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Caricaturas de líderes da China são destaques em festival de desenhos

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Publicado por em 1 de maio de 2014 em Brasil

 

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Filipinas capturam um dos líderes políticos de guerrilha comunista

As autoridades das Filipinas capturaram um dos líderes políticos da guerrilha comunista, acusados de vários ataques e do bloqueio das negociações de paz, informou neste domingo (23) a imprensa local.

Forças policiais interceptaram um veículo na cidade de Carcar, província de Cebu, por onde viajava o líder insurgente Benito Tiamzon, chefe do Partido Comunista das Filipinas, considerado ilegal, e sua mulher, declarou o diretor das Forças Armadas, Emmanuel Bautista.

Ele qualificou a detenção como “uma vitória do trabalho conjunto das autoridades para conseguir a paz e segurança” do país.

Tiamzon é acusado de ordenar ataques contra plantações, minas, empresas de telecomunicação e construtoras, e de pedir um imposto revolucionário para custear a guerrilha, explicaram as fontes militares.

O NEP, braço armado do Partido Comunista das Filipinas, tem cerca de seis mil combatentes regulares e há 45 anos está em armas contra as o governo, um conflito que já causou cerca de 30 mil mortes.

Fonte G1

 
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Publicado por em 24 de março de 2014 em Brasil

 

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Vice-presidente dos EUA encontra líderes bálticos e promete apoio

O vice-presidente dos EUA, Joe Biden, se reuniu nesta quarta-feira com os líderes da Lituânia e da Letônia, como parte de uma rápida viagem destinada a tranquilizar aliados bálticos preocupados com as consequências da assertividade russa na região.

Esses países criticaram o governo russo por anexar a península ucraniana da Crimeia, e a Casa Branca disse estar preparando uma nova rodada de sanções a Moscou por causa disso.

A visita de Biden busca tranquilizar países como Polônia e os bálticos sobre o compromisso da Otan de proteger seus aliados. Estônia, Letônia, Lituânia (antigas repúblicas soviéticas do mar Báltico) e a Polônia são países integrantes da União Europeia e da Otan (aliança militar ocidental). Já a Ucrânia não participa desses blocos.

Biden disse na segunda-feira ao presidente estoniano, Toomas Hendrik Ilves, que os EUA podem reordenar suas forças na região a fim de conduzir exercícios terrestres e navais e missões de treinamento. Washington também reforçou sua frota de caças voltados para a patrulha do espaço aéreo sobre a região do Báltico.

Biden também se reuniu com os presidentes da Lituânia, Dalia Grybauskaite, e da Letônia, Andris Berzins, no palácio presidencial lituano. Grybauskaite descreveu a visita de Biden como “simbólica”. “A situação é alarmante”, disse ela no começo da reunião.

Jovita Neliupsiene, assessora de política externa da presidente lituana, disse que as conversas seriam abrangentes. “Vamos falar sobre quais medidas devem ser tomadas para garantir a segurança na região. Não nos referimos apenas a medidas de segurança nacional ou militares, mas também de energia e segurança cibernética, que devemos tomar juntos”, afirmou ela a uma TV.

Os países bálticos se preocupam não só com as intenções da Rússia, mas também como o impacto econômico das tensões caso Moscou retalie com sanções comerciais ou corte do fornecimento de gás natural.

Na semana passada, a Rússia suspendeu as importações de alimentos pelo principal porto lituano, Klaipeda, o que empresas locais viram como uma forma de pressão política por parte de Moscou

O ministro letão de Finanças disse na segunda-feira que a UE deve compensar os países que forem eventualmente prejudicados por sanções contra a Rússia.

Fonte G1

 
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Publicado por em 20 de março de 2014 em Brasil

 

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Putin e líderes da Crimeia assinam acordo de incorporação à Rússia

O presidente russo, Vladimir Putin, e dois líderes da Crimeia assinaram nesta terça-feira (18) um acordo para tornar a República Autônoma parte da Rússia.

O tratado foi assinado no Kremlin dois dias após o povo da Crimeia aprovar em um referendo a separação da Ucrânia e a reunificação com a Rússia. O referendo foi condenado por Kiev, pela União Europeia e pelos Estados Unidos, que o consideraram ilegítimo.

“Proponho à Assembleia federal (as duas câmaras do Parlamento russo) que adote uma lei para incorporar na Federação da Rússia duas novas entidades, a Crimeia e a cidade de Sebastopol”, declarou em um discurso no Kremlin perante os representantes das duas câmaras do Parlamento, os governadores e os membros do governo russo, ao fim do qual assinou um acordo sobre a incorporação da península.

