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Obama lança medidas para promover energia solar nos EUA

Usina solar tem capacidade de gerar energia que pode abastecer 140 mil moradias (Foto: Steve Marcus/Reuters)Usina solar instalada em deserto dos Estados Unidos (Foto: Steve Marcus/Reuters)

A Casa Branca anunciou nesta quinta-feira (17) uma série de medidas modestas para desenvolver a energia solar nos Estados Unidos, com incentivos à instalação de painéis solares nos terrenos públicos do governo federal.

O presidente Barack Obama e os democratas do Congresso promovem políticas para lutar contra o aquecimento global, mas os republicanos, que dominam a Câmara de Representantes, bloqueiam desde 2011 qualquer iniciativa legislativa neste sentido. Por esta razão, a única saída para o governo é utilizar a via regulamentar ou administrativa.

Assim, o governo federal lançou nesta quinta-feira um programa para incentivar as agências federais, instalações militares e edifícios que recebem subsídios públicos na região de Washington a instalarem mais painéis solares em seus tetos, estacionamentos ou terrenos baldios.

Nesta semana, o Departamento de Energia emitiu um apelo público para garantir US$ 2,5 bilhões em empréstimos para financiar projetos de energia solar ‘inovadores’.

A Agência de Proteção do Meio Ambiente (EPA) criou nesta quinta-feira uma rede de associação de instituições (empresas, colégios, lojas, etc) para dobrar a utilização de energias renováveis em 10 anos. Também deve destinar US$ 15 milhões para estimular iniciativas locais.

Segundo a Casa Branca, a capacidade solar instalada nos Estados Unidos passou de 1,2 gigawatt em 2008 a 13 gigawatts atualmente. O custo dos painéis solares caiu 60% desde 2010.

O presidente Obama tem um recurso eficaz para reduzir as emissões de gás carbônico, já que pode estimular mudanças no Departamento de Defesa, principal consumidor de energia do país.

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Publicado por em 30 de abril de 2014 em Tecnologia

 

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Obama pede que Irã tome medidas concretas sobre acordo nuclear

O presidente Barack Obama pediu nesta quinta-feira ao Irã que tome medidas significativas para um acordo sobre seu programa nuclear, que marcara o fim do isolamento econômico internacional de Teerã.

“Temos chances de alcançar um acordo se o Irã tomar medidas significativas e verificáveis para assegurar ao mundo que seu programa nuclear tem apenas fins pacíficos”, afirmou Obama em um comunicado da Casa Branca.

Segundo a agência Reuters, o presidente dos Estados Unidos também uma mensagem em  vídeo ao povo iraniano, dizendo que há esta é uma chance de se alcançar um acordo sobre a questão nuclear com o Irã se o governo de Teerã apresentar verificáveis passos ao Ocidente de que seu programa nuclear tem apenas objetivos pacíficos.

“Eu não tenho ilusões. Isso será difícil”, disse Obama em uma mensagem para marcar a data comemorativa iraniana de Nowruz, que marca o ano novo persa. “Mas eu estou comprometido com a diplomacia porque eu acredito que há bases para uma solução prática”, afirmou o presidente.

Os Estados Unidos e outros cinco potências estão tentando chegar a um acordo abrangente para impedir o Irã de desenvolver sua capacidade de bomba nuclear, com a aproximação do fim de um acordo temporário de seis meses implementado em 20 de janeiro.

Sob esse acordo, que pode ser renovado, o Irã concordou em frear seu programa nuclear em troca de acesso a mais de 4 bilhões de dólares em receitas de petróleo que tinham sido congeladas por sanções ocidentais.

A mensagem de Obama foi destinada a estimular a boa vontade do povo iraniano e incentivá-los a acolher um acordo nuclear. A iniciativa de Obama gerou controvérsia no Congresso dos Estados Unidos. Uma ampla maioria dos senadores norte-americanos pediu a Obama nesta semana para insistir que qualquer acordo final deixe claro que o Irã “não tem o direito inerente ao enriquecimento no âmbito do Tratado de Não Proliferação Nuclear”.

