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Novo vírus multiplataforma em Java ataca Windows, Mac e Linux

A desenvolvedora de antivírus Kaspersky Lab publicou na terça-feira (28) a análise de uma praga digital multiplataforma capaz de atacar Windows, OS X (computadores Mac) e Linux.

Desenvolvida inteiramente em Java, a praga coloca o computador infectado sob o comando do hacker e permite que sistema seja comandado para fazer parte de ataques de negação de serviço, que sobrecarregam sites para tirar páginas do ar.

Para infectar o sistema, o vírus usa uma brecha no Java que foi corrigida pela Oracle na metade de 2013. Um sistema no qual o Java não foi atualizado e em que o plug-in do Java está ativado no navegador, basta visitar uma página maliciosa para que a praga seja imediatamente instalada no sistema.

O arquivo do vírus fica armazenado no diretório pessoal do usuário e uma entrada de inicialização é adicionada para que o programa seja iniciado junto com o sistema operacional. No Windows, uma chave é adicionada ao registro. No Mac, é usado “launchd”; no Linux, o  “/etc/init.d/”.

O software fica oculto e conecta o PC a um canal de bate-papo de Internet Relay Chat (IRC). Nesse canal de “bate-papo”, o hacker pode colocar uma mensagem que, ao ser recebida pelo vírus, será interpretada como um comando.

Esse não é o primeiro vírus multiplataforma desenvolvido em Java. Pragas anteriores, no entanto, tinham instabilidade quando executadas em um sistema diferente do Windows. Em 2011, uma estatística mostrou que uma praga multiplataforma infectou mais Macs que computadores com Windows 7.

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Publicado por em 30 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Torvalds comemora 22 anos do Linux referenciando anúncio do sistema

Linus Torvalds (Foto: G1)Linus Torvalds (Foto: G1)

O programador finlandês Linus Torvalds, criador do Linux, publicou uma mensagem comemorativa dos 22 anos do sistema operacional de código-fonte aberto, celebrados nesta segunda-feira (26).

A mensagem tem o mesmo formato do anúncio original do Linux, publicado por Torvalds em 1991, mas reflete as mudanças e o crescimento do sistema.”Olá para todos vocês que usam Minix. Estou fazendo um sistema operacional livre (é só um hobby, não vai ser grande e profissional como GNU) para [processadores] 386 (486) e clones [da plataforma IBM] AT. Estou trabalhando nele desde abril e está começando a ficar pronto. Gostaria de saber o que as pessoas gostam e desgostam no Minix”, afirmou Linus em 1991, em uma mensagem publicada no grupo de discussão comp.os.minix (veja aqui).

Mas a mensagem foi atualizada para refletir o sistema após 22 anos. A nova mensagem faz referência ao crescimento do Linux e inclusive a capacidade de ele ser executado em vários dispositivos, como supercomputadores e celulares, diferente da primeira versão que só era executada em um único tipo de sistema.

“Olá para todos vocês que usam Linux. Estou fazendo um sistema operacional livre (é só um hobby, mesmo sendo grande e profissional) para [processadores] 486 e clones [da plataforma IBM] AT e mais novos e também para qualquer outro dispositivo existente. Estou trabalhando nele desde abril de 1991 e ainda não está pronto. Gostaria de saber as coisas que as pessoas gostam e desgostam no Linux 3.11-rc7”, diz a nova mensagem publicada na rede social Google+ (acesse aqui).

Essa é a segunda “brincadeira” que Linus faz envolvendo a versão 3.11 do Linux. Em julho, ele disse que chamaria o sistema de “Linux for Workgroups”, em uma referência ao “Windows 3.11 for Workgroups”, da Microsoft.

O Linux 3.11 traz melhorias no gerenciamento de energia de placas de vídeo Radeon, da AMD, e suporte para a tecnologia Rapid Start da Intel. Torvalds afirmou que a versão definitiva do kernel – núcleo do sistema – 3.11 deve ser lançada “dentro de uma semana”.