“A República da Crimeia se considera parte da Federação Russa a partir da assinatura do acordo”, afirmou o Kremlin.

Apesar de o documento ter entrado imediatamente em vigor, os parlamentares russos deverão ratificar uma lei que inclua na Federação Russa duas novas entidades, a Crimeia e a cidade de Sebastopol, que tem um status particular. A data da ratificação, uma simples formalidade, não foi anunciada.

A Ucrânia respondeu dizendo que não reconhecerá jamais a incorporação da Crimeia à Rússia. “Não reconhecemos e não reconheceremos nunca a chamada independência e o que foi chamado de acordo para incorporação da Crimeia à Rússia”, declarou o porta-voz da diplomacia de Kiev, Evguen Perebyinis.

Reino Unido, Polônia e França também condenaram a medida e disseram não reconhecer a assinatura do tratado.

arte cronologia ucrânia 17.03 (Foto: Arte/G1)

Discurso em Moscou
Mais cedo, em discurso inflamado ao Parlamento russo, Putin que o referendo foi feito de acordo com os procedimentos democráticos e com a lei internacional, e que a Crimeia “sempre foi e sempre será parte da Rússia”.

“A questão da Crimeia tem uma importância vital, uma importância histórica para todos nós”, afirmou o presidente russo após ser recebido com aplausos no Parlamento. “Nos corações e mentes das pessoas, a Crimeia sempre foi e permanece como uma parte inseparável da Rússia. Esse comprometimento, baseado na verdade e na justiça, é firme, foi passado de geração em geração.”

Putin se apoiou no resultado do referendo – no qual a reunificação foi aprovada com 96,8% dos votos -, assim como na história da Crimeia, para justificar suas medidas, e se referiu aos valores comuns que a península que hoje faz parte da Ucrânia compartilha com a Rússia.

“Na Crimeia estão os túmulos dos soldados russos, e a cidade de Sebastopol é a pátria da Frota do Mar Negro.”

Putin disse que Moscou não podia deixar sem resposta o desejo da Crimeia de se incorporar à Rússia, o que “teria sido uma traição”. “Não podíamos deixar sem resposta a petição da Crimeia e de seu povo. Não ajudar a Crimeia teria sido uma traição.

O presidente russo também condenou as “ditas” autoridades da Ucrânia, afirmando que elas conduziram um golpe de Estado e farão tudo para permanecer no poder.

“Aqueles que estão por trás dos eventos recentes, eles preparam um golpe de estado, mais um. Eles planejaram tomar o poder. Terror e assassinatos foram usados”, afirmou, chamando os integrantes do novo governo de Kiev de “nacionalistas, neonazistas, russofóbicos e antissemitas.”

O chefe de Estado russo também criticou a influência internacional, afirmando que os países ocidentais “ultrapassaram a linha” no caso, atuando de maneira não profissional e irresponsável. Segundo ele, a política externa dos Estados Unidos é ditada não pelas leis internacionais, mas pelo “direito do mais forte”.

O presidente russo disse que seu país não quer mais divisões na Ucrânia, e que nunca irá buscar incitar confrontos com os outros países – mas lutará para defender seus interesses.

“Não acreditem naqueles que tentam assustá-los com a Rússia e que afirmam que outras regiões vão seguir a Crimeia. Nós não queremos uma divisão da Ucrânia, não precisamos disso.”

Putin ainda disse ver as ameaças do Ocidente com sanções contra a Rússia como uma “agressão” e garantiu que haverá retaliações.

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Fonte G1

 
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Publicado por em 18 de março de 2014 em Brasil

 

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EUA vão interromper espionagem de líderes aliados, promete Obama

O presidente dos EUA, Barack Obama, chega para falar sobre as mudanças na espionagem americana nesta sexta-feira (17) (Foto: AFP)O presidente dos EUA, Barack Obama, chega para falar sobre as mudanças na espionagem americana nesta sexta-feira (17) (Foto: AFP)

O presidente dos EUA, Barack Obama, anunciou nesta sexta-feira (17) uma série de reformas nos programas de inteligência dos EUA, após o caso dos vazamentos feitos pelo ex-consultor Edward Snowden.

Obama anunciou que as agências de inteligência vão interromper a prática de espionar as comunicações de dezenas de líderes internacionais considerados “amigos e aliados” dos EUA.

