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Brasil ganha 208,2 mil usuários de banda larga fixa em março

O Brasil encerrou março de 2014 com 22,79 milhões de assinantes de banda larga fixa, adição de 208,2 mil novos usuários na comparação com fevereiro deste ano, informou nesta quarta-feira (7) a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

A Telmex (Claro, Embratel e NET) permaneceu em primeiro lugar em fatia de mercado, com 6,82 milhões de clientes (29,94%), adição de 88,4 mil clientes na comparação com fevereiro.

A Oi ficou em segundo lugar, com 6,56 milhões de clientes (28,79%), adição de 6,3 mil novos clientes em relação ao mês anterior, informou a Anatel.

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Publicado por em 10 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Acessos à internet banda larga no Brasil chegam a 145 milhões

O Brasil terminou o primeiro trimestre de 2014 com 145 milhões de acessos à internet banda larga, de acordo com dados divulgados nesta quarta-feira (30) pela Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil).

O volume total representa um avanço de 51% em relação aos três primeiros meses de 2013. Desde lá, 49,2 milhões de novas conexões via banda larga foram ativadas.

Os aparelhos móveis foram o principal canal de acesso à banda larga móvel. Deles, partiram 123 milhões do total das conexões em fevereiro.

Desse total, 107,5 milhões são de acessos a partir de celulares e smartphones e os outros 15,6 milhões, a partir de terminais de dados (modems de acesso e chips usados para ligação máquina-a-máquina, como as maquinhas de cartão de crédito). Já a banda larga fixa conta 22,5 milhões de acessos em fevereiro.

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Publicado por em 30 de abril de 2014 em Tecnologia

 

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Brasil tem 55ª banda larga fixa mais barata do mundo, mostra pesquisa

O Brasil ficou com a 55ª posição no ranking de menores preços da banda larga fixa no mundo, de acordo com a pesquisa “Measuring the Information Society” (MIS) 2013 sobre os serviços de comunicações em 155 países sobre o ano de 2012, divulgada nesta segunda-feira (7) pela União Internacional de Telecomunicações.

O preço do serviço no Brasil é mais caro que no Uruguai e na Venezuela, que ocupam a 37ª e a 39ª colocação no ranking dos mais baratos, respectivamente.

Segundo a UIT, o brasileiro gasta em média 2% da renda mensal bruta com serviços de internet banda larga. O preço médio da internet banda larga no país é de US$ 17,8, quase R$ 40.

Ranking de preços da banda larga no mundo em 2012

Porcentagem da renda bruta média por pessoa (GNI)

Desenvolvimento
O estudo aponta que o país está na 62ª posição no índice de desenvolvimento em tecnologia da informação e comunicação (IDI), criado pela UIT, tendo um crescimento de 0,41 pontos em um ano. Segundo o estudo, foram constatados avanços tanto em acesso quanto em uso dos serviços de tecnologia da informação e comunicação.

A proporção de casas com computador cresceu de 45% em 2011 para 50% em 2012. As casas com acesso a internet subiram de 38% para 45%, impulsionados pelo Programa Nacional de Banda Larga (PNBL). O plano tem como objetivo levar internet de pelo menos 1 Mbit/s para 40 milhões de brasileiros até 2014.

A penetração da banda larga no Brasil, segundo a UIT, cresceu de 22% em 2011 para 37% em 2012. Segundo dados da consultoria Teleco mencionados no estudo, ao final de 2012, 88% da população brasileira estava coberta por redes de internet móvel 3G.

Ao lado do Brasil, os países que mais tiveram crescimento nos índices de desenvolvimento no setor estão Líbano, Emirados Árabes, Barbados, Omã, Costa Rica, Bielorússia, Estônia, Barein e Israel.

O ranking das Américas da UIT é liderado pelos Estados Unidos e pelo Canadá com o Brasil ocupando a nona posição. O país perde ainda, no continente, para Barbados, Uruguai, Antigua e Barbuda, Chile, Argentina e Costa Rica.

