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Manifestantes ocupam prédio do Ministério da Justiça na Ucrânia

Manifestante é visto em barricada no centro de Kiev, na Ucrânia, neste domingo (Foto: Konstantin Chernichkin/Reuters)Manifestante é visto em barricada no centro de Kiev, na Ucrânia, neste domingo (Foto: Konstantin Chernichkin/Reuters)

Dezenas de manifestantes assumiram o controle do Ministério da Justiça, no centro de Kiev, na Ucrânia, neste domingo (26). Não houve resistência à entrada do grupo, pois apenas três vigias estavam no local no momento da invasão.

O edifício é localizado a poucos metros da área de capital ucraniana ocupada pelos manifestantes. Após entrar, eles protegeram a entrada com lixeiras.

Segundo um manifestante que não não quis se identificar falou à agência de notícias AFP, os quatro andares do Ministério estão agora nas mãos do grupo. Na segunda-feira, os funcionários poderão buscar documentos, mas não trabalhar no local.

Na noite deste sabado (25), manifestantes atacaram o prédio da Casa Ucraniana no centro de Kiev, dando fim à breve trégua após as negociações do governo com os líderes opositores não avançarem. O grupo quebrou as vidraças do edifício e lançou coquetéis molotov e bombas em seu interior, o que provocou incêndios.

Ainda no sábado, a oposição ucraniana rejeitou a proposta do presidente, Viktor Yanukovich, de assumir o cargo de primeiro-ministro para terminar a crise provocada pelos protestos anti-governo.

De acordo com a agência EFE, o líder da oposição Arseni Yatsneniuk substituiria o atual primeiro-ministro Mykola Azarov. O presidente também ofereceu ao ex-boxeador Vitali Klitschko o cargo de vice-primeiro-ministro de Assuntos Humanitários.

O presidente Yanukovitch recebeu os líderes da oposição numa tentativa de realizar novas negociações depois do aumento da tensão na capital.

Aumento da tensão
A tensão aumentou na noite desta sexta-feira (24) e madrugada de sábado em Kiev, onde foram registrados novos embates entre manifestantes e policiais nos mesmos lugares varridos por violentos choques esta semana.

Os manifestantes voltaram a queimar pneus, alimentando a barricada que os separa há dias das forças do Batalhão de Choque, nas imediações do estádio do Dínamo de Kiev. Imagens transmitidas por uma emissora local mostravam bastante fumaça na rua Gruchevski.

Em um comunicado, o Ministério do Interior denunciou a atitude dos manifestantes, que “voltaram a provocar a polícia”. O governo e a oposição haviam acertado uma trégua de algumas horas na quinta-feira (23) para uma negociação, que não teve resultados positivos.

Fonte G1

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Publicado por em 28 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Morre um dos manifestantes feridos por explosão na Tailândia

Uma das 36 pessoas feridas pela granada lançada na sexta-feira (17) em manifestantes que protestavam contra o governo em uma rua de Bangcoc morreu neste sábado (18), de madrugada, informou a televisão local.

A vítima é um tailandês de 46 anos que fazia parte dos manifestantes e que morreu no hospital Ramathibodi por insuficiência renal e outras complicações.

As forças da ordem estão à procura de uma ou duas pessoas que, segundo testemunhas, foram as responsáveis por jogar o explosivo do terceiro andar de um edifício abandonado.

Em um quarto vazio do local, que supostamente foi ocupado pelos agressores, os agentes encontraram armamento e material policial.

O líder dos protestos, Suthep Thaugsuban, vice-primeiro-ministro do Partido Democrata entre 2008 e 2011, responsabilizou o governo pelo ataque e garantiu que nada vai impedir que as manifestações continuem até que seja formado um conselho popular não eleito para fazer a reforma do sistema político e erradicar a corrupção antes das eleições previstas para fevereiro.

Nove pessoas, inclusive esta última, morreram na Tailândia desde que a mobilização contra o governo ganhou força e começou a ocupar Ministérios e outros edifícios governamentais, em novembro do ano passado.

No dia 13 de janeiro, os manifestantes começaram uma campanha para paralisar Bangcoc e derrubar, de uma vez por todas, o governo da primeira-ministra interina, Yingkluck Shinawatra, e adiar as eleições gerais que estão previstas para 2 de fevereiro.

Logo que a campanha de protestos começou, ocorreram ataques todos os dias contra manifestantes, seus aliados e outros alvos.

Na noite de quinta-feira, uma explosão atingiu a residência do governador de Bangcoc e nesta madrugada outra bomba explodiu em uma ferrovia, sem deixar vítimas, o que obrigou uma interrupção temporária dos serviços.

