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SP pagará hackers para melhorar trânsito; salário é de até R$ 5,9 mil

Trânsito durante a manhã na Avenida Washington Luis, na Zona Sul de São Paulo, próximo ao aeroporto de Congonhas. (Foto: Renato S. Cerqueira/Futura Press/Estadão Conteúdo)Trânsito durante a manhã na Avenida Washington Luis, na Zona Sul de São Paulo, próximo ao aeroporto de Congonhas. (Foto: Renato S. Cerqueira/Futura Press/Estadão Conteúdo)

A Prefeitura de São Paulo vai convocar hackers para ajudarem a melhorar o trânsito na capital paulista. Eles não trabalharão nas ruas fiscalizando o tráfego, mas na frente de computadores processando os dados gerados pelos meios de transporte de São Paulo. O quartel general onde se reunirão será o Laboratório de Mobilidade, que será inaugurado pela São Paulo Transportes (SPTrans) na próxima quarta-feira (20).

“O nosso objetivo é usar a tecnologia para melhorar as condições de mobilidade urbana”, diz Ciro Biderman, chefe de gabinete da presidência da SPTrans ao G1. Caótico, o trânsito paulistano piora com o aumento de pessoas que usam carros mais intenso do que o das que utilizam ônibus: o número dos que optaram pelos automóveis e motos avançou 21%, enquanto os que escolheram o transporte coletivo subiu apenas 16%, em 2012.

Ciro Biderman, chefe de gabinete da presidência da SPTrans. (Foto: Divulgação/SMT/Elisa Rodrigues)Ciro Biderman, chefe de gabinete da presidência
da  SPTrans. (Foto: Divulgação/
SMT/Elisa Rodrigues)

A missão deles será desenvolver novos softwares e aperfeiçoar os já existentes para ajudar a administração a encontrar melhores saídas para gerenciar o tráfego na cidade. Além disso, se debruçarão sobre os equipamentos eletrônicos (câmeras, placas e semáforos) espalhados pela cidade para transformá-los em ferramentas mais interativas.

A prefeitura pagará aos desenvolvedores entre R$ 351,90 e R$ 5,9 mil, que dependerão das qualificações de cada um. Os recursos serão gerenciados pela Universidade de São Paulo (USP) via Fundação USP. Com o dinheiro, sob a forma de bolsas de apoio à pesquisa, dez vagas serão abertas logo quando o laboratório abrir.

Para aumentar o número de hackers, a prefeitura busca mais recursos junto à Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). Instalado no prédio da SPTrans, o laboratório comporta até 70 pessoas.

Hackaton
Equipado com 15 computadores de mesa, o local terá espaço para que os desenvolvedores se acomodem com seus próprios notebooks. Os hackers terão à disposição ainda sala de descanso e de reunião com Smart TV para apresentações. A ideia é que funcione 24 horas, para dar maior flexibilidade aos programadores.

A ideia de levar hackers para dentro de casa surgiu após uma maratona de desenvolvimento de software, as chamadas “hackatons”, promovida em outubro de 2013 pela SPTrans, em parceria com a Controladora Geral do Município e Fundação Getúlio Vargas. O aplicativo vencedor foi “Cadê o Ônibus”, que, entre outros serviços, oferece aos passageiros consulta de linha, itinerário e situação do trânsito. Os hackers participantes foram convidados agora a integrar o laboratório.

Depois da hackaton, aliar tecnologia e trânsito virou exigência do secretário de Transportes, Jilmar Tatto. Tanto que a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) realizará também no dia 20 a sua própria maratona, com foco no transporte individual –o escopo da SPTrans é o transporte público. “No laboratório, as duas empresas estarão integradas”, diz Biderman. No dia 17, Tatto e Biderman se reunirão para definir as datas dos encontros com os hackers convocados e como será a comunicação do laboratório.

