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Nigéria diz que 36 meninas no vídeo do Boko Haram foram identificadas

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Imagem de vídeo divulgado pelo Boko Haram mostra meninas com vestes islâmicas rezando ao ar livre. Jovens seriam as sequestradas em abril na Nigéria (Foto: Boko Haram/AFP)Imagem de vídeo divulgado pelo Boko Haram mostra meninas com vestes islâmicas rezando ao ar livre. Jovens seriam as sequestradas em abril na Nigéria (Foto: Boko Haram/AFP)

O governador do estado de Borno, na Nigéria, afirmou nesta terça-feira (13) que 36 garotas raptadas pelo grupo islâmico radical Boko Haram foram identificadas em um vídeo divulgado pelos rebeldes fundamentalistas na segunda-feira (12). Segundo a agência de notícias Reuters, Kashim Shettima disse que as jovens foram identificadas por suas mães.

Uma dessas mães identificou a filha em um vídeo divulgado por rebeldes islâmicos que mostra dezenas de jovens em cativeiro, afirmou nesta terça um representante dos familiares das vítimas.

Arte mapa sequestro Nigéria (Foto: G1)

A mãe viu o vídeo na televisão na noite de segunda-feira e reparou que sua filha estava entre as meninas sentadas no chão e usando véus, de acordo com Dumoma Mpur, presidente da associação de pais e professores da escola secundária no vilarejo de Chibok, de onde as meninas foram levadas, no nordeste da Nigéria.

O líder do grupo rebelde Boko Haram, Abubakar Shekau, divulgou o vídeo na segunda-feira oferecendo liberar as mais de 200 estudantes sequestradas na escola em meados de abril, em troca de prisioneiros presos pelo governo. Não estava imediatamente claro quando o vídeo das garotas foi filmado.

“O vídeo deixou os pais apreensivos novamente após o assistirem, mas as várias medidas tomadas pelo governo e a chegada de tropas estrangeiras está melhorando nosso espírito, mesmo que eu não tenha visto nenhum soldado em Chibok ainda”, disse Mpur à Reuters por telefone.

O governo nigeriano disse estar explorando todas as opções em seu esforço para resgatar as meninas. Os Estados Unidos e a Grã-Bretanha enviaram especialistas para ajudar com as buscas.

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Publicado por em 14 de maio de 2014 em Brasil

 

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Carla Bruni participa de manifestação por libertação de meninas na Nigéria

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A atriz e cantora Carla Bruni, mulher de Nicolas Sarkozy, e Valerie Trierweiler, ex-mulher do presidente François Hollande, participam de manifestação em Paris pela libertação das mais de 200 meninas sequestradas no mês passado na Nigéria (Foto: Philippe Wojazer/Reuters)A atriz e cantora Carla Bruni, mulher de Nicolas Sarkozy, e Valerie Trierweiler, ex-mulher do presidente François Hollande, participam de manifestação em Paris pela libertação das mais de 200 meninas sequestradas no mês passado na Nigéria (Foto: Philippe Wojazer/Reuters)

Duas ex-primeiras-damas francesas – a atriz e cantora Carla Bruni, mulher de Nicolas Sarkozy, e Valerie Trierweiler, ex-mulher do presidente François Hollande, participaram nesta terça-feira (13) de uma manifestação em Paris pela libertação das mais de 200 meninas sequestradas no mês passado na Nigéria.

As duas estavam em um grupo com outras mulheres no protesto que ocorreu perto da Torre Eiffel, em Paris. Elas seguravam cartazes com a inscrição “#BringBackOurGirls” (Tragam Nossas Meninas de Volta, em português), tema da campanha internacional pela busca das garotas.

Carla Bruni é vista entre as políticas Nathalie Kosciusko-Morizet e Valerie Pecresse em protesto em Paris pela libertação das meninas nigerianas (Foto: Philippe Wojazer/Reuters)Carla Bruni é vista entre as políticas Nathalie Kosciusko-Morizet e Valerie Pecresse em protesto em Paris pela libertação das meninas nigerianas (Foto: Philippe Wojazer/Reuters)

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Publicado por em 14 de maio de 2014 em Brasil

 

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Angelina Jolie condena sequestro de meninas nigerianas

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Angelina Jolie lança 'Malévola' em Paris na noite de terça-feira (6) (Foto: Reuters/Charles Platiau)Angelina Jolie lança ‘Malévola’ em Paris na noite
de terça-feira (6) (Foto: Reuters/Charles Platiau)

A atriz Angelina Jolie chamou a atenção nesta quinta-feira (8) para a luta contra a “impunidade” ao comentar o  sequestro de mais de 200 meninas na Nigéria.