O chefe do Exército da Tailândia, Prayudh Chand-ocha, deixou as portas abertas para um golpe militar neste mês.

O último levantamento no país aconteceu em 2006, para depor Thaksin Shinawatra, irmão de Yingluck.

Thaksin vive no exterior, atualmente em Dubai, para evitar ser preso, depois que foi condenado a dois anos de prisão em 2008 por corrupção.

Fonte G1

 
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Publicado por em 28 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Leis endurecem sanções contra manifestantes na Ucrânia

Manifestante sobre barricada durante protesto na madrugada desta terça-feira (21) em Kiev, capital da Ucrânia (Foto: Sergei Grits/AP)Manifestante sobre barricada durante protesto na madrugada desta terça-feira (21) em Kiev, capital da Ucrânia (Foto: Sergei Grits/AP)

O Diário Oficial da Ucrânia publicou nesta terça-feira (21) uma série de leis que reforçam as sanções contra os manifestantes e cuja adoção provocou violentos confrontos em Kiev na semana passada.

O jornal do Parlamento, “Golos Ukrainy” (“A Voz da Ucrânia”), publicou os textos que punirão a partir de agora com penas de até cinco anos de prisão os manifestantes e que podem ser aplicados aos opositores que, há dois meses, protestam em Kiev contra o presidente Viktor Yanukovich.

Na segunda-feira, os Estados Unidos e os países europeus voltaram a denunciar a violenta repressão das manifestações e criticaram as autoridades por aprovar leis que consideram repressivas.

O presidente Viktor Yanukovich declarou na segunda-feira que não podia tolerar que as manifestações se convertam em distúrbios em massa.

A procuradoria geral do Estado afirmou que os confrontos dos últimos dois dias entre manifestantes e policiais eram “um crime contra o Estado”.

O presidente ucraniano, criticado pelos manifestantes por sua decisão de renunciar a um acordo de associação com a União Europeia e por sua aproximação com Moscou, promulgou os novos textos na noite de sexta-feira, apesar das advertências da Europa e dos Estados Unidos, que ameaçam com sanções.

A adoção da nova legislação reforçou o movimento de protesto e no domingo 200 mil pessoas saíram às ruas de Kiev em uma manifestação na qual ocorreram confrontos violentos, com golpes de cassetetes e lançamento de coquetéis molotov.

Fonte G1

 
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Publicado por em 21 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Explosão deixa manifestantes feridos na Tailândia

Pelo menos 28 pessoas ficaram feridas nesta sexta-feira (17), em Bangcoc, em uma explosão registrada durante uma manifestação de opositores ao governo tailandês, que há semanas exigem a renúncia da primeira-ministra Yingluck Shinawatra, informaram os serviços de emergência locais.

A notícia foi dada à AFP pelo porta-voz adjunto da polícia nacional, coronel Anucha Romyanan.

O canal de TV opositor Bluesky, que difundiu ao vivo imagens de pessoas ensanguentadas caídas no chão, afirmou que um dispositivo explosivo foi jogado contra os manifestantes.

Manifestantes empunham bandeiras nacionais durante protesto contra o governo na Tailândia em 17 de janeiro de 2014. (Foto: Pornchai Kittiwongsakul/AFP)Manifestantes seguram bandeiras nacionais durante protesto contra o governo na Tailândia em 17 de janeiro (Foto: Pornchai Kittiwongsakul/AFP)

Desde o começo da crise política na Tailândia, que registrou oito mortes em dois meses e meio, houve uma série de ataques de desconhecidos contra os opositores do governo. No entanto, os atentados haviam acontecido até então à noite, nos acampamentos instalados pelos opositores.

Os manifestantes exigem a renúncia da chefe de governo e a instauração de um conselho popular não eleito para reduzir a influência política da família Shinawatra e, em particular, de Thaksin, irmão mais velho da atual primeira-ministra e ex-premiê do país, entre 2001 e 2006.

Yingluck Shinawatra pediu na quarta-feira (15) aos manifestantes mobilizados contra ela que a crise política seja solucionada por meio de eleições legislativas, antecipadas para o dia 2 de fevereiro.

Em uma tentativa de aplacar a situação em que a Tailândia se encontra, a primeira-ministra organizou esta semana uma reunião para analisar um possível adiamento da votação, mas os membros da comissão eleitoral independente e do Partido Democrata, principal frente de oposição, se negaram a participar.

