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Vídeo – Os 7 maiores sustos da web!

Se prepare pra rir muito com os 7 maiores sustos da web nessa compilação de vídeos feita pelos nossos amigos do E-farsas:

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Publicado por em 9 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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Vídeo – Os 7 maiores sustos da web!

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Se prepare pra rir muito com os 7 maiores sustos da web nessa compilação de vídeos feita pelos nossos amigos do E-farsas:

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Publicado por em 4 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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Saiba quais foram os maiores massacres da guerra civil da Síria

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O conflito na Síria tem sido marcado por inúmeros massacres e assassinatos, mas o regime, que combate desde março de 2011 uma revolta que se transformou em guerra civil, sempre negou ter recorrido ao uso armas químicas.

Nesta quarta-feira (21), a oposição denunciou mais de mil mortos em um massacre com uso de armas químicas – o que o governo também nega.

O número de mortos é o fornecido pelo Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH), que conta com uma vasta rede de ativistas em todo o país.

2011
– 23 de março: Ao menos 100 pessoas são mortas pelas forças de ordem durante manifestações em Deraa (sul), berço da revolta uma semana antes (militantes e testemunhas).

– 31 de julho: 100 mortos e dezenas de feridos durante uma vasta ofensiva do Exército em Hama (centro).

2012
– 4 de fevereiro: Mais de 230 civis, incluindo dezenas de mulheres e crianças, são mortos em uma noite em Homs (centro) em bombardeios do Exército.

– 25 de maio: Ao menos 108 mortos em um massacre em Hula (província de Homs). Uma Comissão de investigação da ONU afirma que as forças pró-Assad são responsáveis por muitas mortes.

– 6 de junho: ao menos 55 pessoas são mortas, incluindo mulheres e crianças em Al-Kubeir (província de Hama). O OSDH e a oposição acusam os ‘shabbihas’ (milícias pró-regime) pelo massacre.

– 21 de junho: Quase 170 mortos, incluindo 104 civis.

– 12 de julho: Em Treimsa (província de Hama), bombardeios e combates fazem mais de 150 mortos, incluindo dezenas de rebeldes. A oposição e uma parte da comunidade internacional chamam esta operação de ‘massacre’.

– 19 de julho: A repressão e os combates fazem mais de 300 mortos, em seu maioria civis, em todo o país.

– 6 e 7 de agosto: Quase 500 mortos, incluindo mais de 300 civis, em todo o país. Em 11 e 12 de agosto, quase 300 mortos, particularmente em Aleppo (norte).

– 20-26 de agosto: Operação militar contra Daraya: mais de 500 corpos encontrados nesta periferia rebelde de Damasco.

– 20 de setembro: 225 mortos, incluindo dezenas durante um ataque contra um posto de gasolina da província de Raqa (norte).

– 26 de setembro: Ao menos 305 mortos, incluindo 199 civis.

– 23 de dezembro: Mais de 60 civis mortos em um ataque do Exército em frente a uma padaria perto de Hama (centro). Segundo a organização Human Rights Watch, os ataques contra filas de espera mataram dezenas de civis.

2013
– 15 de janeiro: 87 mortos em bombardeios contra a universidade de Aleppo. Rebeldes e regime negam responsabilidade no ataque.

– 29 de janeiro: quase 80 corpos de jovens executados são encontrado em um rio em Aleppo.

– 21 de fevereiro: mais de 83 mortos, em sua maioria civis, em atentados em Damasco.

– 11 de junho: Sessenta xiitas, em sua maioria combatentes pró-regime, são mortos na província de Deir Ezzor (leste). Com a intensificação dos combates, os balanços do OSDH ultrapassam quase todos os dias os 100 mortos.

