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Filha e marido da carioca que morreu em voo Rio-Dallas voltam para o Brasil

Foto publicada no Instagram por Allison Frahm (Foto: Reprodução/Instagram/Allisonfrahn)Foto publicada no Instagram por Allison Frahm
(Foto: Reprodução/Instagram/Allisonfrahn)

A filha e o marido da brasileira Aline Bragança Levy, de 34 anos, que morreu durante um voo que ia do Rio de Janeiro a Dallas, nos Estados Unidos, voltam para o Brasil nesta terça-feira (29), às 12h, segundo a Embaixada do Brasil em San José, na Costa Rica. O avião teve que fazer um pouso de emergência em San José na Costa Rica, na madrugada de segunda-feira (28).

Aline começou a se sentir mal, obrigando a aeronave da American Airlines a aterrissar. Aline viajava com o marido e uma filha de 2 anos. “É uma situação bem difícil. Fizemos de tudo para que ele conseguisse voltar o quanto antes com a filha”, afirmou o vice-cônsul Fabiano Soares.

De acordo com o consulado, o translado do corpo de Aline deve ser feito na quarta (30) ou na quinta-feira (1°). “O corpo já está liberado e será embalsamado hoje pela manhã. Fica dependendo agora da papelada burocrática”, disse o vice-cônsul.

Segundo o chefe da polícia do aeroporto, Carlos Víquez, o administrador do aeroporto recebeu o alerta de um problema de saúde de uma passageira, (e) coordenou a aterrissagem. Ele acrescentou que, quando uma equipe da Cruz Vermelha entrou no avião, a passageira já tinha morrido, possivelmente devido a uma parada cardiorrespiratória.

Allison Frahn, uma fisiculturista americana que estava no avião, publicou no Instagram uma foto do momento em que o avião estava em San José. Ela ainda mencionou que seu noivo, o também fisiculturista Steve Kuclo tentou reanimar Aline durante o voo. Kuclo é paramédico e estava no Brasil para uma competição.

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Publicado por em 30 de abril de 2014 em Brasil

 

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Viúva luta para soltar preso em solitária há 42 anos por matar marido

Mais de quatro décadas depois da morte de seu marido, a americana Leontine Rogers se uniu a uma campanha pela libertação do homem acusado e condenado pelo crime.

Teenie, como é chamada, diz estar convencida de que Albert Woodfox, condenado pelo assassinato e preso há 42 anos em regime de isolamento, é inocente. Ele foi acusado do crime ao lado de Herman Wallace, morto no ano passado.

“Eu vi e li todas as provas e ninguém pode me convencer do contrário. Eles são inocentes”, diz Teenie, que participa dos esforços da Anistia Internacional pela libertação de Woodfox.

Viúva argumenta que não há nada que prove a culpa de Albert Woodfox (na foto) (Foto: Cortesia de Angola3.org)Viúva argumenta que não há nada que prove a culpa de Albert Woodfox (na foto) (Foto: Cortesia de Angola3.org)

“Não há nada que prove que Herman e Albert são culpados”, afirma a viúva.

Seu marido, o guarda penitenciário Brent Miller, foi morto a facadas em 1972, aos 23 anos, na Penitenciária Estadual de Louisiana, conhecida como Angola, onde trabalhava.

Na época, Woodfox cumpria pena por roubo à mão armada. Ao lado de Wallace, que também cumpria pena no local, e outros detentos, Woodfox organizava uma célula do movimento negro revolucionário Panteras Negras em Angola – considerada uma das prisões mais brutais dos Estados Unidos.

Os dois foram condenados pelo assassinato de Miller e, ao lado de um terceiro detento, Robert King, ficaram conhecidos como “Os três de Angola”, por terem sido colocados em confinamento solitário, cada um restrito a uma cela de aproximadamente 2×3 metros por 23 horas diárias, sem contato com outros presos.

Falhas
O caso chamou a atenção de grupos de defesa dos direitos humanos, que afirmam que os três – negros – foram vítimas de falhas no julgamento e discriminação e sujeitos a condições desumanas, pelo tempo passado na solitária.

“As graves falhas no caso não foram reparadas. Apesar de tribunais terem derrubado sua condenação, Woodfox permanece na prisão”, disse à BBC Brasil a ativista Tessa Murphy, da Anistia Internacional.

Woodfox foi condenado em 1973 por homicídio em segundo grau e sentenciado à prisão perpétua.

“Ele foi condenado por um júri composto só de brancos, em um julgamento de poucas horas”, diz Murphy.

Entre as falhas apontadas pelos defensores de Woodfox estão o fato de a principal testemunha, um estuprador que cumpria pena em Angola na época, ter recebido benefícios do então diretor da prisão em troca de seu depoimento e, posteriormente, ter sido perdoado e libertado.

