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John Kerry vai ao Sudão do Sul para exigir aplicação de cessar-fogo

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Ministro dos negócios estrangeiros do Sudão do Sul, Barnabé Mariano Benjamin, cumprimenta John Kerry após a sua chegada a bordo de um avião militar dos EUA no Aeroporto Internacional de Juba nesta sexta (2) (Foto: Saul Loeb/ AFP)Ministro dos negócios estrangeiros do Sudão do Sul, Barnabé Mariano Benjamin, cumprimenta John Kerry após a sua chegada a bordo de um avião militar dos EUA no Aeroporto Internacional de Juba nesta sexta (2) (Foto: Saul Loeb/ AFP)

O secretário americano de Estado, John Kerry, chegou nesta sexta-feira (2) ao Sudão do Sul para exigir a aplicação de um cessar-fogo no conflito que atinge há quatro meses o país, também ameaçado pela fome, observou um jornalista da AFP.

‘O secretário Kerry repetirá a obrigação de respeitar o acordo de cessar-fogo e de parar imediatamente com os ataques contra os civis para todas as partes’, declarou uma porta-voz do departamento de Estado, Jen Psaki, em um comunicado.

Também pedirá aos combatentes que ‘cooperem totalmente com as Nações Unidas e as organizações humanitárias para proteger os civis e entregar ajuda vital à população do Sudão do Sul’, acrescentou Psaki.

Um cessar-fogo assinado em janeiro não deu resultados.

Em um contexto de risco de fome e temores de genocídio, os dois grupos presentes, as forças governamentais do presidente Salva Kiir e os rebeldes de seu ex-vice-presidente Riek Machar, foram acusados de múltiplos crimes, como massacres étnicos, estupros ou recrutamento de crianças-soldado.

Kerry, que se reunirá com o presidente Kiir, também conversará com os chefes das forças de manutenção de paz da ONU e com líderes da sociedade civil e chefes comunitários.

Um milhão de sul-sudaneses fugiram de seus lares desde o início da guerra. Dezenas de milhares de refugiaram nas bases da ONU em todo o país.

Na véspera desta visita a Juba, capital mais jovem do planeta, Kerry alertou para os riscos de genocídio e de fome no país, e ameaçou os líderes de ambos os grupos com sanções.

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Publicado por em 3 de maio de 2014 em Brasil

 

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Kerry propõe governo de transição com líder rebelde no Sudão do Sul

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Ministro dos negócios estrangeiros do Sudão do Sul, Barnabé Mariano Benjamin, cumprimenta John Kerry após a sua chegada a bordo de um avião militar dos EUA no Aeroporto Internacional de Juba nesta sexta (2) (Foto: Saul Loeb/ AFP)Ministro dos negócios estrangeiros do Sudão do Sul, Barnabé Mariano Benjamin, cumprimenta John Kerry após a sua chegada a bordo de um avião militar dos EUA no Aeroporto Internacional de Juba nesta sexta (2) (Foto: Saul Loeb/ AFP)

O secretário de Estado dos Estados Unidos, John Kerry, propôs nesta sexta-feira (2) em Juba a formação de um governo de transição e uma reunião entre o presidente do Sudão do Sul, Salva Kiir, e o líder dos rebeldes, o ex-vice-presidente Riek Machar, para dar fim ao conflito no Sudão do Sul.

No final de uma visita inesperada ao Sudão do Sul, Kerry anunciou a proposta para resolver a crise sul-sudanesa durante uma reunião com Kiir, e ameaçou com sanções caso não seja aceita pelas partes.

A solução proposta pelos EUA é a formação de um governo de transição e uma reunião entre Kiir e Machar, pelo ‘interesse e em serviço da paz e a estabilidade no Sudão do Sul’, explicou Kerry à imprensa.

O diplomata advertiu que, se nenhuma das partes apoiar a proposta, ‘serão impostas sanções por parte do governo americano, porque está se tratando o tema muito seriamente, já que milhares de pessoas morreram no conflito para permitir que o resto viva em um estado de guerra permanente’.

Kerry disse que já informou sobre a proposta americana em Adis-Abeba (Etiópia) aos ministros das Relações Exteriores da Autoridade Intergovernamental para o Desenvolvimento, grupo interestatal da África Oriental mediador nas conversas de paz no Sudão do Sul.

