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Homem é preso suspeito de estuprar e matar a enteada na Austrália

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A polícia australiana prendeu um homem de 23 anos suspeito de estuprar e assassinar sua filha adotiva de dois anos de idade em uma cidade do nordeste da Austrália, informou a imprensa local nesta sexta-feira (2).

O crime ocorreu no dia 18 de abril quando o acusado agrediu a menina, que recebeu uma série de socos na barriga, quando a mãe havia saído de casa por cerca de 20 minutos, relataram fontes policiais à agência local AAP.

A menina foi transferida para um hospital da cidade de Coffs Harbour, a cerca de 530 quilômetros ao norte de Sydney, onde morreu três dias depois.

O homem foi capturado nesta quinta-feira e foi acusado de assédio sexual grave contra uma pessoa menor de 10 anos, assassinato e outros crimes relacionados com o consumo de drogas.

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Publicado por em 3 de maio de 2014 em Brasil

 

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Jovem de 15 anos é acusado de matar professora em Leeds

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Publicado por em 1 de maio de 2014 em Brasil

 

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Zoológico que gerou polêmica ao matar girafa sacrifica quatro leões

Zoológico de Copenhague apresenta novo leão; dois idosos e dois filhotes foram sacrificados com a chegada do animal (Foto: Reprodução/Facebook/Zoologisk Have)Zoológico de Copenhague apresenta novo leão; dois idosos e dois filhotes foram sacrificados com a chegada do animal (Foto: Reprodução/Facebook/Zoologisk Have)

O zoológico de Copenhague, onde a morte do filhote de girafa Marius provocou uma polêmica em fevereiro, volta a ser notícia depois de matar quatro leões.

“Devido ao comportamento (…) natural dos leões, o zoológico precisou sacrificar dois leões idosos e dois filhotes que não eram suficientemente grandes para cuidar de si mesmos”, declarou nesta terça-feira (25) a instituição em um comunicado.

Os filhotes, de menos de dez meses, “teriam sido mortos pelo novo macho na primeira oportunidade”, acrescentou, referindo-se a um novo leão que foi incorporado à atração.

Eles foram sacrificados na segunda-feira (24) porque o zoológico não conseguiu encontrar outro local para eles, explicou um porta-voz à “France Presse”.

Diferentemente de Marius, desta vez a morte não ocorreu na presença do público porque “nem todos os nossos animais são dissecados” diante dos visitantes, acrescentou.

Em alguns dias, o novo macho será integrado às duas leoas nascidas em 2012, em idade de se reproduzir.

“O zoológico é conhecido mundialmente por seu trabalho com os leões e estou orgulhoso de que um deles esteja na origem de uma nova linhagem”, ressaltou o diretor Steffen Strade.

Zoológico realizou necropsia em girafa e visitantes puderam assistir (Foto: Scanpix Denmark/ AFP)Zoológico realizou necropsia em girafa
(Foto: Scanpix Denmark/ AFP)

Ameaças de morte
No mês passado, o responsável pelo zoológico, Bengt Holst, recebeu ameaças de morte após a decisão de matar o filhote de girafa Marius, de 18 meses. O animal foi morto com uma pistola, depois dissecado e lançado aos leões sob os olhares das crianças presentes no local.

O caso provocou comoção entre milhares de defensores dos direitos dos animais em todo o mundo e inclusive circulou um pedido para salvar o bebê girafa.

O zoológico indicou em seu site que não havia outra solução a não ser impedir Marius de chegar à idade adulta, já que, em virtude das regras da Associação Europeia de Zoológicos e de Aquários (EAZA), é preciso evitar a consanguinidade entre girafas.

Na Dinamarca, uma esmagadora maioria dos internautas considerou que estas críticas internacionais eram apenas um sinal da hipocrisia e do politicamente correto.

Um especialista de ética sobre o tratamento dos animais denunciou inclusive a “Disneyficação” dos animais dos zoológicos.

Fonte G1

 
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Publicado por em 25 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Viúva luta para soltar preso em solitária há 42 anos por matar marido

Mais de quatro décadas depois da morte de seu marido, a americana Leontine Rogers se uniu a uma campanha pela libertação do homem acusado e condenado pelo crime.

Teenie, como é chamada, diz estar convencida de que Albert Woodfox, condenado pelo assassinato e preso há 42 anos em regime de isolamento, é inocente. Ele foi acusado do crime ao lado de Herman Wallace, morto no ano passado.