“Estes homens pensam que podem abusar destas meninas desta forma, vendê-las, estuprá-las, considerá-las como se fossem sua propriedade, porque muitas pessoas fizeram o mesmo no passado sem serem punidas”, disse a estrela norte-americana ao canal de televisão britânico Sky News.

As menores foram sequestradas em meados de abril de uma escola em Chibok, no estado de Borno, no norte do país. A polícia anunciou a recompensa um dia após os Estados Unidos terem oferecido ajuda para a Nigéria solucionar o crime.

“É horrível que tenha chegado a este ponto”, lamentou a atriz, ao ser questionada sobre o sequestro das garotas nigerianas pelo grupo islamita Boko Haram. “É enfurecedor e vai além do entendimento que alguém possa fazer isso. Acho que é parte de um problema maior, por causa da falta de impunidade, as pessoas acreditam que podem cometer esse tipo de crime”.

Angelina Jolie estava em Londres para o lançamento do filme “Malévola”, nova produção da Disney estrelada por ela.

A estrela, que é embaixadora da boa vontade do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur), deve presidir ao lado do secretário de Relações Exteriores britânico, William Hague, a “Cúpula Mundial para o fim das violências sexuais em conflitos” em Londres, de 10 a 13 de junho.

“Uma das coisas pelas quais nós trabalhamos incessantemente é não só fazer tudo o que for possível para levar essas meninas de volta para suas casas, mas fazer com que crimes como este não se reproduzam”, declarou Angelina Jolie.

A reunião, apresentada pelo Foreign Office como a mais importante já organizada sobre o tema, reunirá representantes de governos, ONGs, especialistas militares e jurídicos, assim como membros da sociedade civil.

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Publicado por em 10 de maio de 2014 em Brasil

 

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Meninas contam como escaparam de sequestro coletivo na Nigéria

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Há um mês, numa ação rápida e coordenada, o grupo islamita Boko Haram sequestrou cerca de 200 meninas, todas estudantes.

Algumas delas tiveram sorte e conseguiram fugir do cativeiro.

Uma das meninas conta que os sequestradores disseram que matariam todas as garotas se elas corressem. Mas ela diz que preferia ser morta a ser capturada. Ela afirma que pulou um muro e se escondeu atrás de um muro durante toda a noite. Assista.

Protestos pedem libertação de meninas sequestradas por Boko Haram na Nigéria (Foto: BBC)Protestos pedem libertação de meninas sequestradas por Boko Haram na Nigéria (Foto: BBC)

Outra adolescente diz que os rebeldes do Boko Haram tiraram as meninas à força da escola e a queimaram. Em seguida, dez caminhões carregaram as garotas floresta adentro. Ela diz que conseguiu fugir e correu até alcançar a casa de uma pessoa.

Na capital da Nigéria, Abuja, um protesto pedindo pela libertação das meninas ocorre todos os dias.

Os manifestantes acreditam que a pressão interna e externa está tirando o governo da Nigéria da inércia.

A ativista Hadiza Bala Usman diz que a ação do Boko Haram é inaceitável e que pessoas de todo o mundo tem demonstrado apoio pela libertação das meninas. Usman acrescenta que essa pressão tem feito provocado uma reflexão no governo nigeriano que, segundo ela, ignorou inicialmente o caso.

Fórum Econômico Mundial
Nem mesmo o Fórum Econômico Mundial, que está sendo realizado em Abuja, foi capaz de tirar as atenções internacionais para o sequestro das meninas.

Durante o evento, houve um minuto de silêncio em homenagem às estudantes.

Em entrevista à BBC, o presidente da Nigéria, Goodluck Jonathan, afirmou que “o terrorismo não impedirá o mundo, nem a África nem a Nigéria de seguir o curso”.

