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Angela Merkel perde 10kg em 4 meses e chama a atenção

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Angela Merkel aparece em foto em janeiro, após sofrer acidente de esqui na Suíça, e em maio, durnte cerimônia em Berlim (Foto: Reuters/Tobias Schwarz)Angela Merkel aparece em foto em janeiro, após sofrer acidente de esqui na Suíça, e em maio, durante cerimônia em Berlim (Foto: Reuters/Tobias Schwarz)

O jornal “Bild” revelou nesta terça-feira (6) o segredo da evidente perda de peso da chanceler alemã, Angela Merkel: uma dieta restrita de frutas e verduras que segue desde que caiu esquiando no final do ano passado e que já a fez perder 10 kg.

Vários meios de comunicação alemães divulgaram a dieta da chanceler, acompanhadas por imagens de “antes e depois” que demonstram, como ressaltou “Bild”, que Merkel está seguindo os conselhos de seus médicos ao pé da letra.

A primeira regra da dieta é se afastar das bolachas onipresentes em todas as reuniões políticas de Berlim, que a chanceler substituiu por frutas.

Os pãezinhos com linguiça e queijo, frequentes nos encontros da direção de seu partido, a União Democrata -Cristã, são substituídos por bastões de cenoura, pimentão e alho-poró.

“É muito disciplinada”, disseram fontes ao jornal, que chegou a ressaltar que a chanceler pediu aos responsáveis do partido que os pãezinhos não sejam colocado ao seu alcance.

Quem não está tendo tanto sucesso na dieta parece ser o ministro da Chancelaria, Peter Altamaier, que pesa cerca de 140 kg e pôs suas esperanças na bicicleta.

O ministro, no entanto, carrega o sobrepeso com humor e garantiu que ele e seu corpo assinaram um “armistício”.

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Publicado por em 7 de maio de 2014 em Brasil

 

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Obama e Merkel ameaçam impor sanções mais amplas à Rússia

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 Presidente americano Barack Obama e chanceler alemã Angela Merkel participam de coletiva de imprensa na Casa Branca nesta sexta-feira (2) (Foto: AFP Photo/Jewel Samad) Presidente americano Barack Obama e chanceler alemã Angela Merkel participam de coletiva de imprensa na Casa Branca nesta sexta-feira (2) (Foto: AFP Photo/Jewel Samad)

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse nesta sexta-feira (2) que o seu país irá optar por “sanções setoriais” contra a Rússia se Moscou impedir os planos de eleições na Ucrânia previstas para o fim deste mês.

Obama falou a repórteres na Casa Branca depois de conversar com a chanceler alemã, Angela Merkel, que também apoiou a adoção de sanções mais abrangentes, e disse que a União Europeia e os EUA continuarão a trabalhar em parceria no tema.

“O próximo passo será um regime mais amplo de sanções setoriais”, declarou Obama. Merkel concordou, dizendo que 25 maio é uma data importante e que “faremos com que as eleições aconteçam”.

Os EUA e a UE impuseram várias rodadas de sanções a indivíduos e algumas empresas para tentar persuadir o presidente russo, Vladimir Putin, a conter qualquer interferência em áreas de fala russa no leste da Ucrânia.

Os setores bancário e de energia são dois dos mais prováveis a serem atingidos se as novas sanções forem aplicadas.

“Na Europa, tomamos uma decisão que se houver uma desestabilização maior, vamos dar início da uma terceira etapa de sanções. Gostaria de destacar que isso não é necessariamente o que queremos, mas estamos prontos e preparados para tomar tal decisão”, disse Merkel.

Obama afirmou que o objetivo das sanções não é punir a Rússia, mas dar aos russos um incentivo “para escolher um caminho melhor”.

O presidente dos EUA pediu aos russos que convençam as milícias pró-Rússia na Ucrânia a depor as armas e disse ser deplorável que elas estejam fazendo observadores internacionais reféns.

Os dois líderes disseram estar unidos no desejo de impor custos à Rússia por suas ações na Ucrânia e de apoiar os ucranianos, inclusive financeiramente.