– 21 de agosto: A oposição acusa o regime Assad de matar 1.300 pessoas em um ataque com armas químicas perto de Damasco e a comunidade internacional de ser ‘cúmplice por seu silêncio’.

arte síria versão 21.08 (Foto: Arte/G1)

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Publicado por em 22 de agosto de 2013 em Brasil

 

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iPad vendido no Brasil tem os maiores impostos do mundo, diz estudo

O iPad vendido no Brasil possui os impostos mais altos do mundo, bem à frente de China e Estados Unidos, de acordo com um estudo recente da consultoria UHY. Com um preço de venda tomado em 42,2% por impostos, o tablet da Apple vendido por aqui fica bem acima da média mundial de 14,8%.

Para chegar a esses números, os pesquisadores especializados em impostos e taxas da UHY fizeram um levantamento em 22 países de todo o mundo. Para cada item analisado pela consultoria, foram levados em conta diversos impostos, incluindo taxas de venda, de valor adicionado, de vendas municipais, de importação, entre outras.

O estudo nota que o Brasil, Índia (31,5% em impostos), e Romênia (19,4%), que possuem os iPads com os maiores impostos do mundo, possuem todos mais de uma taxa embutida no preço final de venda do tablet – confira a tabela completa abaixo.

Leia também:

– Mais caro do mundo, iPhone 5 brasileiro custa o mesmo que TV 3D

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Lançado no Brasil na última semana, o iPad 4 ficou mais caro que seu antecessor e tem preços a partir de 1.750 reais. Nos EUA, onde o iPad recebe apenas 5,7% do valor de venda em impostos, o tablet custa 499 dólares – mesmo preço cobrado desde a primeira versão lançada em 2010.

Segundo a UHY, o iPad possui uma das maiores médias mundiais de impostos, com 14,8%, ficando à frente apenas dos CDs físicos, com 15%, garrafas de vinho, com 22,77%, litro de gasolina, com 36,22%, e cigarros, com 51,25%.

O iPhone, que possui seus preços mais altos aqui no Brasil, não foi analisado pela consultoria.

Para conferir o estudo completo, em inglês, clique neste link.

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Publicado por em 25 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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Opinião: os cinco maiores fiascos da Apple em 2012

Mapas com bugs no iOS 6, demissão de executivo veterano, e chegada de novo iPad apenas 7 meses após anterior foram alguns dos pontos negativos da empresa no ano.

Assim como o preço das suas ações, a Apple teve um ano cheio de altos e baixos. Apresar de grandes eventos como os lançamentos do iPhone 5 e do iPad mini, a empresa de Cupertino também enfrentou alguns percalços durante a temporada que termina daqui cerca de 30 dias.

Confira abaixo os cinco maiores fiascos da Apple neste ano.

Os mapas perdidos do iOS 6

A polêmica em torno do aplicativo Maps da Apple levou o CEO Tim Cook a publicar um pedido de desculpas público e até sugerir serviços de rivais como Microsoft, Google e Nokia – duas atitudes raras em se tratando de Apple. 

Não é para menos. O app é realmente ruim, e causou indignação entre usuários por indicar direções erradas e imagens com defeito, além de não trazer recursos essenciais, como rotas de transporte públicos. Por isso, os Apple Maps viraram “a piada” por algumas semanas, ganhando um Tumblr específico e sendo até tema de piadas em programas da TV nos EUA.

O app de mapas do iOS 6 é o maior fiasco da Apple neste por várias razões. A principal é que o Maps é um dos aplicativos mais importantes no iPhone para um grande número de usuários. Você não pode simplesmente receber informações erradas dessa maneira.

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Além disso, a decisão de abandonar o Google Maps em troca do novo aplicativo cheio de bugs pareceu algo mesquinho. Ainda mais para uma empresa que sempre teve como mantra colocar a experiência do usuário acima de tudo.

A chegada desse app, apenas um ano após a morte de Jobs, não é um bom cartão de boas-vindas para as pessoas no comando da empresa.

Novo iPad não é mais tão novo assim

Sempre que a Apple lançava uma nova versão do iPad no passado, havia duas coisas certas: a equipe de marketing da empresa tinha feito seu trabalho fazendo o hype crescer cada vez mais, e a própria Apple atendia às expectativas com um novo recurso que impressionava o público.

