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Oficial israelense é morto por ‘fogo amigo’ próximo à Faixa de Gaza

Um oficial israelense morreu vítima de disparos dos próprios companheiros perto da barreira que separa Israel da Faixa de Gaza, anunciou o exército em um comunicado.

O oficial participava em uma “operação de rotina” em uma área “adjacente à barreira de segurança” do lado israelense, afirmou um porta-voz militar.

Uma investigação foi aberta para apurar o caso.

Fonte G1

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Publicado por em 4 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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Ministro israelense ataca Kerry, dos EUA, por ameaçar boicotes

O secretário de Estado dos EUA, John Kerry, durante conferência de doadores para a Síria nesta quarta-feira (15) no Kuwait (Foto: Pablo Martinez Monsivais/AFP)O secretário de Estado dos EUA, John Kerry,
busca um acordo de paz entre Israel e os palestinos
(Foto: Pablo Martinez Monsivais/AFP)

O secretário de Estado dos Estados Unidos, John Kerry, está com a arma apontada para a cabeça de Israel nas negociações de paz com a Palestina, depois de alertar que o país pode enfrentar isolamento internacional se as tratativas falharem, disse um ministro sênior de Israel neste domingo (2).

Os comentários do ministro de Assuntos Estratégicos, Yuval Steinitz, que é próximo do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, se seguiram a acusações recentes do ministro da Defesa de Israel de que Kerry estava sendo “messiânico” na sua tentativa de buscar um acordo de paz.

Em uma conferência de segurança em Munique no sábado, Kerry cutucou Israel ao apontar uma “crescente campanha de deslegitimação” contra o país, que estaria crescendo internacionalmente, e “conversas sobre boicotes” se o conflito Israel-Palestina não terminar.

“Nós vamos ficar melhor com tudo isso?”, perguntou Kerry, que está buscando um primeiro acordo para servir como base para um acordo final de paz e de um estado palestino.

Steinitz disse que os comentários do norte-americano são uma ameaça contra Israel, que vai apenas encorajar os palestinos a fortalecerem suas posições nas negociações que já duram seis meses e mostraram pouco sinal de progresso.

“As coisas… que Kerry disse machucam, são injustas e intoleráveis”, disse Steinitz.

“Israel não pode negociar com uma arma apontada para a cabeça quando estamos discutindo os assuntos mais críticos para os nossos interesses”, acrescentou.

Fonte G1

 
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Publicado por em 3 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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Exército israelense mata um palestino na Cisjordânia

O exército israelense matou nesta quarta-feira um palestino de 19 anos na cidade de Ramallah, Cijsordânia, informaram fontes médicas e de segurança palestinas.

Em um comunicado, o exército israelense confirmou que seus soldados dispararam contra “um terrorista que abriu fogo contra uma posição militar israelense”.

Fonte G1

 
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Publicado por em 30 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Ministério israelense da Defesa sofre ataque de ‘hackers’

‘Hackers’ atacaram vários computadores de Israel, um deles pertencentes ao Ministério da Defesa e empregado do departamento de questões civis da Cisjordânia ocupada, informou nesta segunda-feira (27) um especialista israelense.

‘No início do mês foram enviados mensagens a um certo número de empresas em Israel, inclusive organismos de segurança’, disse à rádio militar Aviv Raff, chefe do organismo israelense de luta contra ciberataques.

‘Havia um documento adjunto e quem o abria se infectava por um vírus, um cavalo de Troia que permitia aos ‘hackers’ controlar estes computadores. Um dos computadores pertencia à administração civil’, disse, em alusão a este departamento do Ministério da Defesa, gerido por militares.

Ao ser perguntado sobre este ataque, o exército informou em um comunicado que ‘a informação está sendo verificada’.

Raff não especificou a origem do ataque, mas a rádio informou que procedia ‘aparentemente de Gaza’, enclave palestino governado pelo movimento islamita Hamas.

A rádio acrescentou que o vírus havia atacado 15 computadores israelenses e que só tinha afetado à rede da Administração Civil.

As webs oficiais da bolsa de Tel Aviv e da companhia aérea El Al foram alvo de uma campanha de pirataria contra Israel em janeiro de 2012, em uma ciberofensiva reivindicada por ‘hackers’ que se diziam sauditas ou palestinos de Gaza.