Fonte G1

 
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Publicado por em 21 de março de 2014 em Brasil

 

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Prefeito de Bogotá ganha medidas cautelares contra sua destituição

Gustavo Petro, político colombiano, @petrogustavo no Twitter (Foto: Divulgação)O prefeito de Bogotá, Gustavo Petro (Foto:
Divulgação)

A Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) concedeu nesta terça-feira (19) medidas cautelares ao prefeito de Bogotá, Gustavo Petro, que foi destituído e inabilitado por 15 anos pela Procuradoria Geral de seu país pela suposta má gestão de uma crise na coleta de lixo da capital colombiana.

“A Comissão solicita ao governo da Colômbia que suspenda imediatamente os efeitos da decisão do dia 9 de dezembro de 2013, emitida e ratificada pela Procuradoria Geral da Nação no dia 13 de janeiro de 2014, a fim de garantir o exercício dos direitos políticos do senhor Gustavo Francisco Petro Urrego”, diz a decisão da CIDH publicada esta noite pela imprensa colombiana.

O documento da CIDH, que tem sede em Washington, acrescenta que a medida seja tomada para que Petro “possa cumprir com o período para o qual foi eleito prefeito da cidade de Bogotá”.

Petro foi eleito prefeito por votação popular no dia 30 de outubro de 2011 para o período 2012-2015.

“A Comissão também solicita que o governo da Colômbia informe, dentro do prazo de 15 dias contados a partir da data da seguinte resolução, sobre a adoção das medidas cautelares requeridas e atualize tal informação de forma periódica”, acrescenta o documento.

Segundo esse órgão do Sistema Interamericano, “após analisar as alegações de fato e de direito” apresentadas pelos defensores do prefeito em dezembro, a Comissão considera que “os direitos políticos do senhor Gustavo Francisco Petro Urrego se encontrariam em uma situação de gravidade e urgência”.

As medidas cautelares da CIDH foram anunciadas no mesmo dia em que o Conselho de Estado, o tribunal máximo para as disputas administrativas da Colômbia, negou as últimas tutelas (recursos de amparo) que pretendiam suspender a destituição e inabilitação impostas a Petro no dia 9 de dezembro pelo procurador-geral, Alejandro Ordóñez.

Com essa decisão, foram esgotadas as instâncias legais das quais Petro poderia recorrer contra a punição da Procuradoria Geral.

Horas antes da decisão da CIDH, Petro tinha depositado nesse tribunal internacional sua esperança de evitar sua destituição e inabilitação através de medidas cautelares.

“Não sabemos se o sistema interamericano nos protege ou não. Se não o faz, não restará para nós um único centímetro quadrado de justiça”, disse o prefeito da capital colombiana.

A Procuradoria Geral considera que Petro cometeu falhas graves em dezembro de 2012 ao mudar o modelo de coleta de lixo de Bogotá, das mãos privadas para um modelo público, o que ocasionou uma crise nesse serviço durante três dias na cidade.

Segundo a Constituição colombiana, a Procuradoria Geral exerce a função de Ministério Público e de controle disciplinar dos funcionários do Estado, inclusive os de escolha popular, e representa à sociedade, sem competência penal.

A situação do prefeito esta agora em mãos do presidente colombiano, Juan Manuel Santos, que deve decidir se procede com a destituição ordenada pela Procuradoria Geral ou com as medidas cautelares da CIDH, sobre as quais há polêmica no país, pois não se sabe se seu cumprimento é obrigatório ou não.

Fonte G1

 
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Publicado por em 20 de março de 2014 em Brasil

 

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UE adota medidas políticas contra a Rússia e ameaça com sanções

Os líderes europeus decidiram nesta quinta-feira (6) suspender as negociações bilaterais com a Rússia sobre os vistos, a primeira medida política em resposta à ação russa na Crimeia, e ameaçaram Moscou com sanções econômicas, caso a situação na Ucrânia se deteriore.