“Deixamos claro à comunidade de inteligência que, ao menos que exista um urgente propósito de segurança nacional, não vamos monitorar as comunicações de chefes de Estado e de governo entre nossos mais próximos amigos e aliados”, disse em discurso no Departamento de Justiça, em Washington.

No entanto, Obama afirmou que a inteligência americana vai continuar coletando informações sobre as “intenções” de outros governos, e os EUA não vão “pedir desculpas” pelo fato de sua inteligência ser mais eficiente.

Privacidade
Obama classificou as mudanças anunciadas nesta sexta como as mais profundas desde que ele assumiu o governo.

Elas diminuem o poder da NSA (Agência de Segurança Nacional) e outros órgãos de inteligência, em respeito à proteção das liberdades civis, mas mantêm a coleta de informações.

As medidas anunciadas também prevêem o fim do armazenamento, por parte do governo, de uma enorme quantidade de dados telefônicos, os chamados metadados. Obama anunciou que vai pedir que seja desenvolvido um método alternativo para estocar essa informação.

Obama ressaltou que é necessária uma nova abordagem do tema.

“Por isso, ordenei uma transição que eliminará o programa de coleta de metadados como existe atualmente, a Seção 215, e criar um mecanismo que preserve as capacidades que temos sem que o governo mantenha esses metadados”, completou.

Ele reiterou que a coleta de metadados não significa que o conteúdo dos telefonemas seja vasculhado pelas agências de inteligência. Segundo ele, a partir de agora, o acesso ao conteúdo desses telefonemas terá que ser aprovado por tribunais secretos.

“Acredito que os críticos estão certos quando apontam que sem salvaguardas este tipo de programa pode ser usado para conseguir mais informações sobre nossas vidas privadas, e abrir a porta para programas de coleta de dados mais intrusivos”, disse.

O presidente orientou o secretário de Justiça, Eric Holder, e a própria NSA a apresentarem em 60 dias uma alternativa para armazenar esses dados.

No entanto, o mandatário americano deixou claro que a retenção de dados telefônicos pode se tornar uma ferramenta vital para que os mecanismos de inteligência detectem contatos entre “suspeitos de terrorismo”, e que, por isso, deve continuar.

Requisição de dados
Segundo Obama, os provedores de serviços de comunicação terão de dar mais informações aos seus usuários sobre requisições de dados feitas pelos órgãos do governo americano.

As reformas também vão incluir novas regras para o uso das Cartas de Segurança Nacional, que obrigam empresas a fornecer informações ao governo sem saberem o motivo da investigação. Obama disse que, no futuro, o segredo dessas cartas vai terminar em um determinado período, a menos que o governo demonstre a necessidade de manter as informações secretas.

Obama também prometeu aos cidadãos estrangeiros mais proteção em relação à possível coleta de seus dados, disse que os EUA “não estão espionando pessoas comuns” fora do país e negou que a espionagem americana tenha objetivos comerciais.

“Considerando o poder único do Estado, não é suficiente que os líderes digam: ‘Confiem em nós, não vamos cometer abusos com os dados que coletamos'”, disse Obama.

Obama também pedirá ao Congresso que estabeleça uma comissão externa de defensores da privacidade para o tribunal responsável por monitorar atividades de inteligência.

Contra o terrorismo
O democrata voltou a defender as práticas de espionagem do governo, que, segundo ele, são essenciais para prevenir ataques terroristas, proteger as tropas americanas e evitar crimes, inclusive virtuais.

Segundo Obama, diante disso, é impossível “desarmar unilateralmente” as agências de inteligência. Ele reiterou que é necessário equilibrar o respeito à privacidade com as necessidades de segurança.

O presidente americano também voltou a criticar o vazamento de informações, feitas pelo ex-consultor Snowden, afirmando que “vai levar anos” até o país entender as consequências.

Segundo Obama, a divulgação de dados secretos permitiu que os inimigos agora saibam quais são os métodos de  monitoramento usados pelo país.

Ex-técnico da CIA Edward Snowden divulgou documentos secretos (Foto: The Guardian/AP)Edward Snowden (Foto: The Guardian/AP)

Obama disse que os governos não são o único risco à privacidade dos usuários, lembrando que as grandes corporações também se valem de informação online, com fins comerciais.

Vazamentos
As mudanças anunciadas por Obama nesta sexta foram estimuladas pelos vazamentos de informações feitos, ao longo do último ano, por Snowden.