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Publicado por em 28 de agosto de 2013 em Tecnologia

 

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Linux estará presente em 80% das companhias em 5 anos, diz pesquisa

Estimativa é de relatório da Linux Foundation, que aponta que apenas 20% das organizações vão investir em Windows no mesmo período.

O Linux deu saltos significativos no ambiente corporativo nos últimos dois anos e sinaliza que continuará crescendo dentro das empresas. Enquanto a receita geral de servidores subiu apenas 3,1% e de servidor com Windows somente 3,2% no quarto trimestre de 2012, o ambiente de código aberto avançou 7,12% no mesmo período. Já Unix a participação de Unix na pizza, caiu 24,1%.

Os dados fazem parte de um relatório global sobre o uso de Linux nas empresas, divulgado pela Linux Foundation. Realizado em parceria com o Yeoman Technology Group, o estudo abordou companhias que faturam acima de 500 milhões de dólares ao ano e empregam menos de 500 funcionários.

Ajuda da nuvem 

“Estamos vendo o crescente aumento de Linux nas empresas, especialmente nas mais importantes áreas de negócio”, afirma Amanda McPherson, vice-presidente de marketing e desenvolvimento de serviços da Fundação Linux. Ela informa que estão surgindo desenvolvimento do Linux para colaboração em vários setores.

A executiva diz que usuários corporativos consideram a plataforma de Linux dominante para a computação em nuvem. Entre as companhias entrevistadas, 76% disseram que adotam servidores Linux para aplicações de cloud computing e 74% planejam manter ou aumentar adoção do sistema de código aberto para futuras iniciativas de nuvem.

Quando se trata de novas aplicações e implantações de serviços, mais de 75% das corporações entrevistas informaram que a plataforma de desenvolvimento adotada nos últimos dois anos foi Linux.

Em parte, o crescimento de Linux tem sido puxado pelo aumento das aplicações de nuvem e Big Data. A pesquisa aponta que o uso da plataforma para cargas de trabalho críticas subiu dramaticamente nos últimos anos, tendo registrado uma expansão de 73% em 2013, segundo a Linux Foundation.

Mais treinamento 

O que está levando o aumento dos investimentos em no Linux? A percepção sobre gerenciamento é considerada o maior fator de adesão ao sistema de código aberto. Entre as entrevistadas para o estudo, 95% disseram que Linux hoje é mais estratégico para a organização do que era em anos anteriores.

De acordo com o relatório, as preocupações sobre Linux caíram. Uma das razões para o aumento da tecnologia nas empresas é o crescimento também da quantidade de talentos treinados na plataforma, diz a Linx Foundation.

O aumento de mão de obra especializada é resultado do incremento de programas de formação apresentados ao mercado ao longo dos últimos anos pela comunidade Linux. Como reflexo disso, a entidade afirma que elevou o número de usuários da plataforma nas organizações.

Por Katherine Noyes – PC World (US)

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Publicado por em 26 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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GNOME Remix passa a fazer parte da família Linux Ubuntu

Seguindo firme após o lançamento do Ubuntu 12.10 “Quantal Quetzal”, a nova versão do GNOME Remix foi criada “para trazer o melhor do GNOME aos usuários”

Os fãs do Ubuntu provavelmente se lembram do Ubuntu GNOME Remix, o “sabor” não-oficial da distribuição Linux que foi lançado no ano passado para usuários que não gostam da interface Unity, padrão do software de desktop.

Seguindo firme após o lançamento do Ubuntu 12.10 “Quantal Quetzal”, a nova versão do GNOME Remix foi criada “para trazer o melhor do GNOME aos usuários do sistema operacional”, nas palavras de seus desenvolvedores. Bem, esta semana a nova interface foi eleita oficialmente parte da família Linux Ubuntu, dando-lhe pleno acesso à infraestrutura de apoio, publicidade e outros benefícios da Canonical e da comunidade Ubuntu.

