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Manifestantes pedem formação de novo governo na Tailândia

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Policiais disparam canhão de água contra manifestantes na Tailândia (Foto: Kerek Wongsa/Reuters)Policiais disparam canhão de água contra manifestantes na Tailândia (Foto: Kerek Wongsa/Reuters)

Pelo menos quatro pessoas ficaram feridas nesta sexta-feira (9) quando manifestantes tentaram invadir o Centro de Administração da Paz e da Ordem em um dos protestos organizados em Bangcoc contra a situação no governo da Tailândia.

Os agentes policiais que protegem o edifício governamental utilizaram canhões com jatos d’água e bombas de gás para expulsar os manifestantes que abriram caminho entre as barreiras de arame farpado.

O serviço médico de urgências Erawan informou que duas mulheres e dois homens com ferimentos deram entrada no hospital Vibhavadi.

Segundo o jornal local “Bangcoc Post”, uma das vítimas é o monge Laung Pu Buddha Issara, líder de uma das facções que participam dos protestos desde outubro do ano passado.

Milhares de tailandeses saíram nesta sexta às ruas de Bangcoc para pedir a formação de um governo provisório não eleito após a destituição da primeira-ministra interina, Yingluck Shinawatra, acusada de negligência na condução do programa de subsídios ao arroz e retirada do cargo.

A marcha, que inicialmente foi convocada para o dia 14, acabou sendo antecipada após a decisão do Tribunal Constitucional na última quarta-feira, que opinou que a ex-primeira-ministra cometeu abuso de poder e violou a Carta Magna durante a troca de um alto funcionário.

Além disso, a Comissão Anticorrupção acusou ontem, formalmente, Yingluck de negligência na condução do programa de subsídios ao arroz, o que pode deixá-la inelegível em qualquer cargo político por cinco anos.

O líder dos protestos, o ex-parlamentar Suthep Thaugsuban, classificou as marchas que ocorrem na capital como ‘a batalha final’ contra o Executivo de Yingluck.

A principal reivindicação dos manifestantes é invocar o artigo 7º da Constituição para que o rei da Tailândia, o octogenário Bhumibol Adulyadej, designe o próximo chefe de governo sem eleições.

Um ‘conselho popular’, liderado pelo primeiro-ministro designado pelo rei e não eleito, ficaria responsável por fazer uma série de reformas políticas, como a descentralização do poder do Estado e a reformulação da polícia, entre outras, antes de convocar um referendo que devolvesse a iniciativa à soberania popular.

A Tailândia vive uma grave crise política desde o golpe militar que derrubou Thaksin Shinawatra – irmão mais velho de Yingluck – em 2006 e, desde então, manifestações e protestos populares vêm ocorrendo sucessivamente com a intenção de paralisar o governo da vez.

O ministro interino do Comércio, Niwattumrong Boonsongpaisan, foi escolhido para ocupar a chefia do Executivo enquanto são organizadas as eleições gerais para o dia 20 de julho, das quais Yingluck não poderá concorrer se for inabilitada pela Comissão Anticorrupção.

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Publicado por em 10 de maio de 2014 em Brasil

 

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Manifestantes incendeiam veículo militar na Venezuela

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Publicado por em 1 de maio de 2014 em Brasil

 

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Manifestantes pró-Rússia tomam sede do governo de Luhansk

Ativistas pró-Rússia tomaram nesta terça-feira (29) a sede do governo regional de Luhansk, no sudeste da Ucrânia, informaram agências locais, citadas pela Efe.

Os manifestantes quebraram as janelas de vidro do edifício e lançaram bombas e objetos contra a fachada.

Milhares de manifestantes foram à administração regional depois que às 14h locais venceu o prazo do ultimato que haviam apresentado às autoridades para que libertassem manifestantes pró-Rússia detidos. Segundo a agência AFP, vários edifícios públicos foram ocupados.

Ativistas pró-Rússia atacam o prédio da administração regional em Luhansk, leste da Ucrânia (Foto: Vasily Fedosenko/Reuters)Ativistas pró-Rússia atacam o prédio da administração regional em Luhansk, leste da Ucrânia (Foto: Vasily Fedosenko/Reuters)

Alexei Koriaguin, um dos líderes do “Exército de libertação de Donbass” (bacia mineradora da região de Donetsk), disse que não planejavam tomar o edifício e que o ataque aconteceu de maneira espontânea e pacificamente.

