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LinkedIn começa a filtrar conteúdo por idioma e localização de usuários

A rede social para contatos profissionais LinkedIn apresentou nesta terça-feira (6) um novo filtro que permite às empresas cadastradas no serviço definirem melhor qual será o público atingido pelas postagens delas. Agora, poderão crivar os usuários alvo por preferências de idioma e localização geográfica.

“Antes nós mostrávamos tudo o que a companhia estava falando mesmo quando não tinha ligação geográfica ou profissional”, disse o vice-presidente de produtos da empresa, David Thacker.

Além de lançar o filtro de conteúdo por idioma e localização geográfica, a plataforma estender essa crivagem para o feed de notícias dos usuários. Ou seja, os membros da rede social poderão escolher apenas receber notícias relacionadas ao local onde vivem ou ligadas à ocupação profissional deles.

Ajudar usuários a descartarem informação que pode não ser relevante é importante para a rede social, pois o site precisa que seus membros continuem acessando o site mesmo se não estiverem procurando emprego.

Quase 60% dos 300 milhões de usuários do LinkedIn estão localizados fora dos Estados Unidos. O site é disponibilizado em 22 diferentes idiomas incluindo polonês, coreano, tailandês e russo.

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Publicado por em 6 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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App do LinkedIn começa a exibir anúncios de ‘empregos patrocinados’

A rede social corporativa LinkedIn começou a exibir anúncios de “empregos patrocinados” na página inicial dos usuários e nos aplicativos nesta segunda-feira (23), de acordo com comunicado da companhia publicado em um blog corporativo.

Essa modalidade de publicidade havia sido lançada em 2012, que agora é expandida para o restante do site e para quem visualizar o LinkedIn por aplicativo. Nela, as empresas podem patrocinar banner de oferta de emprego.

“Nós estamos agora dando aos seus Empregos Patrocinados ainda mais visibilidade ao incorporá-las em um dos lugares do LinkedIn mais engajadores: o feede de notícias da página inicial”, escreveu Sachit Kamat, diretor de rentabilização da rede social.

Segundo a companhia, 30% dos usuários acessam a rede social por meio do aplicativo. Começarão a visualizar esses anúncios os que utilizam a versão em inglês do aplicativo, tanto para o sistema Android quanto para iOS.

Imagem da modalidade de anúncios 'empregos patrocinados', que começam a ser exibidos no aplicativo do LinkedIn (Foto: Divulgação)Imagem da modalidade de anúncios ‘empregos patrocinados’, que começam a ser exibidos no aplicativo do LinkedIn (Foto: Divulgação)

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Publicado por em 23 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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10 usos efetivos do Linkedin para empresas

Publicada em 19/02/2013 16:17

Nos últimos meses, volumes crescentes de empresas têm procurado as suas agências online para montar planos de presença no Linkedin, partindo do princípio de que, por ser uma rede mais “profissional”, ela inclui uma parcela mais “premium” de usuários.

Quase sempre, o argumento presente nos briefings compara o Linkedin com o Facebook, deixando claro que, enquanto a segunda é uma rede mais voltada para relacionamentos pessoais, é a primeira que deve concentrar pessoas mais propensas a fazer negócio.

Muito embora o Linkedin seja, de fato, uma rede social com foco mais profissional, isso não significa que ela substitua o Facebook em uma estratégia de relacionamento. Antes de traçar qualquer estratégia, aliás, é importante observar os seguintes dados:

De acordo com estudo da M. Sense, dos 95% de usuários brasileiros que acessaram ao menos uma rede social nos últimos 30 dias, 86% acessaram o Facebook e apenas 22% o Linkedin.O mesmo estudo aponta que 72% dos usuários acessa o Facebook diariamente – número que cai para 28% no caso do Linkedin.

O que isso nos diz?
De imediato, que, muito provavelmente, o usuário que está no Linkedin é o mesmo que está no Facebook – com a diferença de que ele passa mais tempo e mais vezes ao dia na segunda (e mais popular) rede. Localizar a pessoa certa para fazer negócios, portanto, passa a ser uma tarefa mais de segmentação do que de seleção entre uma ou outra mídia.

O Linkedin é um investimento desnecessário?
De forma alguma. Muito embora seja consideravelmente mais fácil e rápido estruturar uma presença robusta no Facebook (com mídia barata e abundância de usuários e agências especializadas), um relacionamento formado a partir do Linkedin tem vantagens que podem (e devem) ser exploradas por negócios de todos os portes.