Já o ranking mundial é liderado pela Coreia, seguida por Suíça, Islândia, Dinamarca e Finlândia.

Dados mundiais
De 2008 a 2012, a média do preço do megabit por segundo no mundo caiu de US$ 70,1 para US$ 19,5, segundo o estudo. Nos países em desenvolvimento, o valor caiu de US$ 141 em 2008 para US$ 38,9 em 2012.

O número de países oferecendo internet banda larga com velocidades de 2 Mbit/s ou maior cresceu de 9% em 2008 para 27% em 2012. Cuba é o país com a internet mais cara do mundo, enquanto Macau oferece os serviços mais baratos.

De acordo com a pesquisa, 2,7 bilhões de pessoas em todo o mundo, cerca de 40% da população, acessam a internet. São mais de 750 milhões de casas conectadas.

O mundo tem 6,8 bilhões de contas de celular e 2 bilhões de contas de acesso à internet móvel. 50% da população mundial vive em uma área com cobertura 3G.

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Publicado por em 8 de outubro de 2013 em Tecnologia

 

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GVT começa a oferecer banda larga, TV paga e telefone fixo em São Paulo

A empresa de telecomunicações GVT, conhecida por oferecer serviços rápidos e a preços competitivos, anunciou sua chegada a São Paulo nesta quinta-feira (29).

A companhia oferecerá pacotes de banda larga, TV por assinatura e telefone fixo. Os planos de internet terão velocidade a partir de 25 Mbps (Megabit por segundo), mas também há os de 150 Mbps.

Os pacotes de TV paga contarão com canais em alta definição (HD), além de integração com o YouTube e o Facebook.

Além disso, a empresa oferece o IntaGVT, um serviço interativo de exibição de conteúdo sob demanda.

A operação da GVT começará com um bairro em cada uma das regiões Norte, Leste e Sul da capital paulista. Santana, Tatuapé e Santo Amaro serão as primeiras localidades onde os serviços da empresa serão ofertados.

Em Pinheiros, na Zona Oeste, a companhia prevê que começará a atuar no início de 2014. Segundo a empresa, a expansão é demorada, pois seu modelo de negócio prevê levar até a casa de seus clientes cabos de fibra ótica, que possuem tecnologia para transmitir dados mais rapidamente. Para chegar aos três bairros iniciais, a empresa começou as obras em dezembro de 2012.

No site da companhia, é possível conferir se uma residência está localizada está dentro da cobertura, além de cadastrar o endereço domiciliar para ser avisado quando o serviço estiver disponível.

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Publicado por em 31 de agosto de 2013 em Tecnologia

 

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Vivo, TIM e Oi descumprem metas de banda larga, diz relatório da Anatel

Apesar de não serem obrigadas por lei a cumprir integralmente os contratos com os consumidores, as operadoras de telefonia derraparam e deixaram de atingir algumas metas estabelecidas pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), de acordo com mediação da banda larga móvel e fixa realizada em julho, cujos resultados foram apresentados nesta sexta-feira (30).

Vivo e TIM descumpriram algumas das metas estabelecidas pela agência para a interent móvel, enquanto a Oi falhou em metas fixadas para a banda larga fixa. As outras operadoras, fixas e móveis, Claro, NET, GVT, Algar, aJato, Sercomtel e Cabo Telecom ficaram dentro do esperado.

No critério “velocidade instantânea”, a meta estabelecida por regulamento é de que as teles entreguem, no mínimo, 20% da velocidade contratada para serviços de internet móvel em 95%. A Vivo foi a empresa que mais falhou. Não atingir a meta no Rio, onde obteve êxito em 91,09% das medições, e em São Paulo, onde o índice de sucesso chegou a 93,55%.

“Problemas sistêmicos limitaram o número de medições, o que reduziu a validade estatística dos dados coletados e fez com que dois resultados ficassem muito próximos dos índices previstos pelo órgão regulador”, afirmou a Vivo ao G1, por meio de nota. E completa: “Já foram adotadas medidas corretivas para que os números de agosto reflitam com maior precisão o desempenho da rede da companhia”.