“O prédio da administração não nos interessa”, declarou ao canal de televisão “Anna News”, que transmitiu ao vivo pela internet a tomada da sede governamental.

O ativista acrescentou que já não há policiais no edifício e que o objetivo do protesto era “dialogar com as autoridades”.

Nas imagens de TV se pôde observar junto ao edifício a um destacamento de policiais antidistúrbios que não atuaram contra os manifestantes.

Em Luhansk, os milicianos pró-Rússia mantinham ocupada há várias semanas a sede do departamento regional do Serviço de Segurança da Ucrânia.

Caos
Segundo a agência AFP, cerca de mil ativistas pró-russos, apoiados por 50 homens armados, também atacaram nesta terça a sede da polícia local de Lugansk.

“Estes jovens estão certos. Não queremos esta junta de nazistas que tomou o poder em Kiev. Nós não os reconhecemos. Eu quero que meus filhos e netos cresçam na Rússia”, comentou uma engenheira aposentada que assistia ao ataque.

O prédio foi cercado pelos homens fortemente armados com fuzis e um lança-foguetes. A maioria deles portava uniforme ou roupas de combate. Ajoelhados atrás de veículos, eles atiraram nas janelas. A polícia respondeu com bombas de efeito moral e gás lacrimogêneo.

Em Kiev, o presidente interino da Ucrânia, Olexander Turtshinov, denunciou a “falta de ação”, ou mesmo a “traição”, das forças de ordem no leste do país.

“Os eventos no leste ilustram a falta de ação, a impotência e, às vezes, a traição criminosa das forças de ordem nas regiões de Donetsk e Luhansk”, declarou em um comunicado.

Segundo a imprensa ucraniana, ativistas pró-russos também ocuparam a Prefeitura da cidade de Pervomaisk, perto de Lugansk.

No total, as forças pró-russas ocupam os prédios públicos de doze cidades do leste.

Obervadores
Continua incerto o futuro dos observadores da Organização para a Segurança e a Cooperação na Europa (OSCE), detidos desde sexta-feira por separatistas em Slaviansk. Nesta terça, um dos oito observadores europeus detidos por motivos de saúde, mas os outro sete continuam presos.

O secretário-geral da OSCE, Lamberto Zannier, reuniu-se nesta terça em Kiev com o ministro ucraniano das Relações Exteriores, Andrei Dechtchitsa, que exigiu a “libertação imediata dos reféns”, sete estrangeiros e quatro ucranianos.

Em Slaviansk, o líder separatista da cidade indicou que houve “progressos significativos” nas negociações para a libertação do grupo.

A embaixada dos Estados Unidos em Kiev chamou de “terrorismo” o sequestro dos observadores da OSCE por separatistas ucranianos pró-Moscou.

Cosmonautas americanos ‘expostos’
Em Moscou, várias autoridades acusaram os países ocidentais, que anunciaram novas sanções contra a Rússia, de ressuscitar a política da “Cortina de Ferro” e de levar a Ucrânia, no centro da disputa, a “um beco sem saída”.

A expressão Cortina de Ferro foi utilizada pelos ocidentais durante a Guerra Fria para denunciar a separação entre o leste e o oeste da Europa, instaurada pela União Soviética após o fim da Segunda Guerra Mundial.

A Rússia acusou inclusive o governo dos Estados Unidos de colocar em perigo seus astronautas na Estação Espacial Internacional (ISS). “Se eles querem atingir o setor russo de mísseis, eles vão, automaticamente, expor seus cosmonautas da Estação Espacial Internacional”, declarou Dmitri Rogozine, vice-primeiro-ministro russo.

As espaçonaves russas Soyuz são atualmente a única maneira de transportar e repatriar a tripulação da ISS. “Honestamente, eles começam a nos irritar com suas sanções, e não compreendem que elas vão retornar para eles como um bumerangue”, afirmou ainda Rogozin, citado pela agência Itar-Tass.