Em primeiro lugar, porque conquistar um lugar ao sol no Linkedin é resultado de um esforço maior, que envolve uma participação em grupos e threads de discussão muito mais intensas (quantitativa e qualitativamente). O usuário reconhece isso e, por consequência, inaugura uma relação com a empresa pautada por mais confiança, credibilidade e empatia.

Em segundo lugar, porque o acesso a qualquer rede depende sempre da motivação do usuário. Enquanto redes como o Facebook, Twitter e outras podem envolver uma vasta gama de motivações, o Linkedin efetivamente gira em torno de um único propósito: enriquecer relações profissionais.

Isso posto, quais as melhores práticas e técnicas para se atuar nessa rede que tem se destacado, em parte, justamente por ser tão diferente das demais?

10 melhores práticas para o Linkedin

1) Monte uma página corporativa
Nem todas as empresas tem, mas uma página corporativa é fundamental para que se consiga “institucionalizar” a presença de uma marca nessa rede e deixar claros os seus propósitos. Em paralelo, a página da corporativa permitirá que você reúna, no mesmo ambiente, todos os funcionários da empresa – potencializando de maneira significativa o poder colaborativo de formação de marca a partir do envolvimento natural de todos.

Se uma empresa é resultado da soma de seus colaboradores, esse é o melhor ambiente para defini-la bem para todo o mundo.

2) Transforme sua página em um “hub corporativo”
A página da empresa (e do próprio perfil profissional, aliás) pode servir como uma espécie de hub de informações – uma central a partir da qual os usuários poderão ser direcionados a diferentes plataformas de acordo com as suas demandas de relacionamento. O canal de atendimento da empresa tem um endereço próprio? Deixe isso público. Há uma ambiente no Slideshare que reúna apresentações e whitepapers técnicos? Deixe isso claro. Quanto mais a página corporativa for trabalhada como uma central da empresa, mais utilidade ela terá para os seus visitantes.

3) Participe de grupos de discussão
Toda empresa é, obviamente, especializada em alguma coisa (seja um tipo de  produto ou uma gama de serviços). Assim, localizar grupos que debatam um determinado tópico no qual a sua empresa é especializada e participar dele é um caminho perfeito para fazer o marketing necessário para atrair públicos mais exigentes.

Cabe um alerta aqui: discussões em grupos no Linkedin costumam ser muito mais aprofundadas do que em outras redes, o que significa que dificilmente uma agência online conseguirá desempenhar esse papel como “ghost-writer”. É a própria empresa quem deve eleger um ou mais representantes dentro de seus quadros para participar de forma ativa e construtiva.

4) Responda a usuários
Por meio das Perguntas e Respostas, muitos usuários postam questões que ficam abertas a todo e qualquer perfil. É fácil detectar quais as perguntas que mais tenham a ver com o seu negócio, respondendo-as de maneira pro-ativa. Ao fazer isso, consegue-se iniciar um relacionamento diretamente a partir de uma ajuda concreta dada diretamente ao seu público-alvo.

No mínimo, isso é certamente mais eficaz do que fazer qualquer tipo de propaganda.

5) Pergunte aos usuários
Se você quer que usuários se envolvam com a sua marca, então dê a eles ferramentas para isso. Se há um novo projeto no qual a empresa estiver trabalhando, há também a oportunidade perfeita para pedir a colaboração da sua rede, seja por meio de perguntas mais abertas ou por enquetes montadas na própria página.

6) Atualize seu status
Ter um status atualizado, da mesma forma que no Twitter ou Facebook, é essencial para que o seu perfil esteja sempre “fresco” e aparecendo para a sua base de seguidores.

Mas nunca é demais relembrar que o Linkedin é uma rede essencialmente profissional – e que deve-se postar nela apenas informações profissionalmente pertinentes. Quer compartilhar uma foto de seu filho recém nascido? Faça isso em outro lugar.

7) Mantenha o seu perfil sempre completo e “vendedor”
Quanto mais informações estiverem presentes em um perfil, mais completo ele será – e mais fácil será para outros usuários se conectarem a você. Mas atenção: isso não significa que você deva montar textos prolixos e intermináveis. Informação completa nunca deve ser entendida como sinônimo de perfis desnecessariamente longos.

8) Crie buscas salvas
No Linkedin, é possível salvar buscas com filtros que determinam exatamente o perfil de profissional que você busca como cliente. Fazendo isso, o próprio Linkedin te notificará sempre que alguém que tenha essas características entrar em sua rede estendida, permitindo uma atuação mais direta e quase cirúrgica de marketing.