Já a TIM ficou aquém da meta em São Paulo, dentro do aceitável apenas em 89,51% das avaliações.

Em nota, a TIM afirmou que “está avaliando os resultados da medição para banda larga móvel, realizada em julho/13, pela Anatel”. Além disso, a empresa acrescenta que “em relação à taxa de transmissão instantânea, a companhia atingiu a meta em todos os Estados avaliados, exceto em São Paulo, mas esclarece que está investindo constantemente com foco na ampliação e otimização da sua rede”.

Velocidade média para planos acima de 2 Mbps (Megabit por segundo)

Segundo a Anatel, mais de 60 mil voluntários fizeram as medições nos Estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraná e Rio Grande do Norte. Eles também analisaram velocidades para planos com velocidade abaixo dos 2 Mbps e acima desse patamar (Veja quadro ao lado).

O outro critério para avaliar a velocidade é o de “velocidade média”, segundo o qual as operadoras devem entregar no mínimo 60% da velocidade contratada –o valor é a média das velocidades instantâneas medidas ao longo de um mês. Todas as operadoras superaram a meta nessa categoria.

No entanto, algumas suaram para passar. Em São Paulo, a TIM entregou bateu a meta em 65,39% das avaliações; no Rio, TIM e Vivo atingiram, respectivamente, o estabelecido em 66,61% e a 68,87% das medições.

A Oi foi ficou abaixo dos limites no critério de “perda de pacotes”, referente à banda larga fixa. Essa situação ocorre quando um internauta não consegue acessar alguma informação na internet, porque os pacotes de dados que trafegam pela rede não encontram seu destino ou são descartados, devido a uma falha na conexão ou a sua baixa qualidade.

A meta é que a perda não fosse superior a 2% em 85% das medições. No entanto, a Oi atingiu 83,64% no Paraná e 77,72%, no Rio.

A operadora também derrapou em latência, no Rio Grande do Norte. Latência é o tempo entre a ida de um pacote de dados da casa do usuário até os servidores e a volta da informação do servidor ao domicílio. O objetivo era que em 85% das medições esse período de espera não fosse superior a 80 milissegundos. Mas em julho a tele ultrapassou o tempo máximo de resposta e só atingiu a meta em 14% das avaliações.

Em comunicado, a Oi afirma “que vem registrando avanços importantes nos indicadores de qualidade estabelecidos pela Anatel, que têm se apresentado dentro das metas fixadas pelo órgão regulador”. E completa: “a Oi atingiu os seis indicadores em quatro estados – com exceção de três casos pontuais que já foram mapeados e estão sendo cuidadosamente analisados e tratados pela companhia”.

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Publicado por em 30 de agosto de 2013 em Tecnologia

 

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Banda larga no Brasil atinge 110 milhões de acessos em junho

O número de acessos à banda larga no Brasil chegou a 110 milhões em junho, segundo levantamento da Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil) divulgado nesta segunda-feira (26).

Com 31 milhões de acessos ativados nos últimos 12 meses, a banda larga brasileira cresceu 39% em relação a junho de 2012. O avanço estendeu a cobertura da internet rápida a 39% dos domicílios brasileiros.

De acordo com a Telebrasil, desde o começo de 2013, 1,3 nova conexão foi adicionada por segundo.

Em junho, a banda larga fixa representava 21,4 milhões de acessos, enquanto a móvel responde por 88,7 milhões.

As conexões à internet via dispositivos móveis são o carro chefe da internet rápida no país e puxaram a banda larga no Brasil: as conexões por esses dispositivos cresceram 47,6% em 12 meses.

Do total, 73,8 milhões são de conexões de celulares e os outros 14,9 milhões das conexões são de terminais de dados, como modems de internet e aparelhos que fazem ligações do tipo máquina-máquina (M2M), como as leitoras de cartões de crédito.

