RSS

Arquivo da tag: jogou

G1 jogou: ‘Trials Fusion’ é corrida de obstáculos ‘hipertrofiada’

'Trials Fusion' tem cenários muito maiores e com aspirações futuristas (Foto: Divulgação/Ubisoft)‘Trials Fusion’ tem cenários muito maiores e com inspirações futurísticas (Foto: Divulgação/Ubisoft)

Guiar as motocicletas de “Trials HD” era uma dádiva e uma maldição. Sua física hiperrealista tornava a festa de rampas e loopings uma diversão, mas exigia que o jogador engolisse seco nos níveis avançados e se entregasse à lógica viciante, porém cruel, de dirigir, cair e levantar – só mais uma vez – até escalar uma vertiginosa parede em 90º.

Essa sensação é ampliada em “Trials Fusion”, estreia da série nos games de nova geração. Durante o rápido teste do G1 na sede da Ubisoft, em São Paulo, “Fusion” se mostrou uma experiência potencializada dos games anteriores: uma corrida de obstáculos hipertrofiada com cenários maiores, inspirações futurísticas e novas formas de te derrubar da moto. Assista trechos do game ao lado.

Depois dos controles capciosos – característica que se mantém irretocada no novo game – a diversidade de pistas é o principal elemento da série “Trials”. Pois “Fusion” dá sequência às mudanças de “Trials Evolution” e substitui de vez os ambientes fechados do primeiro jogo por cenários ao ar livre ainda maiores.

‘Trials Fusion’ se mostrou uma experiência potencializada dos games anteriores: uma corrida de obstáculos hipertrofiada com cenários maiores, inspirações futurísticas e novas formas de te derrubar da moto.

Essa expansão em comprimento e altura torna os saltos e quedas de “Trials Fusion” mais agudos e velozes, criando alguns dos percursos mais grandiosos que a série já viu. Somados à tecnologia gráfica do game, que sustenta o rastro dos pneus na terra e reflete a luz do Sol mais naturalmente, os novos cenários são uma evolução visual incrível.

“Fusion” também tem mundos variados, que vão de desertos a montanhas cobertas de neve. As pistas têm em comum a presença de tubos, alumínio e neon, um toque extraterreno que torna a experiência mais excêntrica e refinada.

Algumas das novas rampas e quedas de 'Trials Fusion' são de tirar o fôlego (Foto: Divulgação/Ubisoft)Algumas das novas rampas e quedas de ‘Trials Fusion’ são de tirar o fôlego (Foto: Divulgação/Ubisoft)

Mas talvez a principal novidade de “Trials Fusion” seja a inclusão de um sistema de manobras, o FMX, uma nova camada de dificuldade que pode colar entre os veteranos. O jogador usa o direcional analógico direito para executar as mais variadas peripécias sobre duas rodas. Quanto mais movimentos, mais pontos para a conta. Mas basta cair para tudo ir por água abaixo.

Infelizmente (e contraditoriamente), o FMX só é habilitado no terceiro conjunto de missões, e o tempo de teste com o game não foi suficiente para visualizá-lo em ação. Outra novidade que deve agradar e punir, no bom sentido, os aficionados por “Trials” é uma mecânica de desafios. São três por pista, cada um com seu requisito peculiar, o que incentiva os jogadores a tentar finalizar os cenários de maneiras diferentes e criativas.

Criador de pistas de 'Trials Fusion' é complexo e oferece várias opções de personalização (Foto: Divulgação/Ubisoft)Criador de pistas de ‘Trials Fusion’ é complexo e
oferece várias opções de personalização (Foto:
Divulgação/Ubisoft)

E por falar em criatividade, se tudo que você quer é gastar seus preciosos minutos pensando em percursos mirabolantes, “Trials Fusion” continua sendo uma boa pedida. Incrivelmente complexo, o modo de criação oferece várias opções de personalização e pode assustar os novatos.

De acordo com a RedLynx, o criador tem mais de 1 mil peças e obstáculos que podem ser usados das maneiras mais loucas possíveis. O jogador pode navegar livremente pelo mundo do game e começar a criar onde bem entender, alimentando uma comunidade de conteúdo gerado por fãs que não para de crescer desde o primeiro jogo.

“Trials Fusion” tem lançamento marcado para 16 de abril no Xbox 360, Xbox One, PC e pela primeira vez em uma plataforma da Sony, o PlayStation 4.

