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Tubarão-baleia morto é encontrado nas Filipinas, longe de seu habitat

Crianças pisam em carcaça de tubarão-baleia na costa de Tanza, nas Filipinas. (Foto: Reuters/Erik De Castro )Crianças pisam em carcaça de tubarão-baleia na costa de Tanza, Filipinas. (Foto: Reuters/Erik De Castro )

Um jovem tubarão-baleia foi encontrado morto em um vilarejo de pescadores na cidade de Tanza, a oeste de Manila, nas Filipinas, nesta quinta-feira (5).

O corpo de 5 metros de comprimento surpreendeu os moradores do vilarejo, segundo o pescador Edgar Biri. “Era perto da costa, pensamos que fosse algum tipo de tubarão mortífero”, disse. “Quando nos aproximamos, vimos que ele não estava mais se movendo.”

O veterinário local Marco Espiritu disse que iria examinar a carcaça de 300 quilos para determinar a causa da morte. “Não é comum ver tubarões-baleia nessas áreas”, disse. “Sua rota migratória passa longe daqui, mas ele poderia estar seguindo alguma comida, por isso ele veio até a costa”, acrescentou.

Moradores e voluntários se mobilizaram para carregar o animal até um caminhão.

Veterinários tentam abrir a boca de tubarão-baleia encontrado morto na costa. (Foto: AFP Photo/Ted Aljibe)Veterinários tentam abrir a boca de tubarão-baleia encontrado morto na costa. (Foto: AFP Photo/Ted Aljibe)Moradores ajudam a carregar tubarão-baleia até um caminhão. (Foto: AFP Photo/Ted Aljibe)Moradores ajudam a carregar tubarão-baleia até um caminhão. (Foto: AFP Photo/Ted Aljibe)

Fonte G1

 
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Publicado por em 9 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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Review: Nokia Lumia 820 é um supercarro que não vai longe

Equipado com o Windows Phone 8, smartphone da Nokia tem todas as características de um excelente aparelho. Com a exceção da bateria.

Imagine que você tem a chance de comprar, por um bom preço, um supercarro. Com um motor possante, belo design, tecnologia de ponta e muitos recursos legais. Você ficaria feliz, certo? Agora imagine que esse supercarro tem um defeito de projeto: o tanque de combustível é tão pequeno que ele não aguenta te levar de volta pra casa no fim do dia sem antes dar uma passadinha num posto. Você continuaria satisfeito?

Infelizmente, é com dor no coração que tenho de informar que o Nokia Lumia 820 é exatamente como o supercarro de que falei. É um smartphone bonito, poderoso, com tecnologias de ponta como NFC e recarga sem fios, sem falar em um sistema operacional que tem muitos recursos legais. Mas tudo isso vai por água abaixo por causa de uma bateria que vai deixá-lo na mão antes do fim do dia.

Design e Hardware

O Lumia 820 foge do clássico design estabelecido pela Nokia no N9 e seguido em outros aparelhos como os Lumia 800, 900 e 920. Ele é mais largo (12,3 x 6,8 cm, com 9.9 mm de espessura), com cantos arredondados e bordas curvas que lhe dão uma aparência de “gordinho”, mas bastante confortável na mão. Também é pesadinho: são 160 gramas. Não é nenhum tijolo, mas a diferença é notável para quem está acostumado com aparelhos como um iPhone, Galaxy S III ou, no meu caso, umRAZR MAXX.

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Nokia Lumia 820

No Brasil ele está disponível em duas cores, preta e branca. A versão preta tem um acabamento fosco, o que lhe dá uma aparência discreta e elegante. O legal é que é muito fácil trocar a cor de um aparelho: a tampa “traseira” cobre na verdade a traseira e as laterais. Se ela for removida, o que sobra é a tela, cercada por uma fina moldura. Com isso, basta colocar uma tampa de outra cor. A Nokia vende tampas traseiras nas cores preta, branca, vermelha, azul e amarela por R$ 59 cada em suas lojas físicas e online.