Poucas empresas utilizam esse recurso, que pode ser um dos mais valiosos (e diferenciados) de toda a rede.

9) Explore os aplicativos
Como toda boa rede, o Linkedin tem aplicativos que podem ser bem úteis para todos os negócios e perfis, permitindo uma melhor definição de características e formas mais práticas de se compartilhar conhecimento. Esses aplicativos podem ser utilizados para complementar de maneira extremamente rica o seu perfil, deixando-o mais relevante para todos os usuários (e despertando mais interesse e curiosidade).

10) Seja seletivo nas suas conexões
Diferentemente do Facebook (e da maioria das redes), as conexões feitas no Linkedin são mais relevantes pela qualidade do que pela quantidade. Afinal, é como já mencionado, a contratação de agências online como “ghost writers” – algo comum em outras redes –  é algo mais complicado aqui justamente pela necessidade de conhecimento especializado envolvido nas interações.

Isso significa também que você precisará dispor de tempo para responder e interagir de maneira direta com as suas conexões. E, se sair criando conexões com milhares e milhares de usuários, dificilmente conseguirá estar presente de forma efetiva para todos. A regra é simples: quanto mais selecionada a dedo for a sua rede, mais atenção você conseguirá dar a ela – e, consequentemente,  maior será o seu potencial de geração de negócios.

Ou seja…
Como toda rede social, o Linkedin é um ambiente feito para se socializar, mesmo que envolvendo um estilo mais corporativo. O mais difícil em utilizá-lo é justamente entender a necessidade de se quebrar alguns paradigmas – como privilegiar a qualidade das conexões (muitas vezes em detrimento da quantidade) e participar ativamente (ao invés de contratar agências que façam isso por você).

Ainda assim, estar presente lá é uma maneira diferenciada e extremamente efetiva de marcar para o seu público-alvo que você realmente é especializado, na prática, em tudo o que você tanto diz ser em seus discursos comerciais.

E essa comprovação de saber sempre será algo muito, muito valioso.

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Publicado por em 18 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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LinkedIn reformula ferramenta “Empregos” para facilitar busca por vagas

Usuário poderá detalhar melhor suas pesquisas, preenchendo campos como país, CEP, indústria e função de interesse. Recurso também mostrará novos resultados para parâmetros salvos

O LinkedIn tem uma boa notícia para quem procura emprego. Ele está facilitando a busca por vagas – e conquistas de empregos – por meio da rede social.

De acordo com o blog da empresa, durante as próximas semanas será iniciada a implantação de uma ferramenta “Empregos” renovada, que começará mostrando vagas em aberto de empresas onde o usuário possui conexões em primeiro grau – um ponto que pode abrir as portas para uma organização que está contratando.

Isso é ótimo para quem está a procura de trabalho – já que quem você conhece pode ser quase tão importante quanto o que você conhece para conseguir um bom emprego.

A ferramenta “Empregos” também permitirá ao usuário detalhar melhor a busca por vagas, preenchendo campos como país, CEP, indústria e função de interesse, e mostrará novos resultados para parâmetros de pesquisas salvos.

Clique na aba “Empregos” e o LinkedIn fornecerá a opção “Vagas que talvez possam interessá-lo”, com base nas informações que você forneceu no perfil. O recurso também permitirá que você rastreie mais facilmente empregos que interessem com a opção “Salvar vaga” (“save job”, em inglês), que arquivará essas posições para que você possa facilmente acessá-las posteriormente em sua página de “Empregos”.

Com mais de 200 milhões de usuários globais, o LinkedIn é comumente utilizado por empregadores e recrutadores para busca de funcionários em potencial. Por esse motivo, se você leva a sério sua carreira, não há desculpas para não usar a rede.

A porta-voz da plataforma, Erin O’Harra, disse que é importante incluir pontos específicos e significativos ao criar o seu perfil. “Se você fecha um acordo milionário, ou recrutou cinco dos principais executivos de sua empresa, essas são definitivamente coisas que você quer mostrar para se destacar dos concorrentes”, disse.

Erin também disse que usuários poderão tirar proveito das ferramentas para detalhar as buscas.

Por exemplo, se você ainda não fez isso, faça uma URL personalizada (br.linkein.com/in/você). Você pode colocá-la em outras redes sociais ou sites e fazer com que mais pessoas vejam o seu perfil profissional.