“Eu vi e li todas as provas e ninguém pode me convencer do contrário. Eles são inocentes”, diz Teenie, que participa dos esforços da Anistia Internacional pela libertação de Woodfox.

Viúva argumenta que não há nada que prove a culpa de Albert Woodfox (na foto) (Foto: Cortesia de Angola3.org)Viúva argumenta que não há nada que prove a culpa de Albert Woodfox (na foto) (Foto: Cortesia de Angola3.org)

“Não há nada que prove que Herman e Albert são culpados”, afirma a viúva.

Seu marido, o guarda penitenciário Brent Miller, foi morto a facadas em 1972, aos 23 anos, na Penitenciária Estadual de Louisiana, conhecida como Angola, onde trabalhava.

Na época, Woodfox cumpria pena por roubo à mão armada. Ao lado de Wallace, que também cumpria pena no local, e outros detentos, Woodfox organizava uma célula do movimento negro revolucionário Panteras Negras em Angola – considerada uma das prisões mais brutais dos Estados Unidos.

Os dois foram condenados pelo assassinato de Miller e, ao lado de um terceiro detento, Robert King, ficaram conhecidos como “Os três de Angola”, por terem sido colocados em confinamento solitário, cada um restrito a uma cela de aproximadamente 2×3 metros por 23 horas diárias, sem contato com outros presos.

Falhas
O caso chamou a atenção de grupos de defesa dos direitos humanos, que afirmam que os três – negros – foram vítimas de falhas no julgamento e discriminação e sujeitos a condições desumanas, pelo tempo passado na solitária.

“As graves falhas no caso não foram reparadas. Apesar de tribunais terem derrubado sua condenação, Woodfox permanece na prisão”, disse à BBC Brasil a ativista Tessa Murphy, da Anistia Internacional.

Woodfox foi condenado em 1973 por homicídio em segundo grau e sentenciado à prisão perpétua.

“Ele foi condenado por um júri composto só de brancos, em um julgamento de poucas horas”, diz Murphy.

Entre as falhas apontadas pelos defensores de Woodfox estão o fato de a principal testemunha, um estuprador que cumpria pena em Angola na época, ter recebido benefícios do então diretor da prisão em troca de seu depoimento e, posteriormente, ter sido perdoado e libertado.

Condenados ficaram, ao lado de um 3º detento, conhecidos como "Os três de Angola" (Foto: Cortesia de Angola3.org)Condenados ficaram, ao lado de um 3º detento, conhecidos como “Os três de Angola” (Foto: Cortesia de Angola3.org)

Outro preso que testemunhou ter visto Woodfox e Wallace saindo da porta do local do crime, era cego. Uma terceira testemunha era esquizofrênica e estava sob o efeito de medicamentos na época.

Além disso, não houve provas físicas ligando Woodfox ou Wallace ao crime.

Novo julgamento
Woodfox teve sua condenação derrubada em 1992, com a justificativa de que tinha recebido aconselhamento legal ineficiente.

Em 1998, ele foi julgado novamente, e novamente condenado. Neste julgamento, as principais testemunhas já estavam mortas, mas tiveram seus depoimentos lidos no tribunal pela acusação, sem objeção dos advogados de defesa.

Em 2008, um juiz federal ordenou que essa segunda condenação também fosse derrubada e que Woodfox fosse libertado.

Mas o Estado da Louisiana apelou contra essa decisão, e o caso está agora em um tribunal federal de apelações, o 5º US Circuit Court of Appeals.

O procurador-geral da Louisiana, Jamed ‘Buddy’ Caldwell, rebate a afirmação de que Woodfox não teve acesso a aconselhamento legal eficiente nos julgamentos anteriores.

Para Caldwell, os advogados de Woodfox não foram ineficientes, eles simplesmente não tiveram sucesso.

Na época da apelação, Caldwell declarou que Woodfox é um homem ‘muito perigoso’ e lembrou que havia três testemunhas oculares do crime. Disse ainda que, se houvesse algo errado com o processo, seria o primeiro a deixar que Woodfox e Wallace fossem libertados.

Panteras Negras
Dos “Três de Angola”, Woodfox é o único que permanece na prisão. King foi libertado em 2001, após 29 anos em confinamento solitário e depois de ter sua condenação derrubada.

Wallace, condenado em 1974 em um julgamento separado do de Woodfox, foi libertado no ano passado, aos 71 anos de idade, depois que um tribunal federal decidiu que seu julgamento havia sido injusto.

