RSS

Arquivo da tag: medir

Ibope e Twitter anunciam parceria para medir repercussão da TV na web

O Ibope Media e o Twitter anunciam nesta quinta-feira (8) uma parceria para medir a repercussão do conteúdo televisivo no ambiente digital.

“O Ibope Twitter TV Ratings (ITTR) será uma métrica padrão do alcance e do engajamento de telespectadores baseada em conversas relacionadas com a TV no Twitter para apoiar as estratégias de anunciantes e emissoras de TV”, informaram as empresas, em comunicado.

A previsão é que o serviço comece a ser comercializado ainda este ano no Brasil, e na  Argentina e Colômbia até 2015.

Segundo as empresas, a solução atenderá a demanda de um mercado em que 54% dos internautas assistem TV e usam internet ao mesmo tempo no Brasil. Desse universo, 38% comentam sobre o que estão assistindo, segundo o instituto.

“Como a experiência de assistir TV continua evoluindo, as emissoras e anunciantes têm cada vez mais nos solicitado um referencial comum para medir o engajamento de sua programação na América Latina. Este acordo entre o IBOPE Media e o Twitter se destina a responder essa demanda na região”,disse Guilherme Ribenboim, diretor do Twitter Brasil.

View the original article here

Anúncios
 
Deixe um comentário

Publicado por em 14 de maio de 2014 em Tecnologia

 

Tags: , , , , ,

Ibope e Twitter anunciam parceria para medir repercussão da TV na web

O Ibope Media e o Twitter anunciam nesta quinta-feira (8) uma parceria para medir a repercussão do conteúdo televisivo no ambiente digital.

“O Ibope Twitter TV Ratings (ITTR) será uma métrica padrão do alcance e do engajamento de telespectadores baseada em conversas relacionadas com a TV no Twitter para apoiar as estratégias de anunciantes e emissoras de TV”, informaram as empresas, em comunicado.

A previsão é que o serviço comece a ser comercializado ainda este ano no Brasil, e na  Argentina e Colômbia até 2015.

Segundo as empresas, a solução atenderá a demanda de um mercado em que 54% dos internautas assistem TV e usam internet ao mesmo tempo no Brasil. Desse universo, 38% comentam sobre o que estão assistindo, segundo o instituto.

“Como a experiência de assistir TV continua evoluindo, as emissoras e anunciantes têm cada vez mais nos solicitado um referencial comum para medir o engajamento de sua programação na América Latina. Este acordo entre o IBOPE Media e o Twitter se destina a responder essa demanda na região”,disse Guilherme Ribenboim, diretor do Twitter Brasil.

View the original article here

 
Deixe um comentário

Publicado por em 10 de maio de 2014 em Tecnologia

 

Tags: , , , , ,

Japão vai começar a medir radiação na costa de Fukushima em novembro

Primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe (dir.) e chefe da planta de Fukushima, Akiro Ono (terceiro da dir. para esq.) fazem inspeção na usina nuclear nesta quinta (19) (Foto: Japan Pool/AP)Primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe (dir.), e chefe da planta de Fukushima, Akiro Ono (terceiro da dir. para esq.) fazem inspeção na usina nuclear nesta quinta-feira (19) (Foto: Japan Pool/AP)

A Autoridade de Regulação Nuclear (NRA, na sigla em inglês) do Japão começou a analisar o litoral nos arredores da usina nuclear de Fukushima para constatar o nível de contaminação radioativa do mar provocado pelos vazamentos da central, informou nesta quinta-feira (19) o jornal “Mainichi”.

O estudo sobre a densidade de césio na área será feito entre novembro e fevereiro de 2014, por um navio que arrastará pelo solo do oceano um medidor de radiação em uma área de mil quilômetros quadrados. Vários estudos anteriores já foram feitos em determinados pontos do Pacífico para estimar o alcance da contaminação dos vazamentos de água radioativa da usina, mas nenhum deles teve o alcance da medição da NRA.

O resultado será divulgado em março de 2014 e vai determinar se o consumo de peixes e frutos do mar pescados nessa área é seguro ou não.

