 2012 – 11h23

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) vai disponibilizar o regulamento da terceira edição do Plano Geral de Metas de Universalização da Telefonia Fixa (PGMU 3) para consulta pública por um período de 30 dias. O PGMU 3 estabelece metas de universalização para as concessionárias de telefonia fixa de 2011 a 2015.

A Anatel também aprovou consulta pública por 30 dias do regulamento da prestação de serviço de telefonia fixa nas áreas rurais.

A proposta do PGMU 3, que será disponibilizada ao público, garante às prefeituras acesso a 50% da capacidade da infraestrutura de rede das operadoras para conexão à internet (backhaul). Além disso, estabelece regras para a instalação de orelhões [telefones públicos] em áreas indígenas e comunidades quilombolas.

As empresas terão ainda que elaborar planos de mídia para divulgar, nas emissoras de rádio e TV e na internet, as metas de universalização definidas pela agência reguladora.

* Com informações da Agência Brasil

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Publicado por em 6 de março de 2012 em Tecnologia

 

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Dilma não fala de metas vitais para telecom, dizem deputados

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Em discurso no Congresso Nacional, a presidente omitiu projetos importantes como o marco legal para as comunicações, Fust e regulamentação do PNBL.

07 de fevereiro de 2012 – 20h08

Deputados ligados à área de comunicações afirmam que a mensagem da presidente Dilma Rousseff ao Congresso Nacional, relativa à reabertura dos trabalhos da 54ª legislatura, não menciona, como metas para 2012, temas essenciais para o desenvolvimento do setor.

Os parlamentares citam, por exemplo, o marco legal para as comunicações eletrônicas, em fase de elaboração pelo governo; e o projeto de lei do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust – PL 1481/07) – nenhum deles listado entre as prioridades deste ano.

Dilma promete apenas “prosseguir com as ações voltadas à atualização do marco legal das comunicações eletrônicas”, sem estabelecer prazo para a conclusão do trabalho, que foi iniciado no governo Lula.

A mensagem presidencial menciona a continuidade do Programa Nacional de Banda Larga (PNBL) em 2012. Porém, não cita como prioritária a aprovação, pela Câmara, do PL 1481/07, que permite que recursos do Fust sejam utilizados para a massificação da internet rápida.

Já a proposta de marco civil para a internet (PL 2126/11, do Poder Executivo), também considerada prioritária pelos deputados ligados ao setor, é mencionada pela presidente como “matéria que deverá merecer atenção especial do governo em 2012”.

O líder do PT, deputado Paulo Teixeira (SP), destaca que, para a bancada do partido, as três propostas são prioritárias. A expectativa dele é que o marco legal para as comunicações eletrônicas seja enviado ainda neste ano ao Congresso.

Desatualização
A deputada Luiza Erundina (PSB-SP) acha “incompreensível” que o envio do novo marco legal das comunicações ao Congresso não tenha sido listado como meta do governo para este ano. “O Código Brasileiro de Telecomunicações (CBT) completa 50 anos neste ano, e houve grandes mudanças tecnológicas nesse período”, ressalta. “Além disso, o capítulo V da Constituição, que trata da Comunicação Social, permanece sem regulação”, complementa.

Para a deputada, a Frente Parlamentar em Defesa da Liberdade de Expressão e Democratização da Comunicação deve ser ativa este ano e “trabalhar para que se criem condições políticas para que o tema passe a ser prioridade para o governo”. Ela destaca ainda que, enquanto o Executivo não finaliza a elaboração de uma nova lei de comunicações, os deputados podem avançar na discussão da temática, além de aprovar outras propostas importantes para o setor, como o marco civil da internet e o projeto do Fust.

Banda larga
Para o deputado Eduardo Azeredo (PSDB-MG), a aprovação do projeto do Fust deveria ser priorizada pelo governo. “O Fust está largado, sem uso”, afirma. O fundo arrecada em média 850 milhões de reais por ano, mas recursos vêm sendo contingenciados pelo governo.

O relator da subcomissão especial destinada a acompanhar as ações do PNBL, deputado Newton Lima (PT-SP), considera essencial a aprovação do projeto do Fust. Em relatório prévio aprovado pela Comissão de Ciência e Tecnologia em dezembro do ano passado, ele recomendou a priorização do projeto na agenda política da Casa. O projeto aguarda deliberação do Plenário.

