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Lula-gigante de 3,4 m e 100 kg é a 3ª capturada no Japão em janeiro

Pescadores da província de Tottori, no Japão, capturaram por acaso uma lula-gigante de 3,4 m e cerca de 100 kg durante uma pescaria por caranguejos e linguados na região. Veja o vídeo, em japonês.

De acordo com a emissora “FNN”, o animal foi pego ainda vivo na rede de pesca, mas não resistiu até ser levado até a costa. Especialistas afirmam que o molusco poderia ser bem maior, caso seus tentáculos maiores ainda estivessem presos ao corpo quando o animal foi retirado da água.

Lula-gigante capturada na região de Tottori media 3,4 m e pesava cerca de 100 kg (Foto: Reprodução/YouTube/FNNnewsCH)Lula-gigante capturada na região de Tottori media 3,4 m e pesava cerca de 100 kg (Foto: Reprodução/YouTube/FNNnewsCH)

Especialistas ficaram intrigados ao constatarem que a lula-gigante foi capturada a cerca de 240 m de profundidade, visto que esse tipo de animal geralmente habita águas muito mais profundas, podendo ultrapassar 1.400 m de distância da superfície.

A província de Tottori informou que irá preservar a lula-gigante para que ela possa ser estudada, e que ela não poderia ser consumida devido à alta concentração de amônia no corpo do molusco.

Outros casos
Este seria o terceiro caso de captura de lula-gigante no Japão apenas em janeiro de 2014, de acordo com o jornal britânico “The Guardian”.

Este mês, pescadores da ilha de Sadogashima ficaram impressionados ao fisgarem por acidente uma lula-gigante de mais de 4 m de comprimento, que foi avistada perto do barco onde estavam (assista ao vídeo).

O animal, de acordo com a emissora japonesa “FNN”, pesava cerca de 150 kg e foi capturado ainda com vida, mas acabou morrendo pouco após ser retirado da água.

Especialistas foram chamados e constaram que a lula havia perdido seus tentáculos maiores, o que poderia fazer com que seu tamanho dobrasse, podendo chegar até 8 m de comprimento.

Boatos
Esses episódios ocorreram na mesma época em que um boato a respeito de uma lula monstruosa de mais de 48 m de comprimento, que teria sido encontrada na costa da Califórnia, nos EUA, se espalhou pela web.

Contudo, ao contrário do que ocorreu com as capturas no Japão, especialistas descobriram que a foto da lula-gigante “descomunal” era falsa, feita a partir de duas imagens separadas, registradas no Chile e na Espanha.

Especialistas afirmam que animal media mais de 4 m de comprimento (Foto: Reprodução/YouTube/FNNnewsCH)Lula-gigante de 4 m de comprimento foi capturada pouco antes na ilha de Sadogashima (Foto: Reprodução/YouTube/FNNnewsCH)

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Publicado por em 28 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Obama anuncia decisão sobre reforma da vigilância em 17 de janeiro

O presidente norte-americano, Barack Obama, anunciará as suas decisões sobre como reformar as práticas de vigilância dos Estados Unidos em discurso no dia 17 de janeiro, afirmou a Casa Branca nesta sexta-feira (10).

Obama tem analisado as recomendações sobre mudanças nesta área após as revelações feitas pelo ex-funcionário de inteligência dos EUA Edward Snowden, que está temporariamente asilado na Rússia.

A Casa Branca havia dito anteriormente que Obama revelaria suas decisões antes do discurso do Estado da União, previsto para o fim deste mês.

Obama se reuniu com a delegação em Washington, como parte das consultas com diferentes atores envolvidos no debate sobre como melhorar o equilíbrio entre segurança nacional e preservação das liberdades civis. O encontro incluiu várias autoridades críticas da coleta de dados eletrônicos por parte da NSA. Desde o início da polêmica, Obama vem afirmando que as revelações feitas por Snowden minaram a confiança da opinião pública na comunidade de inteligência americana e que reformas são necessárias.

O presidente da Comissão Judiciária da Câmara de Representantes, o republicano Bob Goodlatte, um dos parlamentares presentes na reunião, pediu ao presidente que explique a necessidade de um programa tão amplo de coleta de dados.

Funcionários de alto escalão do governo sinalizaram que o presidente Obama está avaliando a possibilidade de permitir que os programas sejam mantidos, desde que os dados sejam armazenados por empresas do setor de tecnologia, ou por uma terceira parte, que não seja a NSA. As autoridades da comunidade de inteligência teriam, então, de obter uma permissão judicial para acessar os registros telefônicos, por exemplo.