À margem de uma cúpula extraordinária da UE em Bruxelas, o presidente do Conselho Europeu, Herman Van Rompuy, indicou que os dirigentes europeus concordaram em adotar uma estratégia progressiva de sanções para obrigar a Rússia a “negociar” uma saída para a crise na Ucrânia.

Além disso, os europeus consideraram como “ilegal” a decisão do Parlamento da península ucraniana da Crimeia de pedir sua integração à Rússia.

“Esta decisão (…) é contrária à constituição ucraniana e, portanto, ilegal”, declarou Van Rompuy.

Fonte G1

 
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Publicado por em 7 de março de 2014 em Brasil

 

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Exército da Ucrânia pede medidas de emergência para ‘estabilizar’ o país

O exército ucraniano pediu nesta sexta-feira (31) ao presidente Viktor Yanukovitch que adote “medidas de emergência” para “estabilizar” a situação no país, em um comunicado publicado no site oficial do ministério da Defesa.

“Os militares e os (outros) funcionários do ministério da Defesa pediram ao comandante supremo do exército (o chefe de Estado) que adote medidas de emergência no marco da legislação atual para estabilizar a situação no país”, cenário há mais de dois meses de manifestações sem precedentes da oposição pró-europeia contra o governo, afirma a nota.

“Os militares e os (outros) funcionários do ministério da Defesa consideram inaceitável a tomada de edifícios públicos e as tentativas de impedir que o poder cumpra suas funções, advertindo que uma escalada da contestação ameaça a integridade territorial da Ucrânia”, completa o comunicado.

O movimento de protesto começou no final de novembro, depois da decisão repentina de Yanukovitch de desistir de assinar um acordo de associação com a UE, negociado durante meses, em troca de uma aproximação com a Rússia, que concedeu um crédito de US$ 15 bilhões e uma redução do preço do gás a Kiev.

Fonte G1

 
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Publicado por em 3 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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Em meio a novos protestos, Tailândia analisa medidas de urgência

O governo da Tailândia analisa nesta segunda-feira (20) medidas de urgência, como dotar de mais poderes as forças de segurança, diante do aumento da violência em torno dos protestos antigovernamentais.

Conforme o responsável pela segurança nacional, Paradorn Pattantabutr, as autoridades estão considerando “muito seriamente” declarar estado de emergência depois de um fim de semana de crise, pois manifestantes tentam há mais de dois meses derrubar o governo.

Protestos tomam ruas da Tailândia pedindo a renúncia do governo (Foto: Mariucha Machado/G1)Protestos tomam ruas da Tailândia pedindo a renúncia do governo (Foto: Mariucha Machado/G1)

A violência é o mais recente episódio num conflito de oito anos que tem de um lado a elite e a classe média de Bangcoc e do outro os mais pobres, principalmente da área rural, que dão apoio à primeira-ministra Yingluck Shinawatra e ao irmão dela e ex-premiê, Thaksin Shinawatra, derrubado pelos militares em 2006.

Já nesta segunda-feira, manifestantes ocupavam o cruzamento Sukhumvit com Ratchadapisek, em Bangcoc, onde um palco estava montado e pessoas levavam cartazes com os dizeres “contra as eleições sujas”, informa a repórter do G1 Mariucha Machado.

Ambulantes vendem fitas e camisetas com as cores do país para manifestantes (Foto: Mariucha Machado/G1)Ambulantes vendem fitas e camisetas com as cores do
país para manifestantes (Foto: Mariucha Machado/G1)

Durante os protestos, ambulantes vendem bandeiras e fitas com as cores do país e barricadas estão montadas por toda a cidade, dificultando a vida de motoristas e pedestres. Shoppings da região fecharam mais cedo por medo dos protesos e os canais de TV mostram manifestações espalhadas por toda a capital.

