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Obituary, Kataklysm e Havok marcam noite de despedida do Abril Pro Rock

Banda Obituary, no Abril pro Rock (Foto: Katherine Coutinho / G1)Banda Obituary comemorou 25 anos do primeiro disco, “Slowly we rot” (Foto: Katherine Coutinho / G1)

A segunda e última noite do Abril Pro Rock, neste sábado (26), no Chevrolet Hall, em Olinda, foi um verdadeiro tributo ao rock pesado. Aproximadamente 10 mil pessoas lotaram a casa de shows para conferir a lendária Obituary, que comemora seus mais de 20 anos de carreira, os franco-canadenses do Kataklysm e os norte-americanos da Havok.

Comemorando 25 anos de seu primeiro álbum, “Slowly we rot”, Obituary é considerada uma das mais importantes bandas de death metal. Não é à toa que atraiu fãs de todos os lugares do Nordeste e era a atração mais esperada da noite. “A gente curte os outros, mas vim mesmo é para vê-los”, afirma o empresário Osíris Goes.

O show integra a turnê “Classic set-list take over”, que traz sucessos dos mais de 20 anos  do grupo, como “Stinkupuss” e “Intoxicated”, que abriram o show. O professor Fred Costa reuniu os amigos e veio de Selânia, no interior da Paraíba, para conferir a apresentação. “A gente veio por eles mesmo, é o melhor show da noite, sem dúvida”, comentou.

Pela primeira vez no Recife, a banda fez questão de bater cabeça durante o show, acompanhada pelos fãs apaixonados pelo gutural de Tardy. A cada parada do grupo para se refrescar, a multidão entoava “Obituary, Obituary”. O setlist não deixou de fora canções como “The end complete”,  “Dead silence”, “Chopped in half” e, como não podia faltar, ”Slowly we rot”, para deixar saudade em todos.

Com Donald Tardy na bateria, Trevor Peres e Kenny Andrews nas guitarras, John Tardy no vocal e Terry Butler no baixo, os gringos da Obituary provaram que ainda têm fôlego para muitos anos de apresentações, completando a fila de sucessos com “Blood soaked”, “Immortal visions”, “Gates to Hell” e “Infected”.

Banda Kataklysm, no Abril pro Rock (Foto: Katherine Coutinho / G1)Kataklysm veio pela primeira vez a Pernambuco e encontrou muitos fãs (Foto: Katherine Coutinho / G1)

A dobradinha gringa do death metal contou ainda com os franco-canadenses do Kataklysm, que tinha um público ansioso pelos riffs de guitarras e a voz gutural característica do grupo. “Vamos dar trabalho para os seguranças, quero ver vocês vindo em ondas aqui para frente. Esses seguranças gentis vão segurá-los”, convocou o vocalista Maurizio Iacono, sendo prontamente atendido.

Como dizem os fãs, “o metal ensina geografia”. Em uma noite de norte-americanos, os canadenses mostraram fôlego e energia para contagiar a plateia com “Prevail”, “Push the venom”, “Like angels weeping (The dark)”, além de “Like animals” e “As I slither”, fora outras músicas de sucesso da banda. “Se eu já gostava só ouvindo os álbuns, vendo eles aqui é ainda melhor”, apontou o professor José Feliciano Santos.

Convocando todos para cantar junto, “Fire” literalmente incendiou o público com sua intensidade, em uma noite que teve ainda “At the edge of the world”, “Iron will’ e “Shadows and dust”. Em sua primeira passagem por Pernambuco, ficou a promessa de voltar mais vezes. “Eu vim só por causa deles mesmo, esse som não tem igual”, afirmou o serralheiro Ewerton Pereira, que veio de Caruaru, no Agreste do estado, para conferir os canadenses.

Banda Havok, no Abril pro Rock (Foto: Katherine Coutinho / G1)Novo representante do trash metal, Havok se esforçou para ser entendido pela plateia, falando pausadamente em inglês (Foto: Katherine Coutinho / G1)

Nova geração
Os norte-americanos da Havok trouxeram a nova geração do trash metal internacional a Olinda, atraindo uma legião de roqueiros apaixonados, que se jogavam e entravam na roda punk, aproveitando o show ao máximo. “Vocês podiam gastar seu dinheiro em qualquer lugar do mundo hoje, mas resolveram gastar aqui com esse show de rock”, agradeceu o vocalista David Sánchez.

Em uma noite com “Covering”, “Point”, “Liberty” e “Scumbag”, o som pesadíssimo empolgou. Sem saber português, Sanchez buscava falar um inglês mais pausado e claro na hora de interagir, sendo compreendido por quem falava o mais básico da língua. “Eu viajaria meio mundo só para vê-los tocar”, afirma a estudante Alícia Santos, que veio de Aracaju só para conferir a performance dos americanos.

