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Facebook lidera iniciativa para criar tecnologia de links entre aplicativos

App Links, projeto liderado pelo Facebook para criar links entre aplicativos para smartphones e tablets. (Foto: Divulgação/Facebook)App Links, projeto liderado pelo Facebook para criar links entre aplicativos para smartphones e tablets. (Foto: Divulgação/Facebook)

O Facebook lidera uma iniciativa entre empresas de tecnologia que criou uma forma criar “links” entre aplicativos. Como não há uma tecnologia padrão usada para direcionar os usuários a outros aplicativos a partir do conteúdo exibido nesses programas, a rede social lançou o projeto App Links durante a F8, conferência voltada a desenvolvedores, realizada nesta quarta-feira (30).

Crucial, a função dos hiperlinks que permitem aos usuários navegarem de um conteúdo a outro na web não ocorre tão facilmente nos aplicativos. O objetivo da rede social é que o sistema criado seja usado para facilitar a comunicação entre aplicativos diferentes. “Open source”, a tecnologia não é de propriedade de uma empresa específica.

Atualmente, criar links entre apps é chamada de “deep links” e funciona de um jeito diferente para cada sistema operacional. Com o App Links, a ideia é padronizar essa comunicar, seja o aplicativo voltado para iOS, Android ou Windows Phone –a companhia está disposta a levar a tecnologia a ouras plataformas.

Por exemplo, se alguém envia por app de mensagem uma foto do Instagram, o usuário que tocar na imagem será encaminhado diretamente ao aplicativo. Se o usuário clicar em um link para um aplicativo que não esteja instalado em seu smartphone, será encaminhado para a loja de apps destinada ao sistema operacional.

Além da rede social, apoiam o App Links mais de 25 empresas como Dropbox, Spotify, Pinterest, Hulu, Parse, Wattpad, GoodReads, Quip, Endomondo, Flixter, Venmo, Redfin e Movie. Essas companhias ou já possuem aplicativos que empregam a forma de conexão ou trabalham para fazer a implementação (Veja o site).

Empresas como a Deeplink.me e a URX criaram formas de criar links entre os apps. Mas ainda não há padrão. Criar uma forma padronizada é buscada pelas empresas de tecnologia não só para permitir maior interconexão entre os aplicativos mas também para dar a anunciantes a mesma experiência da web.

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Publicado por em 3 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Zuckerberg lidera investimento em empresa de inteligência artificial

Zuckerberg tem agora fortuna estimada em US$ 10,2 bilhões (Foto: Reuters)Mark Zuckerberg, um dos fundadores do Facebook
(Foto: Reuters)

Um dos fundadores do Facebook e atual presidente-executivo da rede social, Mark Zuckerberg liderou o investimento na Vicarious, empresa de software que tem a ambição de fazer os programas de computador simularem a reação do novo córtex humano, parte do cérebro que, entre outras funções, é responsável pela linguagem.

O investimento de US$ 40 milhões foi feito, não só por Zuckerberg, mas também pelo fundador da fabricante de carros elétricos Tesla, o Elon Musk, e pelo ator e investidor Ashton Kutcher, que usou seu fundo.

Os três são, talvez, as figuras mais eminentes de um grupo formado por 17 investidores, entre pessoas físicas e fundos –entre eles há ainda Peter Thiel (um dos primeiros investidores da rede social e hoje conselheiro do site) e Dustin Moskovitz (outro dos fundadores do Facebook).

O nicho da inteligência artificial está em alta entre os investidores, visto que outro gigante da tecnologia apostou recentemente em uma empresa do mesmo ramo.

No começou de 2014, o Google anunciou a compra da DeepMind por US$ 400 milhões Technologies.

“Nós dissemos aos investidores que agora, os seres humanos estão fazendo um monte de coisas que computadores devem ser capazes de fazer”, disse Scott Phoenix, cofundador da empresa, ao jornal “Wall Street Journal”.

O ator Ashton Kutcher (Foto: AFP)O ator Ashton Kutcher (Foto: AFP)

Segundo ele, o objetivo da Vicarious é fazer com que os computadores vão além do reconhecimento de imagens e consigam compreender não só formas e objetivos, mas texturas. Isso, diz, poderia fazer com que entendessem conceber algo como uma cadeira de gelo. Um dos outros fundadores é o neurocientista Dileep George.

