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Número de mortos em naufrágio de imigrantes na Itália chega a 17

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O naufrágio de uma embarcação com 400 imigrantes a bordo em águas internacionais entre a Itália e a Líbia deixou pelo menos 17 mortos, anunciou a Marinha italiana, que anunciou o resgate de mais de 200 pessoas.

“Até o momento foram recuperados 17 corpos e 206 pessoas foram resgatadas”, afirma um comunicado da Marinha italiana.

O balanço anterior registrava 14 mortes.

Os trabalhos de resgate contam com a participação de dois navios militares, três da Guarda Costeira, além de embarcações da patrulha de fronteira, além de dois navios mercantes com bandeira de Vanuatu e da França.

Dois helicópteros e dois aviões também participam nas operações.

A fragata “Grecale” segue para o porto siciliano de Catania com os sobreviventes e os corpos das vítimas fatais.

A promotoria de Catania anunciou a abertura de uma investigação sobre as causas do naufrágio.

Outro navio de guerra, o “Sirio”, seguiu para o resgate de outra embarcação, com 295 imigrantes a bordo, segundo a Marinha.

Centenas de imigrantes, muitos deles solicitantes de asilo e procedentes da Eritreia, Somália ou Síria, tentam chegar às costas da Itália todos os dias. O governo do país fez um apelo para obter mais ajuda da União Europeia.

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Publicado por em 14 de maio de 2014 em Brasil

 

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Itália ameaça liberar refugiados se UE não aumentar colaboração

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A Itália ameaçou nesta terça-feira (13) permitir que refugiados cruzem as suas fronteiras rumo a países vizinhos a menos que a União Europeia assuma uma operação marítima para lidar com o fluxo de imigrantes que chegam em barcos do norte da África.

O ministro do Interior italiano, Angelino Alfano, exigiu mais ajuda depois que a força-tarefa da Marinha italiana “Mare Nostrum” resgatou mais de 200 imigrantes e recuperou 17 corpos quando o barco que os levava afundou na costa da Líbia.

“A União Europeia tem duas opções: ou vem ao Mediterrâneo para colocar a bandeira da UE na Mare Nostrum ou deixaremos os imigrantes com direito a asilo partirem rumo aos seus países”, disse Alfano no Twitter.

A Comissária Europeia para Assuntos Internos, Cecilia Malmstrom, não respondeu de imediato a um pedido para comentar o assunto.

A menos de duas semanas das eleições parlamentares europeias, a imigração se tornou um tema político candente.

Há tempos os políticos italianos vêm exigindo mais auxílio do resto da UE para lidar com a crise, que afeta desproporcionalmente os países do sul do bloco europeu. Eles pediram uma mudança nas regras que obrigam aqueles que procuram asilo a permanecer no país no qual chegaram.

Muitos imigrantes esperam seguir viagem para países do norte da Europa com economias melhores que a italiana, que cresceu pouco em uma década e onde o desemprego chegou aos níveis mais altos em quase 40 anos.

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Publicado por em 14 de maio de 2014 em Brasil

 

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Edifícios históricos vão virar refúgios para abelhas na Itália

Castelo Sforzesco, na Itália (Foto: Marcelo Crescenti/BBC Brasil)Castelo Sforzesco, na Itália (Foto: Marcelo Crescenti/BBC Brasil)

O famoso Teatro Scala e o secular Castelo Sforzesco estão entre os prédios históricos da cidade de Milão, na Itália, cujos tetos deverão ser usados como refúgios urbanos para abelhas.

A prefeitura de Milão planeja ocupar o espaço vago nos tetos de diversos marcos da cidade com colmeias de abelhas. A ideia é da associação Milleapi (mil abelhas, na tradução literal), que promove a apicultura na metrópole italiana, e tem o apoio do conselho municipal da Zona 1, que abrange o centro histórico da cidade.

A apicultura urbana já é praticada em várias metrópoles como Nova York, Hong Kong, Tóquio e Paris. Sua finalidade é aumentar a biodiversidade em centros urbanos e também permitir a polinização de plantas e árvores nas cidades.

Em Milão, a novidade é que edifícios-símbolo da cidade, como o Scala e o Sforzesco, servirão como base para o projeto. Colmeias deverão ser instaladas também em outros prédios históricos, como o Aquário Cívico e o Palazzo Marino, residência da prefeitura milanesa.