Também há tampas compatíveis com o carregador sem fios DT-900, que custam R$ 69 cada. O carregador é opcional e custa US$ 199. Aliás, vale esclarecer uma confusão comum sobre a recarga sem fios: você não vai entrar em uma sala com o Lumia 820 no bolso e ver a bateria começar a se recarregar automaticamente, como que por mágica. Essa tecnologia de recarga “à distância” não existe em nenhum aparelho. É preciso colocar o Lumia 820 sobre o carregador, que por sua vez é ligado à tomada.

lumia820_capas-360px.jpg
Troque a tampa traseira e você troca a cor do aparelho. Uma idéia muito legal

A vantagem é a conveniência: você pode chegar em casa, simplesmente colocar o celular sobre o carregador num criado-mudo e ficar tranquilo sabendo que, na hora de sair para o trabalho na manhã seguinte, a bateria estará cheia. 

Falando na tampa traseira, sob ela você irá encontrar a bateria e dentro do “berço” dela slots para um micro SIM e um cartão microSD, que pode ter capacidade de até 64 GB. A Nokia alerta, em um folheto incluso com o aparelho e em seu site, que alguns tipos cartões microSD podem não ser compatíveis com o aparelho, mas infelizmente não esclarece quais são eles ou como reconhecê-los. Testei um microSD SanDisk Classe 4 de 8 GB, bem como um SanDisk Classe 10 de 32 GB e não tive problemas. Acreditamos que com cartões rápidos (Classe 4 ou superior) e de marcas conhecidas você também não terá.

Todos os botões do Lumia 820 ficam na lateral direita: controle de volume, liga/desliga e um botão de dois estágios (foco e disparador) para a câmera, algo raro em smartphones modernos e sempre bem-vindo. Abaixo da tela há os três botões sensíveis ao toque presentes em todo Windows Phone: Voltar, Windows (que funciona como o Home do iPhone ou Android) e Busca. 

Um conector de fone de ouvido fica no topo do aparelho, e o conector micro USB fica embaixo. Não há uma saída HDMI, nem é possível ligar o Lumia 820 diretamente a uma TV de alta-definição com adaptadores (como no Galaxy S III ou Nexus 4, por exemplo). Na traseira fica a câmera de 8 MP com lente Carl Zeiss (uma tradição da Nokia) e flash duplo. Também há uma câmera frontal (com resolução VGA) para videochamadas.

Por dentro o Lumia 820 é bastante poderoso. O processador é um Qualcomm Snapdragon S4 dual-core, operando a 1.5 GHz e acompanhado por 1 GB de RAM. É a mesma “plataforma” do Motorola RAZR HD, por exemplo, um aparelho cujo desempenho nos agradou bastante. A tela AMOLED de 4.3” tem resolução de 480 x 800 pixels (como a do Samsung Galaxy S II) e é muito bonita: como em toda tela AMOLED o contraste é excelente, e as cores são vivas e brilhantes. 

lumia820_cartoes-360px.jpg
Slots para um micro SIM (esquerda) e cartão microSD (direita) ficam no “berço” da bateria

Tecnologias de praxe em todo smartphone moderno, como Wi-Fi (nos padrões 802.11 a/b/g/n), Bluetooth (3.1) e GPS estão presentes. O aparelho é compatível com as redes 4G que estão sendo implantadas em nosso país, mas infelizmente não conseguimos testar este recurso em São Paulo. 

O Lumia 820 tem 8 GB de memória interna. Desse total 1,84 GB são ocupados pelo sistema operacional, e mais 1,94 GB são ocupados por “Outro” (o sistema não detalha o quê é, presumo que uma partição de recuperação do sistema) . Ou seja, sobram cerca de 4 GB para o usuário.

Isso deve ser o suficiente para a maioria das pessoas, mas pode ser um problema para os gamers, já que muitos jogos modernos ocupam mais de 1 GB. E ao contrário do Android, onde pelo menos alguns aplicativos podem ser movidos para um cartão SD, no Windows Phone todos os aplicativos tem de ser instalados na memória interna do aparelho. O cartão só pode ser usado para armazenar fotos, vídeos e músicas.