Fonte G1

 
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Publicado por em 11 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Netflix vai retirar do ar clássicos e vencedores do Oscar em janeiro

Ao lado de Hilary Swank em 'Menina de ouro', ganhador do Oscar de Melhor Filme e Direção (Foto: Divulgação)Ao lado de Hilary Swank em ‘Menina de ouro’, ganhador do Oscar de Melhor Filme e Direção (Foto: Divulgação)

O serviço on-line de filmes e séries por streaming Netflix irá remover de seu acervo brasileiro alguns dos conteúdos bastante populares no site e ganhadores do Oscar a partir de janeiro de 2014. Entre os filmes estão “Na natureza selvagem”, “Onde os fracos não têm vez”, “Menina de ouro”, “Brilho eterno de uma mente sem lembranças” e “Xuxa em o mistério de feiurinha”.

Filmes e séries normalmente deixam de ser oferecidos pelo Netflix devido ao fim do contrato de licenciamento mantido entre o site e as empresas da indústria do entretenimento, detentoras dos direitos sobre o conteúdo.

Nos próximos 30 dias, 128 filmes não serão mais disponibilizados pelo Netflix no Brasil. No primeiro dia de 2014 não poderão mais ser vistos “Anaconda 4”, “A menina e o porquinho”, “Dinotopia: Quest for the Ruby Sunstone”, “Eu te amo, cara”, “Hairspray: Em busca da fama”, “Kamchatka”, “Kim Possible: O drama do amor”, “Matador de aluguel”, “O filho da noiva”, “Sexta-feira 13”, “Um olhar do paraíso” e “Watchmen: O filme”.

Nessa mesma data, saem de cartaz filmes premiados.

Em 2007, “Dreamgirls: Em busca de um sonho” foi o filme com o maior número de indicações ao Oscar e recebeu dois, o de atriz coadjuvante para Jennifer Hudson e o de efeitos sonoros. Também recebeu o Globo de Ouro no mesmo ano, de melhor filme.

“Foi apenas um sonho”, que teve Leonardo DiCaprio e Kate Winslet revivendo o casal de “Titanic”, não levou, mas foi indicado a três Oscar em 2009.

“Onde os fracos não têm vez” foi indicado a oito e premiado com quatro estatuetas, nas categorias de melhor filme, roteiro e direção, para os irmãos Coen, além de ator coadjuvante, para Javier Bardem.

Ônibus ficou famoso no filme 'Natureza selvagem', dirigido por Sean Penn (Foto: Divulgação)Ônibus ficou famoso no filme ‘Natureza selvagem’,
dirigido por Sean Penn (Foto: Divulgação)

Já “Na natureza selvagem” e “Quero ser John Malkovich” também não foram laureados com nenhum Oscar, mas foram indicados em três categorias, em 2008 e 2000, respectivamente.

Em 2005, “Menina de Ouro”, foi premiado com o Oscar de melhor filme, de melhor diretor, para Clint Eastwood, atriz, para Hilary Swank, e de ator coadjuvante, para Morgan Freeman. O longa sai do Netflix em 6 de janeiro, assim como “Senhores do crime”.

No mesmo ano, “Brilho eterno de uma mente sem lembranças” foi o ganhador do Oscar de melhor roteiro original. Em 10 de janeiro é a vez de o filme ser retirado do Netflix, ao lado de “Antes de partir”, “Austin Powers: Int’l man of mystery”, “Deu a louca na Cinderela”, “Nikita: Criada para matar” e “O libertino”, com Johnny Depp.

“Assassinato em Gosford Park” sai do Netflix em 12 de janeiro, e “Trovão tropical”, no dia 15. “Cloverfield: Monstro” e “Ilha do medo” deixam de circular no dia 18.

No dia 22, não será mais possível assistir a “É proibido fumar”, “Conduzindo miss Daisy” (oscarizado com quatro estatuetas), “Xuxa em o mistério de feiurinha” e “Celebridades”, do diretor Woody Allen.

Três dias depois, em 25 de janeiro, serão retirados “Amor sem escalas”, com George Clooney no elenco, e “Stardust: O mistério da estrela”.

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Publicado por em 3 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Orangotango ganha cobertor em zoológico do Rio de Janeiro

23/08/2013 08h20 – Atualizado em 23/08/2013 08h20

Um orangotango do zoológico do Rio de Janeiro foi fotografado nesta quinta-feira (22) depois de ganhar um cobertor para se proteger do inverno.