Por fim, explicou que o plano foi definido com o governo sul-sudanês após escutar as opiniões ‘da sociedade civil e os partidos políticos’ no país.

O secretário de Estado americano chegou hoje à capital do Sudão do Sul, Juba, em uma visita surpresa como parte de sua viagem pela África, que começou em 29 de abril e inclui as capitais da República Democrática do Congo, Kinshasha, e de Angola, Luanda.

Em 23 de abril, os Estados Unidos definiram como ‘abominável’ a violência no Sudão do Sul após o massacre de civis na cidade de Bentiu (no estado Unidade) e os ataques contra bases da missão da ONU no país africano.

O conflito começou em meados de dezembro, quando na capital houve combates entre o exército e militares insurgentes, e Kiir acusou Machar de tentar lhe dar um golpe de Estado.

Desde então se sucederam os enfrentamentos, que causaram milhares de mortos e deixaram o jovem país à beira da guerra civil, que se tornou independente do Sudão em julho de 2011.

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Publicado por em 3 de maio de 2014 em Brasil

 

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Lavrov e Kerry concordam com reforma constitucional na Ucrânia

Entenda a crise na Crimeia (Foto: Arte/G1)

O ministro das relações exteriores russo, Sergei Lavrov, falou por telefone neste domingo (16) com o secretário de Estado americano, John Kerry, sobre a situação na região separatista ucraniana da Crimeia – e ambos concordaram que uma reforma constitucional resolveria a crise política na Ucrânia, segundo afirmou o ministério russo. Washington não confirmou o telefonema.

A Crimeia realiza neste domingo um referendo sobre uma possível anexação à Rússia. O Ocidente tenta ajudar a Ucrânia a não perder seu território e evitar uma escalada militar no conflito.

O presidente russo Vladimir Putin disse à chanceler alemã Angela Merkel neste domingo que o referendo na Ucrânia respeita as leis internacionais, segundo comunicado do Kremlin.

O comunicado disse que Putin também usou a conversa telefônica com Merkel para expressar sua preocupação sobre a escalada de tensões que, segundo ele, está sendo causada por grupos radicais nas regiões do sudeste da Ucrânia em “conivência com autoridades de Kiev”.

“A chanceler propôs uma ampliação da presença existente da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE) na Ucrânia e o envio de um maior número de observadores para áreas de maior tensão, especialmente o leste da Ucrânia”, disse o porta-voz de Merkel. “O presidente russo entendeu a iniciativa, e prometeu orientar o Ministro de Relações Exteriores Sergei Lavrov neste sentido.”

A Crimeia se tornou o foco da atenção internacional nas últimas semanas com uma escalada militar russa e ucraniana em seu território. As tensões separatistas da região, de maioria russa, se tornaram mais acirradas com a deposição do presidente ucraniano Viktor Yanukovich, em 22 de fevereiro – o que levou a Rússia a aprovar o envio de tropas para “normalizar” a situação.

O premiê interino ucraniano, Arseny Yatseniuk, também pediu à OSCE o envio urgente de observadores ao sudeste da Ucrânia e prometeu levar à Justiça todos que estão propagando o separatismo na Crimeia “acobertados pelas tropas russas”.

Contra o referendo, o Parlamento ucraniano aprovou a dissolução da assembleia regional da Crimeia, e um líder nacionalista do Congresso em Kiev disse que a região precisa ser punida para impedir que haja mais movimentos separatistas no leste ucraniano.

E não é só a Ucrânia a insatisfeita com a consulta popular deste domingo. Os Estados Unidos e outros países ocidentais exigem que a Rússia recue suas tropas. Os EUA também suspenderam as transações comerciais com o país e cancelaram um acordo de cooperação militar com Moscou.

A Rússia é ameaçada também de ser expulsa do G8 (grupo dos países mais industrializados do mundo) caso mantenha sua posição no conflito contra a Ucrânia.
Neste sábado, um projeto de resolução do Conselho de Segurança da ONU que condenava o referendo acabou sendo arquivado. O documento recebeu 13 votos favoráveis dos 15 membros do Conselho, mas foi rejeitado devido ao veto da Rússia, que, como membro permanente, pode bloquear qualquer tipo de posição adotada nesta instância da ONU. A China se absteve.

O que pode acontecer?
O governo interino da Ucrânia denunciou uma possível invasão russa na Crimeia e pediu que a população não se levante ante às provocações. Segundo analistas, os russos moradores da Crimeia devem aprovar a anexação no referendo, e isso pode, sim, fazer com que a Rússia incorpore a região ao seu território.