View the original article here

Anúncios
 
Deixe um comentário

Publicado por em 18 de março de 2014 em Tecnologia

 

Tags: , , , , ,

G1 jogou: ‘HearthStone’ é ainda mais divertido de se jogar no iPad

O plano da Blizzard de acabar com a produtividade do mundo deu finalmente seu último passo com a versão para iPad do game de cartas “HearthStone: Heroes of Warcraft”. O game que já era bom, divertido e viciante nos PCs, fica melhor com a tela sensível ao toque que torna os comandos mais naturais. Coma possibilidade de se jogar em qualquer local, inclusive partidas online, o game ganha sua versão definitiva nos dispositivos móveis. Assista ao vídeo acima.

'HearthStone' no iPad está idêntico ao visto no PC (Foto: Gustavo Petró/G1)‘HearthStone’ no iPad está idêntico ao visto no
PC (Foto: Gustavo Petró/G1)

O G1 testou uma versão preliminar do game na sede da Blizzard em São Paulo nesta quinta-feira (13). Embora o game gratuito e traduzido para o português ainda não tenha previsão de lançamento, a empresa afirma que o título deve chegar nas próximas semanas, ainda antes de abril. Há versões em desenvolvimento para iPhone e dispositivos com sistema Android, mas não há previsão de lançamento.

O game oferece partidas rápidas usando cartas, cada uma com características, força e habilidades diferentes contra outros jogadores, lembrando muito as partidas de cartas reais de “Magic The Gathering”. Em poucos minutos, no horário do recreio, em um intervalo ou no horário de almoço é possível realizar diversos confrontos, subindo de nível e personalizando o seu deck de cartas. Como o game é simples de se aprender e de se jogar, certamente muitos jogarão durante o expediente de trabalho, o que faz a Blizzard brincar sobre a “queda de produtividade mundial” que o título pode provocar.

Uma das possibilidades mais legais que o game oferece no tablet é usar sua conta Battle.net (usadas nos jogos da Blizzard como “Diablo III” e “World of Warcraft”) e ver os amigos que estão online para chamá-los para partidas. Basta estar conectado em uma rede Wi-Fi, 3G ou 4G. Outros jogadores de todo o mundo também poderão ser enfrentados por meio das partidas de ranking. Também é possível participar de treinos contra o computador ou de amistosos, que não contam pontos para o ranking, contra amigos e desconhecidos.

'HearthStone' é game de batalha on-line usando cartas (Foto: Divulgação/Blizzard)‘HearthStone’ é game de batalha on-line usando
cartas (Foto: Divulgação/Blizzard)

“HearthStone” no iPad está idêntico ao visto no PC. O jogo foi criado especialmente para tablets, por isso seu desempenho em um iPad 4 (modelo lançado antes do Air) está como fluido, sem nenhum travamento durante as batalhas, ao visualizar as cartas ou nas animações. Todos os menus e gráficos estão iguais, inclusive com as cartas especiais animadas, que dão outro ar aos confrontos. As canções de Russell Brower também estão lá para acompanhar os confrontos de quem jogar com os fones de ouvido.

O diferencial está na tela sensível ao toque do iPad. Enquanto no PC o jogador usa o mouse para realizar os comandos, selecionando as cartas e arrastando os ataques para o alvo, no iPad se usa, obviamente, os dedos para realizar tais ações. É muito mais rápido e intuitivo, principalmente para quem não jogou o game no PC e vai direto para o tablet. Não há atrasos nos comandos e visualizar as cartas que estão na mão é muito simples: basta tocar nela para que ela salte e apresente suas características.

Embora os controles sejam simples, jogar “HearthStone” em alto nível não é fácil. É necessário conhecer as cartas que estão no deck, saber o momento certo de usá-las e ter sorte para que elas apareçam no momento certo. O jogador recebe cartas ao conquistar objetivos e vitórias mas, quem desejar, pode comprar novas cartas usando moedas do jogo recebidas como prêmio ou gastar dinheiro real.

Os valores dos pacotes de cartas no iPad serão os mesmos da versão de PC: 2 pacotes custam R$ 6,50; 7 pacotes saem por R$ 22; 15 por R$ 44; e 40 por R$ 110. Os valores para iPad, de acordo com a Blizzard, ainda não foram definidos, mas não devem ser diferentes dos preços da versão de PC.