“Estamos unidos em nosso apoio à Ucrânia, incluindo o importantíssimo programa do Fundo Monetário Internacional aprovado nesta semana”, declarou Obama, referindo-se à aprovação de um pacote de 17 bilhões de dólares em dois anos para a Ucrânia.

Ele disse que o relato russo dos eventos no leste ucraniano, segundo o qual há um levante espontâneo de ativistas pró-Rússia, foi desmentido pelo uso de mísseis terra-ar nesta sexta-feira que derrubaram dois helicópteros militares ucranianos.

“É óbvio para o mundo que estes grupos apoiados pela Rússia não são manifestantes pacíficos. São militantes fortemente armados”, afirmou Obama.

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Publicado por em 3 de maio de 2014 em Brasil

 

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Merkel defende justiça social no início do terceiro mandato na Alemanha

A chanceler alemã Angela Merkel chega ao Parlamento nesta quarta-feira (29) em Berlim (Foto: AP)De muletas, a chanceler alemã Angela Merkel
chega ao Parlamento nesta quarta-feira (29) em
Berlim
(Foto: AP)

A chanceler alemã Angela Merkel apresentou nesta quarta-feira (29) os projetos de seu governo, marcados por uma preocupação com a justiça social e defendendo melhorias no sistema previdenciário, muito criticado pela comunidade empresarial, e a introdução de um salário mínimo.

Em um discurso de uma hora, a chanceler evocou todas as áreas que deverão receber a atenção de seu governo, formado por uma coalizão ente seu partido conservador e os social-democratas, neste terceiro mandato.

O governo Merkel III quer “colocar as pessoas no centro de suas ações”, declarou a chefe de Governo, listando seus projetos: reforma previdenciária, salário mínimo, dupla nacionalidade e revisão da transição energética.

Sentada, pois está usando muletas devido a uma lesão na pélvis após uma queda de esquis durante as férias de fim de ano, Merkel fez referência à “economia social de mercado”, importante para os alemães, que combina liberdade empresarial e um Estado de bem-estar social forte.

O Conselho Ministerial aprovou na quinta-feira uma reforma que reduz a idade da aposentadoria para 63 anos, para aqueles que contribuíram por 45 anos.

Desta forma, Merkel retoma, sob a pressão dos sociais-democratas, uma grande reforma iniciada em seu primeiro governo (2005-2009).

Em 2007, foi uma “grande coalizão” liderada pela chanceler que decidiu aumentar a idade de aposentadoria para 67 anos.

As donas de casa não receberão mais aposentadoria, um assunto caro aos conservadores . Ao todo, a reforma custará 60 bilhões de euros até 2025 , uma despesa justificada pela chanceler por uma preocupação “humanitária”.

“A humanidade de uma sociedade se reflete em seu tratamento aos mais fracos, velhos e doentes”, disse Merkel

A reforma da previdência tem sido, contudo, muito criticada na Alemanha por parte da mídia e da comunidade empresarial. Ela “cria um desequilíbrio em detrimento das gerações mais jovens”, considerou o presidente da federação dos empregadores BDA, Ingo Kramer.

A “coalizão tem se dedicado aos mais velhos, porque os eleitores estão ficando cada vez mais velhos”, criticou o jornal “Frankfurter Allgemeine Zeitung”.

Até mesmo o predecessor de Merkel, o ex-chanceler Gerhard Schröder, denunciou uma reforma que envia um “mau sinal” aos parceiros europeus, a quem a Alemanha tem cobrado ajustes estruturais desde o início da crise.

“Cada um deve fazer o que tem de fazer”, reiterou a chanceler, ressaltando mais uma vez que só as reformas estruturais podem “fazer com que a Europa saia da crise mais forte” e permitir uma Europa “mais justa”.

A chefe de Governo reafirmou a intenção do governo de introduzir a partir de 2015 um salário mínimo de 8,50 euros brutos por hora, porque “nenhuma pessoa com um coração pode rejeitar a ideia de um salário mínimo”.

As reformas do mercado de trabalho introduzidas por Schröer a partir de 2005, um fator essencial para o sucesso econômico do país hoje, levaram a “abusos” que seu governo quer corrigir, disse ela, evocando, por exemplo, as regras mais rigorosas sobre o trabalho temporário.