Fonte G1

 
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Publicado por em 17 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Milhares de manifestantes protestam contra a espionagem em Berlim

Manifestante pede para que 'parem de nos ver' em mensagem escrita em cartaz (Foto: Rainer Jensen/AFP)Manifestante pede para que ‘parem de nos ver’ em
mensagem escrita em cartaz
(Foto: Rainer Jensen/AFP)

Milhares de pessoas protestaram neste sábado (7) em Berlim contra a violação da vida privada pela espionagem das comunicações realizada pelos serviços secretos, como a Agência Nacional de Segurança (NSA) dos Estados Unidos.

A manifestação, que tinha como lema “a liberdade antes do medo”, foi convocada por um grupo de organizações, incluindo o Partido Verde, a esquerda radical Die Linke e o Partido Pirata.

Segundo os organizadores, 20 mil pessoas compareceram ao protesto. A polícia não divulgou um número de participantes.

Apesar de dirigida contra todas as violações da vida privada, a manifestação teve como alvo particular a NSA, cujos métodos generalizados de espionagem foram denunciados pelo americano Edward Snowden, ex-consultor da NSA refugiado em Moscou, na Rússia.

Os manifestantes também criticaram o governo alemão, pois consideraram muito leve a reação de Berlim às revelações de espionagem americana, que afetou instituições europeias e alemãs.

Milhares de pessoas protestaram em Berlim contra a vigilânca on-line dos Estados Unidos (Foto: Rainer Jensen/AFP)Milhares de pessoas protestaram em Berlim contra a vigilânca on-line dos Estados Unidos (Foto: Rainer Jensen/AFP)Cartaz transforma políticos alemães em robôs de vigilância (Foto: Rainer Jensen/AFP)Cartaz transforma políticos alemães em robôs de vigilância (Foto: Rainer Jensen/AFP)

Fonte G1

 
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Publicado por em 8 de setembro de 2013 em Brasil

 

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Black Blocs cativam e assustam manifestantes mundo afora

De ideologia anarquista, Black Blocs não têm líderes para tratar com autoridades (Foto: BBC)De ideologia anarquista, Black Blocs não têm líderes para tratar com autoridades (Foto: BBC)

Jovens mascarados e vestidos de preto andam em grupo no meio de protestos. Portam bandeiras negras ou símbolos anarquistas, quebram vidraças, entram em confronto com a polícia e, embora não possuam líderança clara, têm nome definido: Black Blocs.

Essa poderia ser uma cena vista no Brasil, no Egito, na Turquia, na Grécia, nos Estados Unidos ou em qualquer outro lugar do mundo.

Para Francis Dupuis-Déri, professor de ciência política da UQAM (Université du Québec à Montréal) e autor do livro ‘Les Black Blocs’, a internet e a crescente insatisfação com os governos e a economia impulsionam o movimento.

‘Os Black Blocs são fáceis de identificar, eles usam roupas específicas. É algo simples de ser reproduzido. Alguém pode vê-los na TV e imitá-los. Acredito que a internet também tenha um papel crucial’, disse.

De acordo com Dupuis-Déri, que pesquisa os grupos há dez anos, a internet se tornou o seu principal canal de comunicação porque permite que os grupos interajam rapidamente e organizem protestos.

‘Os Black Blocs não são uma organização permanente. Pelo caráter anarquista desses grupos, eles não têm um líder ou um representante para falar com o governo, por exemplo. Antes e depois de uma manifestação, eles não existem’, explicou.

No Brasil, como em outras partes, os Black Blocs usam o Facebook para postar vídeos, fotos e organizar atos. Foi por meio do perfil Black Bloc Egypt que jovens egípcios convocaram ataques ao palácio presencial e o fechamento de pontes no Cairo.

Identificando-se apenas como Morro, um dos administradores da página egípcia contou à BBC Brasil que o grupo já se reunia havia dois anos para protestar. ‘Primeiro, pensamos em formar um movimento hooligan, mas depois vimos vídeos e Black Blocs na Grécia e nos inspiramos’, disse.

As táticas violentas dos Black Blocs no Egito foram duramente reprimidas pelas forças de segurança. Ao menos três membros do grupo foram mortos, e dezenas estão presos. Atualmente, o grupo tem presença tímida nas manifestações.

Assim como no Brasil, onde Black Blocs têm depredado agências bancárias e concessionárias de carro, no Egito o grupo provocou a desconfiança do público e de outros manifestantes.

‘A maior parte das pessoas no Egito tem medo deles, acha que são vândalos ou bandidos’, afirmou a ativista egípcia Nihal Zaghloul.