No domingo, pelo menos 28 pessoas, incluindo uma jornalista, ficaram feridas no último ataque com granada contra as manifestações. Os protestos pedem a renúncia do governo de Yingluck Shinawatra e o cancelamento das eleições do dia 2 de fevereiro.

Repórter do G1 relata que há barricadas e ruas bloqueadas na capital (Foto: Mariucha Machado/G1)Repórter do G1 relata que há barricadas e ruas
bloqueadas na capital (Foto: Mariucha Machado/G1)

Atentado
Um desconhecido jogou o explosivo junto à tenda da imprensa em um dos acampamentos dos manifestantes e voltou a lançar outra granada e disparou contra os guardas que o perseguiam. O agressor conseguiu escapar em uma motocicleta.

Taworn Senneam, ex-deputado do Partido Democrata e responsável dos manifestantes no Monumento à Vitoria, declarou à imprensa acreditar que queriam matá-lo porque a primeira granada foi dirigida contra o local onde estava sentado.

O secretário-geral do Conselho Nacional de Segurança, Paradorn Pattanatabut, advertiu que está previsto um aumento dos atos violentos relacionados com os protestos durante os próximos dias.

Nove pessoas morreram e mais de 500 ficaram feridas desde que a mobilização antigovernamental começou a ocupar ministérios, em 25 de novembro do ano passado.

Paradorn explicou que os manifestantes vão se tornar mais ativos à medida que as eleições legislativas do dia 2 de fevereiro, que tentam boicotar, se aproximam.

Violência
“Os manifestantes disseram que fecharão várias instalações do governo. Até agora, esses fechamentos foram simbólicos. Ele vão até os locas e então eles vão embora”, declarou o chefe da segurança do país à Reuters, afirmando que a polícia está preparada para usar o estado de emergência, se necessário.

“No entanto, se a tática deles mudar, e eles fecharem instalações do governo ou bancos de forma permanente, as chances de distúrbios aumentam, e nós vamos ter que recorrer a essa lei.”

O decreto de emergência dá às agências de segurança poderes amplos para impor toque de recolher, prender suspeitos sem acusação formal, censurar a imprensa, proibir encontros políticos de mais de cinco pessoas e isolar partes do país.

Fonte G1

 
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Publicado por em 21 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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EUA analisam medidas de reciprocidade contra a Venezuela

O governo dos Estados Unidos avalia possíveis medidas de reciprocidade contra a Venezuela pela expulsão de três de seus diplomatas em Caracas, anunciou nesta terça-feira (1°) a porta-voz do Departamento de Estado, Jennifer Psaki, informou a agência de notícias AFP.

“De acordo com a Convenção de Viena sobre as relações diplomáticas, os Estados Unidos podem adotar medidas de reciprocidade, e estamos considerando quais medidas poderão ser adotadas” neste caso, declarou Psaki.

Entenda o caso
O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, determinou nesta segunda-feira (30) a expulsão de três funcionários da embaixada dos EUA em Caracas, acusando-os de fomentar, em conjunto com a oposição, supostos “atos de sabotagem econômica e elétrica” no país.

O presidente venezuelano acusou os diplomatas de se reunirem “com a extrema direita venezuelana” para “financiá-los e estimular ações para sabotar o sistema elétrico e a economia” do país.

Em 5 de março deste ano, algumas horas antes do anúncio do falecimento do presidente Hugo Chávez (1999-2013), o governo venezuelano expulsou dois adidos militares da representação diplomática por, supostamente, promover “projetos desestabilizadores” contra o governo.

Em ocasiões anteriores, a diplomacia americana negou participação nesse tipo de atividade.

Desde que assumiu como presidente, em meados de abril, Maduro tem acusado a oposição de tentativas de assassinato, de acumular bens para gerar escassez e de sabotar o sistema elétrico, entre outras coisas.

Fonte G1

 
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Publicado por em 2 de outubro de 2013 em Brasil

 

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