Além disso, o relatório de Lima recomendou a promoção, pelos estados, da desoneração fiscal do serviço de banda larga. Quanto a esse tema, Dilma afirma que se encontra “em fase de conclusão a criação de um regime tributário especial para o PNBL, que possa, por meio de renúncia fiscal, antecipar investimentos adicionais da ordem de 10 bilhões de reais nos próximos cinco anos”.

*Com informações da Agência Câmara

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Publicado por em 3 de março de 2012 em Tecnologia

 

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Ministério da Justiça defende fixação de metas de qualidade para banda larga

O Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC), órgão da Secretaria de Direito Econômico do Ministério da Justiça, defendeu em nota técnica enviada à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) a fixação de metas de qualidade para a banda larga fixa e móvel, lembrando que o setor de telecomunicações é responsável por aproximadamente um quarto do total de demandas dos consumidores apresentadas aos Procons. Conforme dados do Sistema Nacional de Informações de Defesa do Consumidor (Sindec), o ramo de telecomunicações registrou 22,9% das queixas em 2011.

O documento enviado à Anatel é um posicionamento formal sobre o pedido feito pela Oi para anular itens do Regulamento de Gestão de Qualidade do Serviço de Comunicação Multimídia e Regulamento de Gestão de Qualidade do Serviço Móvel Pessoal. O documento do DPDC afirma ainda que a Anatel, ao disciplinar os serviços privados, viabiliza o cumprimento dos direitos dos consumidores e tem como objetivo garantir o aumento da qualidade dos serviços prestados.

A Anatel abriu consulta pública entre 16 de janeiro e 1º de fevereiro, após a Oi apresentar pedido de anulação de diversos artigos dos regulamentos de qualidade da banda larga e da telefonia móvel, aprovados em outubro do ano passado. Entre as metas, há indicadores de atendimento ao consumidor, critérios de qualidade para as redes, incluindo parâmetros mínimos e médios de velocidade. A partir de 2012, as empresas com mais de 50 mil assinantes deverão garantir a média de 60% da velocidade contratada, subindo para 70% no segundo ano e 80% a partir do terceiro.

“Com o pedido de anulação das metas, há risco de retrocesso na qualidade dos serviços oferecidos ao consumidor”, avalia Juliana Pereira, diretora do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor.

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Publicado por em 2 de março de 2012 em Tecnologia

 

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Ministério da Justiça defende fixação de metas de qualidade para banda larga

O Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC), órgão da Secretaria de Direito Econômico do Ministério da Justiça, defendeu em nota técnica enviada à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) a fixação de metas de qualidade para a banda larga fixa e móvel, lembrando que o setor de telecomunicações é responsável por aproximadamente um quarto do total de demandas dos consumidores apresentadas aos Procons. Conforme dados do Sistema Nacional de Informações de Defesa do Consumidor (Sindec), o ramo de telecomunicações registrou 22,9% das queixas em 2011.

O documento enviado à Anatel é um posicionamento formal sobre o pedido feito pela Oi para anular itens do Regulamento de Gestão de Qualidade do Serviço de Comunicação Multimídia e Regulamento de Gestão de Qualidade do Serviço Móvel Pessoal. O documento do DPDC afirma ainda que a Anatel, ao disciplinar os serviços privados, viabiliza o cumprimento dos direitos dos consumidores e tem como objetivo garantir o aumento da qualidade dos serviços prestados.

A Anatel abriu consulta pública entre 16 de janeiro e 1º de fevereiro, após a Oi apresentar pedido de anulação de diversos artigos dos regulamentos de qualidade da banda larga e da telefonia móvel, aprovados em outubro do ano passado. Entre as metas, há indicadores de atendimento ao consumidor, critérios de qualidade para as redes, incluindo parâmetros mínimos e médios de velocidade. A partir de 2012, as empresas com mais de 50 mil assinantes deverão garantir a média de 60% da velocidade contratada, subindo para 70% no segundo ano e 80% a partir do terceiro.

“Com o pedido de anulação das metas, há risco de retrocesso na qualidade dos serviços oferecidos ao consumidor”, avalia Juliana Pereira, diretora do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor.

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Publicado por em 2 de março de 2012 em Tecnologia

 

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