Ônibus lotado
O trabalho dos desenvolvedores se dividirá em duas linhas, organizadas em diversos grupos de estudo. A primeira é coleta e tratamento de informações que a SPTrans recebe dos diversos sensores sob seu controle, como GPS dos ônibus, semáforos, radares e câmeras. Essas informações serão matéria-prima para os hackers.

As aplicações serão desenvolvidas pelos hackers, mas a prefeitura já tem uma ideia de alguns dos resultados. Com os registros dos GPS dos coletivos, por exemplo, é possível determinar a velocidade média de uma via e até os locais de maior lentidão durante o trajeto. Já as catracas podem fornecer um retrato da lotação dos ônibus ponto a ponto. “Você começa aí a ter ideia do quão lotado está o ônibus para decidir se tem que colocar mais veículos em uma linha”, afirma Biderman.

Como os ônibus enviam dados a cada 85 segundos, só o sistema do GPS recebe 15 milhões de registros por dia. Os planos são engordar ainda mais a o volume de dados. Segundo Biderman, a SPTrans negocia com o sindicato dos taxistas para ter acesso ao GPS deles, pois a velocidade dos táxis se aproxima à dos carros de passeio. Devido à quantidade de informação, a primeira tarefa desses hackers será levar hospedar esses dados nos servidores da Fusp. Todos os aplicativos e softwares desenvolvidos, bem como os registros da SPTrans, serão disponibilizados ao público.

Cidadão fiscal
Ainda dentro desse campo de atuação, um dos desafios será incorporar os dados dos radares e a integrar os sensores da Defesa Civil e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), para que a SPTrans possa alterar o trânsito com maior agilidade em caso de enchentes, por exemplo. Outro deles é criar mecanismos para o cidadão ajudar a mapear calçadas ruins, buracos e lombadas ruins nas vias.

Na outra mão, os hackers trabalharão com os equipamentos eletrônicos que fazem os sensores funcionar. A missão será fazer com que as informações à disposição da administração pública possam ser incrementadas de forma mais rápida no trânsito. Entram na mira, por exemplo, os painéis luminosos, que informam as condições de tráfego e hoje são subutilizados, e os semáforos, que às vezes represam os veículos desnecessariamente.

Prefeito Fernando Haddad (PT), de camisa azul, ao lado do secretário municipal de transportes Jilmar Tatto, durante a maratona hacker da SPTrans, em outubro de 2013. (Foto: Divulgação/SMT/Elisa Rodrigues)Prefeito Fernando Haddad (PT), de camisa azul, ao lado do secretário municipal de transportes Jilmar Tatto, durante a maratona hacker da SPTrans, em outubro de 2013. (Foto: Divulgação/SMT/Elisa Rodrigues)

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Publicado por em 13 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Coreia do Norte insiste em ‘melhorar as relações’ com Seul

Um funcionário do alto escalão do regime da Coreia do Norte afirmou neste sábado em artigo publicado pelo jornal “Rodong Sinmun” (“Jornal dos Trabalhadores”, em tradução livre) que a intenção de Pyongyang é “melhorar as relações” com a Coreia do Sul, o que representa o segundo gesto de aproximação em apenas quatro dias.

“Estamos decididos a voltar todos os nossos esforços para conseguir a reunificação nacional através de uma melhora nas relações intercoreanas”, destacou um dos diretores do Comitê para a Reunificação Pacífica de Coreia (CRPC), Kang Ji-yong, no jornal oficial do regime.

O CRPC é o órgão encarregado das relações com a Coreia do Sul, país com o qual o Norte segue tecnicamente em guerra, já que a Guerra da Coreia (1950-1953) terminou com um cessar-fogo, e não com um tratado de paz definitivo.

A afirmação de Kang surge três dias depois que o líder norte-coreano, Kim Jong-un, afirmou em sua mensagem de Ano Novo que “esforços decididos serão feitos para melhorar as relações entre Norte e Sul” e pediu que as autoridades sul-coreanas fizessem o mesmo.