Comandar 'HearthStone' por meio da tela sensível ao toque do iPad é mais fácil (Foto: Gustavo Petró/G1)Comandar ‘HearthStone’ por meio da tela sensível ao toque do iPad é mais fácil (Foto: Gustavo Petró/G1)new WM.Player( { videosIDs: “3210771”, sitePage: “g1/tecnologia/games/videos”, zoneId: “110461”, width: 620, height: 349 } ).attachTo($(“#3210771”)[0]);

View the original article here

 
Deixe um comentário

Publicado por em 15 de março de 2014 em Tecnologia

 

Tags: , , , ,

O governo dos Estados Unidos jogou neve falsa nas ruas?

Serão reais os vídeos que mostram que está sendo espalhada pelas ruas dos Estados Unidos uma neve artificial que não derrete e não pega fogo?

Em janeiro de 2014, inúmeros vídeos começaram a circular pela web mostrando uma estranha descoberta. Segundo relatos (e experimentos), a neve que teria caído no sudeste dos Estados Unidos não é real, pois não queima e sequer derrete ao ser aquecida.

Nos vários testes publicados no YouTube, alguns moradores das regiões afetadas tentam queimar a neve com o auxílio de isqueiros, tochas e maçaricos e nada acontece. A neve fica preta e, segundo afirmam, com cheiro forte de produtos químicos.

Neve artificial está sendo espalhada nos EUA! Será? (Foto: Reprodução/YouTube) Neve artificial está sendo espalhada nos EUA! Será? (Foto: Reprodução/YouTube)

Como não sabem o que pode ser esse fenômeno, muitos norte-americanos sugerem que o governo dos Estados Unidos esteja os enganado, manipulando de alguma forma o clima e espalhando essa neve falsa!

Alguns sites sugerem que a HAARP estaria por trás disso, fazendo algum serviço de “geoengenharia”, pulverizando produtos químicos nos céus para mudar as condições climáticas do planeta.

Assista abaixo dois desses vídeos e descubra conosco se isso é verdadeiro ou falso:

E esse teste, feito na Georgia:

Outros vídeos como esses podem ser vistos no Alien Disclosure!

Os vídeos são reais, mas seu conteúdo é falso!

A impressão que dá ao assistir aos filminhos é a de que a neve não está derretendo com o fogo, mas a neve não é falsa. É que a neve aparentemente não derrete com isqueiros ou maçaricos!

Na verdade, a neve é um pouco diferente do gelo sólido, pois ela é muito menos densa e muito mais porosa (possui cerca de 5% de água e o restante é somente ar). Ao aquecer um bloco de neve com a chama de um maçarico ou de um isqueiro, muitas das moléculas de água acabam passando diretamente do estado sólido para o gasoso (sublimação). Ao mesmo tempo, outras moléculas passam do estado sólido para o líquido, mas esses fluídos acabam sendo absorvidos pela porosidade da neve e nem chegam a pingar.

Podemos ver em um dos vídeos que, enquanto o maçarico está queimando uma ponta da neve, alguns pequenos cristais que se desprendem da outra ponta formam pingos de água na mesa:

neve_derretendo

Se você tentar derreter uma pedra de gelo com um maçarico, o mesmo fenômeno ocorrerá com uma pequena diferença: O gelo, por não ser poroso, não irá absorver a água e escorrerá!

O camarada no vídeo a seguir repetiu o teste da queima da neve, mas também a colocou no microondas e, adivinhem:

Em todos os vídeos publicados no YouTube podemos ver que o fogo deixava uma mancha preta na neve queimada, mas há uma explicação simples para isso.

O que ocorreu nos vídeos foi uma combustão incompleta!

Esse fenômeno se dá quando não há oxigênio suficiente para consumir todo o combustível (no caso, o butano). No caso dos compostos orgânicos, os produtos da combustão incompleta podem ser monóxido de carbono (CO) e água; ou carbono elementar (C) e água.

O filme abaixo explica melhor o fenômeno:

A neve falsa norte-americana não é falsa! Ela derrete, sim!

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Fonte E-farsas

 
Deixe um comentário

Publicado por em 5 de fevereiro de 2014 em Tecnologia

 

Tags: , , , ,

G1 jogou: remake ‘Castle of Illusion’ mostra Mickey em seu melhor game

Um dos principais jogos do Mega Drive, da Sega, antes de Sonic ser lançado tinha o famoso Mickey Mouse como protagonista. “Castle of Illusion” levava o camundongo para um castelo da bruxa Mizrabel, onde ele tinha de enfrentar diversos perigos em mundos escondidos atrás de cada porta – e tudo para salvar Minnie. 

