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Macapá adere ao ‘Hora do Planeta’ e apaga luzes da cidade por uma hora

Fortaleza de São José de Macapá iluminada (Foto: Lorena Kubota/G1)Fortaleza de São José de Macapá ficará às escuras
por uma hora (Foto: Lorena Kubota/G1)

Pontos turísticos de Macapá, como a Fortaleza de São José, o monumento Marco Zero e o Teatro das Bacabeiras terão as luzes apagadas no sábado (29) das 20h30 às 21h30 em alusão à ‘Hora do Planeta’. O movimento faz um ato simbólico de combate ao aquecimento global, que será repetido em outros estados e países do mundo.

A ação é proposta pela Organização Não Governamental WWF Brasil que quer alertar governos, empresas e cidadãos sobre as mudanças climáticas que atingem o planeta Terra, solicitando a adoção de medidas para a redução dos índices de emissão de poluentes e consumo de energias não renováveis.

Macapá foi a primeira capital do Norte do Brasil a aderir à ‘Hora do Planeta’ e para celebrar o movimento um passeio ciclístico percorrerá a capital durante os 60 minutos em que as luzes estiverem apagadas. O trajeto que tem um total de 20 quilômetros sairá da sede da prefeitura, na Avenida FAB, seguindo pela Rua Independência passando por toda a orla. A pedalada será finalizada no monumento Marco Zero.

Hora do Planeta
A ‘Hora do Planeta’ é um ato simbólico realizado em todo o mundo, conhecido globalmente como Earth Hour pela Rede WWF. A primeira edição foi realizada em 2007. No ato, a instituição convida a população mundial para apagar as luzes de casa por uma hora.

Fonte G1

 
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Publicado por em 24 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Órfãos, filhotes de onça recebem tratamento em Macapá

Onças pintadas tem pelagens diferentes, mas são da mesma mãe (Foto: Abinoan Santiago/G1)Onças são fêmeas, têm pelagens diferentes, mas são filhas da mesma mãe (Foto: Abinoan Santiago/G1)

Dois filhotes de onça de aproximadamente cinco meses estão recebendo tratamento no Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas), em Macapá, para serem transferidas para São Paulo. Os animais, duas fêmeas batizadas de Pintadinha e Pretinha, têm a pelagem diferente, mas são filhotes da mesma mãe, que teria sido abatida por caçadores em Afuá, no Pará, conforme informou o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (Ibama), órgão responsável pelo Cetas.

As onças foram encontradas por técnicos do Ibama, durante uma fiscalização, em um cativeiro mantido por ribeirinhos da região. Os animais foram transferidos para Macapá por causa da falta de um criadouro adequado na comunidade.

Segundo explicou a responsável pelo Cetas, Mirella Cavalcanti, uma delas é melânica, popularmente conhecida como ‘onça-preta’ por causa da cor da pelagem que cobre as pintas. Ela nasce diferente dos animais da mesma espécie por causa de uma variação genética.

Por conta da proximidade que as irmãs adquiriram no Cetas, as onças serão transferidas juntas para a Associação Mata Ciliar, em Pedreira, São Paulo. A entidade paulista se comprometeu em acolhê-las, segundo o Ibama. Uma das exigências estabelecidas pelo órgão federal aos que desejavam  receber os animais foi o acolhimento das duas irmãs, para que não houvesse separação.

Onças tem aproximadamente cinco meses de idade (Foto: Abinoan Santiago/G1)Onças têm aproximadamente cinco meses de vida (Foto: Abinoan Santiago/G1)

A transferência das onças ainda não tem data definida e depende da confirmação do transporte aéreo adequado até São Paulo. “Elas são irmãs e foi uma exigência nossa que elas permanecessem juntas no destino final. Agora, pretendemos fazer os últimos ajustes com a companhia aérea que será designada para o transporte”, afirmou Mirella.

Proximidade das onças fez animais serem transferidos juntos para SP (Foto: Reprodução/TV Amapá)Proximidade das onças fez animais serem transferidos juntos para SP (Foto: Reprodução/TV Amapá)

Devido ao estado considerado debilitado em que chegaram ao Cetas, as onças estão sendo mantidas à base de dietas de vitaminas e carne. Elas se alimentam duas vezes ao dia e comem dois quilos de carne cada uma.

“As onças chegaram em um estado debilitado e precisavam dessa recuperação. Fizemos todo o trabalho com vitaminas e alimentação à base de carne. Se elas continuassem sem a mãe, fatalmente morreriam”, disse o superintendente do Ibama, César Guimarães.

Apesar de ter a pelagem diferente, onça-preta é da mesma mãe da pintada (Foto: Abinoan Santiago/G1)Onças comem dois quilos de carne por dia (Foto: Abinoan Santiago/G1)

Enquanto não são transferidas para São Paulo, as onças brincam na jaula onde vivem no Cetas do Ibama. Além de comer, a diversão preferida delas é uma bola, que serve como passatempo. “A rotina delas é essa. As filhotes sempre brincam e são muito atentadas”, disse Mirella.

Onças estão em uma jaula no Centro de Tratamento de Animais Silvestres do Ibama no Amapá (Foto: Abinoan Santiago/G1)Onças estão em uma jaula no Centro de Tratamento de Animais Silvestres do Ibama no Amapá (Foto: Abinoan Santiago/G1)Onças aguardam confirmação de transporte aéreo para serem transferidas a São Paulo (Foto: Abinoan Santiago/G1)Onças aguardam confirmação de transporte aéreo para serem transferidas a São Paulo (Foto: Abinoan Santiago/G1)

Fonte G1

 
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Publicado por em 16 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Operadora de telefonia inicia testes de tecnologia 4G em Macapá

Ligações de celular vão ganhar mais um número (Foto: Maiara Pires/G1)Tecnologia 4G poderá ser acessada por celulares
do Amapá (Foto: Maiara Pires/G1)

A empresa de telefonia Vivo anunciou que os testes de banda larga de tecnologia de quarta geração, também chamada de 4G, já iniciaram em Macapá. O serviço deve ser comercializado ainda no primeiro semestre de 2014. A implantação da tecnologia na capital amapaense conta com parceria da operadora Tim. A intenção é aumentar a velocidade da rede de 360 megabits por segundo para 40 mil megabits por segundo, número 130 vezes maior, segundo a empresa. Atualmente os testes da nova tecnologia estão sendo realizados em dois bairros de Macapá para depois o serviço ser levado ao restante da cidade, conforme informou a operadora Vivo.

A tecnologia pretende oferecer ainda “mais estabilidade nas ligações, com drástica redução do número de quedas e ruídos, além de maior velocidade na conexão de internet”, garantiu.

A rede de fibra ótica que coloca o Amapá no circuito de banda larga tem extensão de 300 quilômetros, interligando Jurupari, no Pará, à cidade de Macapá. O trecho faz parte do entroncamento Belém/Manaus/Macapá. 

A rota é composta por uma rede de cabos aéreos que usam como suportes torres de linhas de transmissão de energia elétrica. O acesso nas cidades são efetuados por meio de cabos subterrâneos.

Em agosto de 2013, a Vivo concluiu a rede de fibra ótica que liga Belém a Manaus, com mais de 2,1 mil quilômetros. A instalação do serviço ampliou a capacidade da rede de dois gigabits para 40 gigabits, aumentando 2.000%.

“No Amapá, onde somos líderes de mercado com 61,38%, temos 573 mil clientes no estado, e em breve, lançaremos ainda a nossa rede 4G em Macapá”, afirma o diretor regional da Vivo, Emerson Rodrigues.

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Publicado por em 16 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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