Apresentando um trash metal agressivo e direto, a banda mostrou porque chamou a atenção do selo Candlelight, responsável por lançar nomes fundamentais do metal, como Obituary, Gorgoroth e Vader. Deixando um gosto de quero mais, a noite teve ainda “I am the state”, “From the candle” e “Time is up”.

Amigos vieram do interior da Paraíba para curtir o Abril pro Rock (Foto: Katherine Coutinho / G1)Amigos vieram do interior da Paraíba para curtir o Abril pro Rock (Foto: Katherine Coutinho / G1)

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Publicado por em 30 de abril de 2014 em Música

 

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Veja lista com frases e gestos de Francisco que marcam seu estilo

Papa Francisco bebe em uma cuia durante audiência na Praça São Pedro no Vaticano, em outubro de 2013. (Foto: Gabriel Bouys/AFP)Papa Francisco bebe em uma cuia durante audiência na Praça São Pedro no Vaticano, em outubro de 2013. (Foto: Gabriel Bouys/AFP)

Em um ano, o papa Francisco marcou presença com algumas frases e gestos que já se tornaram célebres, criticando a mundanidade e mostrando sua proximidade com o homem comum. Confira alguns deles abaixo.

– Em 16 de março de 2013, ele diz para a imprensa: “Como eu queria uma Igreja pobre, feita para os pobres!”.

– Em 17 de março, durante seu primeiro Angelus, ele convida ao “perdão” e à “misericórdia”: “Um pouco de misericórdia deixa o mundo menos frio e mais justo’. ‘Nós não devemos ter medo da bondade, nem da ternura”.

– Em 28 de março, ele pede aos padres que se dirijam às periferias, onde há mais sofrimento, onde o sangue é derramado. Os padres “não devem ser colecionadores de antiguidades”, nem “funcionários públicos”. Quando aos bispos, não são nem “apologistas, nem cruzados”, “eles devem se impregnar do odor de seu rebanho”.

– Em 17 de abril de 2013, durante missa em Santa Marta: a Igreja “não deve ser uma babá que nina uma criança para que ela durma”.

– Em 8 de maio de 2013, ele convida milhares de religiosas a uma “castidade fecunda (…) A pessoa consagrada é uma mãe, deve ser mãe e não uma solteirona”.

– Em 8 de julho de 2013, durante viagem a Lampedusa, ele chama atenção para o drama dos migrantes que atravessam o Mediterrâneo: “a cultura do bem-estar nos torna insensíveis aos gritos do próximo” e “culmina numa globalização da indiferença”.

– Em 29 de julho, no avião que o levava de volta à Itália após sua viagem ao Brasil, ele diz: “se uma pessoa é gay e procura Jesus e tem boa vontade, quem sou eu para julgá-la?”

– Em 4 de outubro de 2013, ele denuncia o “perigo da mundanidade”: “o cristianismo sem a cruz, sem Jesus, sem despojamento é como uma confeitaria, um lindo bolo”.

– Em 26 de novembro de 2013, ele denuncia a especulação financeira: “uma nova tirania invisível impõe leis de uma maneira unilateral e implacável”.

Gestos
O Papa marca presença também por seu gosto pelas multidões, seus gestos espontâneos com relação aos enfermos, aos deficientes que são carregados para que ele os beije. O padre deve saber “levar o carinho de Deus”, diz Francisco, que não hesita em brincar, colocar uma criança no papamóvel, tirar o solidéu branco para colocar um novo, ofertado por um fiel, vestir uma camisa de futebol ou compartilhar um chimarrão.

Ele alterna gestos simples e gestos fortes como quando lavou, em 29 de março, os pés de 12 detentos – dentre os quais dois muçulmanos – ou quando ele liderou, em 7 de setembro, um dia de jejum pela paz na Síria.

O Santo Padre telefona e escreve de punho próprio para dezenas de pessoas. A ponto até de, às vezes, pegar seus interlocutores desprevenidos: como as religiosas de um convento espanhol que receberam uma ligação sua no ano novo, confusas por não terem atendido o telefonema.