Segundo um estudo da GSMA (associação internacional das companhias de telecomunicações), o preço da banda larga móvel no Brasil vem crescendo nos últimos anos e se tornou o mais caro da América Latina, em um movimento contrário à tendência de queda nos preços observada na região.

De acordo com informações do Telebrasil, as redes de banda larga de terceira geração estão instaladas em 3.414 cidades, que abrigam 89% da população brasileira. Somente em 2012, 129 municípios receberam o 3G. Já o 4G pode ser utilizado em 32 cidades.

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Publicado por em 28 de agosto de 2013 em Tecnologia

 

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Banda larga no Brasil tem aprovação de 52,2% dos usuários, aponta pesquisa

Dados fazem parte dos primeiros números divulgados pela Anatel e mostram resultados também da telefonia fixa.

Os usuários de banda larga residencial prestada pelas empresas de telefonia fixa estão satisfeitos ou totalmente satisfeitos em 52,2% dos casos. Já 25,9% consideram o serviço prestado regular ou mediano e 21,9% estão insatisfeitos ou totalmente insatisfeitos. Estes são os primeiros resultados da pesquisa nacional de satisfação dos usuários com os serviços de telecomunicações divulgada nesta sexta-feira (19/04) pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). 

Para a elaboração da pesquisa foram ouvidos cerca de 200 mil usuários, que avaliaram os serviços de telefonia (fixa e móvel), TV por Assinatura e banda larga, em categorias como atendimento, tarifas e preços e qualidade das ligações. 

Veja abaixo as principais descobertas do estudo em cada categoria:

Telefonia fixa residencial 

Os resultados mostraram que 46,5% dos usuários estão satisfeitos ou muito satisfeitos, e 40,7% consideram o serviço mediano ou regular. Além disso, 12,8% estão insatisfeitos ou totalmente insatisfeitos. 

Telefonia fixa não residencial 

Os usuários de telefonia fixa não residencial estão satisfeitos ou totalmente satisfeitos em 55,5% dos casos, e 38,8% consideram o serviço prestado regular ou mediano. Apenas 5,7% estão insatisfeitos ou totalmente insatisfeitos.

Dos usuários de banda larga não residencial ou corporativa fornecida por empresas de telefonia fixa, 59% estão satisfeitos ou totalmente satisfeitos com o serviço, e 16,8% estão insatisfeitos ou totalmente insatisfeitos. Já 24,2% o consideram mediano ou regular.

Telefone de uso público .

No caso do telefone de uso público apenas 1,1% consideram o serviço satisfatório, enquanto 48,7% o consideram mediano ou regular e 50,2% estão insatisfeitos ou totalmente insatisfeitos.

O superintendente de Serviços Públicos da Anatel, Roberto Pinto Martins, alerta que, mesmo que o percentual de usuários insatisfeitos (na telefonia fixa) seja menor, eles ainda representam um número alto no universo de assinantes, que chega a 40 milhões.

“Temos que trabalhar para reduzir o número de usuários insatisfeitos com o serviço. E para isso, tanto a Anatel quanto as empresas precisam mergulhar nesse estudo para ver quais são os principais ofensores e trabalhar em cima disso”, disse.  

Martins explicou que a pesquisa não avaliou a qualidade dos serviços, mas a percepção dos usuários sobre a prestação. Os entrevistados atribuíram notas a itens como eficiência dos canais de atendimento das prestadoras, clareza das informações, qualidade das ligações, serviços de manutenção, preços e tarifas.

A empresa que apresentou maior índice de satisfação dos clientes, na telefonia fixa, foi a GVT, com 67,1% de aprovação. A Telefônica teve o menor índice de satisfação: 55,4%

Com base nesses dados, a Anatel deverá adotar medidas que venham ao encontro das demandas dos usuários de telecomunicações. Os dados sobre a telefonia móvel e a televisão por assinatura serão apresentados na próxima semana, em eventos no Recife e em São Paulo.

*Com informações da Agência Brasil

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Publicado por em 20 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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