No artigo do “Rodong Sinmun”, o alto funcionário norte-coreano pediu também a “cooperação dos compatriotas sul-coreanos e dos estrangeiros” para um melhor entendimento. Kang se comprometeu em fazer com que “a essência da mensagem de Ano Novo” se transforme em uma realidade e destacou que o novo ano oferece uma oportunidade para se conseguir “um progresso histórico” no processo para a reunificação.

No entanto, os gestos conciliadores de Pyongyang só trouxeram, até o momento, reações de desconfiança por parte de Seul e Washington. Tanto a Coreia do Sul como os Estados Unidos insistem que, antes da retomada do diálogo, são indispensáveis “ações concretas” de Pyongyang, que demonstrem um compromisso firme rumo à desnuclearização.

A Coreia do Norte fez uma série de mensagens de aproximação no início de 2013, mas acabou realizando seu terceiro teste nuclear neste mesmo ano e promoveu uma intensa campanha de ameaças de guerra atômica, além de fechar unilateralmente o complexo industrial intercoreano de Kaesong.

Fonte G1

 
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Publicado por em 4 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Pesquisas ajudam a melhorar a criação de tambaqui em cativeiro

O tambaqui é considerado um peixe nobre na Amazônia. A grande exploração fez com que o peixe praticamente sumisse da maioria dos rios. Por isso, é realizado um trabalho para tornar a criação em cativeiro cada vez mais eficiente.

O pescador Wagner Maia Sampaio, que sai cedo para a lida no Rio Solimões, em Manaus, sabe as espécies que devem ir para a rede. Mas entre elas não está o tambaqui. “Há mais de 15 anos que eu peguei um tambaqui nessa região. É muito difícil”, diz.

Até a década de 1980 havia tambaqui em abundância na região de Manaus. Mas, a pesca sem controle e o aumento da população causaram um desequilíbrio. A procura superou em muito a oferta. Nas feiras, é possível encontrar tambaquis de dez ou 14 quilos, que são de rios bem distantes da capital do Estado.

O peixe de cativeiro é o mais comprado na região. O preço do quilo do peixe de cativeiro custa menos da metade em relação ao valor do peixe de rio. A criação em tanques deu certo graças ao trabalho de domesticação da espécie, desenvolvido pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA).

O biólogo Alexandre Honczaryk, que produz alevinos de várias espécies, explica que as fêmeas de tambaqui recebem injeções de hormônio para estimular a reprodução em cativeiro. Depois, os óvulos são misturados ao sêmen do macho e vão para as incubadoras. Quando nascem, os alevinos ficam em piscinas de pedra até a venda.

“Foram formadas famílias. Essas famílias foram colocadas sob uma criação. Foram selecionados exemplares. Esses exemplares então foram pontuados de acordo com essas características zootécnicas que a gente precisa saber e que a gente quer na linhagem”, diz Honczaryk.

A doutora em biologia Vera Val, também do INPA, diz que ainda falta desenvolver características diferenciadas no peixe. “Determinar, se eu quero uma quantidade mais de carne lombo, se eu quero uma costela de tambaqui maior, com mais carne, mais entre-costelas. Então, vamos trabalhar este aspecto”.

O consumo crescente em Manaus fez os criadores de Rondônia se anteciparem para abastecer esse mercado. A produção nos tanques da região de Ariquemes, que inclui nove municípios, saltou de 12 mil, há quatro anos, para mais de 40 mil tambaquis. Com venda garantida, uma cooperativa investiu pesado na fabricação da ração e em novas tecnologias.

São três fases de desenvolvimento. Cada filhote, ou alevino, chega pesando entre dois e cinco gramas. O abate acontece quando o tambaqui alcança de dois a três quilos. “Gira em torno de um ano o tempo total do cultivo. Mas isso vai variar de acordo com características da água, tempo de recria, tamanho final pra abate”, explica o engenheiro de pesca Vinícius Pedroti.