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Publicado por em 30 de abril de 2014 em Brasil

 

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Após show, Jared Leto homenageia manifestantes ucranianos em Kiev

Jared Leto na Praça da Independência, em Kiev, no dia 13 de março (Foto: Reprodução/Statigram/Elijah Parker)Jared Leto na Praça da Independência, em Kiev, no
dia 13 de março (Foto: Reprodução/Statigram/Elijah
Parker)

Após mencionar manifestantes venezuelanos e ucranianos em seu discurso no Oscar, ao ganhar o prêmio de melhor ator coadjuvante, Jared Leto homenageou pessoalmente os participantes das manifestações na Ucrânia durante uma visita ao país. O ator e cantor esteve esta semana em Kiev para um show de sua banda, a Thirty Seconds to Mars.

Na última quarta-feira (12), durante a apresentação, o vocalista agitou uma bandeira do país, falou ao público sobre os protestos e garantiu que, de forma alguma, cancelaria os shows por causa do clima tenso na região.

“Vocês estão no meio de algo realmente bonito e pode ser difícil, mas o privilégio de ser seu próprio dono não tem preço. E quero que vocês saibam, entendo que outras bandas tenham cancelado seus shows, mas de forma alguma, nem f***, o 30 Seconds to Mars não estaria aqui nesta linda cidade, neste país incrível, esta noite”, disse.

Foto da Praça da Independência, em Kiev, publicada por Jared Leto no Instagram (Foto: Reprodução/Instagram/Jared Leto)Foto da Praça da Independência, em Kiev, publicada
por Jared Leto no Instagram (Foto: Reprodução/
Instagram/Jared Leto)

No dia seguinte, Leto esteve na Praça da Independência, palco de diversos conflitos entre manifestantes e a polícia, que causaram ao menos 80 mortes. Acompanhado por dois seguranças, o artista caminhou pela praça, parando nos pontos onde foram depositadas coroas de flores em homenagem aos mortos. Ele também tirou fotos no local, inclusive publicando em seu perfil no Instagram uma vista aérea.

Nesta sexta (14) a banda chegou à Rússia, onde tem shows marcados em Krasnodar, Rostov-On-Don, Moscou e São Petersburgo. Em seguida, a turnê segue para a Austrália.

Em maio, o Thirty Seconds to Mars volta ao Brasil, meses após ser uma das atrações do Rock in Rio. Os shows estão marcados para os dias 13, em Brasília, 15, em São Paulo, e 16, no Rio.

Fonte G1

 
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Publicado por em 16 de março de 2014 em Brasil

 

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Manifestantes pró-Ucrânia e pró-Rússia brigam na Crimeia

Grupo comemorava aniversário de poeta ucraniano (Foto: BBC)Grupo comemorava aniversário de poeta ucraniano
(Foto: BBC)

Um protesto a favor da Ucrânia realizado em Sevastopol, na Crimeia, terminou em violência neste domingo.

Duzentas pessoas estavam reunidas em uma praça quando cerca de cem pessoas a favor da Rússia se aproximaram da manifestação.

Entre gritos e ofensas, ambos os lados afirmavam que a Crimeia pertencia a eles. Veja o vídeo.

Em meio à discussão, uma das pessoas do lado pró-Rússia foi golpeada e caiu no chão sangrando.

Em seguida, os simpatizantes da Rússia seguiram os pró-Ucrânia até um estacionamento próximo, onde quebraram o parabrisa de um carro.

Imagens também mostram um grupo de pessoas, supostamente simpatizantes da Rússia, envolvidos em uma briga com outras pessoas, que seriam pró-Ucrânia, atrás de um arbusto da praça.

Fonte G1

 
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Publicado por em 11 de março de 2014 em Brasil

 

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Manifestantes pró-direitos dos gays são detidos na Rússia

A polícia russa deteve ativistas pró-direitos dos homossexuais que tentavam protestar nesta sexta-feira (7) na Praça Vermelha, em Moscou, e em São Petersburgo, pouco antes de o presidente Vladimir Putin abrir os jogos Olímpicos de Inverno de Sochi, disseram ativistas pró-direitos dos gays.