Para conferir o review completo, acesse esse link da PC World.

View the original article here

This post was made using the Auto Blogging Software from WebMagnates.org This line will not appear when posts are made after activating the software to full version.

 
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Publicado por em 26 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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Review: Nokia Lumia 820 é um supercarro que não vai longe

Equipado com o Windows Phone 8, smartphone da Nokia tem todas as características de um excelente aparelho. Com a exceção da bateria.

Imagine que você tem a chance de comprar, por um bom preço, um supercarro. Com um motor possante, belo design, tecnologia de ponta e muitos recursos legais. Você ficaria feliz, certo? Agora imagine que esse supercarro tem um defeito de projeto: o tanque de combustível é tão pequeno que ele não aguenta te levar de volta pra casa no fim do dia sem antes dar uma passadinha num posto. Você continuaria satisfeito?

Infelizmente, é com dor no coração que tenho de informar que o Nokia Lumia 820 é exatamente como o supercarro de que falei. É um smartphone bonito, poderoso, com tecnologias de ponta como NFC e recarga sem fios, sem falar em um sistema operacional que tem muitos recursos legais. Mas tudo isso vai por água abaixo por causa de uma bateria que vai deixá-lo na mão antes do fim do dia.

Design e Hardware

O Lumia 820 foge do clássico design estabelecido pela Nokia no N9 e seguido em outros aparelhos como os Lumia 800, 900 e 920. Ele é mais largo (12,3 x 6,8 cm, com 9.9 mm de espessura), com cantos arredondados e bordas curvas que lhe dão uma aparência de “gordinho”, mas bastante confortável na mão. Também é pesadinho: são 160 gramas. Não é nenhum tijolo, mas a diferença é notável para quem está acostumado com aparelhos como um iPhone, Galaxy S III ou, no meu caso, umRAZR MAXX.

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Nokia Lumia 820

No Brasil ele está disponível em duas cores, preta e branca. A versão preta tem um acabamento fosco, o que lhe dá uma aparência discreta e elegante. O legal é que é muito fácil trocar a cor de um aparelho: a tampa “traseira” cobre na verdade a traseira e as laterais. Se ela for removida, o que sobra é a tela, cercada por uma fina moldura. Com isso, basta colocar uma tampa de outra cor. A Nokia vende tampas traseiras nas cores preta, branca, vermelha, azul e amarela por R$ 59 cada em suas lojas físicas e online.

Também há tampas compatíveis com o carregador sem fios DT-900, que custam R$ 69 cada. O carregador é opcional e custa US$ 199. Aliás, vale esclarecer uma confusão comum sobre a recarga sem fios: você não vai entrar em uma sala com o Lumia 820 no bolso e ver a bateria começar a se recarregar automaticamente, como que por mágica. Essa tecnologia de recarga “à distância” não existe em nenhum aparelho. É preciso colocar o Lumia 820 sobre o carregador, que por sua vez é ligado à tomada.

lumia820_capas-360px.jpg
Troque a tampa traseira e você troca a cor do aparelho. Uma idéia muito legal

A vantagem é a conveniência: você pode chegar em casa, simplesmente colocar o celular sobre o carregador num criado-mudo e ficar tranquilo sabendo que, na hora de sair para o trabalho na manhã seguinte, a bateria estará cheia. 

Falando na tampa traseira, sob ela você irá encontrar a bateria e dentro do “berço” dela slots para um micro SIM e um cartão microSD, que pode ter capacidade de até 64 GB. A Nokia alerta, em um folheto incluso com o aparelho e em seu site, que alguns tipos cartões microSD podem não ser compatíveis com o aparelho, mas infelizmente não esclarece quais são eles ou como reconhecê-los. Testei um microSD SanDisk Classe 4 de 8 GB, bem como um SanDisk Classe 10 de 32 GB e não tive problemas. Acreditamos que com cartões rápidos (Classe 4 ou superior) e de marcas conhecidas você também não terá.