Ele morrreu de câncer no fígado apenas três dias após sua libertação, depois de passar 41 anos em confinamento solitário.

Muitos acreditam que o fato de os três integrarem os Panteras Negras teve influência na decisão de mantê-los na solitária por tanto tempo.

“Acho que o único motivo para manter Woodfox na solitária é a punição por participar dos Panteras Negras”, disse à BBC Brasil Jules Lobel, professor de Direito da Universidade de Pittsburgh.

“Não acho que exista nenhuma justificativa relacionada a segurança”, afirmou Lobel, que preside o Center for Constitutional Rights, organização de defesa dos direitos constitucionais com sede em Nova York.

O procurador-geral da Louisiana nega esse tipo de alegação. Caldwell já afirmou, inclusive, que o tipo de confinamento a que os três foram submetidos não pode ser caracterizado como “solitário” já que, apesar de ficarem sozinhos em suas celas, eles conseguiriam se comunicar com outros prisioneiros.

Para Lobel, a natureza do sistema de Justiça Criminal nos Estados Unidos, baseado em classe e raça, tem influência no grande número de julgamentos com falhas no país.

“Há muitos inocentes nas prisões dos Estados Unidos”, afirma.

“Se você é rico e pode contratar um bom advogado, tem muito mais chance de não ser condenado. Mas se é pobre e não tem acesso a uma boa defesa, acaba atropelado (pelo sistema).”

Justiça
Segundo a Anistia Internacional, Woodfox é atualmente a pessoa ainda presa em confinamento solitário a ficar mais tempo nessa condição.

“Saber que eles estiveram lá (na solitária) por todos esses anos simplesmente parte meu coração”, diz a viúva do agente penitenciário morto.

“Passar esse tempo todo, especialmente sabendo que você não fez nada para merecer isso. Não consigo nem imaginar”, afirma Teenie.

Ela diz pensar que o Estado continua insistindo em manter Woodfox na prisão porque “precisam culpar alguém, e acham que estão fazendo Justiça”.

No entanto, diz acreditar que ela e sua família não receberam Justiça, já que crê que os verdadeiros assassinos de seu marido não foram punidos.

“Na verdade, é uma injustiça o que estão fazendo. Acho que precisa acabar”, diz.

Fonte G1

 
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Publicado por em 21 de março de 2014 em Brasil

 

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Casal acusado de matar filha adotiva de fome espera veredicto no Qatar

Um casal americano acusado de matar de fome sua filha adotiva Gloria, de 8 anos, para traficar os órgãos da menina, deverá permanecer no Qatar à espera de um veredicto, previsto para o dia 27 de março, informou nesta quarta-feira (5) uma fonte judicial.

O tribunal do Qatar rejeitou o pedido de Matthew e Grace Huang – americanos de origem asiática e residentes no país árabe desde 2012 por motivos trabalhistas – de retornar aos Estados Unidos para se reunir com seus outros dois filhos.

Os acusados, detidos pela morte de Gloria em janeiro de 2013, saíram em liberdade em novembro. No entanto, eles não podem deixar o país.

O casal defende sua inocência e diz que a menor – natural de Gana, na África, e adotada em 2009 – tinha problemas de alimentação. A garota morreu no dia 15 de janeiro do ano passado, de forma súbita.

Matthew e Grace Huang com Gloria e outro de seus filhos em foto sem data; eles são acusados de terem causado a morte da menina (Foto: David House Agency/AP)Matthew e Grace Huang com Gloria e outro de seus filhos adotivos em foto sem data. Eles são acusados de terem causado a morte da menina no ano passado (Foto: David House Agency/AP)

O procurador-geral exige a pena de morte para Matthew e Grace, embora não tenham ocorrido execuções no Qatar nos últimos anos, segundo a defesa.

“Perdemos nossa filha (…) e esse tribunal nos roubou um ano de nossas vidas. Somos inocentes, nos sentimos como se tivessem nos sequestrado. Só queremos voltar para casa”, declarou Matthew a jornalistas após a audiência.

Segundo um site de partidários do casal, a menina, que vivia em um orfanato de Gana, tinha problemas de alimentação em decorrência da “situação de pobreza extrema que vivenciou durante sua infância”.

Os outros dois filhos de Matthew e Grace, também adotados e de origem africana, obtiveram autorização para viajar aos Estados Unidos com a avó em outubro do ano passado.

