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Tubarão tenta devorar rival menor e choca funcionários de aquário

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Funcionários do aquário de Oarai, no Japão, ficaram horrorizados quando um tubarão-tigre tentou devorar outro menor de outra espécie.

Visitantes ficam horrorizados após tubarão tentar devorar outro menor (Foto: Reprodução/YouTube/The Red Phoenix)Funcionários ficam horrorizados após tubarão tentar devorar outro menor (Foto: Reprodução/YouTube/The Red Phoenix)

O tubarão-tigre mastigou várias vezes o tubarão-de-pontas-brancas-de-recife, mas acabou desistindo, pois ele tinha a pele muito dura.

Funcionários ainda tentaram salvá-lo, mas o tubarão-de-pontas-brancas-de-recife não resistiu às lesões e morreu.

Após o incidente, o aquário divulgou uma nota afirmando que pretende avaliar quais espécies de tubarões podem ficar nos mesmos tanques.

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Publicado por em 6 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Exemplar raro de menor espécie de veado do mundo nasce na Espanha

 Foto tirada nesta sexta-feira mostra filhote de veado-rato de Java e sua mãe no parque Fuengirola, perto de Málaga (Foto: AFP Photo/Jorge Guerrero) Foto tirada nesta sexta-feira mostra filhote de veado-rato de Java e sua mãe no parque Fuengirola, perto de Málaga (Foto: AFP Photo/Jorge Guerrero)

Um exemplar da menor espécie de veado do mundo – uma espécie rara que tem o tamanho de um hamster – nasceu em um parque natural no sul da Espanha, segundo anúncio feito por ambientalistas nesta sexta-feira (25).

O filhote de “veado-rato” de Java (cujo nome científico é Tragulus javanicus), nascido em 9 de abril no Bioparque Fuengirola, perto de Málaga, tornou-se o 43º membro vivo dessa espécie na Europa.

Originário do sudeste asiático, o cervo é chamado de veado-rato por suas dimensões minúsculas e grandes olhos, que fazem com que ele se pareça mais com um roedor.

Quando nasceu, o filhote (que ainda não tem nome porque ainda é muito pequeno para ter o sexo determinado) pesava cerca de 100 gramas. Mas “está crescendo muito rápido”, disse à AFP a porta-voz do parque, Asun Portillo.

O veado-rato cresce geralmente até o tamanho de um coelho e pesa no máximo um quilo quando adulto. “Ele está indo muito bem em seu ambiente, apesar de não conseguir sugar ainda, e não poder se alimentar sozinho.”

Sua mãe vive no parque Fuengirola desde 2007 e seu pai foi trazido da cidade de Lille, na França, há um ano, segundo o parque. A sobrevivência da espécie está ameaçada pelo desmatamento em sua terra nativa, no sudeste asiático.

 Filhote de veado-rato de Java nasceu em 9 de abril em parque espanhol (Foto: AFP Photo/Jorge Guerrero) Filhote de veado-rato de Java nasceu em 9 de abril em parque espanhol (Foto: AFP Photo/Jorge Guerrero)Filhote de veado-rato interage com sua mãe em parque da Espanha (Foto: AFP Photo/Jorge Guerrero)Filhote de veado-rato interage com sua mãe em parque da Espanha (Foto: AFP Photo/Jorge Guerrero)

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Publicado por em 30 de abril de 2014 em Tecnologia

 

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Laboratório suíço quebra recorde ao criar menor capa de revista do mundo

A National Geographic Kids divulgou nesta sexta-feira a imagem (25) fotos da menor capa de revista do mundo, confeccionada por cientistas.

A partir de uma tecnologia similar à impressão 3D, a equipe em Rueschlikon, na Suíça conseguiu esculpir a capa em um polímero de 11×14 micrômetros, que contém a imagem de dois pandas.

O projeto foi certificado pelo Guinness Book como a menor capa de revista do mundo, e é tão pequena que 2 mil dessas imagens são suficientes para caberem em um único grão de arroz.