Todos os botões do Lumia 820 ficam na lateral direita: controle de volume, liga/desliga e um botão de dois estágios (foco e disparador) para a câmera, algo raro em smartphones modernos e sempre bem-vindo. Abaixo da tela há os três botões sensíveis ao toque presentes em todo Windows Phone: Voltar, Windows (que funciona como o Home do iPhone ou Android) e Busca. 

Um conector de fone de ouvido fica no topo do aparelho, e o conector micro USB fica embaixo. Não há uma saída HDMI, nem é possível ligar o Lumia 820 diretamente a uma TV de alta-definição com adaptadores (como no Galaxy S III ou Nexus 4, por exemplo). Na traseira fica a câmera de 8 MP com lente Carl Zeiss (uma tradição da Nokia) e flash duplo. Também há uma câmera frontal (com resolução VGA) para videochamadas.

Por dentro o Lumia 820 é bastante poderoso. O processador é um Qualcomm Snapdragon S4 dual-core, operando a 1.5 GHz e acompanhado por 1 GB de RAM. É a mesma “plataforma” do Motorola RAZR HD, por exemplo, um aparelho cujo desempenho nos agradou bastante. A tela AMOLED de 4.3” tem resolução de 480 x 800 pixels (como a do Samsung Galaxy S II) e é muito bonita: como em toda tela AMOLED o contraste é excelente, e as cores são vivas e brilhantes. 

lumia820_cartoes-360px.jpg
Slots para um micro SIM (esquerda) e cartão microSD (direita) ficam no “berço” da bateria

Tecnologias de praxe em todo smartphone moderno, como Wi-Fi (nos padrões 802.11 a/b/g/n), Bluetooth (3.1) e GPS estão presentes. O aparelho é compatível com as redes 4G que estão sendo implantadas em nosso país, mas infelizmente não conseguimos testar este recurso em São Paulo. 

O Lumia 820 tem 8 GB de memória interna. Desse total 1,84 GB são ocupados pelo sistema operacional, e mais 1,94 GB são ocupados por “Outro” (o sistema não detalha o quê é, presumo que uma partição de recuperação do sistema) . Ou seja, sobram cerca de 4 GB para o usuário.

Isso deve ser o suficiente para a maioria das pessoas, mas pode ser um problema para os gamers, já que muitos jogos modernos ocupam mais de 1 GB. E ao contrário do Android, onde pelo menos alguns aplicativos podem ser movidos para um cartão SD, no Windows Phone todos os aplicativos tem de ser instalados na memória interna do aparelho. O cartão só pode ser usado para armazenar fotos, vídeos e músicas.

Para conferir o review completo, acesse esse link da PC World.

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Publicado por em 22 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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Escritórios livres de papel estão longe de ser realidade, aponta estudo

Segundo pesquisa da empresa Nitro, 42% dos pesquisados ainda enviam faxes “na maioria das vezes” ou “sempre”

O escritório sem papel não parece mais perto da realidade do que os carros voadores. Com todo mundo tão conectado hoje em dia, parece que a impressão de documentos ou envio de mensagens em papéis deve estar à beira da extinção, mas um novo estudo indica que ainda estamos desperdiçando muito mais papel do que deveríamos.

Para descobrir como escritórios estão usando papel, a Nitro, empresa de documentos digitais e fluxo de trabalho, pesquisou mais de 500 trabalhadores de escritório, equilibrando por gênero e disseminação em todas as regiões do país. Os resultados ilustram uma tendência geral em direção ao escritório sem papel, mas a dura realidade é de que esse parece ser um hábito difícil de quebrar.

Segundo a pesquisa, 42% dos pesquisados enviam faxes “na maioria das vezes” ou “sempre”. O que isso significa? Ainda existem pessoas que não usam e-mail, mensagens instantâneas ou qualquer outra forma de comunicação digital? Parece improvável – se não impossível.

