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Forças francesas no Mali mataram 40 jihadistas nas últimas semanas

As forças francesas mataram nas últimas semanas 40 jihadistas no Mali, incluindo vários líderes, anunciou o ministro da Defesa da França, Jean-Yves Le Drian.

“Há algumas semanas realizamos operações que nos permitiram neutralizar dezenas de terroristas, uns 40, incluindo Uld Hamaha, um líder histórico de AQMI” (Al-Qaeda no Magreb Islâmico), afirmou a uma rádio francesa.

Vários grupos jihadistas permanecem ativos no norte do Mali, apesar de uma intervenção militar internacional iniciada em janeiro de 2013 e liderada pela França.

Fonte G1

 
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Publicado por em 21 de março de 2014 em Brasil

 

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Rebeldes e jihadistas fazem trégua no norte da Síria

O Estado Islâmico no Iraque e Levante (EIIL) concluiu um acordo de trégua com uma brigada islamita rebelde que lutava contra este grupo jihadista.

O acordo assinado na terça-feira entre o EIIL e a Suqur al-Sham foi divulgado na internet e confirmado pelo Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH), uma ONG com sede no Reino Unido.

“Ele prevê o fim imediato dos combates e dos ataques entre os dois grupos. A partir de agora qualquer divergência que surja será submetida a um tribunal islâmico.”

Várias coalizões de rebeldes sírios iniciaram em janeiro uma ofensiva contra este grupo nas zonas controladas pela rebelião na região norte da Síria.

Os combates deixaram mais de 1.700 mortos, segundo o OSDH.

O EIIL é um braço do Estado Islâmico do Iraque (ISI), um grupo armado jihadista dirigido por Abu Bakr al-Bagdadi, que enviou os integrantes à Síria em meados de 2011 para fundar a Frente Al-Nusra.

Em abril de 2013, Bagdadi anunciou que o ISI e a Frente Al-Nusra se uniriam para virar o Estado Islâmico no Iraque e Levante. Mas a Al-Nusra não quis, e a Al-Qaeda anunciou o fim do vínculo com o EIIL em um comunicado publicado no domingo.

Em janeiro, a oposição síria acusou o EIIL de estar “estreitamente vinculado” com o regime do presidente sírio Bashar al-Assad e de ser útil ao governo “de forma direta ou indireta”.

arte síria versão 24.01 (Foto: Arte/G1)

Fonte G1

 
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Publicado por em 6 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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Combates entre rebeldes e jihadistas ligados à Al-Qaeda matam 500 na Síria

A guerra entre rebeldes islamitas e jihadistas do Estado Islâmico do Iraque e Levante (EIIL, ligado à Al-Qaeda) causou a morte de quase 500 pessoas em uma semana no norte da Síria, afirmou nesta sexta-feira (10) uma ONG.

“Nós contabilizamos 482 pessoas mortas em meio aos combates: 240 membros das brigadas rebeldes, 157 combatentes do EIIL e 85 civis”, afirmou à France Presse Rami Abdel Rahmane, diretor do Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH).

arte cronologia síria 31/12/2013 (Foto: 1)

Fonte G1

 
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Publicado por em 11 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Jihadistas sírios temem ser alvo de ataque dos EUA

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Em teoria, qualquer ataque liderado pelos Estados Unidos contra o regime do presidente Bashar al-Assad é um presente para os jihadistas que lutam para derrubá-lo.

O bombardeio de mísseis Tomahawk esperado para ocorrer sobre bases sírias e centros de comando e controle – se o presidente Barack Obama obtiver aprovação do Congresso – certamente ferirá os inimigos dos jihadistas, porém talvez não fatalmente.

Mas, ao invés de ser comemorada pela cúpula jihadista, a possibilidade de ataque soou o alarme e causou confusão na Síria e entre outros grupos islâmicos.

Muitos se dizem convencidos de que os alvos reais dos ataques americanos serão as numerosas milícias islâmicas anti-ocidentais que se proliferaram nos dois anos e meio da guerra civil na qual mais de 100 mil pessoas foram mortas.

Segundo ataque
‘Um ataque iminente dos Estados Unidos terá como alvo posições da al-Nusra, do Estado Islâmico do Iraque e do Levante (ISIL)’, anunciou uma mensagem no Twitter no dia 25 de agosto publicada em uma conta que apoia um dos dois mais efetivos grupos jihadistas que lutam na Síria.

A mensagem listou a visão do grupo sobre os objetivos primários dos mísseis: sistemas sírios de radar e defesas aéreas, depósitos de mísseis Scud e veículos envolvidos com armas químicas.

O grupo afirmou ainda que o segundo ataque de mísseis seria contra forças da al-Nusra, campos de treinamento do ISIL, líderes de facções jihadistas e tribunais da sharia (a Justiça religiosa islâmica).

A administração americana tem se esforçado para salientar que qualquer ação militar será uma resposta estrita para o que dizem ser um uso significativo de armas químicas pelo regime de Assad nos subúrbios de Damasco no dia 21 de agosto. O governo dos EUA também nega que entrará na guerra civil síria do lado de alguma das forças.

De fato, o medo por parte dos americanos sobre o crescimento do efetivo e do poder de fogo dos rebeldes jihadistas impediu que os opositores de Assad recebessem o apoio dos Estados Unidos.

Mas, na segunda-feira, o vice chanceler da Síria, Faisal Mekdad, disse à BBC que qualquer ação americana contra seu governo na verdade ajudaria os jihadistas antiocidente.

‘Qualquer ataque contra a Síria é apoio à Al-Qaeda e seus afiliados, como a Frante al-Nusra ou o Estado do Islã na Síria ou o Iraque’, afirmou.

Alvo real
Estejam os jihadistas sírios ou não na mira dos americanos, eles não devem se arriscar.

‘Você pensa que acreditamos nos americanos?’, um integrante do grupo rebelde Liwa al-Islam teria dito. Ela ainda afirmou: ‘Eles deram um aviso de duas semanas para que Assad limpe suas bases. Nós sabemos que somos o alvo real’.

Na preparação para o ataque de mísseis – se e quando acontecer – instruções foram passadas online para os comandantes rebeldes para que mudem de posição e não se reúnam em grandes grupos ou comboios.

Há um medo específico de que chips de localização sejam escondidos nos carros dos líderes para guiar mísseis – procedimento que pode ter sido usado em áreas tribais do Paquistão e na Faixa de Gaza.

‘Todos os líderes devem mudar de posição para confundir os espiões’, diz uma das instruções enviadas pela internet para os grupos jihadistas. ‘Mudem a sequência dos afazeres de rotina e os locais habituais das orações. Evitem aparecer em público’.

Tal é a profundidade da hostilidade e das suspeitas dos grupos jihadistas em relação aos governos ocidentais que alguns deles acusaram o Ocidente de estar por trás indiretamente dos ataques químicos de 21 de Agosto, afirmando que ‘o Ocidente deu luz verde para Assad’.

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Publicado por em 4 de setembro de 2013 em Brasil

 

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