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Marcha contra austeridade tem dezenas de feridos e presos em Madri

Mascarados atiram cadeiras em vidraça de banco, em Madri, na Espanha (Foto: Pedro Armestre/ AFP)Mascarados atiram cadeiras em vidraça de banco, em Madri, na Espanha (Foto: Pedro Armestre/ AFP)

Pelo menos 100 pessoas ficaram feridas e outras 24 foram detidas durante a manifestação contra a austeridade do governo espanhol que reuniu milhares de pessoas neste sábado (22) em Madri, segundo os serviços de emergência e a polícia.

De acordo com as equipes que socorreram as vítimas, 67 policiais e 34 manifestantes ficaram levemente feridos. Já a polícia anunciou a detenção de 24 pessoas por agressões a agentes de segurança e por vandalismo.

Os confrontos ocorreram no fim da manifestação, que reuniu grupos de pessoas vindos de diversas cidades espanholas e tinha como objetivo denunciar a “urgência social”, os altos índices de desemprego e os cortes realizados pelo governo. 

Protestos em Madri terminaram em confronto neste sábado (22) (Foto: Pedro Armestre/ AFP)Protestos em Madri terminaram em confronto
neste sábado (22) (Foto: Pedro Armestre/ AFP)

Dezenas de jovens que atiraram projéteis contra as forças de segurança, segundo a France Presse. A polícia reagiu contra os jovens, que montaram barricadas com algumas cercas, queimaram contêineres e quebraram as vidraças de uma agência bancária, atingindo-as com cadeiras de ferro, enquanto ainda restavam centenas de manifestantes nas ruas.

Os manifestantes tinham se organizado nas chamadas ‘marchas da dignidade’, colunas vindas de várias regiões da Espanha, como Andaluzia, Catalunha, Astúrias e Extremadura, que se reuniram neste sábado no centro da capital, algumas delas depois de passar mais de um mês atravessando o país a pé.

Organizações de cidadãos, associações, grupos do movimento dos Indignados e categorias profissionais uniram-se à manifestação, com o objetivo de retomar o espírito de reivindicação das grandes mobilizações que ocorreram na Espanha entre 2011 e 2012.

Milhares de manifestantes tomaram as ruas de Madri neste sábado (22) (Foto: Paul Hanna / Reuters)Milhares de manifestantes tomaram as ruas de Madri neste sábado (22) (Foto: Paul Hanna / Reuters)

Fonte G1

 
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Publicado por em 24 de março de 2014 em Brasil

 

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Marcha contra a austeridade termina com confrontos em Madri

Mascarados atiram cadeiras em vidraça de banco, em Madri, na Espanha (Foto: Pedro Armestre/ AFP)Mascarados atiram cadeiras em vidraça de banco, em Madri, na Espanha (Foto: Pedro Armestre/ AFP)

A marcha contra a austeridade, neste sábado (22), em Madri terminou com confrontos entre a polícia e dezenas de jovens que atiraram projéteis contra as forças de segurança, constatou um jornalista da AFP.

A polícia reagiu contra os jovens, que montaram barricadas com algumas cercas, queimaram contêineres e quebraram as vidraças de uma agência bancária, atingindo-as com cadeiras de ferro, enquanto ainda restavam centenas de manifestantes nas ruas.

Um grupo da tropa de choque foi cercado e separado do resto pelos manifestantes, que atiraram nele vários projéteis até que os policiais conseguiram se livrar do cerco e abrir caminho até seus colegas. Pelo menos um policial ficou ferido.

A resposta dos agentes foi com tiros de balas de borracha contra os manifestantes, ainda segundo a AFP.

Protestos em Madri terminaram em confronto neste sábado (22) (Foto: Pedro Armestre/ AFP)Policiais tiveram de montar barricadas nas ruas de
Madri (Foto: Pedro Armestre/ AFP)

Ao mesmo tempo, alguns deles instalaram barracas de campanha em uma das principais avenidas do centro da capital espanhola, com a intenção de permanecer ali depois de dispersar a manifestação.

Anteriormente, dezenas de milhares de pessoas provenientes de todo o país marcharam pelo centro de Madri, denunciando a ‘urgência social’ que se vive na Espanha, com taxa de desemprego de 26%, e a política de austeridade exercida pelo governo espanhol.

Os manifestantes tinham se organizado nas chamadas ‘marchas da dignidade’, colunas vindas de várias regiões da Espanha, como Andaluzia, Catalunha, Astúrias e Extremadura, que se reuniram neste sábado no centro da capital, algumas delas depois de passar mais de um mês atravessando o país a pé.

‘Vamos lutar!’, gritavam manifestantes concentrados na estação de Atocha, ponto de encontro de diferentes passeatas originadas em todo o país, antes do início da manifestação, que percorreu uma das principais artérias do centro da capital.