Para conseguir uma, vá em “Perfil”, “Editar perfil”, e clique no link “Editar” ao lado da URL localizada embaixo da sua foto.  Abrirá a página do seu perfil para edição. Na caixa “URL de perfil público” localizada ao lado direito da tela, clique em “Personalize a URL de perfil público”.

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Publicado por em 30 de maio de 2013 em Tecnologia

 

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10 usos efetivos do Linkedin para empresas

Publicada em 19/02/2013 16:17

Nos últimos meses, volumes crescentes de empresas têm procurado as suas agências online para montar planos de presença no Linkedin, partindo do princípio de que, por ser uma rede mais “profissional”, ela inclui uma parcela mais “premium” de usuários.

Quase sempre, o argumento presente nos briefings compara o Linkedin com o Facebook, deixando claro que, enquanto a segunda é uma rede mais voltada para relacionamentos pessoais, é a primeira que deve concentrar pessoas mais propensas a fazer negócio.

Muito embora o Linkedin seja, de fato, uma rede social com foco mais profissional, isso não significa que ela substitua o Facebook em uma estratégia de relacionamento. Antes de traçar qualquer estratégia, aliás, é importante observar os seguintes dados:

De acordo com estudo da M. Sense, dos 95% de usuários brasileiros que acessaram ao menos uma rede social nos últimos 30 dias, 86% acessaram o Facebook e apenas 22% o Linkedin.O mesmo estudo aponta que 72% dos usuários acessa o Facebook diariamente – número que cai para 28% no caso do Linkedin.

O que isso nos diz?
De imediato, que, muito provavelmente, o usuário que está no Linkedin é o mesmo que está no Facebook – com a diferença de que ele passa mais tempo e mais vezes ao dia na segunda (e mais popular) rede. Localizar a pessoa certa para fazer negócios, portanto, passa a ser uma tarefa mais de segmentação do que de seleção entre uma ou outra mídia.

O Linkedin é um investimento desnecessário?
De forma alguma. Muito embora seja consideravelmente mais fácil e rápido estruturar uma presença robusta no Facebook (com mídia barata e abundância de usuários e agências especializadas), um relacionamento formado a partir do Linkedin tem vantagens que podem (e devem) ser exploradas por negócios de todos os portes.

Em primeiro lugar, porque conquistar um lugar ao sol no Linkedin é resultado de um esforço maior, que envolve uma participação em grupos e threads de discussão muito mais intensas (quantitativa e qualitativamente). O usuário reconhece isso e, por consequência, inaugura uma relação com a empresa pautada por mais confiança, credibilidade e empatia.

Em segundo lugar, porque o acesso a qualquer rede depende sempre da motivação do usuário. Enquanto redes como o Facebook, Twitter e outras podem envolver uma vasta gama de motivações, o Linkedin efetivamente gira em torno de um único propósito: enriquecer relações profissionais.

Isso posto, quais as melhores práticas e técnicas para se atuar nessa rede que tem se destacado, em parte, justamente por ser tão diferente das demais?

10 melhores práticas para o Linkedin

1) Monte uma página corporativa
Nem todas as empresas tem, mas uma página corporativa é fundamental para que se consiga “institucionalizar” a presença de uma marca nessa rede e deixar claros os seus propósitos. Em paralelo, a página da corporativa permitirá que você reúna, no mesmo ambiente, todos os funcionários da empresa – potencializando de maneira significativa o poder colaborativo de formação de marca a partir do envolvimento natural de todos.

Se uma empresa é resultado da soma de seus colaboradores, esse é o melhor ambiente para defini-la bem para todo o mundo.

2) Transforme sua página em um “hub corporativo”
A página da empresa (e do próprio perfil profissional, aliás) pode servir como uma espécie de hub de informações – uma central a partir da qual os usuários poderão ser direcionados a diferentes plataformas de acordo com as suas demandas de relacionamento. O canal de atendimento da empresa tem um endereço próprio? Deixe isso público. Há uma ambiente no Slideshare que reúna apresentações e whitepapers técnicos? Deixe isso claro. Quanto mais a página corporativa for trabalhada como uma central da empresa, mais utilidade ela terá para os seus visitantes.

3) Participe de grupos de discussão
Toda empresa é, obviamente, especializada em alguma coisa (seja um tipo de  produto ou uma gama de serviços). Assim, localizar grupos que debatam um determinado tópico no qual a sua empresa é especializada e participar dele é um caminho perfeito para fazer o marketing necessário para atrair públicos mais exigentes.