“Havia forte demanda”
“Temos o prazer de anunciar que o Ubuntu GNOME agora é um “sabor” oficial do Ubuntu”, lia-se no anúncio nos e-mails enviados pela empresa na segunda-feira (11). “Nosso primeiro lançamento para o 12.10 mostrou que houve uma forte demanda por uma grande experiência do GNOME no sistema, e agora estamos trabalhando em nossa segunda versão baseada no Ubuntu 13.04”, acrescentaram os desenvolvedores.

Não devendo ser confundido com o também novo “modo clássico”, que visa trazer de volta a aparência do antigo GNOME 2, o Ubuntu GNOME Remix quer aproveitar o máximo do GNOME 3.6, que faz parte do novo – e inspirado em mobilidade – ramo da família de desktop.

Tanto o Unity quanto o GNOME 3 foram adições controversas para o mundo do desktop Linux, inspirando o lançamento não apenas do novo modo clássico do GNOME, mas também novos competidores, incluindo os desktops MATE e Cinnamon e distribuições incluindo SolusOS e Fuduntu.

De acordo com o anúncio, está nos planos da empresa a divulgação das imagens do beta final do GNOME 3 até o fim deste mês.

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Publicado por em 17 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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Linux: Conheça a lista das 10 distros mais populares de 2012

Em comparação ao ano passado,o ranking deste ano revela muitas surpresas. Linux Mint assume a primeira posição no ranking de popularidade do site DistroWatch

Entre as inovações que surgem praticamente todos os dias e a taxa constante de mudanças no geral, as coisas nunca permanecem as mesmas por muito tempo no mundo da tecnologia.

Por exemplo: a página do DistroWatch registra o ranking de distribuição do Linux. Eu tenho acompanhado o top 10 do site a cada final de ano, pelos últimos dois anos, e as diferenças nunca deixam de impressionar.

Em setembro de 2012, o top 10 era parecido com isso, como disse em um artigo que escrevi à época.

1) Ubuntu

2) Fedora

3) Linux Mint

4) openSUSE

5) PCLinuxOS

6) Debian

7) Mandriva

8) Sabayon

9) Arch Linux

10) Puppy Linux

O ranking em 2011

Um ano depois, o cenário era bem diferente. Ao final de dezembro, o top 10 do DistroWatch era parecido com isso:

1) Linux Mint

2) Ubuntu

3) Fedora

4) openSUSE

5) Debian

6) Arch Linux

7) PCLinuxOS

8) CentOS

9) Puppy Linux

10) Mandriva

Em tempo recorde, o ranking mudou mais uma vez no final de 2012.

Top 10 em 2012

Claro que deve-se notar que as listas do DistroWatch são simplesmente uma página de registro dos rankings e, por isso, não são necessariamente indicativos da popularidade de uso no mundo real. No entanto, como uma das poucas medidas que temos na comunidade Linux, é particularmente interessante as mudanças reveladas ao longo do tempo.

Sem mais delongas, é assim que ficaram as coisas no ranking de seis meses da DistroWatch no final de 2012.

1. Linux Mint
Segurando firme sua posição de dominância conquistada no ano passado, o Linux Mint continua em 1º lugar no DistroWatch. Atualmente na versão 14 “Nadia”, o Mint, baseado em Ubuntu, tem visto um número de desenvolvimentos interessantes ao longo do ano passado, incluindo o lançamento de ambos mintBox e a loja do Linux Mint.

2. Mageia
Talvez o mais intrigante de toda a lista é o fato do Mageia ter rapidamente alcançado a segunda posição. Embora tenha nascido como um fork do Mandriva em 2010, o Mageia não apareceu na lista do DistroWatch nos últimos dois anos. Este ano, porém, o Mandriva desapareceu da lista, enquanto o Mageia saltou para muito perto do topo.