“A maioria do povo da Crimeia, constituída pelos russos e russófonos [que falam russo], pretende pedir a adesão ao estado forte, rico e estável que é a Rússia”, disse em entrevista ao G1 o professor de relações internacionais da Universidade Federal do Rio de Janeiro Alexander Zhebit. Ele acredita que os russos podem defender melhor os direitos da região diante do “cenário da arbitrariedade e da falência do poder estatal no fim do governo de Yanukovich e no início do atual, cuja legitimidade é altamente questionável.”

Segundo ele, a Crimeia significa muito para a Rússia “devido aos vínculos humanos e culturais que ligam a Crimeia e a Rússia desde 1783”. Essa importância foi enfatizada na sexta-feira pelo ministro das Relações Exteriores russo, Serguei Lavrov, ao dizer que a Crimeia significa mais para a Rússia do que as Malvinas para a Grã-Bretanha.

Mas, apesar da empolgação russa para adquirir o território, o professor Zhebit não acha que a anexação só trará louros aos russos. “A curto e a médio prazos a Rússia poderá sentir efeitos políticos, econômicos e financeiros de desgaste, caso aceite a decisão do plebiscito.”

Reações
O Ocidente já anunciou sanções à Rússia e às lideranças da Crimeia, mas nada foi mencionado sobre o possível uso da força para impedir a anexação da região. Para o professor de história contemporânea da Universidade de São Paulo Angelo Segrillo, não deve haver um envolvimento militar. “Os interesses ocidentais são principalmente geopolíticos, pois há uma clara tentativa de aumentar a influência ocidental no leste da Europa e nas antigas repúblicas soviéticas. Economicamente, há a preocupação com a passagem do gás e petróleo russo para a Europa ocidental que se realiza, em parte considerável, por gasodutos/oleodutos na Ucrânia.”

O mesmo acredita o professor Zhebit. “O Ocidente não deve se envolver e não se envolverá militarmente na Ucrânia, porque não possui nem acordos militares nem interesses econômicos significativos na Ucrânia, nem tantos cidadãos dos países ocidentais no território da Ucrânia, cuja existência possa justificar ou respaldar qualquer ação deste tipo.”

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Fonte G1

 
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Publicado por em 16 de março de 2014 em Brasil

 

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Chanceler acusa John Kerry de ser ‘assassino do povo venezuelano’

O chanceler venezuelano, Elías Jaua, classificou o secretário de Estado americano John Kerry de ser “o assassino do povo venezuelano” ao acusá-lo de incentivar a onda de protestos que sacode a Venezuela há mais de um mês e que deixou 28 mortos e quase 400 feridos.

“Não vamos baixar o tom, denunciamos você como um assassino do povo venezuelano, senhor Kerry”, disse Jaua em um inflamado discurso em Caracas, no qual rejeitou as pressões dos Estados Unidos contra o governo venezuelano.

“Cada vez que estamos a ponto de isolar e reduzir os violentos, Kerry faz declarações e imediatamente começam as confusões – barricadas em chamas – nos principais focos de violência. Na quarta-feira, ele fez declarações e à noite tivemos mais mortos, incluindo um capitão da Guarda Nacional Bolivariana (GNB)”, acrescentou.

Kerry falou na quarta-feira que Washington estaria preparado para impor sanções contra a Venezuela, apesar de insistir em defender um esforço interamericano para impulsionar uma solução para a crise originada por uma onda de protestos contra o governo de Nicolás Maduro.

Fonte G1

 
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Publicado por em 16 de março de 2014 em Brasil

 

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Kerry se reunirá com Lavrov para discutir Crimeia na sexta em Londres

O secretário de Estado americano, John Kerry, anunciou nesta quarta-feira que se reunirá com seu colega russo Serguei Lavrov na sexta-feira (14), em Londres, para discutir uma vez mais sobre um plano de saída para a crise na Ucrânia.

Kerry fez este anúncio ante uma comissão da Câmara de Representantes, acrescentando que a pedido do presidente Barack Obama, deixará Washington na quinta à noite para ver Lavrov no dia seguinte na capital britânica, no que será seu quarto encontro em uma semana para discutir a situação na Ucrânia.