“Companhias que são pioneiras em uma tecnologia fundamental que promove uma ruptura geralmente vêm para definir indústrias inteiras”, afirmou ao jornal Joe Lonsdale, fundador de outro fundo de investimento que participou do aporte, o Formation 8. “Eu acreditou que Vicarious tem o potencial para se tornar uma dessas companhias.”

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Publicado por em 25 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Brasil lidera lista de mortes por ataques de tubarão em 2013

Bruna Gobbi, vítima de ataque de tubarão no Recife (Foto: Bruna Gobbi / Arquivo pessoal)Bruna Gobbi, vítima de ataque de tubarão no Recife
(Foto: Bruna Gobbi/Arquivo pessoal)

O Brasil lidera, ao lado dos EUA, da Austrália e da Ilha Reunião (França), o ranking de mortes por ataques de tubarão em 2013 no mundo. São dois óbitos no ano. O dado faz parte de um dos maiores bancos de dados sobre acidentes envolvendo os animais, o Global Shark Attack File, mantido pelo Instituto de Pesquisas sobre Tubarões (SRI, na sigla em inglês), em Princeton, Nova Jersey.

Segundo o instituto, ocorreram 116 ataques no ano passado – 13 pessoas morreram. O número é praticamente igual ao registrado em 2012 e 2011 (115 ataques cada um, com 9 e 13 mortes respectivamente). O banco de dados agrega 5.450 registros (com incidentes detalhados desde o século 17). Os dados são incluídos por pesquisadores locados em todos os continentes – a maioria após checagem de notícias em meios de imprensa locais. Muitas das vítimas sobreviventes são entrevistadas para a coleta das informações.

Os EUA são o país com mais registros de ataques no ano passado: 60. Na maior parte dos casos, as vítimas tiveram ferimentos nos braços ou nas pernas, mas escaparam da morte. A Austrália aparece logo atrás, com 19 ataques. A África do Sul aparece com nove; Bahamas tem seis.

No Brasil, as vítimas dos dois ataques registrados morreram – ambas em Pernambuco. Em maio, José Rogério da Silva, de 41 anos, morreu após entrar no mar na Praia de Enseada dos Corais, no Cabo de Santo Agostinho, Litoral Sul do estado. Segundo o Instituto Médico Legal (IML), a causa da morte foi “ataque de animal de grande porte”.

Corpo de turista francês que morreu após ataque de tubarão na Ilha da Reunião é removido (Foto: Richard Bouhet/AFP)Corpo de turista francês que morreu após ataque
de tubarão na Ilha Reunião é removido (Foto:
Richard Bouhet/AFP)

Em julho, a turista paulista Bruna Gobbi, de 18 anos, se tornou a primeira mulher vítima dos tubarões no estado do Nordeste. Ela foi mordida na Praia de Boa Viagem. A jovem chegou a ser levada ao hospital e teve parte da perna amputada, mas não resistiu aos ferimentos.

Em Pernambuco, os ataques são contabilizados desde 1992 pelo Comitê Estadual de Monitoramento de Incidentes com Tubarões. As estatísticas revelam que 70% das vítimas tinham entre 14 e 25 anos e que 35% das ocorrências foram registradas durante o período de lua cheia. Dos 59 ataques, 23 ocorreram na Praia de Boa Viagem e 17 na vizinha Praia de Piedade, situada no município de Jaboatão dos Guararapes. Segundo o comitê, 35 vítimas dos tubarões em Pernambuco sobreviveram; 24 pessoas morreram após serem mordidas pelos animais.

No ano passado, o Ministério Público de Pernambuco recebeu um relatório que denuncia a subnotificação de casos de ataques de tubarão no litoral do estado. A Promotoria começou a ouvir testemunhas, representantes de ONGs e órgãos que pesquisam a costa pernambucana para fundamentar uma possível ação civil pública pedindo desde a interdição de pontos críticos de praias no Grande Recife até a instalação de redes de proteção no mar.