Cabe um alerta aqui: discussões em grupos no Linkedin costumam ser muito mais aprofundadas do que em outras redes, o que significa que dificilmente uma agência online conseguirá desempenhar esse papel como “ghost-writer”. É a própria empresa quem deve eleger um ou mais representantes dentro de seus quadros para participar de forma ativa e construtiva.

4) Responda a usuários
Por meio das Perguntas e Respostas, muitos usuários postam questões que ficam abertas a todo e qualquer perfil. É fácil detectar quais as perguntas que mais tenham a ver com o seu negócio, respondendo-as de maneira pro-ativa. Ao fazer isso, consegue-se iniciar um relacionamento diretamente a partir de uma ajuda concreta dada diretamente ao seu público-alvo.

No mínimo, isso é certamente mais eficaz do que fazer qualquer tipo de propaganda.

5) Pergunte aos usuários
Se você quer que usuários se envolvam com a sua marca, então dê a eles ferramentas para isso. Se há um novo projeto no qual a empresa estiver trabalhando, há também a oportunidade perfeita para pedir a colaboração da sua rede, seja por meio de perguntas mais abertas ou por enquetes montadas na própria página.

6) Atualize seu status
Ter um status atualizado, da mesma forma que no Twitter ou Facebook, é essencial para que o seu perfil esteja sempre “fresco” e aparecendo para a sua base de seguidores.

Mas nunca é demais relembrar que o Linkedin é uma rede essencialmente profissional – e que deve-se postar nela apenas informações profissionalmente pertinentes. Quer compartilhar uma foto de seu filho recém nascido? Faça isso em outro lugar.

7) Mantenha o seu perfil sempre completo e “vendedor”
Quanto mais informações estiverem presentes em um perfil, mais completo ele será – e mais fácil será para outros usuários se conectarem a você. Mas atenção: isso não significa que você deva montar textos prolixos e intermináveis. Informação completa nunca deve ser entendida como sinônimo de perfis desnecessariamente longos.

8) Crie buscas salvas
No Linkedin, é possível salvar buscas com filtros que determinam exatamente o perfil de profissional que você busca como cliente. Fazendo isso, o próprio Linkedin te notificará sempre que alguém que tenha essas características entrar em sua rede estendida, permitindo uma atuação mais direta e quase cirúrgica de marketing.

Poucas empresas utilizam esse recurso, que pode ser um dos mais valiosos (e diferenciados) de toda a rede.

9) Explore os aplicativos
Como toda boa rede, o Linkedin tem aplicativos que podem ser bem úteis para todos os negócios e perfis, permitindo uma melhor definição de características e formas mais práticas de se compartilhar conhecimento. Esses aplicativos podem ser utilizados para complementar de maneira extremamente rica o seu perfil, deixando-o mais relevante para todos os usuários (e despertando mais interesse e curiosidade).

10) Seja seletivo nas suas conexões
Diferentemente do Facebook (e da maioria das redes), as conexões feitas no Linkedin são mais relevantes pela qualidade do que pela quantidade. Afinal, é como já mencionado, a contratação de agências online como “ghost writers” – algo comum em outras redes –  é algo mais complicado aqui justamente pela necessidade de conhecimento especializado envolvido nas interações.

Isso significa também que você precisará dispor de tempo para responder e interagir de maneira direta com as suas conexões. E, se sair criando conexões com milhares e milhares de usuários, dificilmente conseguirá estar presente de forma efetiva para todos. A regra é simples: quanto mais selecionada a dedo for a sua rede, mais atenção você conseguirá dar a ela – e, consequentemente,  maior será o seu potencial de geração de negócios.

Ou seja…
Como toda rede social, o Linkedin é um ambiente feito para se socializar, mesmo que envolvendo um estilo mais corporativo. O mais difícil em utilizá-lo é justamente entender a necessidade de se quebrar alguns paradigmas – como privilegiar a qualidade das conexões (muitas vezes em detrimento da quantidade) e participar ativamente (ao invés de contratar agências que façam isso por você).

Ainda assim, estar presente lá é uma maneira diferenciada e extremamente efetiva de marcar para o seu público-alvo que você realmente é especializado, na prática, em tudo o que você tanto diz ser em seus discursos comerciais.

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Publicado por em 5 de maio de 2013 em Tecnologia

 

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LinkedIn aprimora ferramenta de busca por vagas de emprego

Usuário poderá detalhar melhor suas pesquisas, preenchendo campos como país, CEP, indústria e função de interesse. Recurso também mostrará novos resultados para parâmetros salvos

20 de fevereiro de 2013 – 10h30

O LinkedIn tem uma boa notícia para quem procura emprego. Ele está facilitando a busca por vagas – e conquistas de empregos – por meio da rede social.

