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Egito prende duas pessoas ligadas à Irmandade Muçulmana

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Um influente pregador ligado à Irmandade Muçulmana e o porta-voz do Partido da Liberdade e Justiça (PLJ), o mesmo do presidente destituído Mohamed Morsi, foram detidos nesta quarta-feira.

As forças de segurança prenderam o pregador Safwat Hegazy perto da fronteira com a Líbia, segundo fontes militares.

“O porta-voz do PLJ, Murad Ali, foi detido no aeroporto do Cairo quando tentava viajar para a Itália”, afirmou outra fonte das forças de segurança à AFP.

Depois do golpe de Estado de 3 de julho que derrubou Morsi, a justiça emitiu quase 300 pedidos de captura e proibições de viagens contra dirigentes da Irmandade Muçulmana.

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Publicado por em 21 de agosto de 2013 em Brasil

 

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Líder da Irmandade Muçulmana do Egito tem prisão decretada por 15 dias

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O guia supremo da Irmandade Muçulmana do Egito, Mohamed Badie, ficará preso por pelo menos 15 dias, anunciou a TV oficial egípcia nesta terça-feira (20). Badie foi preso nesta segunda-feira (19) em um apartamento do Cairo e conduzido à prisão de Tora, onde se encontram seus dois adjuntos, Khairat al-Shater e Rashad Bayumi.

Ainda segundo a TV pública, a prisão preventiva foi decretada por “incitação ao assassinato”.

Nesta terça, a Irmandade Muçulmana nomeou um chefe interino, indicou o site do Partido da Justiça e da Liberdade (PJL), que responde as suas orientações.

“Mahmud Ezzat, chefe adjunto da Irmandade Muçulmana, assumirá a função de guia supremo do grupo de forma temporária depois que as forças de segurança do sangrento golpe militar detiveram o guia supremo, Mohamed Badie”, indicou o site do partido islamita.

Ezzat, de 69 anos e médico, esteve detido várias vezes, junto a Badie, nos anos sessenta e setenta.

Os meios de comunicação chamam Ezzat de “o homem de ferro”.

Dezenas de líderes do grupo foram detidos, entre eles Morsi, que permanece preso em um local secreto desde sua deposição, no dia 3 de julho, pelo exército após grandes manifestações que pediam sua saída.

Morsi enfrenta acusações relacionadas a sua fuga de uma prisão em 2011, além de acusações por “cumplicidade de assassinato” e “torturas” de manifestantes em dezembro de 2012.

Na prisão de Tora também se encontra detido Hosni Mubarak, o presidente expulso do poder por uma revolução popular no início de 2011. Este último encontra-se na prisão apenas por um caso de corrupção, depois de ter obtido a liberdade condicional em outros três após a superação do período máximo de prisão preventiva.

Nada parece deter o exército em sua repressão contra a Irmandade Muçulmana. que desde 2011 venceu as primeiras eleições legislativas e presidenciais livres do país. Isto pode levar novamente os islamitas à clandestinidade e provocar um retorno aos anos negros de 1990 com sua sangrenta violência.

Mais e 800 pessoas morreram entre quarta-feira (14) e domingo (18) em confrontos entre os islamitas que apoiam o presidente deposto Morsi e forças de segurança em diversas cidades do Egito.

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Publicado por em 21 de agosto de 2013 em Brasil

 

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