Apenas 3,9% afirmam “nunca” enviar faxes. Conte comigo nesse índice. Eu tenho uma máquina de fax que está acumulando poeira em algum lugar no meu sótão, mas nunca uso. Quando alguém solicita que eu mande um fax, provoca uma resposta um tanto visceral. Eu, então, explico que é 2012 e que evoluímos para além disso.

Máquina de fax
Imprimir um documento, assiná-lo, digitalizá-lo e enviar a versão digital via e-mail é tecnicamente a mesma coisa que usar um aparelho de fax. Não salva qualquer papel porque você ainda está imprimindo uma cópia para assinar, mas ainda é tecnologicamente mais evoluído do que uma máquina de fax. A melhor solução é adotar o uso de tecnologias de assinatura digital para que possamos eliminar a necessidade de fisicamente assinar o pedaço de papel.

Mas há esperança nos resultados da pesquisa. Quase dois terços dos entrevistados compartilham entre 50 e 100% de seus documentos eletronicamente, e praticamente o mesmo número diz usar menos papel no escritório do que faziam há cinco anos. Parece que estamos, pelo menos, fazendo progressos.

Parte do problema parece ser geracional. Quase oito em cada 10 trabalhadores de 18 a 35 anos compartilha documentos eletronicamente mais do que a metade do tempo, mas esse número cai para 60% para os trabalhadores com 55 anos ou mais.

Com os trabalhadores mais jovens, que foram nascidos e criados na internet, o uso do papel pode cair vertiginosamente. As máquinas de fax já são vistas como tecnologia antiquada, mas espero que sejam completamente extintas um dia. Por favor, que seja enquanto eu estiver vivo.

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Publicado por em 13 de fevereiro de 2013 em Tecnologia

 

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Escritórios livres de papel estão longe de ser realidade, aponta estudo

Segundo pesquisa da empresa Nitro, 42% dos pesquisados ainda enviam faxes “na maioria das vezes” ou “sempre”

O escritório sem papel não parece mais perto da realidade do que os carros voadores. Com todo mundo tão conectado hoje em dia, parece que a impressão de documentos ou envio de mensagens em papéis deve estar à beira da extinção, mas um novo estudo indica que ainda estamos desperdiçando muito mais papel do que deveríamos.

Para descobrir como escritórios estão usando papel, a Nitro, empresa de documentos digitais e fluxo de trabalho, pesquisou mais de 500 trabalhadores de escritório, equilibrando por gênero e disseminação em todas as regiões do país. Os resultados ilustram uma tendência geral em direção ao escritório sem papel, mas a dura realidade é de que esse parece ser um hábito difícil de quebrar.

Segundo a pesquisa, 42% dos pesquisados enviam faxes “na maioria das vezes” ou “sempre”. O que isso significa? Ainda existem pessoas que não usam e-mail, mensagens instantâneas ou qualquer outra forma de comunicação digital? Parece improvável – se não impossível.

Apenas 3,9% afirmam “nunca” enviar faxes. Conte comigo nesse índice. Eu tenho uma máquina de fax que está acumulando poeira em algum lugar no meu sótão, mas nunca uso. Quando alguém solicita que eu mande um fax, provoca uma resposta um tanto visceral. Eu, então, explico que é 2012 e que evoluímos para além disso.

Máquina de fax
Imprimir um documento, assiná-lo, digitalizá-lo e enviar a versão digital via e-mail é tecnicamente a mesma coisa que usar um aparelho de fax. Não salva qualquer papel porque você ainda está imprimindo uma cópia para assinar, mas ainda é tecnologicamente mais evoluído do que uma máquina de fax. A melhor solução é adotar o uso de tecnologias de assinatura digital para que possamos eliminar a necessidade de fisicamente assinar o pedaço de papel.

Mas há esperança nos resultados da pesquisa. Quase dois terços dos entrevistados compartilham entre 50 e 100% de seus documentos eletronicamente, e praticamente o mesmo número diz usar menos papel no escritório do que faziam há cinco anos. Parece que estamos, pelo menos, fazendo progressos.