Após Merkel, todos os ministros devem falar aos membros do Parlamento até sexta-feira , durante três sessões de debates políticos.

Fonte G1

 
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Publicado por em 30 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Angela Merkel não deve se preocupar com espionagem, diz Obama

O presidente dos EUA, Barack Obama, chega para falar sobre as mudanças na espionagem americana nesta sexta-feira (17) (Foto: AFP)O presidente dos EUA, Barack Obama, chega para
falar sobre as mudanças na espionagem
americana nesta sexta-feira (17) (Foto: AFP)

O presidente americano, Barack Obama, garantiu que a chanceler da Alemanha, Angela Merkel, não precisa “se preocupar” com a confidencialidade das comunicações dos alemães, enquanto ele for presidente dos Estados Unidos – declarou o próprio em entrevista à televisão alemã neste sábado (18).

“Enquanto eu for presidente dos Estados Unidos, a chanceler alemã não terá de se preocupar” com a vigilância, declarou Obama à emissora pública alemã ZDF, na entrevista que deve ser transmitida neste sábado.

Segundo Obama, os dois países têm uma “relação de amizade e de confiança”.

“Não tenho necessidade, e não quero, nutrir essa relação por um mecanismo de vigilância, que se colocaria no meio da comunicação e da confiança que nós temos”, frisou.

A entrevista foi dada depois do anúncio, na véspera, da reforma nos programas da Agência da Segurança Nacional (NSA, na sigla em inglês), suspeita de ter espionado comunicações de líderes estrangeiros, incluindo o celular de Merkel.

Na sexta-feira (17), o porta-voz de Merkel comemorou “o fato de que a proteção dos dados e dos direitos das pessoas serão mais respeitados no futuro, sobretudo, dos cidadãos não americanos”.

Neste sábado, as reações foram mais críticas.

O presidente da Comissão de Relações Exteriores do Bundestag, Norbert Rittgen, do partido conservador CDU da chanceler, declarou que o anúncio de Obama foi “técnico” e não respondia, “infelizmente, ao verdadeiro problema”. Para ele, há uma “divergência transatlântica” sobre o equilíbrio entre liberdade e segurança.

Em entrevista na edição de domingo do jornal “Bild”, o ministro alemão da Justiça, o socialdemocrata Heiko Maas, vi nos projetos de Obama “um primeiro passo”. Segundo ele, a confiança da Alemanha em seu parceiro americano será restaurada apenas “quando tivermos assinado um acordo que proteja, de maneira juridicamente vinculante, os dados de todos os cidadãos”.

Fonte G1

 
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Publicado por em 21 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Grupo de Merkel busca acordo com centro-esquerda e evita os verdes

 Os conservadores da chanceler alemã, Angela Merkel, se encaminhavam nesta terça-feira (24) para conversações com o principal rival da centro-esquerda, depois de pesos-pesados do campo político da primeira-ministra terem descartado a possibilidade de uma união com os ambientalistas do partido Verde.

O partido de Merkel, União Democrata-Cristã (CDU), de centro-direita, e sua legenda-irmã da Baviera, a União Social-Cristã (CSU), alcançaram na eleição de domingo seu melhor resultado em mais de duas décadas, mas ficaram cinco cadeiras parlamentares abaixo do necessário para ter a maioria absoluta.

O Partido Social-Democrata (SPD) parece o mais propenso a fechar um acordo com Merkel, depois que o atual parceiro da coalizão de governo, o Democrático-Liberal (FDP), não conseguiu os 5% de votos requeridos para ter representação parlamentar. As outras legendas no novo Bundestag, a Câmara Baixa do Parlamento, serão os Verdes e o radical A Esquerda.

“Eu não manterei tais conversações (com os Verdes). Ponto final”, disse o líder do CSU, Horst Seehofer, cujo partido conquistou vitórias esmagadoras na eleição estadual da Baviera, em 15 de setembro, e no pleito nacional, no domingo.