Os cuidados são intensos para conseguir bons resultados. O tanque recebe tratamento especial antes da colocação dos peixes. A medida é tomada para evitar riscos aos filhotes. Já com os tanques cheios, amostras de água são coletadas para análise uma vez por semana. O dono da propriedade Edson Sapirás, que aposta na mecanização, comprou um equipamento chamado de aerador, que ajuda a equilibrar o nível de oxigênio na água, que normalmente diminui à noite, sem a luz do sol.

O tamanho preferido do peixe para o consumidor de Manaus varia de três e 3,5 quilos. E 80% da produção de tambaqui de Rondônia são enviados para a capital do Amazonas. A média brasileira de consumo anual de peixe gira em torno de seis a sete quilos por pessoa. Em Manaus, os números são bem superiores, de 30 a 40 quilos.

Fonte G1

 
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Publicado por em 10 de outubro de 2013 em Tecnologia

 

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Game pode melhorar capacidade cognitiva de idosos, mostra estudo

Um grupo de cientistas criou um videogame capaz de medir e reparar a deterioração neuronal relacionada ao envelhecimento, informou a revista científica britânica “Nature” nesta quarta-feira (4).

Segundo a pesquisa da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, o cérebro de uma pessoa idosa é mais flexível do que se acredita. Com treinamento concreto é possível evitar que diminuam com a idade algumas aptidões como atenção, memória e capacidade de realizar várias tarefas ao mesmo tempo.

Para comprovar a hipótese, os cientistas pediram que um grupo de especialistas em tecnologia e entretenimento projetasse um jogo de corrida, que recebeu o nome de “NeuroRacer”, no qual o jogador poderia ter uma única tarefa ou várias ao mesmo tempo.

“Uma das condições do videogame foi que os jogadores estivessem expostos a distrações durante as partidas para analisar sua atenção e sua capacidade de realizar múltiplas tarefas”, explicou Adam Gazzaley, chefe do projeto.

Após testar o jogo com um grupo de pessoas entre 20 e 79 anos, os pesquisadores concluíram que os participantes mais velhos tinham mais dificuldades para superar a versão com várias tarefas simultâneas.

Posteriormente, eles concentraram a avaliação em pessoas entre 60 e 85 anos e as dividiram em diversos grupos para que jogassem versões diferentes do “NeuroRacer” três horas por semana durante um mês.

Assim, os cientistas conseguiram comprovar que o grupo que jogou a versão multitarefas do “NeuroRacer” melhorou sua capacidade de desempenhar duas funções simultâneas que demandam atenção.

Após seis meses de treinamento contínuo, os idosos não só melhoraram essa capacidade mas também chegaram a superar os resultados dos jovens de 20 anos que não tinham treinado dessa forma.

“Eu gosto da ideia de que seja possível intervir no processo de envelhecimento das pessoas, e que os mais velhos possam melhorar suas capacidades cognitivas jogando”, disse Gazzaley.

Para demonstrar seus resultados, a equipe de cientistas da Califórnia também mediu a atividade cerebral dos participantes através de eletroencefalogramas, tanto antes como depois dos treinos.

“O jogo provocou mudanças no cérebro”, declarou o cientista em referência à maior atividade que se registrou nas ondas “theta” do cérebro dos participantes, associadas à memória plástica e à capacidade de aprendizagem.

Segundo o pesquisador da Califórnia, o treino contínuo com o “NeuroRacer” também trouxe melhoras para a memória de trabalho e para a atenção dos idosos.

“Esta é uma prova importante que confirma o que se pode conseguir com estes tratamentos, como diagnosticar deficiências neuronais e melhorar as capacidades cognitivas do cérebro”, acrescentou o chefe do projeto.

Embora Gazzaley reconheça que ainda há muito trabalho pela frente, já foram iniciadas novas pesquisas, também com videogames, para estudar este tipo de tratamentos em jovens e crianças.

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Publicado por em 6 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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Operadoras apostam em antenas nos postes de luz para melhorar cobertura

Em meio ao aumento da demanda por internet móvel, as operadoras estão buscando alternativas urbanísticas mais amigáveis para a instalação de antenas, e uma delas é utilizar os postes de iluminação, estratégia já adotada pela Vivo e analisada por Oi, TIM, Claro e Nextel.