Museus como a Triennale, de Design, e o Museu de História Natural também estão sendo cogitados como possíveis refúgios de abelhas. Os lugares definitivos serão escolhidos por especialistas da prefeitura.

A secretária de Meio Ambiente de Milão, Chiara Bisconti, diz que o projeto se integra aos planos da prefeitura de tornar a metrópole mais verde: ‘É uma contribuição para a biodiversidade no centro.’

Poucas picadas
Michele Tagliabue, da associação Milleapi, explica que o ambiente urbano é muito apropriado para as abelhas: ‘Aqui não há os inseticidas que são usados na agricultura. Além disso, as cidades tendem a ter um clima mais ameno, o que propicia um período de atividade biológica mais longo do que nas áreas rurais’.

O apicultor diz que os moradores não precisam ter medo das abelhas: ‘Não se tratam de vespas, que são carnívoras e tendem a picar mais. E nós podemos escolher raças de abelhas com linhas genéticas menos agressivas para povoar as colmeias urbanas’.

Cada teto escolhido deverá receber seis colônias de abelhas e 5 quilos de cera biológica para iniciar o projeto, assim como os apetrechos necessários para retirar o mel produzido. O produto será recolhido e levado para um centro de apicultura próximo a um dos principais parques da cidade, o Parco Sempione.

O objetivo do projeto é também aumentar a população de abelhas na Itália. ‘Registramos uma queda no número de abelhas pelo uso errado de inseticidas rurais, por mudanças climáticas e por doenças epidêmicas’, diz o especialista Giacomo Lorenzini, professor da Universidade de Pisa.

‘O problema não atinge tanto as abelhas produtoras de mel, mas está afetando boa parte das 950 espécies de abelhas que abitam o país’, afirma.

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Publicado por em 30 de abril de 2014 em Tecnologia

 

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Com cofres vazios, Itália recorre a empresas para restaurar monumentos

Restauração de 'A Última Ceia' está sendo financiada pela Prada (Foto: Marcelo Crescenti/BBC)Restauração de ‘A Última Ceia’ está sendo financiada pela Prada (Foto: Marcelo Crescenti/BBC)

Em tempos de crise econômica e cofres públicos vazios, cada vez mais cidades italianas recorrem a parcerias com empresas privadas para restaurar seus monumentos. Entre eles estão obras de grande valor histórico e artístico, como o Coliseu e a Fontana di Trevi, em Roma.

Empresas como Prada, Fendi, Coca-Cola ou Tod’s estão se ocupando de um encargo com o qual o estado italiano já não pode arcar devido à crise pela qual passa o país.

A reforma de monumentos históricos é custosa e, depois de dois anos de recessão contínua e cortes no orçamento público, não há dinheiro nos cofres do governo para financiar todas as obras necessárias.

A reforma que está mais em evidência é o restauro do famoso Coliseu de Roma, um verdadeiro símbolo da Itália. A empresa de moda italiana Tod’s vai gastar 25 milhões de euros (cerca de R$ 80 milhões) na obra, que deverá restaurar a fachada do anfiteatro romano e reconstruir o setor de entrada.

Um outro monumento romano que está sendo restaurado com dinheiro da iniciativa privada é a Fontana di Trevi, no centro da capital do país. O grupo de moda italiano Fendi está investido 2,5 milhões de euros (cerca de R$ 8 milhões) na conservação e limpeza da famosa fonte.

Quadros
Mas não são só monumentos famosos que lucram com o mecenato empresarial.

A marca italiana de luxo Prada está financiando com uma soma não revelada a restauração do quadro ‘A Última Ceia’, do pintor italiano Giorgio Vasari. A grande tela, que mede 2,6 metros de comprimento por 6,6 metros de largura, ficou horas debaixo d’água quando a cidade de Florença foi inundada, em 1966.

Marco Ciatti, diretor da famosa oficina de restauro Opificio delle Pietre Dure em Florença, explicou à BBC Brasil que a obra não poderia ser restaurada sem o patrocínio de uma empresa. Segundo ele, o valor da recuperação da obra é muito alto e os recursos públicos são cada vez mais limitados.

Seu sonho é expor a pintura em 2016, nos 50 anos da inundação da cidade.