Nesta quarta-feira, a Crimeia anunciou que assumir a propriedade das empresas estatais ucranianas em seu território, incluindo os campos de gás natural no mar Negro, disse o primeiro vice-premiê da região, consolidando a independência da península antes de um referendo sobre a anexação à Rússia.

A Crimeia, uma região no sul da Ucrânia que abriga a frota russa do mar Negro, votará no domingo a adesão à Rússia. Desde que separatistas pró-Rússia tomaram o controle do Parlamento regional há quase duas semanas, a região foi declarada parte da Federação Russa.

Acordo com UE
A parte política do acordo de associação da Ucrânia com a União Europeia poderá ser assinada na próxima semana, indicou a chanceler alemã Angela Merkel, em visita a Varsóvia.

“Nós nos pronunciamos a favor da assinatura o mais rápido possível da parte política do acordo de associação, provavelmente durante a próxima cúpula da UE”, prevista para Bruxelas entre os dias 20 e 21 de março, declarou em uma coletiva de imprensa com o primeiro-ministro polonês Donald Tusk.

Fonte G1

 
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Publicado por em 13 de março de 2014 em Brasil

 

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Lavrov diz não ter chegado a acordo com Kerry sobre Ucrânia

O ministro russo das Relações Exteriores, Sergei Lavrov, afirmou nesta quinta-feira ainda não haver um acordo entre Moscou e Washington a respeito da crise na Ucrânia, onde o Parlamento regional da Crimea aprovou a adesão à Rússia.

Falando em Roma depois de se encontrar com o secretário de Estado norte-americano, John Kerry, Lavrov disse que as ordens de Washington de congelar bens e proibir vistos para responsáveis russos pela incursão na Crimeia é contraproducente.

“Por ora, não podemos dizer à comunidade internacional que temos um acordo”, disse Lavrov, segundo a agência de notícias estatal russa Interfax, após seu segundo encontro com Kerry em dois dias.

Lavrov disse que as menções a colocar alguns russos em uma listra negra que os impediria de entrar nos Estados Unidos está complicando as conversas: “Ele (Kerry) me garantiu que não há tais listas no momento. Só há a ordem, mas isso não muda os fatos, ainda é uma ameaça”.

O Ocidente tem pressionado Moscou a concordar com uma mediação internacional para resolver a crise na Ucrânia, mas Lavrov afirma que irá se reportar ao presidente russo, Vladimir Putin, a respeito da proposta antes que quaisquer decisões sejam tomadas.

“Queremos esclarecer melhor o que nossos parceiros querer dizer quando propõem a criação de vários mecanismos internacionais”, também teria dito ele.

Fonte G1

 
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Publicado por em 7 de março de 2014 em Brasil

 

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Viagem de negócios ao Irã ‘não ajuda’, diz Kerry à França

O secretário de Estado dos Estados Unidos, John Kerry, disse ao chanceler da França, Laurent Fabius, que uma viagem ao Irã feita por homens de negócios franceses “não ajuda” e passa a impressão equivocada de que Teerã está normalmente aberta aos negócios, disse um funcionário do governo dos EUA.

Sob um acordo provisório alcançado entre o Irã e outras seis potências mundiais em novembro, Teerã concordou em limitar partes de seu programa nuclear em troca do alívio de algumas sanções internacionais.

O relaxamento nas sanções provocou uma corrida entre empresas ocidentais para explorar as oportunidades de negócios lucrativos no país do Oriente Médio. Na segunda-feira (5), o Irã recebeu mais de 100 executivos das maiores companhias francesas.

“O secretário Kerry falou diretamente com o chanceler (Laurent) Fabius sobre a delegação de comércio… sobre como isso não ajuda no sentido de assegurar que de fato não é um ambiente normal de negócios”, disse o subsecretário de Estado de Assuntos Políticos, Wendy Sherman, durante uma audiência para parlamentares norte-americanos na terça-feira (4).

“Teerã não está aberta aos negócios porque nossos alívios das sanções são bem temporários, bem limitados e bem específicos”, acrescentou.

Ninguém no Ministério de Relações Exteriores da França estava imediatamente disponível para comentar sobre a ligação de Kerry a Fabius.

Kerry participa de seminário em Munique e fala sobre Irã (Foto: Brendan Smialowski/Pool/AFP)Kerry participa de seminário em Munique e fala sobre Irã (Foto: Brendan Smialowski/Pool/AFP)

Fonte G1

 
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Publicado por em 5 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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