Condenados ficaram, ao lado de um 3º detento, conhecidos como "Os três de Angola" (Foto: Cortesia de Angola3.org)Condenados ficaram, ao lado de um 3º detento, conhecidos como “Os três de Angola” (Foto: Cortesia de Angola3.org)

Outro preso que testemunhou ter visto Woodfox e Wallace saindo da porta do local do crime, era cego. Uma terceira testemunha era esquizofrênica e estava sob o efeito de medicamentos na época.

Além disso, não houve provas físicas ligando Woodfox ou Wallace ao crime.

Novo julgamento
Woodfox teve sua condenação derrubada em 1992, com a justificativa de que tinha recebido aconselhamento legal ineficiente.

Em 1998, ele foi julgado novamente, e novamente condenado. Neste julgamento, as principais testemunhas já estavam mortas, mas tiveram seus depoimentos lidos no tribunal pela acusação, sem objeção dos advogados de defesa.

Em 2008, um juiz federal ordenou que essa segunda condenação também fosse derrubada e que Woodfox fosse libertado.

Mas o Estado da Louisiana apelou contra essa decisão, e o caso está agora em um tribunal federal de apelações, o 5º US Circuit Court of Appeals.

O procurador-geral da Louisiana, Jamed ‘Buddy’ Caldwell, rebate a afirmação de que Woodfox não teve acesso a aconselhamento legal eficiente nos julgamentos anteriores.

Para Caldwell, os advogados de Woodfox não foram ineficientes, eles simplesmente não tiveram sucesso.

Na época da apelação, Caldwell declarou que Woodfox é um homem ‘muito perigoso’ e lembrou que havia três testemunhas oculares do crime. Disse ainda que, se houvesse algo errado com o processo, seria o primeiro a deixar que Woodfox e Wallace fossem libertados.

Panteras Negras
Dos “Três de Angola”, Woodfox é o único que permanece na prisão. King foi libertado em 2001, após 29 anos em confinamento solitário e depois de ter sua condenação derrubada.

Wallace, condenado em 1974 em um julgamento separado do de Woodfox, foi libertado no ano passado, aos 71 anos de idade, depois que um tribunal federal decidiu que seu julgamento havia sido injusto.

Ele morrreu de câncer no fígado apenas três dias após sua libertação, depois de passar 41 anos em confinamento solitário.

Muitos acreditam que o fato de os três integrarem os Panteras Negras teve influência na decisão de mantê-los na solitária por tanto tempo.

“Acho que o único motivo para manter Woodfox na solitária é a punição por participar dos Panteras Negras”, disse à BBC Brasil Jules Lobel, professor de Direito da Universidade de Pittsburgh.

“Não acho que exista nenhuma justificativa relacionada a segurança”, afirmou Lobel, que preside o Center for Constitutional Rights, organização de defesa dos direitos constitucionais com sede em Nova York.

O procurador-geral da Louisiana nega esse tipo de alegação. Caldwell já afirmou, inclusive, que o tipo de confinamento a que os três foram submetidos não pode ser caracterizado como “solitário” já que, apesar de ficarem sozinhos em suas celas, eles conseguiriam se comunicar com outros prisioneiros.

Para Lobel, a natureza do sistema de Justiça Criminal nos Estados Unidos, baseado em classe e raça, tem influência no grande número de julgamentos com falhas no país.

“Há muitos inocentes nas prisões dos Estados Unidos”, afirma.

“Se você é rico e pode contratar um bom advogado, tem muito mais chance de não ser condenado. Mas se é pobre e não tem acesso a uma boa defesa, acaba atropelado (pelo sistema).”

Justiça
Segundo a Anistia Internacional, Woodfox é atualmente a pessoa ainda presa em confinamento solitário a ficar mais tempo nessa condição.

“Saber que eles estiveram lá (na solitária) por todos esses anos simplesmente parte meu coração”, diz a viúva do agente penitenciário morto.

“Passar esse tempo todo, especialmente sabendo que você não fez nada para merecer isso. Não consigo nem imaginar”, afirma Teenie.

Ela diz pensar que o Estado continua insistindo em manter Woodfox na prisão porque “precisam culpar alguém, e acham que estão fazendo Justiça”.

No entanto, diz acreditar que ela e sua família não receberam Justiça, já que crê que os verdadeiros assassinos de seu marido não foram punidos.

“Na verdade, é uma injustiça o que estão fazendo. Acho que precisa acabar”, diz.

Fonte G1

 
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Publicado por em 21 de março de 2014 em Brasil

 

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Idosa é multada ao fazer brinde em túmulo do marido na França

Sven-Olof Svensson leu o próprio obituário no jornal após sua irmã pensar que ele havia morrido (Foto: Roybb95, Wikimedia Commons)Viúva foi multada em R$ 124 após fazer brinde na
sepultura do marido na França
(Foto ilustrativa: Roybb95, Wikimedia Commons)

Uma viúva francesa de 61 anos ficou revoltada ao ser multada em 38 euros (cerca de R$ 124) por fazer um brinde no túmulo do marido, devido a uma determinação que proíbe o consumo de bebidas alcoólicas em cemitérios.