Uma equipe formada por membros da Universidade de Tóquio e do Instituto Nacional de Investigação Marítima vai fazer a pesquisa para a NRA e já começou mapear, com um sonar, as características geológicas do fundo do mar local.

A NRA considera que esse estudo deverá ser feito anualmente nos próximos três anos para que seja possível entender a propagação de materiais radioativos. Acredita-se que a usina de Fukushima despeje diariamente 300 toneladas de líquido radioativo no oceano, em decorrência do acúmulo de água contaminada nos porões dos edifícios dos reatores.

Essa deposição é a soma de água do sistema de refrigeração dos reatores, que escorre para os níveis inferiores dos prédios, com a que vaza dos lençóis freáticos existentes no subsolo da usina.

Além disso, recentemente foi descoberto um vazamento de 300 toneladas de água muito tóxica vindo de um tanque que serve para armazenar a água usada para o resfriamento dos reatores. Esse tanque agora começa a ser desmontado para verificação da origem do vazamento.

Todas as operações de pesca no litoral de Fukushima estão suspensas por causa do temor de que a contaminação do mar tenha aumentado após os vazamentos da usina, afetada por um terremoto seguido de um tsunami em 11 de março de 2011.

Fonte G1

 
Deixe um comentário

Publicado por em 22 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

Tags: , , , , ,

Nasa pesquisa técnicas para medir poluição do ar a partir do espaço

Avião que será usado em pesquisa da Nasa sobre poluição (Foto: Divulgação/Nasa)Avião que será usado em pesquisa da Nasa sobre poluição (Foto: Divulgação/Nasa)

A agência espacial americana (Nasa) está realizando uma pesquisa com duração de cinco anos para ajudar cientistas a medir a poluição e a qualidade do ar a partir de informações e observações do espaço.

A ideia é usar satélites para analisar a qualidade do ar na parte mais baixa da atmosfera com observações espaciais.

Se os pesquisadores conseguirem observar a poluição de “cima”, eles podem fazer melhores previsões da qualidade do ar e medir de forma mais precisa os locais de origem dos poluentes, diz a agência.

Também vai ser mais fácil entender como as emissões de gases que causam as mudanças climáticas, como o CO2, variam de região para região, afirma a Nasa.

Dos aviões da agência espacial, equipados com instrumentos científicos, vão voar a partir de setembro sobre a região de Houston, nos EUA, como parte inicial da pesquisa, chamada de Discover-AQ.

O significado da sigla Discover-AQ, que dá nome à missão, pode ser traduzido para “Obtendo Informações sobre as Condições da Superfície por Observações Verticais Relevantes para a Qualidade do Ar”.

Aeronave vai ser equipada com instrumentos e sobrevoará região dos EUA em pesquisa (Foto: Divulgação/Patrick Black/Nasa)Avião vai ser equipado com instrumentos de estudo
da Nasa (Foto: Divulgação/Patrick Black/Nasa)

Vazios
Muitos países têm grandes “vazios” no monitoramento da poluição do ar feito no solo (a Nasa inclui os EUA nesse grupo). Os cientistas acreditam que, com o uso dos satélites, é possível obter uma visão global e mais completa da distribuição dos poluentes na superfície da Terra.

A Nasa pretende comparar três grupos de dados sobre a poluição: os coletados do solo, em Houston; dados dos aviões que vão sobrevoar a área; e informações de um conjunto de satélites de observação da Terra, o chamado “A-Train”, que vão passar sobre a área de Houston todos os dias, no início da tarde.

“Os satélites ‘A-Train’ têm sido úteis para nos dar uma visão mais geral da poluição do ar”, disse o pesquisador Kenneth Pickering, da missão Discover-AQ. “A pesquisa vai ajudar os cientistas a interpretarem melhor as informações. Também vai ajudar a melhorar a análise sobre a qualidade do ar”, ressaltou.

O “A-Train” inclui dois satélites mantidos pela Nasa, o Aura e o Aqua, que vão ser os principais utilizados na pesquisa.