Capa de revista feita em laboratório mede 11x14 micrômetros (Foto: National Geographic Kids/Reuters)Capa de revista feita em laboratório mede 11×14 micrômetros (Foto: National Geographic Kids/Reuters)O físico Urs Duerig usa pinças para segurar uma ponta de silício afiada, 100 mil vezes menor do que um lápis apontado. O laboratório criou a menor capa de revista do mundo (Foto: Arnd Wiegmann/Reuters)O físico Urs Duerig usa pinças para segurar uma ponta de silício afiada, 100 mil vezes menor do que um lápis apontado. O laboratório criou a menor capa de revista do mundo (Foto: Arnd Wiegmann/Reuters)

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Publicado por em 30 de abril de 2014 em Tecnologia

 

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Brasil registra o menor número de focos de incêndio desde 2000

Info queimadas - vale este (Foto: Arte/G1)

O Brasil registrou no ano passado o menor número de focos de incêndio desde 2000, segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Ao longo de 2013, foram detectados por satélites 115 mil pontos de calor. O número é 40% menor que o verificado em 2012 (194 mil).

Para o pesquisador Alberto Setzer, responsável no Inpe pelo monitoramento de queimadas no país, três fatores podem explicar o dado: o alto índice de chuvas, a situação econômica desfavorável e uma maior fiscalização.

“O ano de 2013 foi bem mais chuvoso que 2012 e outros anos. Quando há uma maior precipitação, ficam diminuídas as condições para uso e propagação do fogo”, diz. “Além disso, a gente tem observado que, em anos que a situação econômica é favorável, quando há crescimento, seja pela exportação de soja ou de alguma outra atividade em alta, o número de queimadas e o desmatamento tendem a crescer, já que pessoas tentam aumentar a produção para se beneficiar. Não foi o caso do ano passado, quando todos estavam um pouco com o ‘pé atrás’.”

Segundo o pesquisador, um maior cerco das autoridades também foi fundamental. “Obviamente, quando as instituições estaduais e federais ligadas ao meio ambiente estão mais ativas no controle, cai o uso do fogo, já que ele é indevido, ilegal. E houve mais campanhas educativas e uma fiscalização mais intensa [em 2013]”, afirma.

O Pará foi o campeão de focos de incêndio: 20.542. Logo atrás, ficou Mato Grosso, com 17.823. O Maranhão, que em 2012 encabeçava a lista, diminuiu quase pela metade os registros: de 31.594 para 16.191 no ano passado.

2014
As altas temperaturas registradas neste ano devem favorecer novamente um aumento na estatística. Foram registrados em janeiro 2.634 focos, um aumento de quase 30% em relação ao mesmo mês do ano passado (2.049). Parte dos incêndios ocorreu em Mato Grosso (315), no Pará (251) e no Maranhão (195). Janeiro, no entanto, não costuma ser o mês que mais registra ocorrências. Historicamente, agosto, setembro e outubro concentram a maioria dos focos.

Para Setzer, as queimadas devem aumentar em 2014, em parte devido ao chamado “ciclo do fogo”. “Quando se queima muito durante um ano, a matéria orgânica da superfície [do solo] se reduz. E a recomposição não é imediata. Em 2013, o número foi muito baixo, então em 2014 a gente terá uma situação oposta, já que haverá mais fontes disponíveis de combustão, sem contar que o ano está mais seco e quente”, destaca.

Sob risco
Um em cada cinco municípios brasileiros (1.034 ao todo) tem atualmente alguma faixa de seu território em situação crítica para queimadas. “Isso significa que, se houver o início de uma queimada, ela pode sair do controle, já que a vegetação está mais seca e a umidade relativa do ar, muito baixa”, diz Setzer.

Governo do Tocantins decreta situação de emergência por causa dos focos de queimadas (Foto: Elisangela Farias/G1 TO)Apesar da diminuição de queimadas, Tocantins
teve que decretar situação de emergência em 2013
por causa de focos (Foto: Elisangela Farias/G1)

Os satélites do Inpe conseguem diagnosticar todos os focos de incêndio que tenham pelo menos 30 metros de extensão por 1 metro de largura.

Quase todas as queimadas hoje são causadas pelo homem, seja de forma proposital ou acidental. As razões variam desde limpeza de pastos, preparo de plantios, desmatamentos e colheita manual de cana-de-açúcar até balões de São João, disputas por terras e protestos sociais.

Segundo o Inpe, as queimadas destroem a fauna e a flora nativas, causam empobrecimento do solo e reduzem a penetração de água no subsolo, além de gerar poluição atmosférica com prejuízos à saúde de milhões de pessoas e à aviação. Denúncias de incêndios criminosos podem ser feitas ao Corpo de Bombeiros, às prefeituras, às secretarias estaduais do Meio Ambiente e ao Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis).