O iPad original praticamente criou o mercado de tablets – que ainda lidera. O segundo modelo era mais rápido, leve e tinha uma câmera frontal. Já a terceira geração trouxe um grande avanço em termos gráficos, além da Tela Retina.

Há cerca de um mês, a Apple anunciou a quarta geração do iPad. Você talvez nem tenha ouvido falar sobre ele; o novo tablet foi uma “nota de rodapé” durante o anúncio do iPad mini, no mesmo evento.

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Não há nada de realmente novo no iPad de quarta geração, além de um processador mais rápido e o conector Lightning. A Apple chama essa versão de “o iPad com Tela Retina”, mas foi o modelo anterior que marcou a chegada da tela de altíssima resolução.

Pior ainda, o iPad de terceira geração, que a Apple chamava de “o novo iPad”, foi lançado há apenas sete meses. Obviamente que muitas pessoas ficaram irritadas com isso. Assim como no caso do app Maps do iOS 6, a Apple esqueceu os usuários do iPad de terceira geração.

Demissão de Scott Forstall

No final de outubro, a Apple anunciou a demissão do protegido de Steve Jobs, Scott Forstall, apontado como um dos responsáveis pelo fiasco do app Maps, e dividiu suas tarefas entre outros executivos. Cook disse que as mudanças de gerenciamento (leia-se a demissão de Forstall) vai “encorajar ainda mais colaboração”.

Assim como Jobs, Forstall é apaixonado por produtos e, segundo relatos, difícil de trabalhar. Ele teria se recusado várias vezes a pedir desculpas pelos problemas do Apple Maps. 

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A demissão de Forstall, que estava na empresa há cerca de 15 anos, sinaliza um novo tipo de Apple pós-Jobs, liderada por um guru de cadeias de fornecimento (Cook) que acredita em colaboração. Será que a Apple está ficando “mole”?

Lightning “matou” os acessórios iOS

Quando a Apple apresentou um novo conector para o iPhone 5 e a quarta geração do iPad, chamado Lightning (que substitui o antigo dock de 30 pinos), os consumidores que possuem diversos acessórios de aparelhos iOS respiraram fundo. Companhias como hoteis que equiparam quartos com esses acessórios respiraram ainda mais fundo. (Sim, há uma solução que não foi aceita numa boa por todos os usuários: adaptadores na faixa de 30 e 40 dólares nos EUA).

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Esse é o mundo da Apple, em que a empresa controla o hardware e o software dos seus produtos.

Enquanto isso, os fabricantes de acessórios iOS, como dock stations, comemoraram: “os consumidores antigos voltaram a ser novos!”.

A queda do iMessage e do FaceTime

Neste mês, os serviços iMeessage e FaceTime inesperedamente pararam de funcionar – foram duas vezes em quatro dias. Claro, quedas acontecem (basta perguntar para a RIM). Mas uma das mensagens mais conhecidas de marketing da Apple sempre foi “Simplesmente funciona” (“It just works”). Bom, não dessa vez.

Apesar de a queda em si não ser algo importante, a mensagem subliminar é o fiasco real: a Apple está se tornando apenas mais uma empresa de tecnologia.

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Publicado por em 24 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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HTC projeta smartphones com telas maiores

Empresa planeja ir além das 5 polegadas, e também criará aparelhos de baixo custo para o mercado chinês.

05 de fevereiro de 2013 – 19h05

A fabricante de smartphones taiwanesa HTC irá lançar smartphones com telas ainda maiores que as de seus atuais modelos de 5 polegadas, e desenvolverá mais aparelhos de baixo custo para o mercado chinês, disse o CFO da empresa nesta segunda-feira.

“Não iremos nos limitar ao segmento abaixo das 5 polegadas”, disse Chialin Chang durante uma conferência na segunda-feira. “Teremos uma linha de produtos mais interessante nos próximos meses, vocês irão ver”.