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Publicado por em 30 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Palestina deveria permitir colonos judeus, diz governo israelense

Primeiro-ministro Benjamin Netanyahu assiste a reunião semanal do gabinete em Jerusalém neste domingo (26) (Foto: AP Photo/Ronen Zvulun)Primeiro-ministro Benjamin Netanyahu assiste a
reunião semanal do gabinete em Jerusalém neste
domingo (26) (Foto: AP Photo/Ronen Zvulun)

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, considera que todos os judeus que vivem em assentamentos devem ter o direito de continuar em suas casas em um futuro Estado Palestino, disse um oficial do governo israelense neste domingo (26). Trata-se de uma nova abordagem a um dos assuntos mais difíceis nas negociações de paz do Oriente Médio.

Em anos de negociações, foi estabelecido que qualquer colono judeu que não esteja dentro do território israelense deva ser removido. Mas Netanyahu acredita que não há razão para um futuro Estado Palestino realizar uma “limpeza étnica”.

Os comentários surgiram a partir da declaração de Netanyahu em Davos, na Suíça, no fim de semana. Lá, ele disse a repórteres no Fórum Econômico Mundial que não pretendia desalojar nenhum israelense em um futuro acordo de paz.

Mais de 500 mil colonos vivem na Cisjordânia e em Jerusalém Oriental, territórios que Israel dominou na guerra de 1967 e que os palestinos agora esperam que farão parte de seu futuro estado. Jerusalém Oriental e Cisjordânia – conhecidas pelos judeus religiosos como Judeia e Samaria, fazem parte de território bíblico de Israel. Israelenses mais radicais são contra ceder qualquer uma dessas áreas, tanto por motivos espirituais quanto por motivos de segurança.

Netanyahu já disse que quer manter a maior parte dos blocos de assentamentos – moradia da maioria dos colonos – como parte de qualquer acordo. Os palestinos assinalaram que poderiam abrir mão da exigência das terras onde os blocos estão localizados mediante uma troca que lhes daria terras adicionais no interior de Israel.

Mas especialistas acreditam que cerca de 100 mil colonos vivem fora desses blocos e que seu destino sob um acordo final de paz é incerto. Muitos desses colonos provavelmente evacuariam suas casas em troca de uma compensação justa. Outros, no entanto, resistiriam por motivos ideológicos.

O oficial de Israel disse que Netanyahu acredita que não há razão para retirá-los contra sua vontade.

“O primeiro-ministro acredita que, na paz, assim como Israel tem uma minoria árabe, não há razão lógica pela qual o Estado Palestino não poderia conter uma minoria judaica e que judeus vivendo em Judeia e Samaria teriam a opção de ficar”, disse. “A priori, não deveria ser aceito que o estado palestino seja constituído sob uma limpeza étnica”.

Os palestinos consideram ilegais os assentamentos construídos além das fronteiras estabelecidas em 1967 e rejeitam a ideia de incorporá-los em um futuro estado.

“Qualquer um que diga que quer manter colonos no estado palestino está, na verdade, dizendo que não quer um estado palestino”, disse o negociador palestino Saeb Erekat. “Nenhum colono poderá ficar no estado palestino, nem mesmo um, porque assentamentos são ilegais e a presença de colonos nas terras ocupadas é ilegal.

Fonte G1

 
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Publicado por em 28 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Crise com EUA sobre acordo de paz revela pensamento israelense

Kerry fala à imprensa após conversa com o presidente palestino, Mahmoud Abbas (Foto: Brendan Smialowski/Reuters)Kerry busca acordo de paz entre israeleneses e
palestinos (Foto: Brendan Smialowski/Reuters)

O pedido de desculpas do ministro israelense da Defesa, Moshé Yaalon, que havia acusado o secretário de Estado americano, John Kerry, de “obsessão incompreensível”, está longe de ter dissipado a crise diplomática, que revela o fosso entre os dois aliados, segundo analistas israelenses.

Kerry declarou nesta quarta-feira (15) que não vai deixar “uma série de comentários” desviá-lo de seu objetivo de “fazer avançar o processo” de paz entre israelenses e palestinos, com o apoio do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu.

Mas, segundo o jornalista Shimon Schiffer, que divulgou as afirmações do ministro da Defesa, “não é um segredo que Netanyahu pense a mesma coisa. Só que Yaalon, ao contrário de Netanyahu, não quer participar da farsa em torno das negociações” com Kerry.