Os protestos se seguiram a críticas internacionais a uma lei sancionada pelo presidente russo no ano passado, proibindo a disseminação de “propaganda da homossexualidade” entre menores.

A polícia em Moscou e São Petersburgo não fez comentários de imediato sobre as declarações dos ativistas, segundo os quais dez manifestantes foram presos em Moscou e quatro na segunda maior cidade russa.

Uma lista postada no Facebook por um ativista informava que entre os detidos em Moscou estão duas mulheres suecas.

Em São Petersburgo os manifestantes foram presos depois de abrirem uma faixa com a frase “A Discriminação é incompatível com o Movimento Olímpico”, disse o grupo All Out, pró-direitos dos homossexuais.

Fonte G1

 
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Publicado por em 8 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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Manifestantes começam 4 dias de protesto contra eleições na Tailândia

Manifestantes caminham pelas ruas de Bagcoc, na Tailândia, nesta quinta-feira (30). (Foto: Sakchai Lalit/AP)Manifestantes caminham pelas ruas de Bagcoc, na Tailândia, nesta quinta-feira (30). (Foto: Sakchai Lalit/AP)

Os grupos antigovernamentais iniciaram nesta quinta-feira (30) uma manifestação em Bangcoc, a capital da Tailândia, que durará até o próximo domingo. O objetivo é impedir a votação – prevista para 2 de fevereiro – e provocar a queda do governo.

O líder dos protestos, o ex-parlamentar Suthep Thaugsuban, convocou todas as pessoas contrárias às eleições para que se juntem em sua ‘cruzada” pelas ruas de Bangcoc ou deixem seus carros estacionados no meio da rua para ‘bloquear completamente’ a capital.

Suthep também anunciou que os manifestantes não vão fazer o bloqueio das zonas eleitorais, como fizeram no domingo passado durante as votações antecipadas quando obrigaram o fechamento, antes do horário previsto, da maioria dos locais de votação em Bangcoc.

“Aqueles que quiserem votar se transformarão nos servos do ‘regime de Thaksin’ ao fazê-lo, mas nós não o faremos”, declarou o líder antigovernamental durante um discurso para seus seguidores na noite de ontem.

Suthep se referiu a Thaksin Shinawatra, ex-primeiro-ministro deposto em 2006 por um golpe militar, que ganhou diretamente, ou através de coligações ligadas a ele, todas as eleições gerais desde 2001 graças ao apoio da população rural do norte e nordeste do país que se beneficiou com suas políticas sociais.

Nas eleições de 2011, o Partido Puea Thai, com a irmã mais nova de Thaksin à frente, Yingluck Shinawatra, venceu com folga.

“Queremos anunciar para a comunidade internacional que não rejeitamos a democracia, mas sim uma democracia fictícia. Nós exigimos a reforma do país antes das eleições”, disse Suthep, que acusa o atual sistema eleitoral de beneficiar os interesses da família Shinawatra e de seu partido.

No entanto, centenas de manifestantes cercaram as agências dos correios de pelo menos três províncias do sul para impedir a distribuição das cédulas para as eleições de domingo, conforme denunciou no Twitter Sunai Phasuk, pesquisador da Human Rights Watch na Tailândia.

Na véspera, a polícia anunciou que mobilizará 10 mil agentes para prevenir incidentes entre partidários e opositores do governo interino durante as eleições, depois que no domingo passado uma pessoa morreu durante um tiroteio.

O governo, depois de se reunir na terça-feira passada com os membros da Comissão Eleitoral, confirmou sua intenção de realizar as eleições no dia 2 de fevereiro após rejeitar o adiamento solicitado pelo órgão eleitoral pelo risco de uma escalada da violência.

Desde 2006, a Tailândia vive uma profunda crise política que a cada um ou dois anos desemboca em manifestações de partidários e opositores de Thaksin, que causaram dezenas de mortes e grandes perdas econômicas.

Sombra do líder opositor à frente da marcha de protestos na Tailândia. (Foto: Sakchai Lalit/AP)Sombra do líder opositor à frente da marcha de protestos na Tailândia. (Foto: Sakchai Lalit/AP)

Fonte G1

 
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Publicado por em 30 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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