“Só posso dizer que flertar com os Verdes… iria fortalecer imediatamente a ala da direita”, afirmou ele à revista Der Spiegel.

Ele aludia aos temores de conservadores de que uma guinada do CDU/CSU para a esquerda poderia estimular mais eleitores a se voltarem para partidos mais à direita, como o antieuro Alternativa para a Alemanha (AfD), que por pouco não conseguiu uma cadeira parlamentar na eleição de domingo.

Merkel declarou na segunda-feira que já havia feito contato com a liderança do SPD, mas não afastou a possibilidade de conversas com outros partidos, na busca por um governo estável que conduza a maior economia da Europa nos próximos quatro anos.

A ala mais conservadora do bloco de Merkel não gosta do pacifismo dos Verdes, que defendem grandes aumentos de impostos sobre os ricos.

O CDU-CSU governou com o SPD em uma “grande coalizão” relativamente eficaz liderada por Merkel de 2005 a 2009.

Depois de ter sofrido sua segunda pior derrota eleitoral no pós-guerra, o SPD está dividido sobre se deve governar novamente com Merkel. Alguns no SPD dizem que a legenda deveria permanecer na oposição e focar no retorno ao poder em 2017.

Se concordar em se unir a um governo liderado por Merkel, o SPD provavelmente vai pressionar por grandes concessões, tais como um salário mínimo nacional e maiores impostos sobre os ricos. Pode também insistir em obter o cargo de ministro das Finanças, substituindo o atual detentor da pasta, Wolfgang Schaeuble, e outros postos, como o do Trabalho e o de Relações Exteriores.

Fonte G1

 
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Publicado por em 25 de setembro de 2013 em Brasil

 

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Drone provoca susto em comício de Merkel

veículo aterrissou a poucos metros de Angela Merkel (Foto: BBC)Veículo aterrissou a poucos metros de
Angela Merkel (Foto: BBC)

Um veículo aéreo de pequeno porte, pilotado por controle remoto, deu um pequeno susto durante um comício da chanceler Angela Merkel no domingo na cidade de Dresden. Veja o vídeo.

Um homem de 23 anos disse ter usado o veículo do tipo ‘drone’ apenas para tirar fotos aéreas do comício. Mas a polícia não gostou da ideia e pediu para que ele interrompesse o voo.

O veículo aterrissou a poucos metros de Angela Merkel, que assistiu a tudo de bom humor.

O homem foi brevemente detido e interrogado. Merkel está em campanha para se reeleger. O pleito ocorre no domingo.

Fonte G1

 
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Publicado por em 16 de setembro de 2013 em Brasil

 

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Foto de rival de Merkel fazendo gesto obsceno vira polêmica na Alemanha

Mulher observa nesta quinta-feira (12), na Internet, a foto polêmica de Peer Steinbrück (Foto: AFP)Mulher observa nesta quinta-feira (12), na Internet, a foto polêmica de Peer Steinbrück (Foto: AFP)

Uma foto de Peer Steinbrück, rival social-democrata da chanceler alemã, Angela Merkel, fazendo um gestoobsceno provocou nesta quinta-feira (12) surpresa e indignação na Alemanha, a dez dias das eleições legislativas.

Steinbrück reagiu mostrando o dedo médio a uma pergunta de um jornalista da revista de centro-esquerda “Süddeutsche Zeitung” sobre os nomes que recebeu durante a campanha.

Peer Steinbrück tinha aceitado participar dessa “entrevista muda” que tinha como princípio responder a perguntas com gestos imortalizados por um fotógrafo.

A imagem, que aparecerá na capa da edição de sexta-feira da revista SZ Magazin, foi divulgada nesta quinta à noite e imediatamente causou furor nas redes sociais.

O ministro alemão da Economia, Philipp Rosler (do partido liberal FDP), criticou o gesto de Steinbrück, considerando-o inaceitável por parte de um candidato à chefia do governo.

A Alemanha realizará eleições legislativas no domingo, 22 de setembro. As pesquisas de opinião apontam a atual chanceler Angela Merkel como a favorita.

Fonte G1

 
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Publicado por em 13 de setembro de 2013 em Brasil

 

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