‘Nem greve, nem exílio, nem precariedade: marchas, marchas, marchas para a dignidade!’, gritavam em um alto-falante vários jovens em uma caminhonete.

Protestos em Madri terminaram em confronto neste sábado (22) (Foto: Pedro Armestre/ AFP)Manifestantes avançam contra carro da polícia
(Foto: Pedro Armestre/ AFP)

‘Queremos trabalho. Não podemos aceitar que milhões de pessoas estejam voltando para a casa dos pais porque não podemos pagar as hipotecas’, criticou o desempregado Jorge Balbas, 24, de Burgos, norte do país, assinalando que mais da metade dos jovens espanhóis não encontram emprego.

‘Será uma maré cidadã, que encherá a capital de dignidade’, apostou pela manhã Diego Cañamero, porta-voz do Sindicato Andaluz de Trabalhadores, uma das 300 organizações participantes.

‘A ideia é unir todas as forças em um plano: ou nossas reivindicações são atendidas, ou o governo terá que arrumar as malas’, ameaçou.

Organizações de cidadãos, associações, grupos do movimento dos Indignados e categorias profissionais uniram-se à manifestação, com o objetivo de retomar o espírito de reivindicação das grandes mobilizações que ocorreram na Espanha entre 2011 e 2012.

Os organizadores anunciaram a mobilização de centenas de ônibus e quatro trens. Autoridades de Madri mobilizaram 1,7 mil policiais para evitar incidentes.

Os grupos que iam se formando ao longo do dia nos limites de Madri exibiam cartazes com reivindicações como ‘Aposentadorias justas’ e ‘Pelo direito a um teto’.

Policiais fizeram barreiras contra os manifestantes em Madri, neste sábado (22) (Foto: Gerard Julien / AFP)Policiais fizeram barreiras contra os manifestantes
(Foto: Gerard Julien / AFP)

A austeridade sem precedentes do governo conservador desde a sua posse, no fim de 2011, para reduzir o déficit e a dívida do país motivou duas greves gerais em 2012, com centenas de milhares de pessoas nas ruas.

A mobilização perdeu força em seguida, embora estivesse sustentada, principalmente, pelos setores da educação e saúde, atingidos severamente pelos cortes anunciados em 2012, de 150 bilhões de euros ao longo de três anos.

Apesar de os espanhóis já não saírem às ruas tão maciçamente quanto há dois anos, pesquisas de opinião mostram que a austeridade é impopular, e que a maior preocupação é com o desemprego, que atinge mais de um quarto da população economicamente ativa.

‘Em 2014, nós nos encontramos em uma situação limite de emergência social, que nos convoca a dar uma resposta coletiva e maciça dos trabalhadores e da cidadania’, dizem os organizadores da passeata em seu manifesto.

‘Que nos devolvam o dinheiro roubado pelos políticos e banqueiros’, reclamava Trini Reina, 48, que veio de ônibus de Sevilha. ‘Tenho uma hipoteca e não posso pagá-la há sete meses. Este sistema está falido, e estamos pagando muito caro.’

Milhares de manifestantes tomaram as ruas de Madri neste sábado (22) (Foto: Paul Hanna / Reuters)Milhares de manifestantes tomaram as ruas de Madri neste sábado (22) (Foto: Paul Hanna / Reuters)

Fonte G1

 
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Publicado por em 24 de março de 2014 em Brasil

 

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Ex-presidente do governo espanhol Adolfo Suárez morre em Madri

Adolfo Suárez, ex-presidente do governo espanhol, em foto de 1977 em Paris (Foto: AFP)Adolfo Suárez, ex-presidente do governo espanhol,
em foto de 1977 em Paris (Foto: AFP)

O ex-presidente do governo da Espanha Adolfo Suárez, de 81 anos, político chave na transição à democracia após a era Franco, morreu neste domingo (23) em Madri.

A informação sobre a morte de Suárez, que estava internado em um hospital da capital espanhola desde a última segunda-feira (17), com um problema respiratório, foi dada por familiares.

Embora o ex-presidente (entre 1976 e 1981) tivesse apresentado melhora de uma pneumonia, seu estado geral piorou nos últimos dias, já que Suárez sofria de Alzheimer há anos e não aparecia publicamente desde 2003.

Nascido em setembro de 1932 em Cebreros, na região central da Espanha, Adolfo Suárez é considerado um político com um papel decisivo na transição espanhola da ditadura de Francisco Franco (1939-75) à democracia. Procedente do próprio regime franquista, no qual ocupou alguns cargos importantes, ele foi designado pelo rei Juan Carlos em 1976 para dirigir a transformação do estado.