3. Ubuntu
Pode ser que o Ubuntu seja o número 3 atualmente, mas ele continua a dominar muitas manchetes relacionadas ao Linux. Com o lançamento do Ubuntu 12.10 “Quantal Quetzal”, muitos consideraram o OS um concorrente do Windows. Ao mesmo tempo, muitas decisões feitas pela Canonical ao longo do último ano geraram polêmica, muito além das da interface Unity.

4. Fedora
Esta versão gratuita da Red Hat Enterprise Linux permaneceu como líder na lista do DistroWatch, e este ano caiu apenas uma posição, assumindo o quarto lugar. Atualmente na versão 17, ou “Beefy Miracle”, os pontos fortes do software incluem excelência em segurança, boa usabilidade, escolha de desktop, recursos em nuvem e características comerciais fortes.

5. openSUSE
Também se mantendo relativamente estável temos a openSUSE. Velocidade mais rápida e uma infraestrutura mais avançada estão entre os novos recursos adicionados ao openSUSE 12.2, lançado em setembro.

6. Debian
Também há a Debian, que tem alternado entre as posições 5 e 6 ao longo dos últimos anos. Amplamente considerado o avô das distros, a Debian rotineiramente alcança os melhores lugares em concursos de popularidade de muitos tipos.

7. Arch Linux
O Arch é outra Distribuição Linux que tem se colocado bem em alguns concursos de popularidade ao longo do ano passado, e caiu apenas uma posição, ficando em 7º lugar. A nova distro chamada “Cinnarch”, entretanto, adiciona um novo desktop Cinnamon .

8. PCLinuxOS
Em uma posição um pouco abaixo de onde estava no ano passado, o PCLinuxOS permanece uma Distribuição Linux completa bastante popular com o atraente desktop KDE e a versão “MiniMe”.

9. Zorin OS
Tão intrigante quanto o aparecimento do Mageia no top 10 deste ano é o aparecimento de Zorin OS, que está atualmente na versão 6.1. Baseado no Ubuntu, Zorin é particularmente conhecido por oferecer uma transição fácil, especialmente para usuários de Windows.

10. CentOS
Por último, mas não menos importante, em 10º lugar na lista da DistroWatch temos o CentOS, que classificou-se em 8º na lista do ano passado. Lançado em julho, o CentOS 6.3 é a Distribuição Linux para a classe empresarial derivado do Red Hat Enterprise Linux 6.3.

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Publicado por em 23 de março de 2013 em Tecnologia

 

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Gnome: Tradicional ambiente para Linux está de volta

Projeto GNOME está trabalhando em “modo clássico”, que trará de volta elementos fundamentais do tradicional GNOME 2

Seria difícil imaginar uma prova mais viva da aversão de muitos usuários do Linux à nova versão Gnome 3 do que as opções alternativas que surgiram em resposta.

É claro que o Unity foi outro fator motivador. Temos visto o lançamento dos tradicionais desktops MATE e Cinnamon, por exemplo, bem como todas as distros, como SolusOS e a última novidade, o “pure Gnome” para Ubuntu – focado em fornecer uma experiência mais clássica.

Em uma surpreendente reviravolta, no entanto, o projeto Gnome anunciou estar trabalhando em um “modo clássico”, que trará de volta elementos fundamentais do tradicional Gnome 2.

Um pouco de história: No início deste mês, o projeto anunciou faria um pequeno “retrocesso” no próximo 3.8. Destinado a sistemas que não precisam atender à renderização 3D exigida pelo Gnome Shell, o modo de retorno oferece uma área de trabalho 2D muito semelhante à interface do usuário do 2.

“Nós conversamos sobre os usuários que usam o modo de retorno, porque eles estão familiarizados com certos elementos e características do 2 UX, tais como barra de tarefas, minimização, etc”, escreveu o desenvolvedor Matthias Clasen, em um comunicado.