‘Raridade’
O objetivo do instituto norte-americano é mostrar que os acidentes envolvendo os animais são raros e enfatizar que o número de mortes é ínfimo se comparado ao de outros acidentes na água. Com isso, a entidade busca mudar a percepção de que os tubarões são animais ‘sanguinários’, já que a maioria das ocorrências se dá em razão da interferência do homem em seu habitat.

Mortes por ataque de tubarão em 2013
(dados do Instituto de Pesquisas sobre Tubarões, o SRI)

Brasil – 2
Austrália – 2
EUA – 2
Ilha Reunião (França) – 2
Ilha Diego Garcia (Reino Unido) – 1
África do Sul – 1
Jamaica – 1
Guam – 1
Nova Zelândia – 1

Fonte G1

 
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Publicado por em 6 de fevereiro de 2014 em Tecnologia

 

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Brasil lidera lista de mortes por ataques de tubarão em 2013

Bruna Gobbi, vítima de ataque de tubarão no Recife (Foto: Bruna Gobbi / Arquivo pessoal)Bruna Gobbi, vítima de ataque de tubarão no Recife
(Foto: Bruna Gobbi/Arquivo pessoal)

O Brasil lidera, ao lado dos EUA, da Austrália e da Ilha Reunião (França), o ranking de mortes por ataques de tubarão em 2013 no mundo. São dois óbitos no ano. O dado faz parte de um dos maiores bancos de dados sobre acidentes envolvendo os animais, o Global Shark Attack File, mantido pelo Instituto de Pesquisas sobre Tubarões (SRI, na sigla em inglês), em Princeton, Nova Jersey.

Segundo o instituto, ocorreram 116 ataques no ano passado – 13 pessoas morreram. O número é praticamente igual ao registrado em 2012 e 2011 (115 ataques cada um, com 9 e 13 mortes respectivamente). O banco de dados agrega 5.450 registros (com incidentes detalhados desde o século 17). Os dados são incluídos por pesquisadores locados em todos os continentes – a maioria após checagem de notícias em meios de imprensa locais. Muitas das vítimas sobreviventes são entrevistadas para a coleta das informações.

Os EUA são o país com mais registros de ataques no ano passado: 60. Na maior parte dos casos, as vítimas tiveram ferimentos nos braços ou nas pernas, mas escaparam da morte. A Austrália aparece logo atrás, com 19 ataques. A África do Sul aparece com nove; Bahamas tem seis.

No Brasil, as vítimas dos dois ataques registrados morreram – ambas em Pernambuco. Em maio, José Rogério da Silva, de 41 anos, morreu após entrar no mar na Praia de Enseada dos Corais, no Cabo de Santo Agostinho, Litoral Sul do estado. Segundo o Instituto Médico Legal (IML), a causa da morte foi “ataque de animal de grande porte”.

Corpo de turista francês que morreu após ataque de tubarão na Ilha da Reunião é removido (Foto: Richard Bouhet/AFP)Corpo de turista francês que morreu após ataque
de tubarão na Ilha Reunião é removido (Foto:
Richard Bouhet/AFP)

Em julho, a turista paulista Bruna Gobbi, de 18 anos, se tornou a primeira mulher vítima dos tubarões no estado do Nordeste. Ela foi mordida na Praia de Boa Viagem. A jovem chegou a ser levada ao hospital e teve parte da perna amputada, mas não resistiu aos ferimentos.

Em Pernambuco, os ataques são contabilizados desde 1992 pelo Comitê Estadual de Monitoramento de Incidentes com Tubarões. As estatísticas revelam que 70% das vítimas tinham entre 14 e 25 anos e que 35% das ocorrências foram registradas durante o período de lua cheia. Dos 59 ataques, 23 ocorreram na Praia de Boa Viagem e 17 na vizinha Praia de Piedade, situada no município de Jaboatão dos Guararapes. Segundo o comitê, 35 vítimas dos tubarões em Pernambuco sobreviveram; 24 pessoas morreram após serem mordidas pelos animais.

No ano passado, o Ministério Público de Pernambuco recebeu um relatório que denuncia a subnotificação de casos de ataques de tubarão no litoral do estado. A Promotoria começou a ouvir testemunhas, representantes de ONGs e órgãos que pesquisam a costa pernambucana para fundamentar uma possível ação civil pública pedindo desde a interdição de pontos críticos de praias no Grande Recife até a instalação de redes de proteção no mar.