Fonte G1

 
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Publicado por em 13 de março de 2014 em Brasil

 

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Escândalos e desigualdade marcam eleição na Costa Rica

Pessoas fazem fila para votar durante as eleições presidenciais em San Jose, capital da costa Rica, neste domingo (2) (Foto: Juan Carlos Ulate/Reuters)Pessoas fazem fila para votar durante as eleições presidenciais em San José, capital da Costa Rica, neste domingo (2) (Foto: Juan Carlos Ulate/Reuters)

Ressentidos com escândalos de corrupção e aumento da desigualdade, os eleitores da Costa Rica, a segunda maior economia da América Central, vão às urnas neste domingo (2) para eleger o presidente em uma disputa incerta e apertada.

Cerca de 3,1 milhões de eleitores votam para designar o substituto de Laura Chinchilla, a primeira mulher presidente da história da Costa Rica, e eleger os 57 deputados do Congresso, para os próximos quatro anos, em uma jornada que começou às 6h locais (10h de Brasília).

Johny Araya, prefeito da capital San José por mais de duas décadas, tenta, aos 56 anos, levar ao terceiro mandato consecutivo o Partido da Libertação Nacional (PLN), formação social-democrata que deu uma guinada para a direita.

“Estamos certos de que vamos superar este grande desafio de vencer no primeiro turno. O PLN vai recuperar suas raízes social-democratas, sua vocação social”, declarou Araya quando acompanhava a esposa para votar.

Suas aspirações são seriamente ameaçadas, segundo as pesquisas, pelo deputado e ambientalista de 36 anos José María Villalta, da Frente Ampla (FA), que, pela primeira vez, dá à esquerda uma chance de vitória na conservadora Costa Rica. “Temos uma grande oportunidade hoje. Vamos votar em massa”, declarou à imprensa.

Villalta e Araya são seguidos de perto pelo historiador Luis Guillermo Solís, de 55 anos, do Partido Ação Cidadã (PAC, centro), e pelo empresário Otto Guevara, de 53, do Movimento Libertário (ML, direita).

A disputa nos últimos dias de campanha foi para convencer os cerca de 30% de indecisos, o que torna o resultado ainda mais difícil de prever.

Se nenhum dos 13 candidatos alcançar mais de 40 por cento dos votos, como esperado, haverá um segundo turno em abril, pela segunda vez na história da Costa Rica.

O novo governo terá que enfrentar a crescente dívida que totaliza mais de metade do Produto Interno Bruto. “Se eles não fizerem alguma coisa, então essa tendência negativa sobre a dívida poderá continuar e impactar a classificação de risco”, disse Joydeep Mukherji, analista de crédito da Standard & Poor’s.

A agência de classificação de risco Moody’s reduziu a perspectiva de avaliação da Costa Rica de estável para negativa em setembro devido a preocupações fiscais.

Fonte G1

 
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Publicado por em 3 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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Protestos marcam sexto aniversário da morte de estudante no Chile

Manifestantes põem fogo em barricada durante protesto em Santiago nesta sexta-feira (3); eles protestaram durante o sexto aniversário da morte de Matías Catrileo, universidade de origem mapuche assassinado por policial em 2008 (Foto: Luis Hidalgo/AP)Manifestantes põem fogo em barricada durante protesto em Santiago nesta sexta-feira (3), no sexto aniversário da morte de Matías Catrileo (Foto: Luis Hidalgo/AP)

Prostestos em Santiago marcaram nesta sexta-feira (3) o sexto aniversário da morte do estudante universitário chileno Matías Catrileo, assassinado aos 22 anos por um policial em 2008. De origem mapuche (povo indígena), ele foi atingido com um tiro nas costas durante um confronto com o Grupo de Operações Policiais Especiais (Gope) da polícia chilena. O jovem participava de uma ocupação em uma fazenda.

Catrileo tinha 22 anos e cursava Agronomia na Universidade da Fronteira, na cidade de Temuco. O autor do disparo, o cabo Walter Ramírez, foi condenado em 2011 a três anos de prisão sob liberdade condicional e a polícia permitiu que ele continuasse na instituição, mas foi dispensado da corporação no dia 18 de janeiro de 2013.

A manifestação desta sexta terminou em violência. Os participantes incendiaram um caixa eletrônico e queimaram barricadas nas ruas da capital do Chile. A polícia prendeu pessoas que estavam nos protestos e usou jatos de água de um caminhão pipa durante a ação.

“Matías Catrileo, sua morte não foi em vão”, gritava o grupo. Desde a morte do estudante, os mapuche têm dito que o episódio é uma evidência do abuso praticado pelas autoridades locais e da impunidade.

Habitantes da região central e sul do Chile, os mapuche se envolvem esporadicamente, há muitos anos, em confrontos com o governo do país. Em 2012, houve um aumento de ações violentas, com uma série de ataques incendiários –  um deles provocou a morte de um casal de idosos.