Durante seu governo foram aprovadas leis que reconheciam liberdades e foram legalizados os partidos políticos, incluindo o comunista, o que deu ao político falecido a inimizade de setores da direita tradicional espanhola e do exército.

Em 1978, graças ao consenso geral das forças políticas, foi aprovada a constituição que até hoje segue em vigor. Tudo isso em anos especialmente difíceis, com a entrada em cena do terrorismo, que no final dos anos 70 e começo da década de 80 gerava várias mortes por semana.

O partido que fundou, a União de Centro Democrático, viveu uma crescente divisão, e Suárez foi cada vez mais questionado dentro e fora da própria legenda.

O clima geral o levou a renunciar em janeiro de 1981, poucas semanas antes da tentativa de golpe de Estado, que aconteceu em 23 de fevereiro com a entrada de guardas civis no Congresso dos Deputados enquanto era realizada a posse de seu sucessor, Leopoldo Calvo-Sotelo.

Suárez continuou na política por mais uma década, em outro partido, o Centro Democrático e Social, e de novo voltou a ser deputado, mas deixou a carreira pública no começo dos anos 90.

Fonte G1

 
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Publicado por em 24 de março de 2014 em Brasil

 

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Milhares fazem protesto em Madri contra cortes do governo da Espanha

Milhares de manifestantes vindos de toda a Espanha, alguns a pé, realizavam uma uma grande passeata neste sábado (22) em Madri para denunciar a “emergência social” gerada pelo desemprego recorde de 26% e os cortes orçamentários do governo.

“A ideia é unir todas as forças em um plano: ou nossas reivindicações são atendidas, ou o governo terá que arrumar as malas”, ameaçou Diego Cañamero, porta-voz do Sindicato Andaluz de Trabalhadores, uma das 300 organizações participantes.

Organizados em oito colunas, os participantes da Marcha da Dignidade seguirão até o centro da capital, após viajarem por mais de um mês, alguns a pé, a partir de Andaluzia, Catalunha, Astúrias e Extremadura.

Pessoas se reúnem em protesto contra o governo da Espanha em Madri neste sábado (22) (Foto: Andres Kudacki/AP)Pessoas se reúnem em protesto contra o governo da Espanha em Madri neste sábado (22) (Foto: Andres Kudacki/AP)

Os lemas são “Não ao pagamento da dívida”, “Mais nenhum corte”, “Fora governos do trio” e “Pão, trabalho e teto para todos e todas”.

Os organizadores anunciaram a mobilização de centenas de ônibus e quatro trens. Autoridades de Madri mobilizaram 1,7 mil policiais para evitar incidentes.

A austeridade sem precedentes do governo conservador desde a sua posse, no fim de 2011, para reduzir o déficit e a dívida do país motivou duas greves gerais em 2012, com centenas de milhares de pessoas nas ruas.

A mobilização perdeu força em seguida, embora estivesse sustentada, principalmente, pelos setores da educação e saúde, atingidos severamente pelos cortes anunciados em 2012, de 150 bilhões de euros ao longo de três anos.

Apesar de os espanhóis já não sairem às ruas tão maciçamente quanto há dois anos, pesquisas de opinião mostram que a austeridade é impopular, e que a maior preocupação é com o desemprego, que atinge mais de um quarto da população economicamente ativa.

“Em 2014, nós nos encontramos em uma situação limite de emergência social, que nos convoca a dar uma resposta coletiva e maciça dos trabalhadores e da cidadania”, dizem os organizadores da passeata em seu manifesto.

O texto reclama que as políticas de austeridade beneficiaram apenas os privilegiados, enquanto “centenas de milhares de famílias ficaram sem casa”.

“Esta é uma crise capitalista sem precedentes, para a qual os governos, que representam banqueiros e empresários, uns e outros corrompidos até a espinha, não têm proposta alguma que não seja tirar de nós auxílios, pensões e serviços públicos”, denunciam.

Fonte G1

 
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Publicado por em 24 de março de 2014 em Brasil

 

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Espanha teme novo atentado islamita 10 anos após ataque em Madri

Dez anos depois dos atentados islamitas de 11 de março de 2004 em Madri, o governo espanhol considera que atualmente existe um “risco provável” de atentado na Espanha, que se prepara para homenagear na terça-feira os 191 mortos nos ataques.

Para o ministro, o nível de alerta está atualmente na categoria 2, o que significa um “risco provável” de atentado terrorista.

“Este nível 2 não foi alterado nos últimos anos”, disse o ministro.

Foto tirada em 11 de março de 2004 mostra equipes de resgate trabalhando no local de uma das explosões dos ataques terroristas que mataram 191 pessoas em Madri (Foto: Arquivo/Christophe Simon/AFP)Foto tirada em 11 de março de 2004 mostra equipes de resgate trabalhando no local de uma das explosões dos ataques terroristas que mataram 191 pessoas em Madri (Foto: Arquivo/Christophe Simon/AFP)

Em 11 de março de 2004, quatro bombas explodiram em quatro trens lotados em Madri e seus arredores. Os atentados deixaram 191 mortos e quase 1.900 feridos.