Fonte G1

 
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Publicado por em 6 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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Polícia divulga foto de suspeito de matar dois em shopping nos EUA

Polícia divulgou foto de Darion Marcus Aguilar, suspeito de matar duas pessoas em shopping nos Estados Unidos (Foto: AP Photo/ Howard County Police)Polícia divulgou foto de Darion Marcus Aguilar,
suspeito de matar duas pessoas em shopping nos
EUA (Foto: AP Photo/ Howard County Police)

A polícia divulgou neste domingo (26) uma foto do jovem suspeito de matar duas pessoas em um shopping de Columbia, nos Estados Unidos. O suspeito, identificado como Darion Marcus Aguilar, tem 19 anos. O crime aconteceu na manhã deste sábado (25) no shopping center da cidade, que fica a 48 km de Washington, capital americana.

O atirador se matou em seguida. Brianna Benlolo, de 21 anos, e Tyler Johnson, de 25 anos, foram identificados pela polícia de Columbia como os mortos no tiroteio.

De acordo com a polícia, Aguilar – que vivia na cidade de College Park, em Maryland, com sua mãe – chegou ao shopping de táxi às 10h15 locais, e fez entre seis e oito disparos. Ele estava com uma mochila quando entrou no centro comercial, e levava uma grande quantidade de munição.

Segundo Bill McMahon, chefe da polícia local, o atirador não tinha nenhum histórico criminal relevante. A arma utilizada foi uma espingarda Mossberg calibre 12, comprada no condado de Montgomery.

Mapa mostra local onde foi o tiroteio (Foto: G1)

Benlolo e Johnson eram funcionários da loja de artefatos para skate chamada “Zumiez”, localizada no segundo andar do shopping, e palco do tiroteio. Além dos três mortos, cinco pessoas ficaram feridas, mas todas já foram liberadas pelo Hospital Geral do condado de Howard, inclusive uma que havia levado um tiro no pé.

De acordo com o Twitter da polícia, um chamado sobre o tiroteio foi recebido por volta das 11h15, no horário local (14h15, hora de Brasília). Quando os primeiros agentes chegaram ao centro comercial, que tem 200 lojas, foram encontradas três pessoas mortas, uma delas ao lado de uma arma e munições.

Por enquanto, a polícia ainda não conseguiu estabelecer alguma ligação entre o atirador e as duas vítimas – uma delas vivia na mesma cidade que Aguilar. O motivo dos disparos ainda é desconhecido.

O shopping permanece fechado e só deve reabrir na terça-feira (28). A polícia irá auxiliar o estabelecimento na segurança local.

Cães farejadores fizeram uma vistoria na estrutura do prédio e não encontraram nenhum indício de explosivos ou alguma outra ameaça.

Tiros foram dentro de loja, diz polícia
O site do jornal “The Baltimore Sun” relatou que funcionários e clientes que estavam no centro de compras na hora do tiroteio foram direcionados a um teatro instalado no local. Por volta das 17h, eles começaram a ser liberados do centro de compras. Às 19 horas, a polícia confirmou que o prédio havia sido evacuado.

Ainda segundo o veículo de imprensa norte-americano, quando os tiros começaram uma multidão saiu correndo assim que ouviram os disparos.

Pelo Twitter, o shopping Columbia Mall confirmou que o shopping permaneceria fechado ao longo do dia e pediu que à população rezasse pelas pessoas mortas.

Após a divulgação dos nomes das vítimas, o presidente da rede de lojas Zumiez, Rick Brooks, emitiu uma nota, na qual lamentou o caso e prestou solidariedade às famílias. Ele informou ainda que a empresa irá providenciar acompanhamento psicológico para os demais funcionários da loja do Columbia Mall.