De acordo com dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), existem hoje 60,4 mil torres de telecomunicações no Brasil. Mas com o aumento estimado de 200% do tráfego de rede com uso de tablets e smartphones nos últimos anos, essas instalações já não são suficientes para atender a demanda, segundo o SindiTelebrasil (sindicato das empresas do setor).

As operadoras têm dificuldades para instalar novas antenas devido às restrições urbanísticas impostas por legislações municipais, que retardam a aprovação de novas torres em até um ano, disse Carlos Duprat, diretor do sindicato.

“Existem mais de 250 municípios com legislações próprias para a instalação de antenas e todas muito restritivas”, declarou Duprat. Uma proposta para normatizar a instalação dos equipamentos, apoiada pelo governo federal, tramita no Congresso Nacional.

Para apresentar alternativas mais amigáveis do ponto de vista urbanístico, a Vivo lançou há cerca de quatro meses o projeto-piloto “Site Sustentável” em parceria com o Sinditelebrasil e aprovado pela prefeitura do Rio de Janeiro.

O projeto consiste em colocar antenas em postes de iluminação, com equipamentos enterrados, o que evitan instalar elementos novos sobre o mobiliário urbano.

O diretor de redes da Vivo, Leonardo Capdeville, explicou que há quatro anos as operadoras já podem instalar equipamentos de telefonia em postes de transmissão de energia elétrica. Esses postes, porém, ficavam sobrecarregados de equipamentos, o que poluía visualmente as cidades. “Passamos então a trabalhar em um modelo com impacto menor”, disse.

A operadora já substituiu dez postes de luz no Rio de Janeiro, no qual foram instaladas antenas, e a expectativa é ampliar o projeto para outros municípios, chegando até o fim do ano com 70 postes e, até abril de 2014, a cem.

Em setembro, a ideia começará a ser implantada em Manaus, e a empresa negocia com os governos de São Paulo, Aracaju e Distrito Federal.

A Vivo entrou recentemente com pedido para patentear a tecnologia, mas informa estar disposta a abrir mão da patente para que outras operadoras adotem o projeto. Segundo Capdeville, algumas concorrentes já entraram em contato.

A troca do poste por outro semelhante, mas com antena, é mais barata que a instalação de estrutura de uma torre nova, cujo preço pode chegar a R$ 300 mil.

“O modelo que a gente tem era viável até a geração anterior, quando só era usado o serviço de voz. Agora com dados, esse modelo é insustentável”, disse Capdeville, admitindo que o ritmo de instalação de antenas no Brasil ainda é lento, “principal razão pela degradação da qualidade do serviço”.

Em média, são instaladas de dez a 20 antenas diariamente no país, segundo o diretor do Sinditelebrasil, Carlos Duprat. “A previsão é dobrar o número de antenas em três anos.”

Duprat disse que todas as operadoras estão interessadas no projeto iniciado no Rio de Janeiro, que foi inspirado em experiências de outras cidades no mundo.

Consultada, a Oi afirmou em comunicado que avalia, junto a operadoras e fornecedores, projetos alternativos para implantação de antenas de telefonia com redução do impacto visual no meio urbano.

“A companhia ressalta que está analisando os riscos envolvidos em cada projeto e identificando as possibilidades de melhoria operacional que garantam a segurança e a sustentabilidade”, afirmou a empresa. Procuradas, Claro, TIM e Nextel não comentaram.

O secretário de Conservação do município do Rio, Marcus Corrêa Bento, lembrou que a prefeitura publicou no fim de 2012 um decreto sobre instalação de antenas na cidade e deu prazo até novembro próximo para as operadoras organizarem suas redes.

“Várias empresas não tinham cadastramento das antenas que possuíam na cidade, então obrigamos as operadoras a fazer o inventário. Até novembro teremos o número final”, disse o secretário à Reuters. “Havia empresas colocando caixas do tamanho de geladeira nos postes”, disse.