Entre os outros monumentos italianos que estão recebendo fundos da iniciativa privada estão a famosa ponte do Rialto em Veneza, a histórica Galleria Vittorio Emanuele II em Milão e a abadia Santa Maria di Cerrate, em Lecce.

Mas há quem critique o papel de mecenas das empresas privadas.

A reforma do Coliseu, por exemplo, foi acompanhada de protestos pelo fato da Tod’s receber em troca o direito de publicar a imagem do monumento em seus anúncios. A associação italiana de consumidores Codacons chegou a tentar impedir a restauração no tribunal, sem sucesso.

Para o prefeito da cidade de Roma, Ignazio Marino, o mecenato é um ‘meio legítimo’ de conseguir fundos para obras de restauro e recuperação.

Durante o Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, o prefeito conversou com o presidente mundial da Coca-Cola, Muhtar Kent, que prometeu destinar fundos às obras arqueológicas de Roma.

Agora Marino quer criar uma fundação junto com a empresa de consultoria McKinsey para arrecadar fundos da iniciativa privada em todo o mundo.

Fonte G1

 
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Publicado por em 10 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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Polícia impede ex-namorado de Amanda Knox de deixar a Itália

A americana Amanda Knox faz nesta sexta-feira (31) sua primeira aparição pública após sua condenação na véspera (Foto: Reuters)A americana Amanda Knox faz nesta sexta-feira (31) sua primeira aparição pública após sua condenação na véspera; ela chegava ao estúdio da ABC, em Nova York, para entrevista no programa ‘Good Morning America’ (Foto: Reuters)

O italiano Raffaele Sollecito, condenado na véspera à prisão junto com sua ex-namorada americana Amanda Knox, foi parado pela polícia italiana nesta sexta-feira (31) próximo à fronteira com a Áustria e advertido de que ele não pode deixar a Itália.

Sollecito e Amanda foram considerados culpados, na véspera,  no segundo recurso do julgamento do assassinato de Meredith Kercher – a jovem britânica de 21 anos encontrada morta por esfaqueamento em uma república de estudantes, em novembro de 2007.

Amanda foi condenada a 28 anos e seis meses de prisão, e Sollecito, a 25 anos.

Amanda e Sollecito haviam sido absolvidos do crime em 2011 – em segunda instância, após uma primeira condenação. O crime voltou à tona em 26 de março de 2013, quando o mais alto tribunal criminal da Itália anulou a absolvição de Amanda e ordenou um novo julgamento.

Amanda disse que estava com medo e triste pelo que chamou de “injusto” veredicto. “Eu fui inocentada antes, esperava mais do sistema judicial italiano. A evidência e a teoria acusatória não justificam um veredicto de culpa além de uma dúvida razoável”, disse ela por meio de um comunicado divulgado por seu porta-voz.
Amanda, agora estudante na Universidade de Washington, Estados Unidos, já havia divulgado um comunicado dizendo que estava confiante de que seria absolvida novamente. A Suprema Corte de Cassação da Itália decidiu que o tribunal de apelações em Florença deveria voltar a julgar o caso.

Se as apelações finais forem acolhidas, nem Amanda nem Sollecito irão para a prisão enquanto a mais alta corte da Itália não pronunciar seu veredicto, o que deve ocorrer em 90 dias.

Amanda teria de ser extraditada para cumprir a pena, o que é pouco provável que vá ocorrer. A corte proibiu Sollecito de deixar a Itália.

Entenda o caso
Amanda, agora com 25 anos, e Sollecito, 29, foram presos logo após o corpo de Meredith ser encontrado em 2007 com a garganta cortada e em meio a uma poça de sangue em seu quarto em Perugia. Amanda e o ex-namorado dividiam o apartamento.

Meredith, de 21 anos, estudante da cidade de Leeds, foi encontrada seminua e com 43 marcas de faca no apartamento que dividia com Amanda. Os exames dos legistas mostraram que ela também foi estuprada. A promotoria considerou que os jovens mataram Meredith durante uma noite de sexo, álcool e drogas.

Procuradores alegaram que Meredith foi vítima de um jogo sexual. Amanda e Sollecito negaram as acusações e disseram que eles não estavam no apartamento naquela noite, embora tenham admitido que fumaram maconha e que a memória estava “nublada” naquele dia. Um homem da Costa do Marfim, Rudy Guede, foi condenado pelo assassinato em um processo separado e está cumprindo uma sentença de 16 anos.

