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Ban Ki-moon chega ao Sudão do Sul para tentar mediar conflito no país

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O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, chegou nesta terça-feira (6) a Juba, a capital do Sudão do Sul, em uma visita de um dia, durante a qual tentará encontrar uma solução política para o atual conflito armado entre as autoridades sul-sudanesas e os rebeldes.

Ban se reunirá com o presidente sul-sudanês, Salva Kiir, para tentar pôr fim à violência, segundo um comunicado da missão da ONU no Sudão do Sul, UNMISS.

O secretário-geral também visitará a sede da UNMISS de Tomping, em Juba, para conhecer em primeira mão a situação dos milhares de civis refugiados nesse complexo.

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, segura uma criança durante um campo de deslocados das Nações Unidas em Juba, no Sudão do Sul, nesta terça-feira (6) (Foto: Andreea Campeanu/Reuters)O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, segura uma criança durante um campo de deslocados das Nações Unidas em Juba, no Sudão do Sul, nesta terça-feira (6) (Foto: Andreea Campeanu/Reuters)

Também se reunirá com os boinas azuis e os funcionários da ONU, para agradecer a proteção oferecida aos civis nessa crise, durante a qual várias sedes da organização internacional foram atacadas.

Durante sua estadia, Ban também manterá encontros com dirigentes da sociedade civil, especialmente representantes das mulheres e de grupos religiosos, acrescentou a nota.

O secretário-geral da ONU pediu, em repetidas ocasiões, que os dirigentes sul-sudaneses encontrem uma solução política e acabem com a violência imediatamente.

As autoridades sul-sudanesas e os rebeldes assinaram um cessar-fogo em Adis Abeba, a capital da Etiópia, em janeiro, mas as duas partes se acusaram mutuamente de violar o acordo e os combates aumentaram nos últimos dias na cidade petrolífera de Bentiu.

A visita de Ban acontece depois que o secretário de Estado americano, John Kerry, fez uma visita surpresa a Juba na sexta-feira passada, onde propôs a formação de um governo de transição e uma reunião entre Kiir, e o líder dos insurgentes, o ex-vice-presidente Riek Machar.

Kerry anunciou essa proposta para resolver a crise sul-sudanesa durante uma reunião com Kiir e ameaçou ambas as partes com sanções caso a mesma não seja aceita.

Também na sexta-feira, as potências ocidentais do Conselho de Segurança da ONU defenderam sanções e um embargo de armas aos dirigentes responsáveis pela crise no Sudão do Sul, uma proposta que foi recebida com o ceticismo por países como a Rússia.

Por sua vez, a alta comissária da ONU para os Direitos Humanos, Navi Pillay, disse recentemente que o Sudão do Sul vive uma deterioração “aguda e drástica”, com várias violações dos direitos humanos e o grande risco de uma crise de fome.

O conflito no Sudão do Sul começou em meados de dezembro do ano passado, quando ocorreram combates entre o Exército e militares insurgentes na capital do país e Kiir acusou Machar de tentar um golpe de Estado.

Desde então, os enfrentamentos continuaram, causando milhares de mortos e colocando o jovem país à beira da guerra civil. O Sudão do Sul conseguiu sua independência do Sudão em julho de 2011.

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Publicado por em 7 de maio de 2014 em Brasil

 

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Ban Ki-moon relata sua preocupação com crise na Ucrânia a Putin

O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, afirmou nesta quinta-feira (20) ao presidente russo Vladimir Putin que se encontra muito preocupado com crise na Ucrânia, depois da anexação da Crimeia por parte da Rússia.

“Como secretário-geral, não posso ocultar que estou profundamente preocupado com a atual situação”, declarou Ban.

Putin, por sua vez, lembrou que a Rússia, como país fundador do organismo mundial, “sempre, de maneira permanente e consequente, respaldou o papel central da ONU” na arena internacional.

Acrescentou que a Rússia avalia altamente os esforços do secretário-geral da ONU na solução das “crises anteriores e as possíveis crises existentes”.

Antes de se reunir com Putin, Ban teve um encontro com o ministro das Relações Exteriores russo, Sergei Lavrov.