Snowden, um ex-contratado da NSA e agora exilado na Rússia, divulgou por meses nos meios de comunicação internacionais denúncias sobre a espionagem americana de líderes de outros países, como a presidente do Brasil, Dilma Rousseff, e a chanceler da Alemanha, Angela Merkel. O Palácio do Planalto brasileiro e o Itamaraty informaram que não comentarão espionagem dos EUA.

As revelações enfureceram os aliados de Washington, envergonharam a Casa Branca e escandalizaram legisladores e ativistas do direito à privacidade.

O governo americano assegura que a informação que reúne é usada apenas para localizar suspeitos de terrorismo e que as autoridades não ouvem ligações telefônicas pessoais.

Em dezembro, um painel de cinco especialistas escolhidos por Obama formulou 46 recomendações para mudanças, muitas delas focadas no programa ultrassecreto de coleta de dados das chamadas telefônicas feitas no país.

O conjunto de propostas do presidente americano representa um compromisso entre as exigências dos defensores das liberdades civis, que consideram inconstitucional a coleta de dados, e as resistências a qualquer mudança na comunidade de inteligência.

Ativista protesta contra a espionagem, nesta sexta-feira (17), em frente ao prédio do Departamento de Justiça dos EUA, em Washington (Foto: AFP)Ativista protesta contra a espionagem, nesta sexta-feira (17), em frente ao prédio do Departamento de Justiça dos EUA, em Washington (Foto: AFP)

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Publicado por em 22 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Exército da Tailândia aceita dialogar com líderes da oposição

Os comandantes do poderoso Exército da Tailândia concordaram nesta quinta-feira (12) em se reunir no fim de semana com o líder do movimento que busca derrubar a primeira-ministra, Yingluck Shinawatra, aprofundando assim as incertezas sobre o futuro político imediato do país.

A primeira-ministra convocou eleições antecipadas para 2 de fevereiro, mas isso não satisfez os opositores. Eles defendem que uma liderança não eleita assuma o governo do país, cientes de que um pleito teria provavelmente como resultado um outro governo controlado por Thaksin Shinawatra, o polêmico irmão bilionário da premiê.

As Forças Armadas divulgaram um comunicado no fim desta quinta-feira dizendo que haviam convidado o líder dos protestos de oposição, Suthep Thaugsuban, para se juntar aos chefes do Exército, da Marinha e da Força Aérea num seminário no sábado com o objetivo de “achar uma saída para a Tailândia”. Outros “interessados” também participariam, mas o texto não entrou em detalhes.

Os militares têm procurado se manter oficialmente neutros no conflito, mas Suthep vinha tentando envolver os generais nos seus discursos diários transmitidos pela TV, quando ele pedia para as Forças Armadas tomarem partido na disputa.

Para os manifestantes, Yingluck é uma marionete de Thaksin, o magnata que continua no centro da política tailandesa, apesar de ter sido derrubado num golpe militar em 2006 e ter fugido do país. Os opositores querem que a família inteira se junte a Thaksin no exílio. Eles os acusam de corrupção e de usar dinheiro público para comprar o apoio da população rural pobre.

O comportamento dos militares na disputa têm sido objeto de atenção, uma vez que eles têm apoiado nos últimos anos os inimigos de Thaksin na elite de Bangcoc.

Ainda é cedo para dizer se a decisão dos militares de se encontrar com Suthep é um sinal de apoio ao movimento de oposição ou um esforço deles para se apresentarem como mediadores do conflito.

O encontro pode ser o que Suthep precisava para reanimar os seus simpatizantes. O número de manifestantes nas ruas tem caído nesta semana. O líder opositor tem proposto muito pouco em termos de políticas de governo.

A premiê Yingluck tem se recusado a renunciar. A polícia tem agido de forma comedida, e simpatizantes do governo têm ficado longe das manifestações de oposição para evitar enfrentamentos e um possível pretexto para os generais intervirem.

Fonte G1

 
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Publicado por em 2 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Pepeu Gomes, Sepultura, Frejat: veja líderes de presença no Rock in Rio

Nunca houve Rock in Rio no Brasil sem show de Pepeu Gomes. Ele lidera a lista feita pelo G1 de campeões de participação no festival (veja abaixo). A compilação não considera as edições em Portugal e na Espanha e já inclui a escalação de 2013.

