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Hong Kong estuda limitar número de turistas chineses

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Mulher passa por loja da Burberry em Hong Kong nesta sexta-feira (21); casaco de cerca de R$ 308 mil foi furtado de loja da marca em zona comercial movimentada' (Foto: Philippe Lopez/AFP)Hong Kong é destino de compras para turistas
chineses (Foto: Philippe Lopez/AFP)

O chefe do executivo de Hong Kong, Leung Chun-ying, anunciou nesta semana que estuda a possibilidade de reduzir em 20% o número de turistas chineses que visitam a região.

O governo ainda não informou como restringirá sua entrada no país e ouvirá diferentes grupos, incluindo representantes do setor turístico, antes de aplicar a medida.

Hong Kong possui 7 milhões de habitantes, mas recebeu no último ano 54 milhões de turistas, 75% deles vindos da China.

O fluxo vindo do país vizinho aumentou 16,7% em relação ao último ano.

A previsão é de que em 2023, 100 milhões de chineses cruzem a fronteira em direção a Hong Kong, segundo o Conselho de Turismo dessa Região Administrativa Especial da China.

Viagens curtas
Dados do mesmo organismo apontam que cerca de 60% dos turistas chineses realizam viagens curtas, de um dia de duração, para fazer compras.

Em média, cada visitante gasta cerca de R$ 2,3 mil por dia, o que representa uma receita global de R$ 98,5 bilhões por ano.

Em entrevista à BBC, Ronald Leung, um dos organizadores dos recentes protestos anti-chineses em Hong Kong é a favor da consulta, que o governo pretende realizar.

“Espero que haja mais debate, porque, no momento, só temos uma proposta”, disse ele. “Achamos que o número total pode ser reduzido em mais de 20%”.

Impacto na economia
Opositores ao projeto alertam que um corte dessa proporção, nos cerca de 40 milhões de turistas vindos da China, pode gerar um forte impacto negativo na economia local.

De acordo com a imprensa local, na quinta-feira (29), um relatório foi entregue ao governo central em Pequim alertando sobre a possibilidade de redução do fluxo de turistas chineses em Hong Kong, devido aos “inconvenientes” causados aos habitantes nos últimos anos.

Os pesquisadores baseiam seu parecer em entrevistas feitas com residentes da ex-colônia britânica.

A equipe chinesa constatou ao longo de diferentes viagens que a entrada massiva de turistas continentais afeta diretamente a opinião pública em Hong Kong e que um ajuste seria necessário.

Manifestações
Nos últimos meses, a ilha tem sido palco de manifestações contra o crescente número de turistas chineses, que lotam suas principais zonas comerciais.

Eles são acusados de serem responsáveis por inflar o preço de imóveis e de outros bens de consumo.

Munidos de malas ou grandes pacotes, muitos moradores de Shenzhen, cidade localizada na fronteira entre China e Hong Kong, aproveitam o final de semana para se abastecerem de alguns produtos, e mesmo revendê-los posteriormente no continente.

Alguns artigos têm venda limitada a um determinado número de unidades, para conter a demanda de estrangeiros e evitar o fim dos estoques.

Identidade
Um estudo publicado pela Universidade de Hong Kong no último ano e publicado pelo jornal South China Mornig Post aponta que 4 em cada 10 habitantes se identifica como cidadão de Hong Kong.

Isso representa um aumento de 11% no número de pessoas que não se definem como chinesas.

O aumento da rivalidade entre vizinhos também pode ser sentido nos vídeos que circulam nas redes sociais e ilustram, frequentemente, chineses em ações inadequadas à regulamentação local.

Em março, Pequim afirmou que a capacidade de Hong Kong de acolher turistas chineses é um tema preocupante para o governo central.

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Publicado por em 31 de maio de 2014 em Brasil

 

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Agência diz que gasto para limitar aquecimento será de US$ 44 trilhões

Usina solar tem capacidade de gerar energia que pode abastecer 140 mil moradias (Foto: Steve Marcus/Reuters)Investimento em energias limpas, como a solar, é
necessário para limitar aquecimento global, segundo
agência (Foto: Steve Marcus/Reuters)

A Agência Internacional de Energia (AIE) avalia em US$ 44 trilhões os investimentos necessários até 2050 para limitar o aquecimento climático e desenvolver energias limpas, indicou nesta segunda-feira (12) sua diretora-geral.

(Correção: quando foi publicada, esta reportagem errou ao afirmar que a estimativa da AIE de investimentos necessários para limitar o aquecimento climático e desenvolver energias limpas era de US$ 44 bilhões até 2050. Na verdade, o valor é de US$ 44 trilhões. A informação foi corrigida às 16h56.)