Ele diz acreditar que os investimentos feitos pelo país agora vão poder acabar com o terrorismo.

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Publicado por em 10 de maio de 2014 em Brasil

 

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Homens armados sequestram mais meninas na Nigéria

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Arte mapa sequestro Nigéria (Foto: G1)

Homens armados que seriam integrantes do grupo extremista Boko Haram sequestraram mais oito meninas com idades entre 12 e 15 anos em uma vila no nordeste da Nigéria na noite desta segunda-feira (5), informaram a polícia e residentes locais nesta terça-feira (6).

O rapto das meninas, com idades entre 12 a 15 anos, ocorre depois do sequestro de outras 200 estudantes pelo grupo militante islâmico no mês passado.

“Eles eram muitos, e todos carregavam armas. Eles vieram em dois veículos pintados com cores do Exército. Eles começaram a atirar contra nossa vila”, disse Lazarus Musa, morador de Warabe, onde o ataque aconteceu.

Uma fonte da polícia disse que as meninas foram levadas em caminhões, junto a gado e aos alimentos saqueados.

O líder do Boko Haram, Abubakar Shekau, ameaçou em um vídeo divulgado para a imprensa na segunda-feira vender no mercado as meninas raptadas de uma escola secundária em 14 de abril.

Os sequestros por parte dos islamitas, que dizem estar lutando por um Estado islâmico na Nigéria, chocaram um país acostumado à violência na região nordeste.

“Muita gente tentou correr para trás da montanha, mas quando ouviram tiros, eles voltaram”, disse Musa. “Os homens do Boko Haram estavam entrando nas casas, mandando as pessoas para fora de suas casas.”

O Boko Haram, a principal ameaça à segurança do maior produtor de energia da África, está se tornando mais ousado e aparentemente mais bem armado do que nunca. Os sequestros em massa de abril ocorreram no dia da explosão de uma bomba, também reivindicada pelo Boko Haram, que matou 75 pessoas nos arredores de Abuja, no primeiro ataque contra a capital em dois anos.

O fracasso dos militares em encontrar as meninas em três semanas levou a protestos no nordeste, Abuja e Lagos, a capital comercial do país.

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Publicado por em 7 de maio de 2014 em Brasil

 

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EUA oferecem ajuda à Nigéria para localizar meninas raptadas

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Os Estados Unidos disseram nesta quinta-feira que oferecem ajuda à Nigéria em sua busca por cerca de 200 meninas sequestradas por militantes islâmicos em uma escola no nordeste do país, situado no oeste da África.

“Estamos envolvidos em conversas com o governo nigeriano sobre o que poderíamos fazer para ajudar em seus esforços para encontrar e libertar essas jovens mulheres”, disse a porta-voz do Departamento de Estado, Marie Harf, no contato diário com a imprensa. “Nós vamos continuar a ter essas conversas e ajudar de qualquer modo que pudermos.”

Homens armados suspeitos de serem do movimento islâmico radical Boko Haram invadiram em 14 de abril uma escola secundária de meninas na aldeia de Chibok, no Estado de Borno, colocaram as adolescentes em caminhões e desapareceram em direção a uma área remota na fronteira com o Camarões.

O sequestro ocorreu no mesmo dia em que a explosão de uma bomba, também atribuída ao Boko Haram, matou 75 pessoas na periferia da capital, Abuja, no primeiro ataque contra a capital em dois anos.

Mas a brutalidade da ação na escola chocou os nigerianos, já acostumados há muito tempo a ouvir falar de atrocidades relacionadas a insurgência islamista que dura cinco anos e está cada vez mais sangrenta. O Boko Haram é agora visto como a principal ameaça de segurança à Nigéria, principal produtor energia da África.

Marie não entrou em detalhes sobre o tipo de assistência que Washington está oferecendo, mas disse: “Nós sabemos que o Boko Haram está ativo na área e temos trabalhado em estreita colaboração com o governo nigeriano para a capacitação na luta contra essa ameaça.”

Separadamente, um grupo de senadores norte-americanos apresentou uma resolução condenando o sequestro e pedindo ajuda do governo dos EUA no esforço de resgate.