‘Raridade’
O objetivo do instituto norte-americano é mostrar que os acidentes envolvendo os animais são raros e enfatizar que o número de mortes é ínfimo se comparado ao de outros acidentes na água. Com isso, a entidade busca mudar a percepção de que os tubarões são animais ‘sanguinários’, já que a maioria das ocorrências se dá em razão da interferência do homem em seu habitat.

Mortes por ataque de tubarão em 2013
(dados do Instituto de Pesquisas sobre Tubarões, o SRI)

Brasil – 2
Austrália – 2
EUA – 2
Ilha Reunião (França) – 2
Ilha Diego Garcia (Reino Unido) – 1
África do Sul – 1
Jamaica – 1
Guam – 1
Nova Zelândia – 1

Fonte G1

 
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Publicado por em 6 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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BMW i3 lidera avanço dos elétricos e híbridos no Salão de Frankfurt

BMW i3 (Foto: Divulgação/Newspress)BMW i3 ‘desfila’ em passarela no estande da marca no Salão de Frankfurt (Foto: Divulgação/Newspress)

Além da ascensão dos crossovers, o Salão de Frankfurt também marca o lançamento oficial de importantes modelos elétricos e híbridos, aqueles que combinam motor elétrico e a combustão.

O “líder” do movimento é o compacto i3, primeiro elétrico de série da BMW e primeiro modelo da marca exclusivamente concebido para ser movido com essa fonte de energia.

BMW i3 (Foto: Divulgação/Newspress)Com painel suspenso, espaço é livre
entre os pés do motorista e do carona
(Foto: Divulgação/Newspress)

Previsto para começar a ser vendido na Europa no final do ano, o compacto tem chances de chegar ao Brasil já no final de 2014, conforme a BMW informou em julho passado.

Numa breve “carona” no i3, foi possível notar que há soluções alternativas de espaço interno – como o painel “suspenso”, que mantém um vão livre entre as pernas dos ocupantes da frente – interior nada convencional, com o painel de instrumentos dominando a porção central, e extremo silêncio.

O único ponto polêmico é a porta traseira do tipo suicida, que só pode ser aberta quando a do passageiro da frente também se abre.

BMW i8 Hybrid (Foto: Johannes Eisele/AFP)BMW i8 Hybrid (Foto: Johannes Eisele/AFP)

‘Verdes’ e superpotentes
A marca também destacou o i8, híbrido de potência combinada de 367 cavalos e 44,2 kgfm de torque. Segundo a BMW, o cupê alia esportividade a baixo consumo: 0 a 100 km/h em apenas 4,4 segundos e média de até 39 km/l.

Até o grandalhão X5 quer ser menos “beberrão”: com o conceito eDrive promete consumo médio de 26,3 km/l.

Outro esportivo de Frankfurt que consegue ser compatível com o meio ambiente é o 918 Spyder. Com incríveis 887 cv e 93,5 kgfm de torque, o modelo mais moderno produzido pela Porsche (segundo ela própria) é capaz de alcançar os 100 km/h em apenas 2,8 segundos, e ao mesmo tempo registrar um consumo de 33 km/l.

Anfitriãs ligadas na tomada
A BMW não foi a única anfitriã a mostrar carros elétricos ou híbridos. Ao lado do GLA, uma das principais estrelas do salão e da Mercedes, o Classe B Electric Drive e o S500 Plug-In Hybrid chamavam atenção por suas propostas ambientalmente elogiáveis.

Desenvolvido em parceria com a norte-americana Tesla, o monovolume estreia primeiro nos EUA, no próximo mês, prometendo autonomia de 200 km e “preço competitivo”, como definiu Thomas Weber, vice-presidente de pesquisa e desenvolvimento da marca.

Mercedes-Benz S500 Hybrid (Foto: Ralph Orlowski/AP)Mercedes-Benz S500 Hybrid tem motor
3.0 V6 turbo associado a propulsor elétrico
(Foto: Ralph Orlowski/AP)

Já o sedã S500 traz motor 3.0 V6 turbo e um propulsor elétrico para alcançar a média de 33 km/l e ser uma das referências em luxo e economia.

