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Empresa de ‘Angry Birds’ lança jogo que lembra ‘Flappy Bird’

'Retry' é game da Rovio inspirado em 'Flappy Bird' (Foto: Divulgação/Rovio)‘Retry’ é game da Rovio inspirado em ‘Flappy Bird’ (Foto: Divulgação/Rovio)

A empresa por trás do jogo de sucesso “Angry Birds”, a finlandesa Rovio, lançou um jogo que tenta embarcar na onda do sucesso de “Flappy Bird”, jogo que seu criador retirou do ar “porque se tornou viciante”. “Retry” tem uma mecânica similar ao título, trazendo um pequeno avião que deve ser controlado em um corredor de obstáculos sem tocar em nada.

O jogo está disponível para download nas lojas virtuais App Store da Apple na Finlândia, no Canadá e na Polônia.

Com o visual inspirado nos jogos da geração 8-bit dos videogames, “Retry” ganha este nome por conta do alto nível de dificuldade, que fará o jogador tentar jogar novamente por diversas vezes.

No controle do avião que dá diversas voltas pelo ar, o jogador deve atravessar os obstáculos na tentativa de fazer mais pontos do que seus amigos. Há um ranking entre contatos e entre jogadores de todo o mundo.

Ainda não há previsão de lançamento do game para outros mercados, mas como está em teste em três países, deve ser chegar em todo o mundo em breve.

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Publicado por em 7 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Artista nu lembra 1ª decapitação da estátua da ‘Pequena Sereia’

O artista Uwe Max Jensen ficou nu com um balde na cabeça em frente à estátua da Pequena Sereia em Copenhague, na Dinamarca, nesta sexta-feira (25), durante uma apresentação para marcar o 50º aniversário da “decapitação da sereia”.

Uwe Max Jensen ficou nu com um balde na cabeça em frente à estátua da Pequena Sereia em Copenhague (Foto: Thomas Lekfeldt/Scanpix Denmark/AP)Uwe Max Jensen ficou nu com um balde na cabeça em frente à estátua da Pequena Sereia em Copenhague (Foto: Thomas Lekfeldt/Scanpix Denmark/AP)

Em 25 de Abril de 1964, a cabeça da estátua foi arrancada e roubada por um grupo de artistas. A cabeça acabou nunca mais recuperada e uma nova precisou ser confeccionada.

Essa foi uma das diversas vezes em que a estátua foi vandalizada. Mesmo assim, ela continua com símbolo da capital dinamarquesa.

A pequena escultura de bronze, que é inspirada na obra de Hans Andersen, fica em uma rocha no porto de Copenhague.

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Publicado por em 30 de abril de 2014 em Tecnologia

 

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Projeção na Hungria contra energia nuclear lembra tragédia de Fukushima

Organização Greenpeace projeta nome Fukushima e logomarca que representa o uso de energia nuclear no prédio do Parlamento húngaro, em Budapeste (Foto: MTI, Balazs Mohai/AP)Organização Greenpeace projeta nome Fukushima e logomarca que representa o uso de energia nuclear no prédio do Parlamento húngaro, em Budapeste (Foto: MTI, Balazs Mohai/AP)

Ativistas da organização ambiental Greenpeace projetaram na madrugada desta terça-feira (11) no edifício do Parlamento da Hungria, em Budapeste, o nome da cidade de Fukushima e o símbolo usado pela ONG que remete ao uso de energia nuclear.

A ação lembra os três anos de um dos maiores desastres nucleares da história, ocorrido em março de 2011, quando a planta energética instalada em Fukushima sofreu danos graves após ser atingida por um terremoto, que gerou um tsunami.

Depois do acidente nuclear, 200 mil pessoas foram retiradas de localidades próximas da central de energia e 50 mil delas continuam sem poder voltar para seus lares em um raio de entre 10 e 20 km ao redor da usina.