“Os EUA e a comunidade internacional devem trabalhar com o governo nigeriano para garantir que essas meninas voltem a suas casas e aprofundar os esforços para combater a crescente ameaça representada pelo Boko Haram”, disse o senador Chris Coons, de Delaware, presidente do Subcomitê de Assuntos Africanos no Senado, e um dos seis patrocinadores da resolução.

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Publicado por em 2 de maio de 2014 em Brasil

 

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Polícia do caso Madeleine procura homem que abusou de meninas

A polícia britânica que investiga o desaparecimento da menina Madeleine McCann em Portugal em 2007 informou nesta quarta-feira (19) que procura homem que abusou sexualmente de cinco meninas em apartamentos da região portuguesa do Algarve entre 2004 e 2006.

Segundo declarou hoje o detetive Andy Redwood, promotor do caso Madeleine, trata-se de um homem moreno, de cabelo escuro, que aparentemente entrou à força em 12 apartamentos de veraneio onde ficavam famílias britânicas entre 2004 e 2010, embora os ataques tenham acontecido até 2006.

Em alguns desses incidentes, cinco meninas de entre 7 e 10 anos de idade foram vítimas de agressões sexuais nos apartamentos.

Os ataques, segundo a polícia, aconteceram entre 2004 e 2006, antes do desaparecimento de Madeleine, em 3 de maio de 2007 no apartamento do complexo turístico onde a família McCann se hospedava na Praia da Luz, no Algarve (sul de Portugal).

O caso do intruso não foi relacionado ao de Madeleine pelos policiais portugueses, já que as agressões aconteceram em uma região muito ampla do sul de Portugal, acrescentou.

Foto de Madeleine McCann é exibida em TV em apartamento em Berlim, na Alemanha, nesta quinta-feira (17) (Foto: AFP)Foto de Madeleine McCann é exibida em TV em apartamento em Berlim, na Alemanha (Foto: AFP)

Em declaração, Redwood disse hoje que localizar esse homem, que “tem um interesse insano por meninas brancas”, é prioritário.

Segundo o detetive, o intruso falava inglês com sotaque estrangeiro, pausadamente, e foi visto por várias famílias vestido com uma camisa roxa de manga longa.

Redwood insistiu na necessidade de encontrar o homem para estabelecer se está ou não relacionado ao desaparecimento de Madeleine.

A equipe que trabalha no Reino Unido no desaparecimento da menina britânica investiga atualmente 38 pessoas consideradas “de interesse” para a pesquisa e revisa detalhes de 530 pedófilos conhecidos, alguns de nacionalidade britânica.

Madeleine, cujo caso gerou um enorme interesse midiático, não havia cumprido quatro anos quando desapareceu.

Os detetives que trabalham no caso já viajaram para Portugal para buscar a colaboração de seus colegas portugueses.

Como parte da investigação, a Scotland Yard enviou 30 cartas a vários países europeus para solicitar informação, apesar de não dar detalhes dessas mensagens.

No ano passado, o programa “Crimewatch” da emissora “BBC”, que ajuda a resolver crimes, dedicou uma edição a Madeleine e apresentou fotos digitais de um possível suspeito, visto no local na noite em que a menor desapareceu.

As forças da ordem estão convencidas de que o desaparecimento de Madeleine foi planificada e concentram sua investigação nos movimentos de pessoas entre as 20h30 e as 22h, quando a mãe da menina, Kate McCann, descobriu que sua filha não estava no quarto onde a tinha deixado dormindo antes de sair para jantar com seu marido, Gerry McCann, em um restaurante próximo.

Madeleine desapareceu enquanto seus pais jantavam em um restaurante do complexo turístico.

As autoridades portuguesas abandonaram o caso em 2008, mas a Scotland Yard começou a revisá-lo em 2011 e, no ano passado, reabriu oficialmente a investigação.

A decisão da Scotland Yard de iniciar sua própria pesquisa oficial, à margem da polícia portuguesa, aconteceu depois que o primeiro-ministro do Reino Unido, David Cameron, aceitou em 2012 um pedido dos McCann para revisar o caso.

Fonte G1

 
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Publicado por em 19 de março de 2014 em Brasil

 

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