Os mapuche (na língua nativa Mapudungun, o termo significa “povo da terra”) resistiram à colonização espanhola por 300 anos. Ao todo, hoje eles são há 800 mil e representam cerca de 5% da população total do Chile, que é de 16,5 milhões.

Manifestantes enfrentam polícia de Santiago nesta sexta-feira (3), dia do sexto aniversário da morte do estudante chileno Matías Catrileo, assissinado por policial em 2008 (Foto: Luis Hidalgo)Manifestantes enfrentam polícia de Santiago nesta sexta-feira (3), dia do sexto aniversário da morte do estudante chileno Matías Catrileo, assissinado por policial em 2008 (Foto: Luis Hidalgo)Policial chileno durante protesto em Santiago nesta sexta-feira (3) que marcou o sexto aniversário da morte do estudante Matías Catrileo (Foto: Luis Hidalgo/AP)Policial chileno durante protesto em Santiago nesta sexta-feira (3) que marcou o sexto aniversário da morte do estudante Matías Catrileo (Foto: Luis Hidalgo/AP)Jato de água dispersa manifestantes que participaram do protesto em Santiago no sexto aniversário da morte do estudante chileno Matías Catrileo (Foto: Luis Hidalgo/AP)Jato de água dispersa manifestantes que participaram do protesto em Santiago no sexto aniversário da morte do estudante chileno Matías Catrileo (Foto: Luis Hidalgo/AP)Manifestante lança bomba em banco durante protesto em Santiago no sexto aniversário da morte do estudante universitário chileno Matías Catrileo (Foto: Luis Hidalgo/AP)Manifestante lança bomba em banco durante protesto em Santiago no sexto aniversário da morte do estudante universitário chileno Matías Catrileo (Foto: Luis Hidalgo/AP)

Fonte G1

 
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Publicado por em 4 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Índices de Wall Street marcam recordes, impulsionados por Apple

As bolsas norte-americanas subiram nesta segunda-feira, com os índices Dow Jones e S&P  500 atingindo máximas históricas, após o acordo da Apple com a China Mobile levantar o setor de tecnologia e embaladas pela divulgação de bons dados sobre o consumo.

O índice Dow Jones subiu 0,45%, para fechar oficialmente em 16.294 pontos. O S&P 500 ganhou 0,53%, a 1.827 pontos. O Nasdaq avançou 1,08%, a 4.148 pontos.

A gigante da tecnologia informou que assinou um muito aguardado acordo com a China Mobile para vender iPhones através da maior rede de usuários de telefones móveis do mundo e que pode acrescentar bilhões de dólares à sua receita.

“É uma boa notícia. É um acordo estratégico muito maior do que tinha sido previsto”, disse à Reuters o presidente da Suffern, Oliver Pursche. “A Apple está incrivelmente desvalorizada neste momento, e esse negócio pode ajudá-la a ir bem além de US$ 600 no início de 2014.”

O papel da Apple encerrou o dia em alta de mais de 3%, vendido a US$ 570.

O aumento de 0,5% na despesa dos consumidores dos EUA em novembro, o maior aumento mensal em cinco meses, foi recebido muito bem pelos operadores. A despesa dos consumidores, que equivale a mais de dois terços da atividade econômica no país, foi 0,95% mais alta que em novembro de 2012, segundo os dados divulgados pelo Departamento de Comércio.

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Publicado por em 27 de dezembro de 2013 em Tecnologia

 

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Irmãs marcam casamento juntas por conta de doença da mãe nos EUA

Três irmãs ficaram recentemente noivas e marcaram a data do casamento para o mesmo dia após descobrirem que a mãe estava doente e em fase terminal nos Estados Unidos, de acordo com o site “Fox 5”.

As irmãs Swales de Snellville, no estado da Georgia, tomaram a decisão após saber que a luta da mãe, Becky Swales, contra o câncer de mama nos últimos quatro anos chegou a um estágio gravíssimo e ela está em fase terminal, segundo um prognóstico.

De acordo com os médicos, o câncer se espalhou para o fígado e foi dada a notícia dolorosa de que ela tem apenas alguns meses de vida.

Com a ajuda de doações de uma comunidade muito “amigável”, incluindo o local do evento, as irmãs começaram a planejar um casamento triplo, só para ter certeza de que a mãe poderia participar do “grande dia” delas.

Todas as três irmãs descreveram a mãe como sua melhor amiga e que elas não poderiam imaginar a mãe não poder presenciar o casamento delas. O casamento das três irmãs será no dia 26 de outubro.

Fonte G1

 
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Publicado por em 9 de outubro de 2013 em Brasil

 

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