Amanda e Sollecito foram inicialmente condenados pelo assassinato e a penas de prisão longas, mas foram absolvidos em segunda instância em 2011. Depois de quase quatro anos atrás das grades, na Itália, Amanda retornou a sua cidade natal, Seattle, e Sollecito retomou seus estudos de ciência da computação.

Entrevista e livro
Em entrevista à rede de TV ABC, em 2013, Amanda voltou a alegar sua inocência pela acusação. Questionada sobre os adjetivos que recebeu na cobertura da mídia internacional sobre o assassinato, em 2007, entre eles “diaba” e “manipuladora sem coração”, Amanda afirmou que estão “todos errados”. “Eu gostaria de que me reconsiderassem como uma pessoa”, afirmou a americana.

“Para todos os efeitos, eu era uma assassina, fosse ou não. E eu precisava viver com a ideia de que aquela seria minha vida”, comentou. Ela afirmou ainda que o que aconteceu com ela foi “surreal”, mas que é algo que “poderia acontecer com qualquer um”.

A entrevista coincidiu com o lançamento da biografia de Amanda, “Waiting to Be Heard” (Esperando para ser Ouvida, na tradução livre), pela qual ela teria recebido mais de US$ 4 milhões, segundo o correspondente da BBC em Washington David Willis.

Fonte G1

 
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Publicado por em 3 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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Nunca mais volto para a Itália, diz Amanda Knox após condenação

Em sua primeira entrevista após ser condenada a mais de 28 anos de prisão em um novo julgamento na Itália, a americana Amanda Knox disse que “não podia acreditar no que estava ouvido” quando recebeu o veredito da corte, que a declarou novamente culpada de assassinato. A entrevista foi transmitida pelo programa “Good Morning America”, da rede de TV “ABC”.

“Aquilo me atingiu como um trem. Não esperava que fosse acontecer. Eu realmente esperava muito mais do sistema judicial italiano. Eles já haviam me inocentado antes”, disse Amanda, claramente emocionada.

Amanda Knox aguarda início de entrevista para o programa “Good Morning America”, da rede de TV “ABC”, nesta sexta-feira (31) (Foto: Andrew Kelly/Reuters)Amanda Knox aguarda início de entrevista para o programa “Good Morning America”, da rede de TV “ABC”, nesta sexta-feira (31) (Foto: Andrew Kelly/Reuters)

A voz da jovem falhou em diversos momentos da entrevista. “Não voltarei voluntariamente à Itália. Vou lutar contra isso até o fim. Não está certo e não é justo”.

A americana foi considerada culpada no segundo recurso do julgamento do assassinato de Meredith Kercher – a jovem britânica de 21 anos encontrada morta por esfaqueamento em uma república de estudantes, em novembro de 2007. Amanda foi condenada a 28 anos e seis meses de prisão e seu ex-namorado Raffaele Sollecito, a 25 anos. A sentença saiu nesta quinta-feira (30).

Amanda ficou quatro anos presa na Itália após ser condenada pela morte. Em 2011, entretanto, ela e e Sollecito haviam sido absolvidos do crime – em segunda instância, após uma primeira condenação. O crime voltou à tona em 26 de março de 2013, quando o mais alto tribunal criminal da Itália anulou a absolvição de Amanda e ordenou um novo julgamento.

Na entrevista desta sexta, Amanda disse que acompanhou o julgamento por uma TV italiana via internet. Ela originalmente pretendia esperar que seus advogados a informassem do resultado, mas decidiu não esperar.

Bastante nervosa, ela relatou ter passado por “ondas de reação” e que só chorou à caminho do programa de TV. Ela disse ter conversado com um padre italiano que conheceu na prisão e com quem manteve contato.

Também nesta sexta, a família de Meredith Kercher declarou estar em busca da verdade sobre a morte da jovem.

“Ainda estamos em busca da verdade. Pode ser que nunca saibamos o que ocorreu naquela noite, e devemos aceitar esta situação”, declarou Stephanie, irmã de Meredith, em uma coletiva de imprensa em Florença.

Agora estudante na Universidade de Washington, Estados Unidos, Amanda já havia divulgado um comunicado dizendo que estava confiante de que seria absolvida novamente. A Suprema Corte de Cassação da Itália decidiu que o tribunal de apelações em Florença deveria voltar a julgar o caso.