Em todo o Japão, aproximadamente 267 mil pessoas ainda vivem em alojamentos temporários, mais da metade dos 470 mil que tiveram que deixar suas casas há três anos devido ao tsunami, o terremoto e o acidente nuclear.

No total, o terremoto e o tsunami causaram 15.884 mortos e 2.633 desaparecidos, segundo os últimos dados da Agência Nacional de Polícia.

Ação lembra os três anos do desastre de Fukushima, acidente nuclear provocado pelo terremoto e tsunami que atingiram o Japão em março de 2011 (Foto: MTI, Balazs Mohai/AP)Ação lembra os três anos do desastre de Fukushima, acidente nuclear provocado pelo terremoto e tsunami que atingiram o Japão em março de 2011 (Foto: MTI, Balazs Mohai/AP)

Fonte G1

 
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Publicado por em 13 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Rússia lembra 70 anos do fim do cerco nazista a Leningrado

São Petersburgo lembra nesta segunda-feira (27) o 70º aniversário da ruptura do trágico cerco às tropas nazistas à então cidade de Leningrado, um dos episódios mais traumáticos da Segunda Guerra Mundial, que entre 1941 e 1944 matou pelo menos 1 milhão de pessoas.

O presidente russo, Vladimir Putin, natural da cidaden (que desde 1991 é chamada São Petersburgo) depositou um buquê de flores em uma das valas comuns de um dos quatro cemitérios da cidade e lembrou que lá foi enterrado seu irmão, que não chegou a conhecer já que morreu bebê, vítima do cerco em 1942, dez anos antes de o presidente nascer.

Pouco antes, Putin colocou outra oferenda floral em um lugar nos arredores da cidade conhecido como “a praça do Neva” (às margens do rio homônimo), onde seu pai lutou contra as tropas alemãs que avançavam rumo à cidade.

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, deposita flores em uma das valas comuns do cemitério de Piskaryovskoye, onde a maior parte das vítimas do cerco a Leningrado (hoje São Petersburgo) foi enterrada durante a Segunda Guerra Mundial (Foto: RIA Novosti Kremlin/Mikhail Klimentyev/Presidential Press Service/AP)O presidente da Rússia, Vladimir Putin, deposita flores em uma das valas comuns do cemitério de Piskaryovskoye, onde a maior parte das vítimas do cerco a Leningrado (hoje São Petersburgo) foi enterrada durante a Segunda Guerra Mundial (Foto: RIA Novosti Kremlin/Mikhail Klimentyev/Presidential Press Service/AP)

“Nosso dever é que nada seja esquecido, nunca. Que nada se perca, que tanto o povo de nosso país como o do exterior lembrem essa tragédia, a virilidade e a heroicidade do povo soviético e dos leningradenses”, disse Putin em um encontro com veteranos da Grande Guerra Pátria, como é conhecida na Rússia a etapa soviética da Segunda Guerra Mundial.

O presidente lembrou que em apenas quatro meses, entre o fim de 1941 e o início de 1942, morreram na cidade 360 mil pessoas, equivalente a quase todas as vítimas mortais que sofreu o Reino Unido durante toda a Segunda Guerra Mundial.

“Imagine que diferença entre o número de vítimas que depositou sobre o altar da vitória o povo soviético e outros países do mundo”, destacou Putin.

O exército nazista, que invadiu a União Soviética em 22 de junho de 1941, fechou o cerco em torno de Leningrado em 8 de setembro do mesmo ano e o manteve durante 900 dias e noites, até que o Exército Vermelho conseguiu rompê-lo em 27 de janeiro de 1944.

O propósito de Hitler era apagar a cidade da face da Terra, mas ela resistiu e sobreviveu, mesmo com o preço de 1 milhão de vidas de seus habitantes e defensores, vítimas dos bombardeios, a fome, as doenças e o frio.

Apanhados pela invasão nazista, os dirigentes comunistas da cidade não prepararam devidamente sua defesa e não fizeram reservas de alimentos, por isso a fome se apoderou de Leningrado um mês depois que o cerco foi fechado.