Pepeu sempre cantou acompanhado no Rock in Rio. Ele tocou no primeiro dia da história do festival, 11 de janeiro de 1985, com Baby do Brasil (então Baby Consuelo). Em 1991, fez duo com Moraes Moreirax e dez anos depois, com Armandinho. Em 2011 foi a vez de Monobloco. Agora volta a se encontrar com Moraes, além de Roberta Sá.

Vice-campeões
Atrás de Pepeu na lista estão bandas e cantores que só faltaram a uma edição do evento. O ex-colega de Novos Baianos Moraes Moreira está no páreo. Ele se ausentou apenas em 2011, assim como Elba Ramalho. Duas das maiores bandas de rock do Brasil, Capital Inicial e Sepultura, faltaram à edição de 1985, mas emplacaram em todas as seguintes. Frejat foi escalado em 1985 e 2001 com o Barão Vermelho e em 2011 e 2013 na carreira solo.

CINCO VEZES

Pepeu Gomes

Da esquerda, no sentido horário, Pepeu Gomes no Rock in Rio 1985, 1991, 2001 e 2001. Ele é o artista que mais fez shows na edição brasileira do festival (Foto: Arquivo/Estadão Conteúdo, Ana Carolina Fernandes/Estadão Conteúdo, Milton Michida/Estadão Conteúdo, Alexandre Durão/G1)Da esquerda, no sentido horário, Pepeu Gomes no Rock in Rio 1985, 1991, 2001 e 2001. Escalado para 2013, Pepeu é o artista que mais fez shows na edição brasileira do festival (Foto: Arquivo/Estadão Conteúdo, Ana Carolina Fernandes/Estadão Conteúdo, Milton Michida/Estadão Conteúdo, Alexandre Durão/G1)

QUATRO VEZES

Capital Inicial

Capital Inicial no Rock in Rio (da direita para a esquerda) em 1991, 2001 e 2011 (Foto: Jonas Cunha/Estadão Conteúdo, Fabio Motta/Estadão Conteúdo e Flavio Moraes/G1)Capital Inicial no Rock in Rio. Da direita para a esquerda, Dinho aparece no palco principal das edições de 1991, 2001 e 2011. A banda também vai tocar em 2013 (Foto: Jonas Cunha/Estadão Conteúdo, Fabio Motta/Estadão Conteúdo e Flavio Moraes/G1)

Elba Ramalho

Elba Ramalho no Rock in Rio (da esquerda para a direita) em 1985, 1991 e 2001 (Foto: Arquivo/Estadão Conteúdo, Ana Carolina Fernandes/Estadão Conteúdo e Milton Michida/Estadão Conteúdo)Elba Ramalho no Rock in Rio (da esquerda para a direita) em 1985, 1991 e 2001. Neste ano, ela canta com Ivo Meirelles e Fernanda Abreu (Foto: Arquivo/Estadão Conteúdo, Ana Carolina Fernandes/Estadão Conteúdo e Milton Michida/Estadão Conteúdo)

Moraes Moreira

Moraes Moreira no Rock in Rio 1991 (esquerda) e 2001 (Foto: Ana Carolina Fernandes/Estadão Conteúdo e Wilton Junior/Estadão Conteúdo)Moraes Moreira no Rock in Rio 1991 (esquerda) e 2001. Ele também esteve na primeira edição do evento, com Pepeu Gomes, e volta a se encontrar com ele em 2013 no Palco Sunset (Foto: Ana Carolina Fernandes/Estadão Conteúdo e Wilton Junior/Estadão Conteúdo).

Sepultura

Sepultura no Rock in Rio 2001 (esquerda) e 2011 (Foto: Miltom Michida/Estadão Conteúdo e Wilton Junior/Estadão Conteúdo)Derrick Green à frente do Sepultura Sepultura no Rock in Rio 2001 (esquerda) e 2011. A banda também tocou em 1991, ainda com Max Cavalera, e volta ao evento para dois shows em 2013 (Foto: Miltom Michida/Estadão Conteúdo e Wilton Junior/Estadão Conteúdo)

Frejat

Frejat no Rock in Rio 2001 (esquerda) e 2011 (Foto: Fabio Motta/Estadão Conteúdo e Wilton Júnior/Estadão Conteúdo)Frejat no Rock in Rio 2001 (esquerda, com o Barão Vermelho) e 2011. Ele também também tocou com o Barão em 1985, e volta em carreira solo em 2013 (Foto: Fabio Motta/Estadão Conteúdo e Wilton Júnior/Estadão Conteúdo)

Fonte G1

 
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Publicado por em 13 de setembro de 2013 em Música

 

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