Tática
Surgida nos anos 1980 na Alemanha no âmbito dos movimentos de contracultura, a tática de protesto Black Bloc originalmente pode ou não usar a violência e tem alvos específicos, como agências bancárias.

Da década de 1990 em diante, a técnica Black Bloc se espalhou pelas cenas anarquista, punk, anti-facista e ecológica. E ganhou força em mobilizações contra o neoliberalismo e o capitalismo, como na reunião da Organização Mundial do Comércio (OMC) em 1999, em Seattle, em 2001, em Roma, ou durante a reunião do G20 em Toronto, em 2010.

Segundo Dupuis-Déri, os Black Blocs são em geral indivíduos com ativa participação política no cotidiano.

Os Black Blocs que participaram dos protestos de 2012 no Québec, Canadá, se disseram ‘estudantes, trabalhadores, desempregados e revoltados’, no ‘Manifeste du Carré Noir’, que fizeram circular na internet.

Recentemente, grupos Black Blocs atuaram em diferentes protestos contra os governos na Grécia, na Turquia, no Chile e no México.

‘Os Black Blocs são sintomáticos de uma crescente insatisfação mundial com os governos e o sistema econômico. A violência em um movimento social sempre tende a assustar e afastar as pessoas, isso é senso comum. Mas há casos em que a violência chamou a atenção da mídia, levantou um debate público, denunciou repressões’, explicou o cientista político.

Violência
Movimentos como os protestos de Seatlle tornaram conhecida a face violenta desses grupos, mas a violência ‘não é necessariamente usada pelos Black Blocs’, diz o professor de ciência política canadense.

‘Os atos violentos são dirigidos a alvos determinados como as forças de segurança e os bancos. Casos de furtos ou roubos não são comuns.’

O acadêmico lembra também que a violência é uma constante histórica em lutas de movimentos sociais e revoluções.

‘Mesmo o movimento feminista pelo direito ao voto no início do século XX viu momentos de violência’, diz Dupuis-Déri.

Em 1911, centenas de mulheres saíram às ruas de Londres em protesto e quebraram janelas e vitrines no centro comercial da cidade. A então líder do movimento feminista Emmeline Pankhurst disse que ‘o argumento da vidraça quebrada era o argumento mais valorizado na política moderna’.

Depois da prisão em massa das ativistas ela ainda alegou que ‘elas tinham tentado tudo – protestos e reuniões – mas nada funcionara’.

Fonte G1

 
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Publicado por em 8 de setembro de 2013 em Brasil

 

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Polícia usa gás lacrimogêneo contra manifestantes pró-Morsi no Cairo

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A polícia egípcia usou gás lacrimogêneo nesta sexta-feira (30) contra dezenas de manifestantes no Cairo, convocados para um novo dia protestos em apoio ao presidente destituído Mohamed Morsi.

Trinta e cinco manifestantes estavam reunidos na praça Esfinge no Cairo, quando a polícia lançou o gás lacrimogêneo, mesmo sem provocação.

Apesar da repressão, os manifestantes anunciaram um novo protesto contra o “golpe de Estado militar” após a oração desta sexta-feira.

Forças de segurança fazem barricada para conter protestos em Beni Sueif, ao sul do Cairo, nesta sexta-feira (30) (Foto: Sabry Khaled, El-Shorouk/AP)Forças de segurança fazem barricada para conter protestos em Beni Sueif, ao sul do Cairo, nesta sexta-feira (30) (Foto: Sabry Khaled, El-Shorouk/AP)

O governo provisório reiterou a autorização aos soldados e à polícia para o uso de armamento letal contra qualquer manifestante que atacar bens públicos ou as forças de segurança.

A Aliança pela Democracia e contra o Golpe de Estado, composta basicamente pela Irmandade Muçulmana, convocou na véspera essas novas manifestações para esta sexta-feira em todo o país para denunciar o que consideram um golpe de Estado do exército, que em 3 de julho passado derrubou e prendeu Morsi, primeiro presidente eleito democraticamente no Egito.

O porta-voz da polícia advertiu sobre o risco de distúrbios durante as manifestações e recordou que soldados e policiais estão autorizados a disparar.

O governo interino estabelecido pelos militares reiterou sua autorização aos soldados e policiais do Cairo e grandes cidades a abrir fogo contra qualquer manifestante que atacar bens públicos ou as forças de ordem.

Mais de 1.000 pessoas, partidários de Mursi em sua maioria, morreram em agosto durante a dispersão de suas contrações e mais de 2.000 foram presos, entre eles os principais dirigentes da Irmandade Muçulmana.

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Publicado por em 31 de agosto de 2013 em Brasil

 

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