Segundo o secretário, outras operadoras apresentaram soluções urbanísticas “amigáveis” para as antenas, mas o projeto da Vivo é o mais avançado até o momento.

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Publicado por em 5 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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Microsoft deve melhorar o Win8 e esquecer RT, diz IDC

A previsão atual da empresa de pesquisa de marketing é de que tablets com Windows – incluindo o Win7 e o Win8 – capturem apenas 2,8% do mercado este ano

Aprimorar o Windows 8 é a melhor aposta da Microsoft para pegar uma fatia maior das vendas de tablet nos próximos quatro anos, mas parece que não há muito o que fazer para acelerar o crescimento lento do Windows RT sobre o mesmo período de tempo, diz a IDC.

“A decisão da Microsoft de “empurrar” dois sistemas operacionais diferentes para tablets, o Windows 8 e o Windows RT, não produziu grandes resultados no mercado até agora”, diz Tom Mainelli, diretor de pesquisa da IDC para tablets. “Os consumidores não estão comprando a proposta de valor do Windows RT, e, no longo prazo, achamos que a Microsoft e seus parceiros seriam melhor servidos ao focar suas atenções em melhorar o Windows 8. Isso poderia impulsionar o crescimento da participação na categoria de tablets.”

O Windows 8 roda em pcs com processadores x86 e o Windows RT roda em máquinas com chips ARM. A previsão atual da IDC é de que tablets com Windows – incluindo o Win7 e o Win8 – capturem apenas 2,8% do mercado este ano, o terceiro atrás do Android com 48,8% e o iOS, da Apple, com 46%. A projeção é uma boa notícia para as vendas de tablets Android em 2013, que foram revistas para mais de 41,5% no ano passado. A Apple está pagando o preço, caindo de 51% em 2012.

Até o final de 2017, fatias de tablets com Windows aumentarão para 7,4%, fazendo maior progresso do que ambos Android e iOS, que comandarão 46% e 43,5% do mercado, respectivamente. A IDC elevou sua projeção sobre o número de tablets que serão vendidos este ano de 172.4 milhões para 190.9 milhões, um salto de 10,7%. Isto é baseado no aumento da popularidade de dispositivos de baixo preço, metade dos quais têm um tamanho de tela menor do que 8 polegadas, de acordo com o Worldwide Quarterly Tablet Tracker da IDC. As vendas de tablets em 2017 serão mais de 350 milhões, de acordo com a empresa.

Esses tablets menores continuarão crescendo em popularidade, diz Jitesh Ubrani, analista de pesquisa da IDC. “Os fornecedores estão se movendo rapidamente para competir neste espaço, já que os consumidores estão percebendo que estes pequenos dispositivos são muitas vezes mais ideais do que os tablets maiores para seus hábitos diários de consumo”, diz ele.

A popularidade crescente de pequenos tablets irá minar as vendas dos dedicados e-readers, que diminuirão de forma permanente a partir de 2015, diz a IDC.

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Publicado por em 31 de maio de 2013 em Tecnologia

 

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Quatro dicas para melhorar sua vida com o Safari 6

Com qual frequência você usa seu navegador? Se a resposta for “constantemente”, então algumas dicas de seleção podem te ajudar a economizar muito tempo e problemas. Confira abaixo algumas delas para o Safari 6, versão mais recente do browser da Apple.

1- Acabe com a confusão dos seus favoritos

Se sentindo “encurralado” pelos seus favoritos? O primeiro passo é organizá-los em pastas (Bookmarks > Adicionar Pasta de Bookmark). O próximo é arrumar os favoritos dentro dessas pastas. Não é difícil se você usar o Finder para colocá-los em ordem alfabética.

Vá até a sua janela de favoritos (Bookmarks > Mostrar Todos os Bookmarks ou aperte Command+Option+B), e arraste uma pasta da barra lateral dos favoritos para o Desktop. Essa ação copia a pasta para o Desktop, e os conteúdos são separados automaticamente por nome.