“Devemos agir, mas não estamos no bom caminho no momento”, lamentou Maria van der Hoeven em Seul, durante a apresentação do relatório bianual da AIE sobre este tema.

“A crescente utilização do carvão em nível mundial apaga os progressos no desenvolvimento das energias renováveis (…) É preciso mudar de direção”, declarou.

A AIE, uma organização que representa os países importadores de petróleo, defende um desenvolvimento acelerado de energias renováveis e de outras tecnologias que reduzam as emissões de CO2.

A agência parte do princípio de que os custos das energias limpas serão compensados no longo prazo pela economia feita em combustíveis fósseis, como o petróleo. No entanto, o custo da transição não para de aumentar, advertiu Van der Hoeven.

A AIE avalia agora em US$ 44 trilhões os investimentos necessários até 2050 para limitar o aquecimento no longo prazo do planeta em dois graus celsius. Este custo era estimado em 2012 em US$ 36 trilhões.

Mas, ao mesmo tempo, o cálculo da economia gerada não para de crescer: somaria US$ 115 trilhões até 2050, contra US$ 100 trilhões estimados em 2012. “Quanto mais esperarmos para a conversão de nossas fontes de energias, mais caro será” o processo, ressaltou Maria van der Hoeven.

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Publicado por em 14 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Suíços devem aprovar limitar entrada de imigrantes da União Europeia

Homem vota neste domingo (9) na cidade suíça de Ascona (Foto: AFP)Homem vota neste domingo (9) na cidade suíça de Ascona (Foto: AFP)

Os suíços disseram “sim” para o “fim da imigração em massa” para cidadãos da União Europeia, segundo estimativas do instituto Gfs, publicadas neste domingo (9) à tarde.

“De acordo com as nossas últimas estimativas, 50,4% dos eleitores votaram ‘sim'”, declarou Claude Longchamp, do instituto GfS.

A estimativa tem uma margem de erro de 0,7% para mais ou para menos.

Falta ainda contabilizar os votos de dois grandes cantões, o de Zurique e de Berna.

A maioria dos cantões suíços votaram a favor do texto.

Para que seja adotado, o texto, que tem como objetivo regularizar a imigração por meio de um sistema de contingente e cotas, deve conquistar uma dupla maioria, a maioria dos cantões e a maioria dos votos.

Atualmente, as pesquisas de opinião apontam para uma enorme discrepância entre a Suíça de língua alemã e a Suíça de língua francesa.

O primeiro lado vota a favor do texto, enquanto o segundo é majoritariamente contra, o que pode prejudicar as relações entre a Suíça e a União Europeia, colocando em xeque os acordos de livre-circulação, em vigor desde 2002.

Fonte G1

 
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Publicado por em 10 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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Suíços aprovam limitar entrada de imigrantes da União Europeia

Homem vota neste domingo (9) na cidade suíça de Ascona (Foto: AFP)Homem vota neste domingo (9) na cidade suíça de Ascona (Foto: AFP)

Os suíços disseram “sim” para o “fim da imigração em massa” para cidadãos da União Europeia, segundo resultados oficiais de um referendo divulgados neste domingo (9).

Votaram “sim” 50,3% dos eleitores.

A maioria dos cantões (divisões administrativas) suíços votaram a favor do texto.

Para que seja adotado, o texto, que tem como objetivo regularizar a imigração por meio de um sistema de contingente e cotas, deve conquistar uma dupla maioria, a maioria dos cantões e a maioria dos votos.

Atualmente, as pesquisas de opinião apontam para uma enorme discrepância entre a Suíça de língua alemã e a Suíça de língua francesa.

O primeiro lado votou a favor do texto, enquanto o segundo foi majoritariamente contra, o que pode prejudicar as relações entre a Suíça e a União Europeia, colocando em xeque os acordos de livre-circulação, em vigor desde 2002.

A Suíça, um país de 8 milhões de habitantes, não faz parte do bloco de 28 países europeus, mas é cercada por países da União Europeia.

Com uma economia próspera, o país assinou com Bruxelas acordos bilaterais segundo os quais deveria abrir seu mercado de trabalho aos 500 milhões de habitantes do bloco.

Com a vitória do “sim”, estes acordos deverão ser revisados.

Fonte G1

 
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Publicado por em 10 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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Milhares marcham em Madri contra plano para limitar aborto

Mulheres levantam cartazes durante protesto contra reforma da lei do aborto no país proposto pelo governo espanhol conservador, em Madrid, neste sábado (1) (Foto: Dani Pozo / AFP)Mulheres levantam cartazes durante protesto contra reforma da lei do aborto no país proposta pelo governo espanhol conservador, em Madrid, neste sábado (1) (Foto: Dani Pozo / AFP)

Milhares de pessoas marcharam na capital da Espanhaneste sábado (1) para protestar contra um plano do governo de limitar o aborto, que tem causado divisões no partido conservador governista, o Partido Popular.