NÚMERO DE FOCOS DE INCÊNDIO EM 2013 (POR ESTADO):

Pará – 20.542
Mato Grosso – 17.823
Maranhão – 16.191
Tocantins – 9.786
Bahia – 7.313
Piauí – 6.561
Minas Gerais – 5.382
Amazonas – 5.118
Rondônia – 3.662
Mato Grosso do Sul – 3.565
Acre – 3.242
Goiás – 3.002
Ceará – 2.898
São Paulo – 2.055
Paraná – 1.905
Santa Catarina – 1.046
Roraima – 994
Amapá – 975
Rio Grande do Sul – 944
Pernambuco – 729
Rio de Janeiro – 405
Paraíba – 322
Rio Grande do Norte – 268
Espírito Santo – 261
Alagoas – 208
Sergipe – 185
Distrito Federal – 102

Foco de incêndio em área da floresta amazônica que está em regeneração. Desde o começo do ano, Pará registrou 4.039 focos de queimada, segundo o Inpe (Foto: Paulo Whitaker/Reuters)Foco de incêndio em área da floresta amazônica (Foto: Paulo Whitaker/Reuters)

Fonte G1

 
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Publicado por em 9 de fevereiro de 2014 em Tecnologia

 

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Rosado e peludo: o menor tatu do mundo

O raro pichiciego-menor é encontrado nas planícies da Argentina (Foto: Mariella Superina/BBC)O raro pichiciego-menor é encontrado nas planícies da Argentina (Foto: Mariella Superina/BBC)

Ele é pequeno, peludo, e rosado. Não é um grande animal, nem o protagonista de um conto de fadas, mas poderia ser. O pichiciego-menor (Chlamyphorus truncatus), mede pouco mais de 10cm, passa a maior parte de sua vida escavando embaixo da terra, e uma carapaça rosada cobre o seu suave pelo branco.

É o menor tatu do mundo, se alimenta de invertebrados e plantas, é e visto raramente na superfície. Encontrado nas planícies da Argentina, o pichiciego-menor é muito suscetível ao estresse e não tolera bem encontros com humanos.

“É um animal muito delicado, que em cativeiro vive no máximo oito dias, e morre”, disse à BBC Mundo Mariella Superina, especialista na preservação de tatus. Por sua raridade, esses animais se tornaram “uma obsessão” para Superina.

“Apesar do nome ‘pichiciego’, esses animais não são realmente cegos. Conseguem distinguir claridade de escuridão. ‘Pichi’ significa menino na língua mapuche (um povo indígena da região centro-sul do Chile e do sudoeste da Argentina), e eu suspeito que ‘ciego’ foi agregado ao nome para distingui-lo do piche (Zaedyus pichiy), uma espécie de tatu que pesa cerca de 1 kg e vive na mesma região”, disse a especialista.

Natureza delicada
Superina é pesquisadora do Conselho Nacional de Pesquisas Científicas e Técnicas (CONICET), na província de Mendoza, Argentina, a região do pichiciego. Por sua raridade, toda vez que as autoridades encontram um pichiciego perdido, eles o ajudam.

“Eles começaram a me avisar e a me trazer pichiciegos, primeiro um morto, depois um vivo para ver se eu conseguia reintegrá-lo a seu habitat natural, e assim eu comecei a conhecê-los”, disse Superina à BBC Mundo.

“O que acontece é que às vezes as pessoas o encontram, por exemplo, em uma estrada e, ou o levam pra casa como animal de estimação, ou o entregam às autoridades e perguntam o que é”, disse a especialista.

Mas a melhor coisa a se fazer, segundo a especialista, é deixar o pichiciego seguir o seu caminho, levando em consideração sua natureza delicada.

Superina lamenta nunca ter visto um em seu habitat natural, e teme que eles estejam à beira da extinção.

‘Eu realmente não sei quantos existem. Sou presidente do grupo de especialistas em tatus, preguiças e tamanduás da União Internacional para a Conservação da Natureza, e não temos dados suficientes para dizer se os pichiciegos estão ameaçados ou não, simplesmente porque não há nenhum estudo prático’, diz Superina.

Refinado
O que o torna tão especial? Superina explica que, entre as 21 espécies de tatus, que já são muito diferentes de outros mamíferos, o pichiciego é o único que perdeu a parte lateral da carapaça. “Sob a carapaça estão pelos de seda que cobrem seu corpo e ajudam o pichiciego a manter sua temperatura corporal.”

“A ponta da cauda tem uma forma de diamante, que também é muito raro, e é usada como uma quinta pata de apoio”, acrescenta a especialista.