O encanto do herói, somado ao visual colorido que o novo videogame oferecia em 1990 e às músicas no estilo Disney, tornaram “Castle of Illusion” um clássico instantâneo. Após 23 anos, o título ganha um remake em alta definição para PlayStation 3 e Xbox 360 que reconstrói todo os mundos da aventura com gráficos atuais, em 3D e muito coloridos. O relançamento permite também que os mais jovens – principalmente crianças – possam se divertir com o jogo que encantou no passado.

Visual de Mickey no remake de 'Castle of Illusion' lembra animações em 3D da Disney (Foto: Divulgação/Sega)Visual de Mickey no remake de ‘Castle of Illusion’
lembra animações em 3D da Disney
(Foto: Divulgação/Sega)

De volta ao castelo
Desde a abertura, que mostra Mickey e Minnie fazendo um piquenique e, depois, a pequena ratinha sendo sequestrada, até as fases na biblioteca, dentro da garrafa de leite e no quarto de brinquedos, há um grande toque de nostalgia. O visual e o design das fases mantém as mesmas características do original e muitas vezes parece que se está vendo uma animação da Disney.

O esquema de jogo é o de plataforma em 2D, mas os gráficos são em 3D. Desse modo, o jogador controla Mickey andando para os lados e saltando por cima de obstáculos ou subindo em plataformas enquanto se observa a profundidade dos cenários. Muito dos locais em que o herói irá passar aparecem no fundo da fase. Há muitos elementos se movendo e tudo é muito colorido.

Quem jogou o game antigo irá se identificar tanto com as fases – elas são as mesmas do título original – quanto com as músicas, que foram remixadas. Há a possibilidade de se jogar ouvindo a versão original das trilhas.

Há momentos em que o esquema de jogo se torna 3D, principalmente na luta contra chefes e em momentos chave, como quando Mickey deve fugir de uma maçã gigante logo na primeira fase.

Andar no castelo, local visitado entre as fases, também usa o recurso em 3D. Nele, além de acessar as fases, é possível escolher roupas para o Mickey, desbloqueadas ao se coletar pimentas do Donald e itens secretos escondidos, e ver estátuas e quadros encontrados durante a aventura.

O chefe da fase de doces em novo visual (Foto: Divulgação/Sega)O chefe da fase de doces em novo visual (Foto: Divulgação/Sega)

Problemas no controle
Diferentemente do visual muito bem construído, os controles de “Castle of Illusion” são o problema do game. Eles tem uma resposta atrasada e se torna difícil dar saltos precisos sobre inimigos ou para alcançar um local mais alto. Isso ocasiona mortes acidentais com certa frequência, principalmente na última fase e na batalha final contra a bruxa Mizrabel.

Mickey na fase do quarto de brinquedos (Foto: Divulgação/Sega)Mickey na fase do quarto de brinquedos
(Foto: Divulgação/Sega)

Mickey também não dá mais “bundadas” como antigamente. Agora, ele apenas pula em cima do inimigo e, caso o jogador segure o botão de pulo, o herói pode saltar mais alto. O motivo, segundo Omar Woodley, produtor do game, afirmou ao G1 durante a feira E3, em junho, é que “o mundo está menos inocente e não quisemos causar polêmica”. Ele contou que na primeira versão, Mickey dava bundadas, mas a Disney pediu para retirar o movimento da versão final.

A duração de “Castle of Illusion” pode ser outro ponto negativo, já que em poucas horas o game é terminado, assim como na versão original. Mas, por se tratar de um jogo por meio de download, o tempo de jogo é justificado. Há extras para encontrar, o que incentiva o jogador a ir nas fases novamente.

Castle of illusion (Foto: Divulgação/Sega)‘Castle of Illusion’ (Foto: Divulgação/Sega)

‘Castle of Illusion’
Plataformas: Xbox 360 (versão testada) e PlayStation 3
Produção: Sega
Desenvolvimento: Sega Studios Australia
Jogadores: 1 jogador
Gênero: Plataforma
Preço sugerido: R$ 30

Prós: visual em 3D do jogo clássico, muito colorido, músicas refeitas e nostalgia das fases e chefes.

Contras: controles ruins dificultam a aventura, que é curta.