Um desafio para que instrumentos espaciais (como satélites) contribuam para monitorar a qualidade do ar é distinguir a poluição próxima da superfície, onde vivem as pessoas, da poluição nas regiões mais altas da atmosfera, aponta a agência espacial.

Fonte G1

 
Deixe um comentário

Publicado por em 9 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

Tags: , , , , ,

Nasa pesquisa técnicas para medir poluição do ar a partir do espaço

Avião que será usado em pesquisa da Nasa sobre poluição (Foto: Divulgação/Nasa)Avião que será usado em pesquisa da Nasa sobre poluição (Foto: Divulgação/Nasa)

A agência espacial americana (Nasa) está realizando uma pesquisa com duração de cinco anos para ajudar cientistas a medir a poluição e a qualidade do ar a partir de informações e observações do espaço.

A ideia é usar satélites para analisar a qualidade do ar na parte mais baixa da atmosfera com observações espaciais.

Se os pesquisadores conseguirem observar a poluição de “cima”, eles podem fazer melhores previsões da qualidade do ar e medir de forma mais precisa os locais de origem dos poluentes, diz a agência.

Também vai ser mais fácil entender como as emissões de gases que causam as mudanças climáticas, como o CO2, variam de região para região, afirma a Nasa.

Dos aviões da agência espacial, equipados com instrumentos científicos, vão voar a partir de setembro sobre a região de Houston, nos EUA, como parte inicial da pesquisa, chamada de Discover-AQ.

O significado da sigla Discover-AQ, que dá nome à missão, pode ser traduzido para “Obtendo Informações sobre as Condições da Superfície por Observações Verticais Relevantes para a Qualidade do Ar”.

Aeronave vai ser equipada com instrumentos e sobrevoará região dos EUA em pesquisa (Foto: Divulgação/Patrick Black/Nasa)Avião vai ser equipado com instrumentos de estudo
da Nasa (Foto: Divulgação/Patrick Black/Nasa)

Vazios
Muitos países têm grandes “vazios” no monitoramento da poluição do ar feito no solo (a Nasa inclui os EUA nesse grupo). Os cientistas acreditam que, com o uso dos satélites, é possível obter uma visão global e mais completa da distribuição dos poluentes na superfície da Terra.

A Nasa pretende comparar três grupos de dados sobre a poluição: os coletados do solo, em Houston; dados dos aviões que vão sobrevoar a área; e informações de um conjunto de satélites de observação da Terra, o chamado “A-Train”, que vão passar sobre a área de Houston todos os dias, no início da tarde.

“Os satélites ‘A-Train’ têm sido úteis para nos dar uma visão mais geral da poluição do ar”, disse o pesquisador Kenneth Pickering, da missão Discover-AQ. “A pesquisa vai ajudar os cientistas a interpretarem melhor as informações. Também vai ajudar a melhorar a análise sobre a qualidade do ar”, ressaltou.

O “A-Train” inclui dois satélites mantidos pela Nasa, o Aura e o Aqua, que vão ser os principais utilizados na pesquisa.

Um desafio para que instrumentos espaciais (como satélites) contribuam para monitorar a qualidade do ar é distinguir a poluição próxima da superfície, onde vivem as pessoas, da poluição nas regiões mais altas da atmosfera, aponta a agência espacial.

Fonte G1

 
Deixe um comentário

Publicado por em 6 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

Tags: , , , , ,

Empresas recorrem a aplicativos para medir felicidade de empregados

Amy Balliett tinha um problema sério em sua empresa: um de seus funcionários estava convencendo os colegas a abandonar a start-up que ela havia ajudado a fundar, a Killer Infographics, em Seattle (EUA).

Com apenas 20 empregados em um único escritório, Balliett começou a achar que seus suborninados tinham dificuldades em procurá-la e dizer o que realmente pensavam sobre seu trabalho.

Isso mudou com um aplicativo chamado Tiny Pulse, que permitiu que alguns empregados falassem abertamente sobre os problemas da empresa – tudo de forma anônima.