Eles também têm uma placa vertical na parte de trás que os cientistas não sabiam o que era. Até que a pesquisadora foi capaz de colocar uma câmera infravermelha em um dos pichiciegos resgatados e filmá-lo. “Ele só saiu à noite, mas às vezes eu podia ver como ele cavava. Ele escavava e depois se virava e batia a terra atrás dele com esta placa vertical, um comportamento muito especial que os outros tatus não têm”.

Mas isso não é tudo: este tatu observado por Superina também se mostrou extremamente “exigente”. “A verdade é que eu fiquei louca, porque era extremamente difícil encontrar algo para ele comer, passei dias capturando besouros, à procura de vermes, procurando frutas naturais, para ver se conseguia incentivá-lo a comer algo natural, e nada, acho que tentei 34 ingredientes diferentes e ele se recusou a comer”, disse a pesquisadora.

“Então, eu tentei uma mistura de diferentes ingredientes, que foi o que ele comeu.” Mas, segundo Superina, qualquer alteração na mistura causou a rejeição imediata do pichiciego refinado.

“E o mais engraçado é que eu fiz a mesma mistura para o segundo pichiciego que me entregaram para reabilitar, e ele a rejeitou. Eles devem ter fortes preferências individuais, e por isso não podemos replicar estas experiências, e reabilitar cada pichiciego é um desafio muito grande”, explicou a especialista.

“Eles são tão diferentes, e é tão difícil encontrá-los, que esses animais são realmente fascinantes para mim, é uma espécie que eu gostaria de estudar e saber muito mais para protegê-lo, mas o problema é onde encontrá-los”, concluiu a pessoa que, provavelmente, sabe mais do que qualquer um sobre esses animais.

Fonte G1

 
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Publicado por em 28 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Cadela do tamanho de tênis bate recorde como menor cão do mundo

A cadela da raça chihuahua chamada “Miracle Milly” entrou para o Guinness, livro dos recordes, como menor cão do mundo. A cachorra tem apenas 9,65 centímetros de altura e vive com sua dona, Vanesa Semler, em Dorado, em Porto Rico. “Miracle Milly” será uma das atrações da edição 2014 do livro de recordes.

'Miracle Milly' entrou para o Guinness, livro dos recordes, como menor cão do mundo (Foto: Guinness World Records 2014 Edition/AP)‘Miracle Milly’ entrou para o Guinness, livro dos recordes, como menor cão do mundo (Foto: Guinness World Records 2014 Edition/AP)saiba mais Abobrinha de 50,5 kg e cenoura de  6,5 kg faturam título em feira inglesaCabra skatista e cão que anda em corda bamba entram para o GuinnessPor recorde, japoneses jogam bonés para o alto dentro de hangarPor recorde, mais de 4 mil competem em corrida de cavalos na MongóliaApós recorde, ucraniano dá entrevista de cabeça para baixoAmericano constrói réplica da Torre Eiffel com 75 mil cartas de baralhoBiblioteca bate recorde ao fazer dominó gigante com 2.131 livrosPor recorde, austríaco anda em corda bamba a 185 m de altura na AlemanhaBandeira com 349 m e 5 toneladas bate recorde na RomêniaPor recorde, filipinos soltam mais de 15 mil lanternasTravesseiro gigante de 6,7 toneladas bate recorde na MacedôniaPor recorde, cozinheiros preparam 2.706 sanduíches em 1 horaPor recorde, americano faz bambolê enquanto se movimenta em argolasPanamenho tenta recorde por descascar com os dentes 500 cocosDe olho em recorde, microlivro é colocado à venda por R$ 603Estudantes estouram 743 m² de plástico bolha e batem recordePor recorde, quase 15 mil indianos tocam tambores por 15 minutosBritânico devora torta em 25s53 e vence competiçãoPor recorde, cidade húngara escreve carta de 1,5 km para o Papai NoelGeorgiano bate recorde ao puxar caminhão de 8 toneladas com orelhaMédico puxa bonde de 19,5 toneladas com os dentes e bate recordePor recorde, 70 mil paquistaneses cantam hino nacionalPor recorde, húngaro deixa veículo de 1,7 tonelada passar por cimaPaquistanês bate recorde ao puxar veículo de 1,7 tonelada com bigodeMais de 80 surfistas pegam a mesma onda, mas falham em bater recordeRomeno anda 33 m debaixo d’água com peso de 59 quilos e bate recordePor recorde, cidade romena prepara salada de cerca de 20 toneladas’Mulher vampiro’ bate recorde com maior número de mudanças corporaisVeja ‘Popeye da vida real’ e outros recordes curiosos do GuinnessVeja lista com animais recordistas que estarão no Guinness 2013EUA batem recorde com ensopado de frutos do mar de 3 toneladasChefs preparam hambúrguer de 914 quilos nos EUA e batem recorde