Parte do problema parece ser geracional. Quase oito em cada 10 trabalhadores de 18 a 35 anos compartilha documentos eletronicamente mais do que a metade do tempo, mas esse número cai para 60% para os trabalhadores com 55 anos ou mais.

Com os trabalhadores mais jovens, que foram nascidos e criados na internet, o uso do papel pode cair vertiginosamente. As máquinas de fax já são vistas como tecnologia antiquada, mas espero que sejam completamente extintas um dia. Por favor, que seja enquanto eu estiver vivo.

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Publicado por em 24 de janeiro de 2013 em Tecnologia

 

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Caso Apple vs Samsung está longe do fim, mas não deve atrasar novo iPhone

O processo da Apple contra a Samsung levou mais de um ano para chegar ao júri após ter sido registrado em abril de 2011 na Corte do Distrito Nordeste da Califórnia. Mas mesmo depois de o júri terminar seu trabalho na semana passada com um veredito de indenização de pouco mais de 1 bilhão de dólares contra a Samsung, o caso ainda não está totalmente finalizado.

Na terça-feira, 28/8, a Samsung pressionou por uma resolução mais rápida de um aspecto do caso, pedindo para o tribunal agir rapidamente para barrar uma determinação contra a venda do tablet Galaxy Tab 10.1 que foi imposta antes do julgamento começar. Entre suas descobertas de violações contra os produtos da Samsung, o júri decidiu que o Galaxy Tab não violou nenhuma patente da Apple. Após o veredito da sexta, a empresa sul-coreana rapidamente pediu um fim a essa determinação.

Enquanto isso, analistas de mercado afirmam que a Apple provavelmente não vai adiar o espero lançamento do seu novo iPhone para esperar que a disputa legal acabe. Mas as coisas podem não ser tão tranquilas para as rivais da empresa de Cupertino.

“As datas de lançamento dos produtos para as festa de final de ano estão fechadas por causa dos testes que duram entre dois e cinco meses exigidos pelas operadoras dos EUA”, afirmou o analista da Current Analysis, Avi Greengart. “No entanto, o veredito poderia certamente afetar recursos de design e de interface do usuário de produtos futuros, e eu esperaria que uma parte desse trabalho comece mesmo que o processo de apelação se arraste.”

samsungapple_390

A Samsung pode enfrentar desafios se já estiver desenvolvendo produtos futuros usando alguns dos recursos que o júri decidiu que a companhia viola, afirma o especialista da Endpoint Technologies Associates, Roger Kay. “Espero que isso faça com que a Samsung mexa no seu portfólio de produtos”, diz Kay.

“Isso atrapalha o momento da Samsung”, completa. “Se eles tivessem todas essas coisas micro-cronometradas que deveriam chegar ao mercado, eles talvez precisem passar isso para todos as equipes de produtos.”

O impacto do veredito poderia se espalhar para bem além da Samsung. “Eu esperaria que mais do que alguns poucos fabricantes vão cuidadosamente atrás dos seus designs para garantir que eles não vão seguir o mesmo caminho da Samsung”, prevê o analista da Gartner, Michael Gartenberg.

Enquanto isso, a Apple pode conseguir afastar o “drama legal” das manchetes ao simplesmente anunciar seu próximo grande lançamento, afirma Kay. “A Apple, mais do que qualquer outra empresa, tem um tipo de equilíbrio zen e seu próprio calendário interno.”

Existem vários outros problemas deixados para decisão da juíza do caso Apple vs Samsung, Lucy Koh, incluindo pedidos da Apple para impedir a venda de oito smartphones da Samsung, e quando eles forem resolvidos é esperado que a empresa sul-coreana apele a decisão completa em um tribunal superior. Tudo isso pode levar até o próximo mês de dezembro, apesar de ser impossível saber até as cortes decidirem, apontam os especialistas de mercado.