De acordo com o blog da empresa, durante as próximas semanas será iniciada a implantação de uma ferramenta “Empregos” renovada, que começará mostrando vagas em aberto de empresas onde o usuário possui conexões em primeiro grau – um ponto que pode abrir as portas para uma organização que está contratando.

Isso é ótimo para quem está a procura de trabalho – já que quem você conhece pode ser quase tão importante quanto o que você conhece para conseguir um bom emprego.

A ferramenta “Empregos” também permitirá ao usuário detalhar melhor a busca por vagas, preenchendo campos como país, CEP, indústria e função de interesse, e mostrará novos resultados para parâmetros de pesquisas salvos.

Clique na aba “Empregos” e o LinkedIn fornecerá a opção “Vagas que talvez possam interessá-lo”, com base nas informações que você forneceu no perfil. O recurso também permitirá que você rastreie mais facilmente empregos que interessem com a opção “Salvar vaga” (“save job”, em inglês), que arquivará essas posições para que você possa facilmente acessá-las posteriormente em sua página de “Empregos”.

Com mais de 200 milhões de usuários globais, o LinkedIn é comumente utilizado por empregadores e recrutadores para busca de funcionários em potencial. Por esse motivo, se você leva a sério sua carreira, não há desculpas para não usar a rede.

A porta-voz da plataforma, Erin O’Harra, disse que é importante incluir pontos específicos e significativos ao criar o seu perfil. “Se você fecha um acordo milionário, ou recrutou cinco dos principais executivos de sua empresa, essas são definitivamente coisas que você quer mostrar para se destacar dos concorrentes”, disse.

Erin também disse que usuários poderão tirar proveito das ferramentas para detalhar as buscas.

Por exemplo, se você ainda não fez isso, faça uma URL personalizada (br.linkein.com/in/você). Você pode colocá-la em outras redes sociais ou sites e fazer com que mais pessoas vejam o seu perfil profissional.

Para conseguir uma, vá em “Perfil”, “Editar perfil”, e clique no link “Editar” ao lado da URL localizada embaixo da sua foto.  Abrirá a página do seu perfil para edição. Na caixa “URL de perfil público” localizada ao lado direito da tela, clique em “Personalize a URL de perfil público”.

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Publicado por em 4 de maio de 2013 em Tecnologia

 

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LinkedIn cria recurso de notificações na rede que mapeia todos os eventos

Usuários poderão saber de tudo o que ocorre em sua conta, de confirmação de convites até novas mensagens. Ferramenta estará disponível nas próximas semanas

06 de setembro de 2012 – 18h00

O LinkedIn anunciou na quarta-feira (5/9) uma melhoria que pode agradar há alguns usuários da rede: um recurso de notificações à la Facebook, que avisa – em tempo real – quando alguém gosta de algo que você compartilhou, comentários sobre o seu perfil, quem aceitou seu convite, entre outros.

Bem parecido com a rede social de Zuckerberg, o perfil apresentará uma pequena bandeira no topo da página e um ícone de um envelope para a nova caixa de entrada. Quando houver novas notificações, aparecerá um círculo vermelho e você poderá verificar as novidades em um menu drop down.

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Usuário poderá saber tudo o que acontece na sua conta por meio do novo recurso


“Essa nova ferramenta é parte de todo o nosso contínuo esforço para tornar mais fácil manter discussões que estão rolando em toda a sua rede”, disse a gerente de produtos do LinkedIn, Angela Yang, em um post no blog oficial. “Agora você nunca mais perderá um comentário ou uma atualização de uma discussão sobre alguma notícia ou principais tópicos no LinkedIn, eles estarão bem na ponta dos seus dedos.”

No mesmo post, Angela avisa que o recurso está disponível apenas para a versão desktop da página. Em breve, também poderão receber notificações usuários de dispositivos móveis Android, iPhone e iPad.

Como a novidade é super recente, pode demorar algumas semanas para que ela esteja disponível a todos os perfis da rede. Então, não se desespere se sua página ainda não possuir o recurso.

Especial - IT Leaders 2011

O ITBOARD materializa a nova plataforma de conversas do Século XXI. Concentra o diálogo sobre tecnologia e inovação movido a tweets de quem está imerso nesses assuntos. ENTRE NA CONVERSA

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Publicado por em 9 de novembro de 2012 em Tecnologia

 

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