View the original article here

 
Deixe um comentário

Publicado por em 22 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

Tags: , , , , , ,

G1 jogou: nos videogames, ‘Diablo III’ se torna mais ágil e divertido

“Diablo III” foi um game aguardado por muitos anos que chegou ao PC em 2012 sem conseguir agradar a todos os que tinham altas expectativas por ele. Limitações da evolução do personagem, da linha evolutiva de habilidades e apresentar uma história relativamente curta fizeram que o jogo que tinha para ser um dos melhores do ano passado fosse bem avaliado pela imprensa especializada, mas para os fãs foi apenas mais um entre a enxurrada de títulos lançados para a plataforma. Assista ao vídeo ao lado.

Nos videogames, a Blizzard tenta corrigir este erro e fazer com que mais pessoas, inclusive gamers mais casuais, joguem “Diablo III” nos videogames. Evidentemente, o principal ponto diferencial é sair da frente do PC, se jogar no sofá e pegar o joystick do PlayStation 3 ou do Xbox 360 – versões disponíveis – e jogar na em uma tela grande.

Nos consoles, 'Diablo III' não exige conexão online para partidas multiplayer (Foto: Divulgação/Blizzard)Nos consoles, ‘Diablo III’ não exige conexão online
para partidas multiplayer (Foto: Divulgação/Blizzard)

Essa migração para os consoles implicou em mudanças no esquema de jogo, além de, obviamente, adaptar os comandos do teclado e do mouse para o joystick. O jogo parece mais rápido, o que implica em combates com mais ação. Houve uma aproximação do personagem e das cenas, o que torna seu herói e os inimigos maiores na tela, aumentando a visualização de detalhes das armaduras e armas usadas. Há também um novo movimento de esquiva realizado ao mover a alavanca analógica da direita do controle.

A possibilidade de se jogar com amigos tanto localmente, com até quatro jogadores atirados no sofá, quanto pela internet, podendo avançar na aventura juntos, evoluir personagens e trocar itens também é bem-vinda e divertida.

Mas há pontos negativos que mantém “Diablo III” como um game que pode afastar quem busca por jogos de RPG mais completos ou por games de ação com mais adrenalina. Ao se jogar por muitas horas direto, o título se torna um simples jogo em que se deve pressionar botões repetidamente para eliminar hordas de inimigos e coletar itens. Itens estes que só podem ser trocados entre usuários ou vendidos por pouco dinheiro virtual em lojas dentro do mundo do game. A Casa de Leilões do PC, que permite vender itens até por dinheiro real, ficou de fora nos consoles, forçando a coleta de itens, algo crucial da versão de computadores, ser apenas um pequeno passatempo em “Diablo III” para videogames.

Visual
Os gráficos de “Diablo III” não colocam o jogo entre os que tem o melhor quesito do mercado, mas são eficientes. A visão isométrica que mostra a ação de cima, mesmo com o “zoom” na versão de consoles, permite acompanhar batalhas com muitos inimigos na tela perfeitamente, sem nenhum engasgo.

A qualidade visual, contudo, não é das melhores e os personagens e inimigos tem detalhes pobres, o que fica mais evidente em uma TV grande. Claro que é possível visualizar a mudança das roupas ao mudar armaduras, calças e botas, mas seus detalhes deixam a desejar, tendo poucas texturas e serrilhados. Os cenários também parecem estar em uma resolução mais baixa o que, por outro lado, faz o título rodar a 60 quadros por segundo. O problema da baixa qualidade gráfica fica mais evidente nas cenas de corte que contam a história usando gráficos do jogo.

Entretanto, a qualidade da ação, da história e dos bons controles da versão para videogame de “Diablo III” amenizam este pequeno problema.

Cena de 'Diablo III' no Xbox 360 (Foto: Divulgação/Blizzard)Cena de ‘Diablo III’ no Xbox 360 (Foto: Divulgação/Blizzard)

Controles
“Diablo III” tem controles melhores no videogame, mais ágeis e mais fáceis de se usar os poderes e habilidades dos heróis criados pelo jogador. Cada botão do controle é atribuído a um golpe ou magia e há a esquiva no analógico da direita, o que ajuda um pouco em momentos em que é necessário escapar de uma horda de inimigos. Comandar o personagem com o controle também parece mais natural do que ficar clicando na tela para comandar o herói.

Mas ficar entre o teclado e o mouse e o controle é uma escolha muito pessoal. Há quem prefira jogar no PC e que jamais irá preferir o joystick dos videogames. Particularmente, fico com os controles.