Você não pode arrastar uma pasta diretamente para a barra lateral do Safari; por isso, em vez de fazer isso, solte sua pasta organizada na área de listas da janela Favoritos, e então arraste-a de lá até a barra lateral. Ao contrário do Finder, pastas com o mesmo nome podem existir no mesmo local no Safari, o que signiica que você agora terá duas delas. Após arrumar a pasta organizada no local, apague a original.

2.Compartilhe páginas web de forma fácil por e-mail

O Safari 6 torna simples o processo de compartilhar conteúdos que você vê na web. Clique no novo botão Compartilhar (Share) na barra de ferramentas do Safari 6 para fazer isso de forma rápida. Lá você tem a opção de enviar a página por e-mail, adicionar um favorito, adicionar a página à sua Lista de Leitura, ou enviar um link por mensagem, Twitter, ou Facebook.

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Se você costuma enviar páginas web por e-mail, pode achar que esse botão oferece pouca vantagem sobre o submenu Arquivo > Compartilhar (File > Share). Quando você usa esse menu, pode escolher entre enviar uma página por e-mail ou apenas seu link ao apertar a tecla Shift enquanto seleciona. (Se estiver usando atalhos de teclado, aperte Command+I ou Command+Shift+I, respectivamente). Mas não importa como você começa, acaba no app Mail, da Apple, onde pode mudar de ideia sobre como enviar a página web e escolher entre mais duas opções.

No Mail, olhe acima da área da mensagem para ver o menu “Enviar Conteúdo Web Como” (“Send Web Content As”) à direita. Esse menu te permite enviar a própria página da Internet, um link para a página, um arquivo PDF da página, ou uma versão que corresponde ao que você vê na janeja do Leitor (Reader) do Safari (Visualizar > Mostrar Leitor). A versão do Leitor inclui texto fácil de ler, sem anúncios, e artigos de várias páginas agrupados juntos em um único documento. O aplicativo “lembra” da opção que você escolhe para a próxima vez em que for utilizar o comando Compartilhar. Note que a opção Leitor não está disponível para todas as páginas web; se a opção Visualizar > Mostrar Leitor funcionar na página do Safari, você também poderá enviar o conteúdo dessa maneira.

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3.Consiga o que você quer com cliques modificados nos links

O Safari te permite há um bom tempo clicar em um link com a tecla Command apertada para abri-lo em uma aba. (Esse comportamento padrão é configurado em Safari > Preferências, no painel Abas). O Safari 6 adiciona duas novas opções de cliques em links: clique com a tecla Shift apertada para enviar a página ligada à Lista de Leitura, ou clique com a tecla Option apertada para baixar o conteúdo para sua pasta Downloads. Mas essas são apenas informações básicas.

Aqui vai a dica: olhe a barra de status na parte inferior da janela (escolha Visualizar > Mostrar Barra de Status se não estiver lá) para marcar o que seu clique modificado vai fazer. Essa pequena planilha é especialmente útil quando você está adicionado a tecla Shift à uma janela – ou dando um clique de abrir aba para mudar entre ter o link aberto em primeiro ou segundo plano. Existem muitas opções modificadoras para lembrar. Se você não quiser aprender seus comportamentos de links modificados mesmo com a pequena tabela da barra de status, sempre é possível clicar com a tecla Control apertada para ver uma lista de opções.

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4.Reverta sua decisão de “nunca salvar senha”

Você digita uma senha para uma página web, o Safari pergunta se você quer salvá-la, e você clica em “Nunca para esse site”. Mas e se você mudar de ideia? É possível mudar sua decisão porque, apesar de a senha não ter sido salva, sua decisão de “nunca” foi. Vá em Safari > Preferências, e clique na aba Senhas. Selecione o site na lista (ele vai dizer “Senhas Nunca Salvas” na coluna de Nome de Usuário) e clique no botão Remover. Visite a página novamente, e dessa vez deixe o Safari lembrar sua senha.

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Publicado por em 19 de março de 2013 em Tecnologia

 

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