O Tiny Pulse permite que empregadores façam pesquisas semanais com seus empregados, os quais, sem se indentificar, podem levantar assuntos importantes e reclamações às suas chefias.

Para Balliett, reter funcionários é fundamental para o crescimento de uma start-up como a dela; e, para retê-los, é preciso mantê-los felizes.

“(O uso do Tiny Pulse) impediu que o ambiente de trabalho se envenenasse (com insatisfações)”, opina Balliett.

Descontentes vão embora
Pesquisas indicam que empregados satisfeitos tendem a ser mais produtivos.

O criador do Tiny Pulse, David Niu, já havia percebido isso nas empresas que dirigiu – e lembra da sensação de espanto que tinha toda vez que escutava um pedido de demissão.

Para criar seu aplicativo, ele passou meses viajando para conversar com empregados sobre seus maiores problemas corporativos.

Ele queria saber como estava o moral dos funcionários antes que eles entregassem suas cartas de demissão, já que considera o método de pesquisas anuais muito lento e trabalhoso.

“Começávamos (a ler essas pesquisas anuais) com muita energia, mas esbarrávamos na inércia e depois não sabíamos o que fazer com os resultados.”

O Tiny Pulse envia pesquisas semanais para os empregados para averiguar sua satisfação. Depois, o programa elabora gráficos com os resultados para que os chefes possam acompanhar o humor de seus funcionários, semanalmente.

Os empregadores podem adaptar as pesquisas e responder às demandas dos funcionários. O aplicativo ainda permite que os empregados se comuniquem com a chefia de forma anônima.

Rede social dos empregados
Outro recurso para detectar se os funcionários estão “felizes ou não” é a plataforma online Work.com.

Ela visa aumentar a performance tentando alinhar os objetivos de empregados e empregadores, fornecer pareceres e motivação mútua.

No Work.com, empregados têm perfis que mostram suas experiências e objetivos. Eles podem trocar comentários relacionados às suas performances diariamente – em vez de fazer isso apenas durante a avaliação anual.

O dono da plataforma, Nick Stein, diz que a internet deu às pessoas mais voz do que elas jamais tiveram – mas os escritórios não acompanharam essa tendência.

Segundo ele, os empregados sentem que devem atingir um determinado nível hierárquico antes de começar a expressar suas opiniões.

“Mas, com a internet, há um entendimento de que você não pode ter o mesmo tipo de hierarquia, porque ela desacelera as coisas”, conclui Stein.

Cérebro saudável
Aparelhos que medem condições gerais de saúde também podem indicar o nível de satisfação do funcionário. Segundo o neurocientista Rob Goldberg, fazer com que as pessoas trabalhem no limite é ruim para o cérebro – e não torna os funcionários mais produtivos.

“Precisamos entender que cérebro saudável e performance são uma única coisa”, diz ele.

Goldberg faz parte do Neumitra, uma start-up criada no MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts) e inventora do Bandu, aplicativo que mede o nível de estresse com um relógio em contato com o pulso.

Ainda que o estresse seja um mecanismo de sobrevivência, ele impede o cérebro de focar e funcionar efetivamente, diz Goldberg.

Ele recomenda que empregadores monitorem o nível de estresse dos funcionários e ajustem as rotinas de trabalho de acordo com os resultados.

Goldberg diz ainda que um dos principais motivos de estresse é a necessidade, da maioria dos funcionários, de dirigir ao escritório durante o horário de pico da manhã.

“Ainda que o trabalho das 9h às 17h seja uma referência histórica para as empresas de produção e manufatura, esse conceito não é mais relevante para muitas companhias”, ressalta Goldberg.

O significado do trabalho
O jornalista e fundador da organização sem fins lucrativos The H(app)athon Project, John Havens, é um defensor dos aplicativos de medição de saúde sendo usados nos ambientes de trabalho.

Ele cita o Cardiio, aplicativo que mede batimentos cardíacos usando uma câmera de iPhone, e o Affectiva, usado para ‘ler’ emoções a partir das expressões faciais das pessoas.