'Diablo III' ganha versão para consoles em 3 de setembro (Foto: Divulgação/Blizzard)‘Diablo III’ em versão para consoles
(Foto: Divulgação/Blizzard)

Um dos motivos é que você tem a possibilidade de mirar e trocar de alvo rapidamente durante um ataque e nos consoles pegar ouro do chão é mais simples, basta passar por cima. Mas é apenas uma questão de preferência.

O grande destaque de “Diablo III” é poder jogar ao lado de amigos. O título ficou mais social, colocando quatro pessoas juntas jogando a aventura, eliminando monstros e aumentando o nível dos heróis. Lado a lado é mais divertido – há uma indicação colorida no personagem para que ninguém se perca nas batalhas – podendo combinar ataques e até zoar com um amigo mais atrapalhado.

O mesmo acontece ao jogar on-line também para até quatro jogadores. O jogo ainda permite jogar como quiser: duas pessoas lado a lado com outras duas on-line; três lado a lado com uma on-line. E entrar e sair do jogo pode ser feito sem nenhum prejuízo a qualquer momento.

Evolução
As armas coletadas na aventura podem ser equipadas no personagem ao se pressionar Back no X360 ou Select no PS3. Uma roda com as ações (mão direita, mão esquerda, pés, pernas, armadura, cabeça) aparecem e permitem rapidamente selecionar o item desejado, comparar com outros e equipar.

O mesmo vale para as habilidades que seguem uma determinada ordem para serem desbloqueadas conforme os heróis evoluem. Fãs de RPG reclamam desta limitação e das poucas opções de golpes e de habilidades para personagens, o que é evidente neste caso. Mas para quem não liga muito para ficar trocando de golpes e se prende a um determinado tipo de ataque quase que o game inteiro – o que é perfeitamente possível – não tem esta limitação como problema.

Tela que permite selecionar armas e armaduras para o personagem, além das habilidades especiais (Foto: Divulgação/Blizzard)Tela que permite selecionar armas e armaduras para o personagem, além das habilidades especiais (Foto: Divulgação/Blizzard)

Coleta de itens
Pegar itens ao eliminar chefes e inimigos poderosos, principalmente itens lendários e raros, é um dos atrativos para jogar “Diablo III” diversas vezes, mesmo que o game seja relativamente curto. Com eles é possível aumentar a força de ataque, defesa e habilidades do personagem e deixá-lo visualmente mais bonito.

O problema é o que fazer com esses itens. Você pode guardá-los em um baú nas cidades e usá-los com outros heróis, vendê-los para os mercadores em troca de algumas moedas de ouro, desmontá-las e usar peças para que o ferreiro crie novos itens ou dar para os seus amigos.

A falta da Casa de Leilões, onde na versão PC você pode ganhar boas quantias, é evidente. Mas o fato de não precisar estar sempre on-line no videogame para se jogar “Diablo III” fez com que a Blizzard retirasse o modo.

Assim, “Diablo III” pode ser “rejogado” apenas por quem quer terminar a história outras vezes para testar e evoluir heróis de outras das cinco classes. E, caso nestas aventuras surgir um item raro ou lendário, é bom usá-los em seus heróis.

Fica a expectativa para que a Blizzard, conhecida por atualizar constantemente seus jogos, traga melhorias para alguns dos problemas de “Diablo III” para consoles além da já anunciada expansão para PC “Reaper of Souls”.

É um game bom, totalmente em português, ágil, divertido fácil de jogar nos videogames e que traz combates que satisfazem o jogador fã do gênero, mas que, por conta de limitações, não será jogado pela maioria dos compradores por mais do que poucos meses.

Caixa de 'Diablo III' (Foto: Divulgação/Blizzard)Caixa de ‘Diablo III’ (Foto: Divulgação/Blizzard)

‘Diablo III’
Plataformas: Xbox 360 (versão testada) e PlayStation 3
Produção: Blizzard
Desenvolvimento: Blizzard
Jogadores: 1 a 4 jogadores (até 4 on-line)
Gênero: RPG de ação
Preço sugerido: R$ 160
Classificação indicativa: não recomendado para menores de 16 anos

Prós: controles fáceis, boa história, combates com bastante ação, jogar com amigos on-line e off-line, muitos itens.

Contras: falta da Casa de Leilões, história curta e qualidade visual abaixo do esperado.

View the original article here

 
1 comentário

Publicado por em 6 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

Tags: , , , ,