Na sexta-feira (21), o secretário-geral estará na Ucrânia para se reunir com o presidente interino, Oleksandr Turchinov; o primeiro-ministro Arseni Yatsenyuk; e outros responsáveis, acrescentou a nota.

Durante sua estadia em Kiev, Ban se encontrará também com membros da missão das Nações Unidas para a supervisão dos direitos humanos na Ucrânia e com personalidades da sociedade civil.

A viagem de Ban é parte de seus esforços diplomáticos para encorajar todas as partes a resolver a atual crise de forma pacífica. Ainda segundo o texto, o secretário-geral insistiu repetidamente em que se alcance uma solução guiada pelos princípios da Carta das Nações Unidas.

A viagem acontece justo depois de a Rússia anexar formalmente a península da Crimeia dois dias depois do referendo realizado no domingo passado, e cuja legalidade foi rejeitada pela Ucrânia e boa parte da comunidade internacional. O Conselho de Segurança das Nações Unidas realizará nesta tarde uma nova reunião para tratar da crise.

O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, é fotografado enquanto conversa com o presidente russo, Vladimir Putin, em visita a Moscou para tratar da crise entre Rússia e Ucrânia (Foto: Sergei Ilnitsky/Reuters)O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, é fotografado enquanto conversa com o presidente russo, Vladimir Putin, em visita a Moscou para tratar da crise entre Rússia e Ucrânia (Foto: Sergei Ilnitsky/Reuters)

Fonte G1

 
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Publicado por em 21 de março de 2014 em Brasil

 

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Ban Ki-moon chega a Cuba e diz estar ‘muito interessado’ em reformas

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, chegou nesta domingo (26) a Cuba, onde vai participar como convidado da 2ª Cúpula da Comunidade de Estados Latino-americanos e do Caribe (Celac), “muito interessado” nas mudanças que acontecem no país e em como as Nações Unidas podem apoiá-las.

“Estou muito interessado no processo de mudança que está acontecendo em Cuba e, por isso, tenho muito interesse em conhecer o que é que estão fazendo e como as Nações Unidas podem apoiar este processo”, afirmou Ban Ki-moon em um breve pronunciamento no aeroporto internacional ‘José Martí’, de Havana.

O secretário-geral da ONU declarou também seu interesse por escutar durante sua estadia na ilha os pontos de vista dos líderes latino-americanos e caribenhos em temas como paz e segurança, direitos humanos e desenvolvimento sustentável.

Ban confirmou que estes dias se reunirá com o presidente cubano, Raúl Castro, ministros e altas autoridades para falar de assuntos relacionados com desenvolvimento, paz, prosperidade e igualdade.

Fonte G1

 
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Publicado por em 28 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Carros-bomba deixam mortos no Iraque durante visita de Ban Ki-moon

Uma série de carros-bomba matou pelo menos 21 pessoas nesta segunda-feira (21) em Bagdá, segundo a polícia.

O ataque mais violento ocorreu no distrito de Shaab, majoritariamente xiita, onde um carro-bomba explodiu em uma área comercial, matando 11 pessoas e ferindo 28.

Os ataques coincidiram com a visita à capital iraquiana do secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon.

Ele declarou que os dirigentes iraquianos devem resolver a raiz do problema da violência no país, onde importantes zonas urbanas fogem ao controle das autoridades há duas semanas.

“A situação de insegurança no Iraque é, sem dúvida alguma, fonte de grande preocupação”, lamentou Ban durante uma coletiva de imprensa conjunta ao lado do primeiro-ministro iraquiano, Nuri al-Maliki, dizendo-se “muito preocupado com a escalada da violência na província de Al-Anbar”.

Nessa província, centenas de homens armados, incluindo jihadistas do Estado Islâmico do Iraque e Levante (EIIL, ligado à rede terrorista da Al-Qaeda), tomaram recentemente o controle da cidade de Fallujah e de bairros de Ramadi, 60 e 100 km a oeste de Bagdá.

Iniciados em 30 de dezembro após o desmantelamento em Ramadi de um campo de manifestantes sunitas contrários ao governo, os confrontos em Al-Anbar deixaram mais de 250 mortos, segundo um registro da AFP com base em fontes médicas e oficiais.