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Publicado por em 17 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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Rock in Rio terá público menor, dois dias do metal e DJ no Palco Mundo

A edição deste ano do Rock in Rio será a com menor público da história do festival. Foi uma opção da organização do evento, que terá 85 mil pessoas por noite, na tentativa de proporcionar uma melhor experiência para os fãs que esgotaram os ingressos.

Além da diminuição da plateia, há outras mudanças no festival deste ano, se comparado ao de 2011. O evento começa nesta sexta-feira (13) e tem shows também nos dias 14, 15, 19, 20, 21 e 22 de setembro. São ao menos cinco boas novidades. Veja o que há de inédito no Rock in Rio 2013:

Público passou por aperto em frente ao Palco Mundo (Foto: Flavio Moraes/G1)Público passou por aperto em frente ao Palco
Mundo em 2011 (Foto: Flavio Moraes/G1)

15 mil pessoas a menos por dia
Esta edição teve a capacidade máxima de público reduzida de 100 mil para 85 mil pessoas por dia. “Isso será feito para que as pessoas possam transitar com mais conforto. Além disso, o impacto no trânsito e no abastecimento de comida é menor”, afirmou Roberto Medina, publicitário e idealizador do festival.

Passageiros não encontram problemas para embarcar nos ônibus especiais, em Copacabana (Foto: Alba Valéria Mendonça/G1)Passageiros pegam ônibus especial para ir ao
festival em 2011 (Foto: Alba Valéria Mendonça/G1)

Catracas para transporte
A novidade é a instalação de plataforma de pré-bilhetagem eletrônica no terminal. O público passa por catracas antes de entrar nos ônibus, ao ir embora. Segundo o secretário municipal de Transportes, Carlos Roberto Osório, isso vai agilizar a saída: “Será possível o embarque em 20 ônibus simultaneamente”. Serão 200 ônibus regulares para fazer a ligação entre dois terminais, com passagem a R$ 2,75.

O DJ francês David Guetta (Foto: Divulgação)David Guetta (Foto: Divulgação)

DJ como atração principal
David Guetta é o primeiro DJ a tocar no Palco Mundo do Rock in Rio carioca. O francês, que já se apresentou nas edições de 2010 e 2012 do Rock in Rio Madrid, ganhou três prêmios Grammy por levar as batidas eletrônicas ao topo das paradas do pop. Guetta é autor de músicas como “Titanium”, “Turn me on”, “Without you”, “Club can’t handle me”, “One love” e “Memories”, e produtor de “I gotta feeling”, hit maior do Black Eyed Peas.

Metallica faz show no Rock in Rio com 30 anos de carreira (Foto: AP)Metallica faz show no Rock in Rio 2011 (Foto: AP)

Dois dias do metal
O Rock in Rio sempre teve mais noites dedicadas ao rock do que a estilos com menos peso, mas geralmente com só um “dia do metal”. Diferentemente de 2011, o evento aposta em dois dias do metal nesta edição. No dia 19, as atrações são Sepultura + Tambours du Bronx, Ghost, Alice in Chains, Metallica, Sebastian Bach, Robie Zombie e outros. O segundo line-up metaleiro é de 22 de setembro: Slayer, Iron Maiden, Kiara Rocks, Avenged Sevenfold, Heloween, Sepultura e mais.

Doze dançarinos profissionais vão se apresentar no Palco Street Dance, no Rock In Rio (Foto: MariuchaMachado/G1)Doze dançarinos profissionais vão se apresentar no
Palco Street Dance (Foto: Mariucha Machado/G1)

Street Dance
O Rock in Rio terá palco exclusivo para a apresentação de street dance. Com cenário inspirado nas ruas de Nova York, um grupo de dançarinos vai promover apresentações de diversos estilos de danças urbanas. O palco terá ainda batalhas individuais e um concurso. “Com a experiência que a gente já teve em Lisboa e Madri eu tenho certeza que vai ser um sucesso absoluto”, comentou Roberta Medina, vice-presidente do Rock in Rio.

Fonte G1

 
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Publicado por em 13 de setembro de 2013 em Música

 

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