No final do ano passado a empresa começou a vender seus primeiros smartphones com tela de 5 polegadas e resolução Full HD (1080p), o HTC Butterfly e o Droid DNA.

Rivais já oferecem aparelhos com telas ainda maiores, apelidados de “phablets”, uma contração dos termos Phone e Tablet. Os mais conhecidos são os aparelhos da linha Galaxy Note, da Samsung, cujo modelo mais recente tem uma tela de 5.5 polegadas. Em janeiro a fabricante chinesa Huawei anunciou o Ascend Mate, um aparelho com uma tela de 6.1 polegadas.

A demanda por aparelhos com telas de 5 polegadas ou mais irá mais que dobrar neste ano, com uma projeção para a entrega de 60 milhões de unidades, de acordo com a empresa especializada em pesquisas IHS iSuppli.

A HTC vem lutando para atingir a lucratividade, devido à intensa competição com empresas como a Apple e a Samsung. A empresa estima que no primeiro trimestre deste ano sua arrecadação ficará em cerca de US$ 1.7 bilhões, o que significa uma ligeira queda nas vendas em relação ao trimestre anterior.

A empresa, entretanto, espera mudar sua sorte com o lançamento dos próximos aparelhos, com rumores apontando para o anúncio de um novo “carro-chefe” em Fevereiro. “Certamente esperamos que o anúncio e lançamento de um novo “herói” nos ajude a alavancar a linha de produtos, disse Chang.

A empresa também está expandindo sua atuação na China, atualmente o maior mercado para smartphones em todo o mundo. Embora a HTC tenha a ambição de ser conhecida como uma marca premium, ela planeja lançar mais aparelhos de baixo custo no mercado chinês, focando no segmento de entrada, com preços entre US$ 160 e US$ 320 sem contrato. 

“Vamos reduzir os preços, mas não iremos abaixo de 1000 Yuan (US$ 320)”, disse ele. “Ainda acreditamos que haja uma margem entre 1000 e 2000 Yuan”.

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Publicado por em 20 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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iPad vendido no Brasil tem os maiores impostos do mundo, diz estudo

O iPad vendido no Brasil possui os impostos mais altos do mundo, bem à frente de China e Estados Unidos, de acordo com um estudo recente da consultoria UHY. Com um preço de venda tomado em 42,2% por impostos, o tablet da Apple vendido por aqui fica bem acima da média mundial de 14,8%.

Para chegar a esses números, os pesquisadores especializados em impostos e taxas da UHY fizeram um levantamento em 22 países de todo o mundo. Para cada item analisado pela consultoria, foram levados em conta diversos impostos, incluindo taxas de venda, de valor adicionado, de vendas municipais, de importação, entre outras.

O estudo nota que o Brasil, Índia (31,5% em impostos), e Romênia (19,4%), que possuem os iPads com os maiores impostos do mundo, possuem todos mais de uma taxa embutida no preço final de venda do tablet – confira a tabela completa abaixo.

Leia também:

– Mais caro do mundo, iPhone 5 brasileiro custa o mesmo que TV 3D

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Lançado no Brasil na última semana, o iPad 4 ficou mais caro que seu antecessor e tem preços a partir de 1.750 reais. Nos EUA, onde o iPad recebe apenas 5,7% do valor de venda em impostos, o tablet custa 499 dólares – mesmo preço cobrado desde a primeira versão lançada em 2010.

Segundo a UHY, o iPad possui uma das maiores médias mundiais de impostos, com 14,8%, ficando à frente apenas dos CDs físicos, com 15%, garrafas de vinho, com 22,77%, litro de gasolina, com 36,22%, e cigarros, com 51,25%.

O iPhone, que possui seus preços mais altos aqui no Brasil, não foi analisado pela consultoria.

Para conferir o estudo completo, em inglês, clique neste link.

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Publicado por em 12 de fevereiro de 2013 em Tecnologia

 

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