Josiane Couston contou ao jornal “Le Figaro” que foi à sepultura acompanhada de membros da família e amigos para fazer um brinde com champanhe no aniversário do falecido marido, como forma de manter uma promessa feita ao homem.

No entanto, um policial apareceu e emitiu uma multa por perturbação a paz, o que deixou a mulher enfurecida. “Não estávamos cantando ou pulando nas sepulturas. Não somos vândalos!”, esbravejou a senhora.

O advogado de Josiane afirmou que os policiais não podem impedi-la e devem permitir que ela e a família aproveitem o momento com o morto. “É uma questão de princípios para a mulher, que não tem más intenções, honrando o último pedido do marido”, afirmou Emilie Chapuis.

A senhora disse que pretente manter a tradição no próximo ano, e que “a promessa é sagrada”.

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Publicado por em 19 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Mulher usa camiseta em filha para surpreender marido sobre gravidez

Uma mulher publicou um vídeo no qual mostra a forma criativa de contar ao marido que estava grávida, ao “transformar” a filha mais nova do casal em um “aviso”, com direito a uma camiseta que dava as boas notícias em forma de brincadeira (veja o vídeo).

Ao ver camiseta da filha, homem ficou chocado ao descobrir que a esposa estava grávida (Foto: Reprodução/YouTube/desababe)Ao ver camiseta da filha, homem ficou chocado ao descobrir que a esposa estava grávida (Foto: Reprodução/YouTube/desababe)

Assim que o homem volta de viagem e vai cumprimentar a filha, ele não percebe que a menina está usando uma camiseta com os dizeres “big sister” (irmã mais velha, em tradução livre), e é avisado pela própria mulher a prestar atenção ao detalhe.

“Meu marido e eu estávamos tentando ter o segundo filho e decidi gravar sua reação em vídeo ao contar que estava grávida. Minha filha e eu voltamos um dia antes [da viagem] e fiz um exame de sangue naquela manhã, para poder fazer a surpresa mais tarde para contar a novidade”, escreveu a usuária “desababe” na descrição do vídeo.

Quando percebe a referência na camiseta o homem entra em choque, e parece não acreditar na notícia contada pela esposa. “Você está mentindo!”, diz o homem, antes de receber a confirmação de que o bebê nasceria em setembro.

A mulher escreveu também que, apesar da expressão de choque, o marido ficou muito contente com a novidade, e todos choraram de emoção mais tarde. A gravação do episódio curioso foi assistida mais de 300 mil vezes.

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Publicado por em 7 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Ministro norueguês gay levará marido para Jogos Paralímpicos de Sochi

O ministro da Saúde da Noruega vai defender os direitos dos homossexuais na Rússia ao comparecer aos Jogos Paralímpicos de Sochi com seu marido, mas o rei holandês e o primeiro-ministro estão sob pressão para boicotar os Jogos de Inverno.

O presidente russo, Vladimir Putin, tem enfrentado campanhas de boicote aos Jogos Olímpicos, que começam na sexta-feira (7), por causa de uma lei que proíbe a difusão de propaganda gay entre menores, o que ameaça suas tentativas de usar os Jogos para apresentar a Rússia como um Estado moderno.

Os Jogos Paralímpicos serão realizados em Sochi após os principais jogos.

“Mal posso esperar para assistir e apoiar todos os atletas noruegueses”, disse Bent Hoeie, que será o representante oficial do governo da Noruega nos Jogos Paralímpicos. “Estes são atletas com deficiência que se apresentam em um nível muito alto.”

Em declarações ao jornal Aftenblad Stavanger, Hoeie disse ser normal para um funcionário do gabinete viajar com o cônjuge em visitas oficiais.

A Noruega ganhou mais medalhas em Olimpíadas de Inverno do que qualquer outro país e devem terminar os jogos de Sochi na parte de cima da tabela de medalhas. A cidade de Oslo é candidata a sediar as Olimpíadas de Inverno de 2022.

Ativistas dos direitos dos homossexuais dizem que a “lei sobre propaganda gay”, sancionada por Putin no ano passado, causou um aumento da homofobia e crimes de ódio contra gays, ameaçando obscurecer os jogos de US$ 50 bilhões.