O então primeiro-ministro conservador José María Aznar atribuiu em um primeiro momento a autoria do atentado ao grupo separatista basco ETA, apesar de um um grupo vinculado à Al-Qaeda ter reivindicado no mesmo dia o ataque, o mais violento em território espanhol.

A obstinação do governo em apontar o ETA como culpado influenciou na derrota poucos dias depois do Partido Popular (PP) nas eleições legislativas, vencidas pelo socialista José Luís Rodríguez Zapatero.

“Houve um momento em que todo mundo pensou no ETA, porque era o terrorismo que estávamos sofrendo há muito tempo na Espanha”, declarou Fernández Díaz.

“O terrorismo jihadista era, pensávamos de maneira equivocada, um tanto distante”, completou.

O ministro recordou que os principais autores dos atentados se mataram com explosivos em 3 de abril de 2004, quando estavam cercados pela polícia em um apartamento de Leganés, nas proximidades de Madri.

Fonte G1

 
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Publicado por em 11 de março de 2014 em Brasil

 

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Mulheres marcham em Madri contra projeto de lei para restringir aborto

Protesto abordo Spain (Foto: Javier Barbanch/Reuters)Mulheres protestam nas ruas de Madri contra lei que quer restringir o aborto (Foto: Javier Barbanch/Reuters)

Milhares de mulheres marcharam neste sábado (8) pelas ruas do centro de Madri para protestar contra o projeto de lei elaborado pelo governo conservador de Mariano Rajoy para restringir o aborto.

As manifestantes gritaram slogans como “Aborto Livre!” ou “Gallardón renuncie”, em referência ao ministro da Justiça, Alberto Ruiz-Gallardón, artífice da nova lei.

Em alguns dos cartazes mostrados pelas manifestantes era possível ler ‘Rosários e parlamentares, fora dos meus ovários’, em relação à suposta pressão da Igreja católica espanhola nesta reforma.

Os bispos espanhóis classificaram de avanço positivo o projeto, aprovado pelo conselho de ministros no dia 20 de dezembro, que modifica a lei do aborto aprovada em 2010 sob o governo socialista anterior. Esta permite atualmente a interrupção voluntária da gravidez até as 14 semanas a todas as mulheres e até as 22 semanas em caso de malformação do feto.

A reforma, no entanto, anula estes prazos e aceita apenas dois motivos para que o aborto seja legal na Espanha: estupro ou grave perigo para a saúde física ou psíquica da mãe.

O novo texto, que foi denunciado como um retrocesso pelas feministas e pela oposição de esquerda, não contempla, diferentemente da primeira lei do aborto da democracia espanhola, aprovada em 1985, a interrupção da gravidez em caso de malformação do feto.

“A lei quer nos fazer voltar 40 anos”, afirmava uma manifestante, Concha Merín, de 42 anos, que viajou da região de Extremadura, no oeste do país, para participar do protesto em Madri.

Fonte G1

 
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Publicado por em 10 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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Milhares marcham em Madri contra plano para limitar aborto

Mulheres levantam cartazes durante protesto contra reforma da lei do aborto no país proposto pelo governo espanhol conservador, em Madrid, neste sábado (1) (Foto: Dani Pozo / AFP)Mulheres levantam cartazes durante protesto contra reforma da lei do aborto no país proposta pelo governo espanhol conservador, em Madrid, neste sábado (1) (Foto: Dani Pozo / AFP)

Milhares de pessoas marcharam na capital da Espanhaneste sábado (1) para protestar contra um plano do governo de limitar o aborto, que tem causado divisões no partido conservador governista, o Partido Popular.

Os manifestantes se uniram contra um projeto de lei para restringir o aborto a casos de estupro ou perigo grave para a saúde da mãe.

Há quatro anos, a Espanha se alinhou com a maior parte da Europa, quando o então governo socialista legalizou o aborto nas primeiras 14 semanas de gravidez.

“Este é um passo para trás. Vamos voltar 30 anos”, disse Pilar Abad, 58, entre os manifestantes que marcharam da principal estação de trem até o parlamento nacional. “Nós realmente esperamos que eles mudem essa lei durante o debate parlamentar, é por isso que estamos aqui”, disse ela.

O gabinete do primeiro-ministro Mariano Rajoy aprovou o projeto de lei sobre o aborto em dezembro – em um movimento visto como tentativa de apaziguar a direita descontente do seu partido, mas ele ainda não foi enviado ao Parlamento para debate.

Fonte G1

 
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Publicado por em 3 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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