Com o inimigo chegando à cidade, dezenas de milhares de civis foram mobilizados para erguer fortificações e formar milícias populares, que mal tinham armas: eram enviadas à frente com um fuzil para cada 30 homens, sob o lema patriótico “A arma a conseguirás em combate”.

Fome e canibalismo
Cerca de 20 mil pessoas morreram ao defender a cidade e outras 10 mil, em ataques a bomba, mas foram a fome e o inverno, com temperaturas de 40 graus abaixo de zero, os que mais estragos causaram entre os moradores.

Um relatório da inteligência nazista assinalava em fevereiro de 1942 que a média de civis mortos era de “entre 2 mil e 3 mil pessoas por dia”, e outro soviético confirmava em março que “morrem por dia entre 3.200 e 3.400 pessoas”.

Na cidade, onde a porção diária de pão foi nos piores momentos de apenas 125 gramas, o impacto da fome era tão grande que muitos moradores passaram a aceitar o canibalismo, segundo documentos da época ocultados pela propaganda soviética mas abertos posteriormente a historiadores.

A falta de alimentos foi tão dramática que os pais não deixavam seus filhos saírem sozinhos à rua ou seriam sequestrados por grupos de criminosos que depois vendiam a carne humana.

“Já comem carne humana, que se consegue no mercado”, dizia um relatório secreto escrito em 23 de fevereiro de 1942 ao líder comunista de Leningrado, Andrei Zhdánov.

As autoridades da cidade se viram obrigadas a criar uma divisão especial para combater o canibalismo, com um saldo de 600 condenados em fevereiro de 1942 e mais de mil em março, segundo documentos reproduzidos por Izvestia.

Alguns cálculos realizados por historiadores graças a documentos secretos da época indicam que até 2,3 milhões de habitantes foram sepultados em valas comuns cavadas durante o bloqueio nos quatro cemitérios de Leningrado.

Fonte G1

 
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Publicado por em 28 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Da série: episódios que ninguém lembra

Fonte: ahnegao.com.br

 
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Publicado por em 21 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Gorila é fotografado no México em pose que lembra cantor de ópera

12/01/2014 10h00 – Atualizado em 12/01/2014 10h00

O gorila chamado 'Bantu' foi fotografado em uma pose que lembrava um cantor de ópera. A cena foi registrada no zoológico de Chapultepec, na Cidade do México, na quinta-feira (9) (Foto: Omar Torres/AFP)O gorila chamado ‘Bantu’ foi fotografado em uma pose que lembrava um cantor de ópera. A cena foi registrada no zoológico de Chapultepec, na Cidade do México, na quinta-feira (9) (Foto: Omar Torres/AFP)

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Publicado por em 14 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Procissão lembra mortos pelo supertufão Haiyan nas Filipinas

Católicos filipinos sobem em carro para tentar tocar a imagem do Nazareno Negro, nesta quinta-feira (9), em Manila (Foto: Bullit Marquez/AP)Católicos filipinos sobem em carro para tentar tocar em imagem do Nazareno Negro, nesta quinta-feira (9), em Manila (Foto: Bullit Marquez/AP)

Católicos filipinos realizaram nesta quinta-feira (9) uma procissão para celebrar a festa do Nazareno Negro na capital, Manila.

Centenas de milhares de fiéis iniciaram a procissão, que celebra uma antiga estátua de Jesus Cristo.

Este ano, as orações foram parcialmente dirigidas às vítimas do tufão Haiyan, que devastou a região central do país no ano passado e deixou mais de 6 mil mortos e quase 1.800 desaparecidos.

Fiéis participam de missa campal nesta quinta-feira (9) em Manila, capital das Filipinas (Foto: Bullit Marquez/AP)Fiéis participam de missa campal nesta quinta-feira (9) em Manila, nas Filipinas (Foto: Bullit Marquez/AP)

Fonte G1

 
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Publicado por em 10 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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