Fonte G1

 
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Publicado por em 14 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Nicolás Maduro acusa Ban Ki-moon de promover guerra contra Síria

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, acusou nesta segunda-feira (16) o secretário-geral da Organização das Nações Unidas, Ban Ki-moon, de se colocar a “serviço da estratégia de guerra” contra a Síria, após o diplomata divulgar o relatório que confirmou o uso de armas químicas na região de Damasco.

“Que coisa de Ban Ki-moon! Por que o secretário-geral da ONU se presta, como se fosse um promotor ou juiz dos povos do mundo, e se põe a serviço da estratégia de guerra em vez de estar a serviço a paz?” – questionou Maduro durante um ato no estado Miranda.

Segundo Maduro, os Estados Unidos e seus aliados “mudaram de tática” e agora “querem justificar o ataque (à Síria) com um relatório da ONU”, enquanto promovem simultaneamente um ataque da Turquia contra a Síria.

Querem “fazer coincidir dois eventos: o relatório da ONU e uma guerra da Turquia contra a Síria, que obrigue a Otan a se intrometer, já que a Turquia é membro da Otan”, afirmou Maduro.

Ban Ki-moon classificou nesta segunda-feira como crime de guerra o uso de armas químicas no conflito sírio e informou que os investigadores do organismo confirmaram de maneira “inequívoca e objetiva que foram utilizadas armas químicas na Síria”.

A Turquia derrubou nesta segunda um helicóptero militar sírio que violou seu espaço aéreo, segundo o vice-primeiro-ministro turco, Bulent Arinc.

As relações entre Turquia e Síria, que antes eram aliadas, se deterioraram depois do início da rebelião síria que levou à guerra civil que já dura mais de dois anos.

arte síria 3/9 (Foto: 1)

Fonte G1

 
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Publicado por em 17 de setembro de 2013 em Brasil

 

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Qualquer uso de armas químicas é crime, diz Ban Ki-moon

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, disse nesta segunda-feira (16) durante uma coletiva de imprensa que “qualquer uso de armas químicas é crime”.

Ban Ki-moon também afirmou que agora é a hora do Conselho de Segurança da ONU mostrar a sua liderança perante a situação. Segundo o secretário, as armas químicas “foram usadas ??em uma escala relativamente grande” na Síria.

Acompanhe a cobertura em tempo real.

“É o uso mais significativo confirmado de armas químicas contra civis desde que Saddam Hussein usou em Halabja, em 1988”, disse Ban.

Segundo um dos enviados americanos da ONU para fazer coletar amostras, o relatório deixa claro que apenas o governo poderia estar por trás do ataque com armas químicas no país. Ainda segundo ele, não há “nenhuma evidência” sobre a oposição ter gás sarin.

A missão da ONU tem “cumprido os protocolos mais rigorosos disponíveis para tal investigação, inclusive para garantir a custódia para todas as amostras”, acrescentou Ban.

“A missão também tem documentado e tem amostras dos locais de impacto e munições, e foram coletadas 30 amostras de solo e ambientais – muito mais do que qualquer investigação anterior das Nações Unidas”, completou Ban.

O chefe das Nações Unidas fez estes comentários em consultas a portas fechadas do órgão executivo de 15 membros da ONU, nas quais disse que médicos encontraram gente morrendo nas ruas após o ataque com gás sarin de 21 de agosto perto de Damasco, afirmaram à AFP diplomatas presentes na reunião.

Ban disse que as condições do tempo da manhã de 21 de agosto maximizaram o impacto potencial do ataque. “O movimento descendente do ar permitiu que o gás penetrasse facilmente nos porões e nos níveis mais baixos dos edifícios, e em outras estruturas onde muitas pessoas buscaram refúgio”, explicou.

Ban afirmou ao Conselho nesta segunda-feira que 85% das amostras de sangue colhidas por investigadores testaram positivo para sarin, enquanto quase todas as amostras biomédicas verificadas testaram positivo para exposição ao sarin.