A Audi fez a estreia oficial o A3 e-tron, híbrido do tipo plug-in (que pode ser carregado em tomada comum) que poderá ser encomendado a partir do 1º semestre do ano que vem, na Europa. Dados da fabricante apontam consumo de até 66 km/l e autonomia do motor elétrico de até 50 km. Preço: 37 mil euros.

Se a Audi tem o A3 e-tron, a Volks “rebate” a colega com o e-Golf, baseado na mesma plataforma. Mas o modelo “verde” mais acessível da marca, no entanto, é o e-Up: por 26,9 mil euros, já à venda na Europa.

Volkswagen Up! elétrico (Foto: Michael Probst/AP)Volkswagen Up! elétrico (Foto: Michael Probst/AP)

VEJA MAIS FOTOS DO SALÃO DE FRANKFURT 2013:

Fonte G1

 
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Publicado por em 21 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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Brasil lidera tempo de uso de tablets e smartphones, diz pesquisa

Segundo levantamento, brasileiro fica em média 84 minutos por dia com smartphone, enquanto que média mundial é de 74 minutos. O Brasil lidera o tempo de uso de smartphones e tablets no mundo, aponta uma pesquisa feita em conjunto pelo CONECTA e pela Worldwide Independent Network of Market Research (WIN).

De acordo com o levantamento, o brasileiro passa em média 84 minutos por dia mexendo no smartphone contra uma média mundial de 74 minutos. Apesar das telas maiores, os tablets não atraem as pessoas por mais tempo: o brasileiro fica 79 minutos por dia nos gadgets com telas a partir de 7 polegadas enquanto que a média mundial registrada pelo estudo é de 71 minutos.

Mesmo com esses números e tendo duplicado a penetração de smartphones entre 2011 e 2012, indo de 9% para 18%, o Brasil continua longe da média mundial registrada no último ano: 48%. 

Até então com poucas opções no mercado, a Amazon desembarcou por aqui com sua loja virtual e o Kindle em dezembro de 2012, os e-readers ainda são presença muito tímida em território nacional. Segundo a pesquisa, apenas 1% dos brasileiros possuem um aparelho desse tipo; a média global é de 12%.

A pesquisa entrevistou um total de mil internautas acima de 16 anos no Brasil, por meio do painel CONECTAí, realizado entre novembro e dezembro de 2012. Além disso, o levantamento ouviu um total de 54 mil entrevistas em 54 paíss do mundo todo.

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Publicado por em 21 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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iPhone lidera preferência no ambiente corporativo

Embora os dispositivos Android tenham maior quota do mercado mundial, os dispositivos iOS continuam a ser dominantes no segmento corporativo

Embora os dispositivos Android tenham maior quota do mercado mundial, os dispositivos iOS continuam a ser dominantes nas empresas. Estatísticas da empresa de compartilhamento de arquivos Egnyte sugerem que o lançamento do iPhone 5 está ajudando a ampliar esta liderança, mesmo diante da boa fase da Samsung, maior fabricante de dispositivos Android.

No mês passado, a Good Technology compartilhou estatísticas mostrando que mais de três quartos dos novos dispositivos ativados no último trimestre de 2012 foram idevices – incluindo todos os cinco melhores gadgets.

Na semana passada, a Egnyte cedeu para a CITEworld novas estatísticas, de aproximadamente 100 mil clientes. A empresa também compartilhou algumas dessas estatísticas com TechCrunch, anteriormente). Confira, abaixo um recorte das sessões da Egnyte, por dispositivo, ao longo de 2012 (primeira coluna) e nos dois primeiros meses de 2013 (segunda coluna).

Este gráfico mostra a porcentagem de
sessões de cada tipo de dispositivo móvel

A parte mais interessante disso é que mais usuários estão acessando arquivos com seus iPhones – um total de 48% das sessões em 2013 foram sessões iPhone, contra 42% em todo o ano de 2012. A razão para isso, ao que parece, é que um monte de usuários antigos do iPhone mudaram para um modelo mais novo no Natal – o que explica o crescimento do iPhone 5 e iPhone 4S – e estão usando esses dispositivos para o trabalho também.

O Android caiu no geral, mas a Samsung está emergindo como líder lá, com o Galaxy S e Galaxy Note, bom desempenho em 2013.

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Publicado por em 18 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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