Orangotango cobre cabeça com cobertor em zoo (Foto: AFP Photo/Yasuyoshi Chiba)Orangotango cobre cabeça com cobertor em zoo (Foto: AFP Photo/Yasuyoshi Chiba)Animal ganhou acessório para se proteger durante o inverno. (Foto: AFP Photo/Yasuyoshi Chiba)Animal ganhou acessório para se proteger durante o inverno. (Foto: AFP Photo/Yasuyoshi Chiba)

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Publicado por em 24 de agosto de 2013 em Tecnologia

 

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“Efeito Janeiro” em ciberataques é real, diz especialista

Análise mostra que o começo do ano é a época mais propícia para ocorrer grandes ataques cibercriminosos

Se você está lendo isso, então o mundo não acabou pelo calendário Maia. Mas ainda pode ser uma boa ideia para os negócios de segurança da informação tomarem cuidado com esta época do ano.

O fundador e CEO da Taia Global, Jeffrey Carr, disse em um post no Infosec Island que ele notou um padrão de guerra cibernética que se inicia com o Ano Novo – grande ataques ocorreram a cada ano, desde 2009.

Carr chama isso de “Efeito Janeiro” (em inglês, January Effect), um termo bem estabelecido no mundo dos investimentos que se refere a um aumento esperado no preço de mobiliários após o primeiro do ano. O efeito, segundo ele, é visto como uma oportunidade para os criminosos.

Ele listou 4 grandes eventos como provas para o que afirma:

Dezembro 2008 – Janeiro de 2009: Operation Cast Lead, a guerra entre Israel e o Hamas, que incluiu milhares de ataques virtuais simultâneos.Dezembro de 2009 – Janeiro de 2010: Google e mais de 20 outras empresas sofreram violações.Janeiro de 2011 (aproximadamente) – Março de 2011: RSA foi violada no início de 2011, e anunciou o ataque em 17 de março.Janeiro de 2012: Um hacker anunciou que tinha o código-fonte do Norton e de outros produtos da Symantec.


“Pode ser que o ataque começou em dezembro e depois foi divulgado em janeiro, ou ocorreu em janeiro e foi divulgado um pouco mais tarde, mas já aconteceu quatro anos seguidos, então eu espero que ocorra novamente”, escreveu ele.

Alguns outros especialistas em segurança dizem que não contestam os eventos apresentados, mas não tem certeza de que eles são tão maiores que outros grandes ataques que ocorreram durante o restante de um ano. “Os fatos são o que são”, disse o CEO da Global Cyber Risk, Jody Westby. “O que está faltando é qualquer comparação com outros meses do ano. Janeiro é realmente tão diferente? Tivemos tantos incidentes de alto padrão, em parte porque eles foram abertamente relatados e a mídia os divulga mais.”

O presidente da Triumfant, John Prisco, concordou que existem grandes ataques no início do ano, mas disse que os crackers nunca fazem uma pausa. “Se você analisar algumas das principais violações que aconteceram durante o ano de 2011 e 2012 – Sony, Epsilon, Global Payments, Departamento de Receita – claramente, não tudo aconteceu em janeiro.”

Carr disse à CSO Online que, embora os maiores ataques estejam em curso, aqueles que ele citou foram únicos. “O Operation Cast Lead, que tinha um componente militar e um componente cibernético, é muito raro”, disse ele. E os dois que envolveram a RSA e a Symantec foram únicos, porque aconteceram com empresas de segurança importantes.”

Ele disse que faz sentido que os crackers aumentem seus esforços nesta época do ano, porque as pessoas estão de férias. “Você tem pessoas na segunda e na terceira camada de segurança no trabalho, enquanto aqueles do primeiro nível estão aproveitando as férias”, disse Carr.

Há o consenso de que a temporada de férias é o fator. “Durante a temporada de férias há mais pessoas que se conectam em redes corporativas por meio de computadores domésticos, que não são tão seguros como computadores corporativos. E os cibercriminosos sabem que há poucos funcionários de TI trabalhando durante o feriado”, disse o vice-presidente da TaaSera, David Nevin. “Então, é um bom momento para iniciar um ataque. Não é realmente um ‘Efeito Janeiro’, é um ‘Efeito Férias Global”.

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Publicado por em 25 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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Software AG abre escritório no Rio de Janeiro

Expectativa é que a unidade responda por 15% do resultado de novas receitas já em 2013.