Mas nada disso bastará se não forem levados em conta outros fatores mais cruciais, opina Havens.

“(É preciso) ter um sentido de propósito e significado (no trabalho desempenhado)”, diz ele. “Isso deveria estar mais no foco (de empregadores).”

A consultoria Delivering Happiness também ressalta a importância de se extrair um propósito do trabalho.

Nascida a partir de um livro de mesmo nome escrito pelo executivo Tony Hsieh, a empresa tenta avaliar como o mundo corporativo pode deixar seus trabalhadores mais felizes e buscar lucros ao mesmo tempo.

Para a executiva-chefe da consultoria, Jenn Lim, empregados felizes existem em empresas que conhecem seus valores – e isso é mais importante do que quaisquer ferramentas e tecnologia.

“São coisas básicas – se não temos valores, o resto é uma causa perdida”, opina. “(O fato de não fazer esses questionamentos) explica por que nós, como sociedade, não conseguimos sustentar nossa felicidade.”

View the original article here

 
Deixe um comentário

Publicado por em 21 de agosto de 2013 em Tecnologia

 

Tags: , , , , ,

Operadoras são obrigadas a dar software para medir qualidade da banda larga

A partir de amanhã, 29, os usuários poderão medir a qualidade de sua conexão à internet por meio de um programa disponível nos sites das prestadoras Oi, Net, Telefônica, GVT, CTBC Telecom, Embratel, Sercomtel e Cabo Telecom.  

A medida consta da Resolução Anatel nº 574, de outubro de 2011, da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), que aprovou o Regulamento de Gestão da Qualidade do Serviço de Comunicação Multimídia (RGQ-SCM).

Inicialmente, a medição será apenas um teste. No entanto, a partir de outubro, as operadoras poderão sofrer sanções caso não cumpram requisitos de qualidade das conexões estabelecidos pela Anatel.

A aferição dos internautas poderá ser feita apenas em conexões fixas. A partir de outubro, também as conexões móveis terão que contar com um programa para medição, que deve ser diferente deste.

Leia também: Idec aciona Justiça para associação de operadoras não fiscalizar banda larga
PricewaterhouseCoopers é escolhida para aferir qualidade da banda larga

O regulamento da agência estabelece padrões de qualidade para o serviço, “de forma a promover a progressiva melhoria da experiência do usuário em aspectos relacionados ao atendimento e ao desempenho das conexões de banda larga fixa”.

A Anatel obriga operadoras fixas e móveis a entregar aos assinantes um percentual mínimo da velocidade de conexão contratada – esse índice aumentará gradualmente. Atualmente, muitas empresas garantem apenas 10% da taxa de download – ou seja, se o plano é de 10 Mbps, entregam 1 Mbps.

O regulamento diz que as operadoras de internet fixa e de celular são obrigadas a oferecer no mínimo 20% da velocidade contratada a partir de novembro de 2012, 30% em 2013 e 40% em 2014.

O software de medição é gratuito e deve estar disponível para os usuários, em local de destaque, nos sites das prestadoras com mais de 50 mil acessos em serviço. As avaliações poderão ser realizadas pelo próprio usuário, “o que lhe proporcionará transparência e controle sobre as condições de fruição do serviço contratualmente previstas”, diz o comunicado da agência.

As operadoras devem ainda liberar uma cartilha informativa contendo a descrição dos parâmetros de qualidade medidos, bem como instruções sobre a correta utilização do software.

O programa permitirá que o usuário tenha acesso aos resultados de cada medição, os quais deverão apresentar, no mínimo, os seguintes parâmetros de sua conexão à internet:  
• data e hora da medição
• localização da medição
• velocidade instantânea
• latência bidirecional
• variação de latência (jitter)
• taxa de perda de pacotes

View the original article here

This post was made using the Auto Blogging Software from WebMagnates.org This line will not appear when posts are made after activating the software to full version.

 
Deixe um comentário

Publicado por em 14 de junho de 2012 em Tecnologia

 

Tags: , , , , , ,