Fonte G1

 
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Publicado por em 4 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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Mulher tenta tratar vício em internet após perder marido, emprego e peso

Lucélia, antes e depois de se viciar em internet (Foto: Arquivo pessoal e Natália de Oliveira/G1)Lucélia, antes e depois de se viciar em internet (Foto: Arquivo pessoal e Natália de Oliveira/G1)

Quando Lucélia Cristina Paes, de 26 anos, começou a usar internet, há cerca de seis anos, não imaginava as proporções que a nova ferramenta tomaria em sua vida. Inicialmente, ela se conectava à rede somente no período da manhã, quando entrava em salas de bate-papos e em redes sociais. O tempo de conexão aumentou cada vez mais e o hábito virou doença. Hoje, a rede social de Lucélia está limitada e seus bate-papos se resumem a conversas com médicos e psicólogos da clínica de reabilitação onde a jovem está internada para tratar o vício, em Araçoiaba da Serra (SP). A doença fez a mulher perder o emprego, o marido e a saúde: Lucélia conta que foi internada com 33 quilos a menos do que tinha antes de se viciar na internet.

“Eu usava a internet para pesquisa e entrava em bate-papos, isso desde a época do Orkut. Mas, de um ano para cá, fui transformando o dia de 24 horas em 36, porque não conseguia mais me desconectar. Ficava a madrugada toda conversando com os meus amigos. Deixava de levar os meus dois filhos na escola para poder ficar na internet”, conta a jovem, que é mãe de uma menina de seis anos e um menino, de dois.

Lucélia diz que o marido, cansado de ‘disputar’ sua atenção com a internet e de sentir ciúmes com as conversas dela em salas de bate-papo – que geraram várias brigas – acabou pedindo o divórcio. “A partir daí o meu vício só aumentou, não conseguia parar de acessar a internet. Meu computador quebrou e eu comprei um celular, para poder ficar on-line de qualquer lugar”, relembra.

Por causa da dependência em ficar conectada, Lucélia tem tremedeiras nas mãos (Foto: Divulgação)Por causa do vício em ficar conectada, Lucélia tem
tremedeiras nas mãos (Foto: Divulgação)

Desde então, Lucélia passou a trocar o dia pela noite e até esquecia de comer. Ela trabalhava pensando na hora do intervalo, em que poderia pegar o celular que ficava guardado no armário da empresa. “Em vez de comer, eu ficava conectada. Todo o tempo livre que eu tinha durante o trabalho, eu pegava o celular.” Como o tempo livre ainda não era suficiente, Lucélia saiu do emprego para se dedicar única e exclusivamente ao vício eletrônico.

Até a filha mais velha percebeu o quanto a internet estava fazendo mal à mãe. “Minha filha chegou a falar para mim: ‘sai da internet, mamãe, me dá atenção’, mas eu não percebia que estava agindo errado.”

A internação de Lucélia na clínica em Araçoiaba da Serra, onde está há quase um mês, surgiu a partir de um pedido da mãe, que entrou em contato com a diretoria do local e pediu uma vaga para a filha. “Eu aceitei que precisava de ajuda quando vi o quanto estava gastando com a conta dos meu celulares. Teve mês que eu paguei mais de R$ 300 em uma linha e eu tinha três chips diferentes. Então, quis me tratar”, conta.

Hábito que vira doença
De acordo com a psicológa da clínica onde Lucélia está internanda, Eliete de Faria, o caso de dependência em internet é a primeira internação no local. Mas o tratamento é o mesmo do vício em entorpecentes ou álcool. “A ideia é ressocializar ela na socidade, pois a dependência a fez se afastar do mundo real e se fechar no mundo virtual.”

Durante o tratamento, previsto para durar três meses, ela vai participar de encontros em grupo e ter sessões semanais com a psicológa. O contato com o mundo virtual está totalmente descartado. “Ela precisa desenvolver o autocontrole para retornar a vida normal. Porque, lá fora, é quase impossível ela não ter contato com internet. Ela pode arrumar um trabalho que a obrigue a se conectar, mas ela precisa colocar limites nisso”, explica Eliete.

Em quase três semanas sem utilizar internet, Lucélia já consegue perceber as sequelas da dependência. “Eu não posso ver um celular ou um computador que já começo a tremer e a suar. Me dá muita vontade de pegar o celular. À noite, que era o período que eu mais usava, não consigo dormir, fico muito agitada. Não consigo me concentrar”, conta.

A psicológa diz que muitas pessoas se dizem viciadas em internet, mas é preciso diferenciar o hábito de uma doença. “A pessoa adicta deixa o vício atrapalhar no convício social dela, se recusa a ter uma vida além daquilo, deixa de comer, negligencia os cuidados básicos da sua própria vida em prol daquela dependência e deixa de sair de casa, como foi o caso da Lucélia”, afirma.

Durante as sessões com a psicológa, Lucélia tenta recuperar o auto-controle de sua própria vida (Foto: Natália de Oliveira/G1)Durante as sessões, Lucélia tenta recuperar o autocontrole (Foto: Natália de Oliveira/G1)

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Publicado por em 3 de fevereiro de 2014 em Tecnologia

 

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