Yaalon quis denunciar “a insultante falta de transparência” com os cidadãos israelenses na condução das negociações, nas quais ele acredita que Kerry se alinhou às posições palestinas, explica o editorialista em um artigo do Yediot Aharonot.

O jornal cita uma outra “autoridade” do Likud, partido de Netanyahu e Yaalon, segundo a qual “Yaalon disse em voz alta tudo o que Netanyahu pensa”, afirmando que “o limite de tolerância de Netanyahu (frente às pressões americanas, NDLR) está quase sendo superado”.

Ao término de um dia amargo nas relações entre Israel e Estados Unidos, Yaalon afirmou na noite de terça-feira (14) que não “teve intenção alguma de ofender o secretário de Estado” e pediu desculpas.

O chefe da diplomacia americana, “estimulado por uma obsessão incompreensível e por uma espécie de messianismo, não pode me ensinar uma única coisa sobre o conflito com os palestinos”, havia dito Yaalon em uma conversa particular citada pelo Yediot.

Para o correspondente diplomático do jornal de esquerda Haaretz, ‘os estragos causados por essa declarações não afetam apenas Yaalon pessoalmente, mas a segurança de Israel’, em razão da importância da cooperação militar com Washington.

O plano americano ‘não vale nada’
Os Estados Unidos estão comprometidos a manter em suas vendas de armas ao Oriente Médio ‘a vantagem qualitativa’ de Israel, ao qual fornecem uma ajuda militar anual de 3,1 bilhões de dólares, ou seja, cerca de 20% do orçamento israelense de Defesa.

“O ministro da Defesa Yaalon se tornou aquele que destruiu com pouco esforço o processo de paz”, resumiu um especialista do jornal de direita Maariv.

Netanyahu se distanciou na terça das afirmações de seu ministro, mas sem repreendê-lo: “Talvez haja divergências com os Estados Unidos, mas elas são sempre sobre o assunto em pauta, não sobre as pessoas”. Yaalon criticou fortemente as propostas americanas para a segurança na fronteira entre a Jordânia e um futuro Estado palestino, no Vale do Jordão.

‘O plano americano de segurança que nos foi apresentado não vale o papel em que está escrito. Ele não garante nem a segurança nem a paz’, disse, segundo o Yediot.

Durante sua última viagem ao Oriente Médio, concluída em 6 de janeiro, Kerry apresentou às duas partes um projeto de “acordo-quadro” com os principais pontos relacionados a um traçado definitivo das fronteiras, à segurança, ao status de Jerusalém e ao destino dos refugiados palestinos.

Esse projeto também não foi bem recebido pelos palestinos. Nesta quarta, 200 pessoas protestaram em Ramallah, na Cisjordânia, para denunciá-lo, exibindo faixas com os dizeres “As propostas americanas violam o direito internacional e os direitos dos palestinos”.

De acordo com os resultados de uma pesquisa divulgados na terça-feira, 76% dos palestinos se opõem a um acordo de paz em que Israel manteria tropas durante dez anos em território palestino.

Do outro lado, segundo pesquisas de opinião divulgadas na semana passada, mais de dois terços dos israelenses se recusam a renunciar a uma presença militar israelense no Vale do Jordão.

Fonte G1

 
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Publicado por em 16 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Ataque de drone israelense fere 2 palestinos na Faixa de Gaza

Dois palestinos ficaram feridos nesta quinta-feira (9) no ataque de um drone israelense no sul da Faixa de Gaza, indicaram fontes médicas e de segurança palestinas.

“Dois palestinos foram atingidos e feridos por um drone israelense quando se deslocavam de moto ao leste de Khan Yunes”, declarou à AFP um porta-voz dos serviços de urgência do território governado pelo movimento islamita Hamas.

Os feridos são dois militantes, indicaram fontes de segurança, sem informar a qual grupo palestino pertencem.

Israel confirmou que a força aérea havia atacado “no sul da Faixa de Gaza terroristas que estavam prestes a disparar um míssil” contra o território israelense.

Antes do ataque, o exército israelense havia informado sobre “três tiros de morteiro desde Gaza em direção às forças do exército israelense perto da barreira de segurança no sul da Faixa de Gaza” que não deixaram feridos ou danos.

Na quarta-feira, um membro do braço armado do movimento radical Jihad Islâmica morreu no leste da cidade de Gaza, vítima de um ataque israelense, segundo fontes palestinas.

Israel, por sua vez, desmentiu esta informação.

Fonte G1

 
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Publicado por em 10 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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