Os manifestantes se uniram contra um projeto de lei para restringir o aborto a casos de estupro ou perigo grave para a saúde da mãe.

Há quatro anos, a Espanha se alinhou com a maior parte da Europa, quando o então governo socialista legalizou o aborto nas primeiras 14 semanas de gravidez.

“Este é um passo para trás. Vamos voltar 30 anos”, disse Pilar Abad, 58, entre os manifestantes que marcharam da principal estação de trem até o parlamento nacional. “Nós realmente esperamos que eles mudem essa lei durante o debate parlamentar, é por isso que estamos aqui”, disse ela.

O gabinete do primeiro-ministro Mariano Rajoy aprovou o projeto de lei sobre o aborto em dezembro – em um movimento visto como tentativa de apaziguar a direita descontente do seu partido, mas ele ainda não foi enviado ao Parlamento para debate.

Fonte G1

 
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Publicado por em 3 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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Agência da ONU firma acordo para limitar CO2 na aviação a partir de 2020

Boeing 737 decola do Aeroporto Nacional de Washington Ronald Reagan, em Arlington, Virgínia, em 23 de setembro (Foto: Saul Loeb/Arquivo AFP)Boeing 737 da American Airlines decola do Aeroporto Nacional de Washington Ronald Reagan, em Arlington, Virgínia, no dia 23 de setembro (Foto: Saul Loeb/Arquivo AFP)

A Assembleia Geral da Organização da Aviação Civil Internacional (Oaci), agência da Organização das Nações Unidas (ONU) com sede em Montreal, no Canadá, chegou a um acordo para controlar o aumento das emissões de dióxido de carbono (CO2) da indústria da aviação a partir de 2020, informaram nesta sexta-feira (4) fontes diplomáticas.

A Oaci já vai manter, antes da data de sua próxima Assembleia Geral, no outono de 2016 (no Hemisfério Norte), um sistema que limita as emissões de gases de efeito estufa.

O estabelecimento de um mecanismo mundial para estabilizar as emissões, debatido durante muitos anos sem que fosse alcançada unanimidade, parece, com isso, ter um consenso, e “a boa notícia é que se chegou a um acordo geral que abrange China e Índia”, disse um diplomata presente nas negociações.

A União Europeia (UE) também queria pressionar seus parceiros a implementar um sistema de imposto sobre as emissões de CO2 dentro de três anos. Mas a UE ficou isolada e teve que aceitar o consenso geral, explicou uma fonte que pediu para ter sua identidade preservada.

Em 30 abril, a UE já havia congelado por um ano a taxação sobre o CO2 para voos intercontinentais com origem ou destino a seus 28 países-membros. Esse imposto europeu provocou forte reação de muitas nações integrantes da Oaci. A China ameaçou a UE, inclusive, em fazer represálias contra a fabricante de aviões Airbus.

O acordo geral alcançado nesta sexta-feira “é uma mensagem muito forte para a Europa”, segundo um negociador do texto.

O acordo geral – enviado nesta sexta para votação dos 1.400 delegados de mais de 170 países que se reuniram na sessão plenária em Montreal – indica claramente que “os Estados deveriam colocar em andamento” até 2016 um sistema para limitar as emissões em nível mundial e rejeita de fato qualquer sistema regional, segundo a fonte.

Os representantes dos 28 Estados-membros da UE não conseguiram entrar em acordo sobre um pedido da Alemanha de adiar para 2024, em vez de 2020, a redução de emissões de CO2 dos veículos particulares para 95 gramas por quilômetro.

A decisão foi adiada para 14 de outubro por ocasião de uma reunião de ministros europeus do Meio Ambiente prevista em Luxemburgo, mas a UE deverá, portanto, aderir ao marco global.

Fonte G1

 
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Publicado por em 9 de outubro de 2013 em Tecnologia

 

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UE propõe limitar preço de telefonemas entre países do bloco

O custo de telefonemas entre países da Europa será limitado ao preço de uma ligação doméstica de longa distância, propôs a Comissão Europeia nesta quarta-feira (11), como parte de um plano para harmonizar o mercado das telecomunicações na União Europeia e incentivar o investimento em redes de alta velocidade.

A proposta, que também sugere limitar preço para usuários que recebam ligações em celulares durante viagens na Europa, sugere garantir à UE o poder de veto sobre vendas de espectro móvel por países-membros.

A proposta terá de ser aprovada pelos 28 países da UE e legisladores europeus, e é planejada para encorajar empresas de telecom a investir mais em infraestrutura de banda larga, assegurando que cidadãos europeus baixem dados na internet com a mesma rapidez vista na Ásia e na América do Norte.

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Publicado por em 13 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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