A Software AG, especializada em softwares para gestão de processos empresariais, anunciou a abertura de uma filial no Rio de Janeiro. De acordo com a companhia, o novo escritório tem por objetivo atender a equipe da empresa alocada na capital fluminense. A expectativa é que a unidade responda por 15% do resultado de novas receitas em 2013.

Mariângela Louvain Pinudo juntou-se ao time da Software AG para liderar crescimento nos segmentos de Oil&Gas e Telecom no Rio de Janeiro. Segundo a fabricante, a executiva tem experiência e passagens por IBM, Deloitte e SAP.

Patrícia Castro, diretora de vendas da Software AG, afirma que a empresa deve reforçar o time no Rio de Janeiro para ampliar a operação carioca. Segundo ela, também faz parte dos planos da empresa reforçar a presença nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste.

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Publicado por em 31 de maio de 2013 em Tecnologia

 

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“Efeito Janeiro” em ciberataques é real, diz especialista

Análise mostra que o começo do ano é a época mais propícia para ocorrer grandes ataques cibercriminosos

Se você está lendo isso, então o mundo não acabou pelo calendário Maia. Mas ainda pode ser uma boa ideia para os negócios de segurança da informação tomarem cuidado com esta época do ano.

O fundador e CEO da Taia Global, Jeffrey Carr, disse em um post no Infosec Island que ele notou um padrão de guerra cibernética que se inicia com o Ano Novo – grande ataques ocorreram a cada ano, desde 2009.

Carr chama isso de “Efeito Janeiro” (em inglês, January Effect), um termo bem estabelecido no mundo dos investimentos que se refere a um aumento esperado no preço de mobiliários após o primeiro do ano. O efeito, segundo ele, é visto como uma oportunidade para os criminosos.

Ele listou 4 grandes eventos como provas para o que afirma:

Dezembro 2008 – Janeiro de 2009: Operation Cast Lead, a guerra entre Israel e o Hamas, que incluiu milhares de ataques virtuais simultâneos.Dezembro de 2009 – Janeiro de 2010: Google e mais de 20 outras empresas sofreram violações.Janeiro de 2011 (aproximadamente) – Março de 2011: RSA foi violada no início de 2011, e anunciou o ataque em 17 de março.Janeiro de 2012: Um hacker anunciou que tinha o código-fonte do Norton e de outros produtos da Symantec.


“Pode ser que o ataque começou em dezembro e depois foi divulgado em janeiro, ou ocorreu em janeiro e foi divulgado um pouco mais tarde, mas já aconteceu quatro anos seguidos, então eu espero que ocorra novamente”, escreveu ele.

Alguns outros especialistas em segurança dizem que não contestam os eventos apresentados, mas não tem certeza de que eles são tão maiores que outros grandes ataques que ocorreram durante o restante de um ano. “Os fatos são o que são”, disse o CEO da Global Cyber Risk, Jody Westby. “O que está faltando é qualquer comparação com outros meses do ano. Janeiro é realmente tão diferente? Tivemos tantos incidentes de alto padrão, em parte porque eles foram abertamente relatados e a mídia os divulga mais.”

O presidente da Triumfant, John Prisco, concordou que existem grandes ataques no início do ano, mas disse que os crackers nunca fazem uma pausa. “Se você analisar algumas das principais violações que aconteceram durante o ano de 2011 e 2012 – Sony, Epsilon, Global Payments, Departamento de Receita – claramente, não tudo aconteceu em janeiro.”

Carr disse à CSO Online que, embora os maiores ataques estejam em curso, aqueles que ele citou foram únicos. “O Operation Cast Lead, que tinha um componente militar e um componente cibernético, é muito raro”, disse ele. E os dois que envolveram a RSA e a Symantec foram únicos, porque aconteceram com empresas de segurança importantes.”

Ele disse que faz sentido que os crackers aumentem seus esforços nesta época do ano, porque as pessoas estão de férias. “Você tem pessoas na segunda e na terceira camada de segurança no trabalho, enquanto aqueles do primeiro nível estão aproveitando as férias”, disse Carr.

Há o consenso de que a temporada de férias é o fator. “Durante a temporada de férias há mais pessoas que se conectam em redes corporativas por meio de computadores domésticos, que não são tão seguros como computadores corporativos. E os cibercriminosos sabem que há poucos funcionários de TI trabalhando durante o feriado”, disse o vice-presidente da TaaSera, David Nevin. “Então, é um bom momento para iniciar um ataque. Não é realmente um ‘Efeito Janeiro’, é um ‘Efeito Férias Global”.

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Publicado por em 21 de março de 2013 em Tecnologia

 

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