Na corte distrital, a juíza Lucy Koh provavelmente vai encarar várias moções pós-julgamento que argumentem que o júri teve erros que precisam ser corrigidos, afirmam analistas. Esse pedidos provavelmente vão incluir um da Apple que pedirá para a juíza essencialmente invalidar a decisão do júri sobre o Galaxy Tab 10.1, afirmou o advogado especializado em patentes do escritório  McAndrews, Held & Malloy, Christopher Carani. Esses chamados “vereditos direcionados” raramente são concedidos e nesse caso exigiriam uma averiguação que não há uma conclusão razoável, mas poderia acontecer, diz Carani.

A juíza Lucy Koh também vai precisar decidir sobre o pedido feito pela Apple na segunda pela proibição da venda de oito smartphones da Samsung nos EUA. A fabricante sul-coreana já sinalizou que lutar contra esse pedido da rival. E a juíza terá de decidir se os danos designados pelo júri devem ser duplicados ou triplicados como uma penalidade extra por violação intencional. O júri decidiu que a Samsung violou as patentes da Apple de forma deliberada.

A juíza agendou uma audiência para 20 de setembro, quando as duas partes vão discutir sobre remover a determinação contra o Galaxy Tab 10.1. Mas o pedido da Apple pela proibição de oito smartphones da Samsung só será ouvido em 6 de dezembro.

Uma vez que a juíza ouvir os argumentos sobre as questões pendentes, ela provavelmente vai tentar decidir isso prontamente, disse Carani. À medida que o caso progrediu, Lucy tem lidado com as moções de forma mais rápida, lembra o especialista.

Mas é quase certo que a Samsung vai apelar da decisão de sexta passada na próxima corte superior, que é a 9ª Corte de Apelações do Circuito, afirmaram Carani e outros analistas. A fabricante sul-coreana não pode fazer isso até que o caso seja resolvido na corte distrital, e ela terá 60 dias para recorrer. A apelação pode demorar algo entre 9 e 12 meses ou até mais, aponta Carani.

A litigação demorada não é nada fora do comum, disse um consult de júri da consultoria Doar Litigation, Roy Futterman. “Tudo isso é coisa padrão até agora”, disse.

É difícil prever quanto tempo um determinado caso vai durar porque muito depende dos juízes, conta Futterman. Apenas os pedidos da Apple pelas proibições podem envolver um processo demorado, diz. “Isso pode realmente correr por um bom tempo. Na verdade, não há uma boa resposta.”

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Publicado por em 19 de outubro de 2012 em Tecnologia

 

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Caso Apple vs Samsung está longe do fim, mas não deve atrasar novo iPhone

O processo da Apple contra a Samsung levou mais de um ano para chegar ao júri após ter sido registrado em abril de 2011 na Corte do Distrito Nordeste da Califórnia. Mas mesmo depois de o júri terminar seu trabalho na semana passada com um veredito de indenização de pouco mais de 1 bilhão de dólares contra a Samsung, o caso ainda não está totalmente finalizado.

Na terça-feira, 28/8, a Samsung pressionou por uma resolução mais rápida de um aspecto do caso, pedindo para o tribunal agir rapidamente para barrar uma determinação contra a venda do tablet Galaxy Tab 10.1 que foi imposta antes do julgamento começar. Entre suas descobertas de violações contra os produtos da Samsung, o júri decidiu que o Galaxy Tab não violou nenhuma patente da Apple. Após o veredito da sexta, a empresa sul-coreana rapidamente pediu um fim a essa determinação. 

Enquanto isso, analistas de mercado afirmam que a Apple provavelmente não vai adiar o espero lançamento do seu novo iPhone para esperar que a disputa legal acabe. Mas as coisas podem não ser tão tranquilas para as rivais da empresa de Cupertino.

“As datas de lançamento dos produtos para as festa de final de ano estão fechadas por causa dos testes que duram entre dois e cinco meses exigidos pelas operadoras dos EUA”, afirmou o analista da Current Analysis, Avi Greengart. “No entanto, o veredito poderia certamente afetar recursos de design e de interface do usuário de produtos futuros, e eu esperaria que uma parte desse trabalho comece mesmo que o processo de apelação se arraste.”

samsungapple_390

A Samsung pode enfrentar desafios se já estiver desenvolvendo produtos futuros usando alguns dos recursos que o júri decidiu que a companhia viola, afirma o especialista da Endpoint Technologies Associates, Roger Kay. “Espero que isso faça com que a Samsung mexa no seu portfólio de produtos”, diz Kay.