“O Gnome 3 trouxe novos padrões para substituir estes, como visão geral e de busca”, acrescentou Clasen. “E, enquanto nós certamente esperamos que muitos usuários achem as novas formas confortáveis ??e limpas depois de uma fase de aprendizagem curta, não devemos culpar as pessoas que preferem a velha. Afinal, esses recursos foram o ponto crucial para manter o Gnome 2 por 10 anos!”

Em vez disso, o projeto prevê uma pequena modificação no conjunto de extensões disponíveis para o Shell, entre as quais já estão muitas que trazem de volta os elementos clássicos da interface do usuário, observou Clasen.

Especificamente, o projeto decidiu compilar uma lista de extensões suportadas focadas em recriar a sensação da clássica interface, incluindo a clássica aba Alt, barra de tarefas, botões min/max e menu principal. “Para garantir que essas extensões continuem funcionando, vamos liberá-las como um tarball, assim como qualquer outro módulo,” Clasen disse.

O que ainda está para ser decidido é como os usuários irão ativar esse novo modo clássico, mas uma opção seria adicionar um botão na ferramenta Tweak Tool, acrescentou.

Parece que o GNOME está atendendo aos pedidos de seus usuários afinal de contas. Será que isto vai conter a onda de alternativas ao 2 que continuam aparecendo?

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Publicado por em 23 de março de 2013 em Tecnologia

 

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Usuários de Linux são alvo de malware ‘misterioso’

Pesquisadores em segurança descobriram o que parece ser um rootkit experimental para Linux, projetado para infectar vítimas escolhidas a dedo durante um clássico ataque drive-by download em um site comprometido.

Para quem não sabe, rootkits são malwares que se camuflam no sistema para que não possam ser encontrados por antivírus.

Divulgado anonimamente no Full Disclosure em 13 de novembro por um proprietário de site irritado, o malware foi, então, confirmado pelo CrowdStrike e pela Kaspersky Lab como sendo distribuído para vítimas em potencial por meio de um ataque incomum de injeção de iFrame.

Voltado especificamente para usuários do mais recente kernel de 64 bits Debian Squeezy (2.6.32-5), o rootkit foi apelidado de “Rootkit.Linux.Snakso.a” pela Kaspersky.

Após tentar se conectar a funções importantes do kernel do Linux e tentar esconder seus rastros, o Snasko tenta, por fim, tomar o controle do sistema comprometido. Ainda não está claro o objetivo do malware.

A boa notícia é que o rootkit parece ainda estar em desenvolvimento. O tamanho do código binário do malware é relativamente grande (500k) e ele também apresenta um código de depuração – outro motivo que o classifica como “em fase de produção”.

Na visão do analista da CrowdStrike, a Rússia seria a origem mais provável do código arbitrário – o que colocaria o país no reino dos cibercriminosos profissionais.

“Considerando que o malware foi usado para injetar iframes aleatoriamente em servidores de respostas nginx, parece provável que o rootkit seja parte de uma operação genérica cibercriminosa e não um ataque com alvo específico”, observou a CrowdStrike. “No entanto, um ataque Waterhole, onde o site é amplamente visitado por um determinado público-alvo, também seria uma opção plausível.”

É nesse ponto que destacamos a complexidade do malware em focar na plataforma – sem mencionar o número irrelevante de exemplos de ataques documentados no histórico de malwares voltados para Linux.

O mais recente foi o Cavalo de Troia “Wirenet”, surgido em agosto, que roubava senhas de navegadores e foi descoberto pela empresa russa Dr. Web. Outros exemplos de ataques foram baseados em malwares Java multiplataforma.

O que é evidente é que os cibercriminosos agora possuem mais do que apenas um interesse passageiro pela plataforma e sua base de usuários. “Esse rootkit, embora ainda esteja em fase de desenvolvimento, mostra uma nova abordagem de esquema drive-by download e podemos certamente aguardar por mais malwares do tipo no futuro”, disse Marta Janus, da Kaspersky Lab.

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Publicado por em 19 de março de 2013 em Tecnologia

 

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