“Os sobreviventes relataram que depois de um ataque com bombardeios, eles rapidamente tiveram uma variedade de sintomas, incluindo falta de ar, desorientação, irritação ocular, visão turva, náuseas, vômitos e fraqueza geral”, disse Ban.

“Muitos, eventualmente, perderam a consciência”, acrescentou. “Socorristas descreveram ter visto um grande número de pessoas deitadas no chão, muitas delas mortas ou inconscientes”.

16/9 - Close no relatório sobre o uso de armar químicas entregue ao secretário-geral da ONU (Foto: Paulo Filgueiras/UN Photo/Reuters)Close no relatório sobre o uso de armar químicas entregue ao secretário-geral da ONU (Foto: Paulo Filgueiras/UN Photo/Reuters)

Relatório
A Organização das Nações Unidas (ONU) divulgou nesta segunda-feira em seu site o relatório sobre a investigação a respeito do ataque de armas químicas ocorrido em 21 de agosto nos subúrbios de Damasco.

O documento confirma que um grande número de pessoas morreu vítima de armas químicas na região de Goutha, na periferia da capital, Damasco, e que o agente nervoso gás sarin foi usado, jogado dentro de bombas em três regiões: Ein Tarma, Moadamiyah e East  Goutha.

“Com base em evidências obtidas durante a investigação sobre o incidente de Ghouta, a conclusão é de que armas químicas foram usadas no conflito em andamento entre as partes na República Árabe Síria… contra civis, incluindo crianças, numa escala relativamente grande”, afirma o relatório.

Mais cedo, uma imagem da capa do documento já alertava para as conclusões de uso de gás sarin.

Os Estados Unidos afirmam que 1.400 pessoas morreram no ataque, entre elas mais de 400 crianças.

O documento, assinado por Ban Ki-moon, defende que a ONU trabalhe para que armas químicas não voltem a ser usadas em conflitos e expressa como “bem-vinda” a decisão da Síria de assinar a convenção que proíbe a fabricação e o uso de armas químicas no mundo.

O texto diz que há investigações sobre uso de armas químicas também em outros três locais.

Repercussão
Síria e Rússia culparam os rebeldes pelo ataque de 21 de agosto. Os rebeldes, os Estados Unidos e outras potências ocidentais culpam as forças leais a Assad.

Não está claro se algum detalhe do relatório sugeriu culpabilidade. O mandato de Sellstrom se limita a investigar os fatos, não apontar culpados, informou a agência de notícias Reuters.

O chanceler francês, Laurent Fabius, no entanto, disse que o relatório da ONU mostrou que “não há dúvida” de que o governo Assad foi responsável pelo ataque químico.

Alguns diplomatas ocidentais afirmaram em condição de anonimato que as informações sobre os tipos de armas e alguns outros detalhes que Sellstrom pode possuir poderiam dar indicações da responsabilidade do governo no ataque.

Reino Unido e Estados Unidos se uniram à França nesta segunda-feira ao declarar que detalhes contidos em um relatório de investigadores da ONU confirmam que o governo da Síria, e não a oposição, está por trás do ataque de 21 de agosto com gás sarin.

O embaixador britânico, Mark Lyall Grant, disse a jornalistas que “não há dúvida restante que foi o regime” o responsável pelo ataque que deixou centenas de mortos.

A embaixadora dos EUA, Samantha Power, repetiu suas observações.

Direitos Humanos
A Comissão de investigação sobre a Síria na ONU analisa 14 casos de suspeita de ataques químicos desde que começou o monitoramento no país, em setembro de 2011, disse nesta segunda-feira (16) o brasileiro Paulo Sérgio Pinheiro, chefe da equipe, segundo a agência de notícias Reuters.

Pinheiro também afirmou que o governo sírio convidou Carla del Ponte, membro da comissão, para visitar o país, mas a comissão queria uma visita oficial, que o incluísse. Del Ponte disse que pode ter sido convidada pois havia dito em maio deste ano que havia indícios de que a oposição usou armas químicas.

arte síria 3/9 (Foto: 1)

Fonte G1

 
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Publicado por em 17 de setembro de 2013 em Brasil

 

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