“Isso atrapalha o momento da Samsung”, completa. “Se eles tivessem todas essas coisas micro-cronometradas que deveriam chegar ao mercado, eles talvez precisem passar isso para todos as equipes de produtos.”

O impacto do veredito poderia se espalhar para bem além da Samsung. “Eu esperaria que mais do que alguns poucos fabricantes vão cuidadosamente atrás dos seus designs para garantir que eles não vão seguir o mesmo caminho da Samsung”, prevê o analista da Gartner, Michael Gartenberg.

Enquanto isso, a Apple pode conseguir afastar o “drama legal” das manchetes ao simplesmente anunciar seu próximo grande lançamento, afirma Kay. “A Apple, mais do que qualquer outra empresa, tem um tipo de equilíbrio zen e seu próprio calendário interno.”

Existem vários outros problemas deixados para decisão da juíza do caso Apple vs Samsung, Lucy Koh, incluindo pedidos da Apple para impedir a venda de oito smartphones da Samsung, e quando eles forem resolvidos é esperado que a empresa sul-coreana apele a decisão completa em um tribunal superior. Tudo isso pode levar até o próximo mês de dezembro, apesar de ser impossível saber até as cortes decidirem, apontam os especialistas de mercado.

Na corte distrital, a juíza Lucy Koh provavelmente vai encarar várias moções pós-julgamento que argumentem que o júri teve erros que precisam ser corrigidos, afirmam analistas. Esse pedidos provavelmente vão incluir um da Apple que pedirá para a juíza essencialmente invalidar a decisão do júri sobre o Galaxy Tab 10.1, afirmou o advogado especializado em patentes do escritório  McAndrews, Held & Malloy, Christopher Carani. Esses chamados “vereditos direcionados” raramente são concedidos e nesse caso exigiriam uma averiguação que não há uma conclusão razoável, mas poderia acontecer, diz Carani.

A juíza Lucy Koh também vai precisar decidir sobre o pedido feito pela Apple na segunda pela proibição da venda de oito smartphones da Samsung nos EUA. A fabricante sul-coreana já sinalizou que vai lutar contra esse pedido da rival. E a juíza terá de decidir se os danos designados pelo júri devem ser duplicados ou triplicados como uma penalidade extra por violação intencional. O júri decidiu que a Samsung violou as patentes da Apple de forma deliberada. 

A juíza agendou uma audiência para 20 de setembro, quando as duas partes vão discutir sobre remover a determinação contra o Galaxy Tab 10.1. Mas o pedido da Apple pela proibição de oito smartphones da Samsung só será ouvido em 6 de dezembro.

Uma vez que a juíza ouvir os argumentos sobre as questões pendentes, ela provavelmente vai tentar decidir isso prontamente, disse Carani. À medida que o caso progrediu, Lucy tem lidado com as moções de forma mais rápida, lembra o especialista.

Mas é quase certo que a Samsung vai apelar da decisão de sexta passada na próxima corte superior, que é a 9ª Corte de Apelações do Circuito, afirmaram Carani e outros analistas. A fabricante sul-coreana não pode fazer isso até que o caso seja resolvido na corte distrital, e ela terá 60 dias para recorrer. A apelação pode demorar algo entre 9 e 12 meses ou até mais, aponta Carani.

A litigação demorada não é nada fora do comum, disse um consult de júri da consultoria Doar Litigation, Roy Futterman. “Tudo isso é coisa padrão até agora”, disse.

É difícil prever quanto tempo um determinado caso vai durar porque muito depende dos juízes, conta Futterman. Apenas os pedidos da Apple pelas proibições podem envolver um processo demorado, diz. “Isso pode realmente correr por um bom tempo. Na verdade, não há uma boa resposta.”

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Publicado por em 15 de outubro de 2012 em Tecnologia

 

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