Carros de emergência estacionados em frente ao Columbia Mall, onde três pessoas morreram após tiroteio neste sábado (25) (Foto: Jim Watson/AFP)Carros de emergência estacionados em frente ao Columbia Mall, onde três pessoas morreram após tiroteio neste sábado (25) (Foto: Jim Watson/AFP)Membros do FBI e policiais locais conversam em frente ao shopping Columbia Mall, onde três pessoas morreram em tiroteiro registrado neste sábado (25) (Foto: Jim Watson/AFP)Membros do FBI e policiais locais conversam em frente ao shopping Columbia Mall, onde três pessoas morreram em tiroteiro registrado neste sábado (25) (Foto: Jim Watson/AFP)Movimentação de policiais é vista em frente a shopping que fica a 48 km de Washington, capital dos EUA. Três pessoas morreram após tiroteio no centro de compras (Foto: Jim Watson/AFP)Movimentação de policiais é vista em frente a shopping que fica a 48 km de Washington, capital dos EUA. Três pessoas morreram após tiroteio no centro de compras (Foto: Jim Watson/AFP)

Fonte G1

 
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Publicado por em 28 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Sete suspeitos de matar ex-miss em assalto são presos na Venezuela

A ex-miss venezuelana Mónica Spears Mootz (Foto: Reprodução/Facebook)A ex-miss venezuelana Mónica Spears Mootz
(Foto: Reprodução/Facebook)

O ministro da Justiça da Venezuela, Miguel Rodríguez, informou que foram presos os “autores materiais” do assassino da ex-rainha da beleza Mónica Spear e de seu marido, depois de informar anteriormente que sete pessoas haviam sido detidas neste caso.

“Entre os detidos, se encontram os autores materiais do duplo homicídio de Mónica Spear e Thomas Henry”, escreveu Rodríguez em seu Twitter, sem dar maiores detalhes.

Na noite de quarta-feira, o Ministério Público informou a captura de sete suspeitos ligados ao crime, com os quais foram encontrados objetos das vítimas.

Finalista do Miss Universo em 2005 e atriz da rede americana Telemundo, Mónica Spear e seu marido, Thomas Henry Berry, 39, foram mortos a tiros dentro do carro em um acostamento, depois de bater o veículo em um objeto colocado propositalmente em uma estrada entre Puerto Cabello e Valencia, a terceira maior cidade do país.

Maya, filha de cinco anos da ex-miss, ficou ferida. Seu quadro é estável até o momento. Ela ainda não sabe da morte dos pais, segundo a família.

Segundo a reconstituição do crime, o automóvel da atriz caiu em uma emboscada. Quando os criminosos se aproximaram, Mónica e o marido tentaram se trancar no veículo e foram mortos a tiros.

O presidente Nicolás Maduro propôs na quarta-feira um plano contra a criminalidade e de pacificação da Venezuela, ao criar uma comissão integrada por governadores e prefeitos das regiões mais violentas do país.

“Deixo instalada oficialmente esta equipe de trabalho que começa no dia de hoje e que se estenderá durante um mês, e aspiro que em um mês tenhamos um plano conjunto e uma lei de pacificação nacional”, declarou Maduro no Palácio de Miraflores, onde se reuniu com vários dirigentes da oposição, incluindo o líder Henrique Capriles, governador do estado de Miranda.

Maduro chamou os prefeitos dos 79 municípios mais violentos do país – que concentram 80% dos crimes – dois dias após o assassinato.

“Ninguém pode cruzar os braços diante do assassinato, da violência, do massacre contra esta jovem venezuelana e seu esposo. Isto é uma bofetada para todos, todos têm que assumir a responsabilidade, e eu assumo a minha”, declarou Maduro, que convocou a oposição a superar as divergências políticas para atuar com o governo contra a violência.

Maduro, que liberou 10 bilhões de bolívares (1,7 bilhão de dólares no câmbio oficial) para estados e municípios visando reforçar a polícia, pediu que a comissão criada nesta quarta apresente “resultados concretos” em um mês visando construir “um país de paz”.

Entre outras coisas, Maduro defendeu a aplicação de um plano de desarmamento, a melhoria das forças de segurança, a reforma das prisões e o atendimento às vítimas da violência.

“Devemos caminhar para a coordenação, homologação e centralização das polícias nacional, regionais e municipais.”

Maduro também pediu aos meios de comunicação “da direita” que não manipulem a informação sobre a violência no país.

De acordo com a imprensa, o governo, ou ONGs locais, os assassinatos na Venezuela oscilam entre 39 a 79 casos por ano para cada 100 mil habitantes. A marca de 79 assassinatos seria a segunda mais alta do mundo.

A reunião de quarta-feira foi marcada pelo aperto de mão entre Maduro e Henrique Capriles, algo que não acontecia desde as eleições presidenciais de 2013.

Capriles não reconhece a legitimidade das eleições que levaram Maduro à presidência e o chefe de Estado acusa o líder da oposição de ‘golpismo’.

Fonte G1

 
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Publicado por em 10 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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