Se as apelações finais forem acolhidas, nem Amanda nem Sollecito irão para a prisão enquanto a mais alta corte da Itália não pronunciar seu veredicto, o que deve ocorrer em 90 dias.

Amanda teria de ser extraditada para cumprir a pena, o que é pouco provável que vá ocorrer. A corte proibiu Sollecito de deixar a Itália.

Entenda o caso
Amanda, agora com 25 anos, e Sollecito, 29, foram presos logo após o corpo de Meredith ser encontrado em 2007 com a garganta cortada e em meio a uma poça de sangue em seu quarto em Perugia. Amanda e o ex-namorado dividiam o apartamento.

Meredith, de 21 anos, estudante da cidade de Leeds, foi encontrada seminua e com 43 marcas de faca no apartamento que dividia com Amanda. Os exames dos legistas mostraram que ela também foi estuprada. A promotoria considerou que os jovens mataram Meredith durante uma noite de sexo, álcool e drogas.

Procuradores alegaram que Meredith foi vítima de um jogo sexual. Amanda e Sollecito negaram as acusações e disseram que eles não estavam no apartamento naquela noite, embora tenham admitido que fumaram maconha e que a memória estava “nublada” naquele dia. Um homem da Costa do Marfim, Rudy Guede, foi condenado pelo assassinato em um processo separado e está cumprindo uma sentença de 16 anos.

Amanda e Sollecito foram inicialmente condenados pelo assassinato e a penas de prisão longas, mas foram absolvidos em segunda instância em 2011. Depois de quase quatro anos atrás das grades, na Itália, Amanda retornou a sua cidade natal, Seattle, e Sollecito retomou seus estudos de ciência da computação.

Fonte G1

 
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Publicado por em 3 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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Amanda Knox é condenada em novo julgamento na Itália

Raffaele Sollecito e seu advogado Luca Maori aguardam veredicto em Florença, na Itália, nesta quinta-feira (30) (Foto: AP/Fabrizio Giovannozzi)Raffaele Sollecito e seu advogado Luca Maori enquanto aguardavam veredicto em Florença, na Itália, nesta quinta-feira (30) (Foto: AP/Fabrizio Giovannozzi)Amanda Knox voltou aos EUA após libertação e poderá ser julgada novamente à revelia (Foto: BBC)Amanda Knox voltou aos EUA após libertação
(Foto: BBC)

A americana Amanda Knox foi considerada culpada no segundo recurso do julgamento do assassinato de Meredith Kercher – a jovem britânica de 21 anos encontrada morta por esfaqueamento em uma república de estudantes, em novembro de 2007. Amanda foi condenada a 28 anos e seis meses de prisão e seu ex-namorado Raffaele Sollecito a 25 anos.

Amanda Knox e Raffaele Sollecito haviam sido absolvidos do crime em 2011 – numa segunda instância após uma primeira condenação. O crime voltou à tona em 26 de março de 2013, quando o mais alto tribunal criminal de Itália anulou a absolvição de Knox e ordenou um novo julgamento.

Knox, agora estudante na Universidade de Washington, Estados Unidos, divulgou um comunicado através de um porta-voz da família dizendo que estava confiante de que seria absolvida novamente.

A Suprema Corte de Cassação da Itália decidiu que o tribunal de apelações em Florença deveria voltar a julgar o caso.

Knox, agora com 25 anos, e Sollecito, 29, foram presos logo após o corpo de Kercher ser encontrado em 2007 com a garganta cortada e em meio a uma poça de sangue em seu quarto em Perugia. Knox e Kercher dividiam o apartamento.

Procuradores alegaram que Kercher foi vítima de um jogo sexual movido a drogas. Knox e Sollecito negaram as acusações e disseram que eles não estavam no apartamento naquela noite, embora tenham admitido que fumaram maconha e que a memória estava ‘nublada’ naquele dia.

Um homem de Costa do Marfim, Rudy Guede, foi condenado pelo assassinato em um processo separado e está cumprindo uma sentença de 16 anos.

Knox e Sollecito foram inicialmente condenado pelo assassinato e a penas de prisão longas, mas foram absolvidos em segunda instância em 2011. Depois de quase quatro anos atrás das grades, na Itália, Knox retornou à sua cidade natal, Seattle, e Sollecito retomou seus estudos de ciência da computação.

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Publicado por em 31 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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