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Arquivo da tag: Iraque

Atentados e confrontos deixam 45 mortos no Iraque

Quarenta e cinco pessoas morreram nesta sexta-feira (6) no norte do Iraque, 23 delas em confrontos entre militantes e forças de segurança em Mossul.

Um dos atentados com carro-bomba aconteceu no povoado de Al Muwafaqiyah, leste de Mossul, onde os habitantes pertencem principalmente à minoria Chabak, uma seita esotérica curda.

Os grupos islamitas sunitas consideram os Chabaks hereges e fazem da comunidade um alvo constante.

Os atentados e combates já tiraram a vida de mais de 4.300 pessoas desde o início do ano, 900 delas apenas em maio, níveis jamais alcançados desde 2008, quando o país começou a sair do conflito confessional após a invasão americana em 2003.

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Publicado por em 9 de junho de 2014 em Brasil

 

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Nova onda de violência atinge o Iraque na véspera de eleições

O Iraque vive uma nova onda de violência que matou 79 pessoas nas últimas 24 horas, o que provoca temores de novos ataques durantes as eleições legislativas de quarta-feira (30), as primeiras desde a saída das tropas americanas do país, em 2011.

Nesta terça-feira, ao menos 15 pessoas foram mortas em um duplo atentado contra um mercado em uma cidade do leste do país, no dia seguinte a uma série de ataques que fizeram 64 vítimas fatais, incluindo vários membros das forças de segurança, e uma centena de feridos.

Soldados iraquianos inspecionam local de ataque suicida do lado de fora de centro de votação na cidade de Kirkuk nesta segunda-feira (28) (Foto: Marwan Ibrahim/AFP)Soldados iraquianos inspecionam local de ataque suicida do lado de fora de centro de votação na cidade de Kirkuk nesta segunda-feira (28) (Foto: Marwan Ibrahim/AFP)

Mais de 20 milhões de eleitores são convocados às urnas em um país mergulhado há vários meses em uma espiral de violência.

Desde janeiro, mais de 20 iraquianos morreram em média a cada dia em ataques. Alvos regulares, as forças de segurança parecem incapazes de acabar com o banho de sangue.

Ninguém reivindicou os últimos atentados, mas os ataques são normalmente atribuídos pelo governo a grupos sunitas.

As tensões entre xiitas e sunitas são profundas no Iraque e se tornaram um argumento político, utilizados pelo primeiro-ministro xiita Nuri al-Maliki e pelos jihadistas sunitas.

As forças de segurança e os iraquianos que residem no exterior começaram a votar dois dias antes do início das primeiras eleições legislativas.

A espiral de violência colocou a questão da segurança no centro dos debates, razão pela qual Maliki e seu partido, a Aliança para o Estado de Direito, basearam a campanha na necessidade de união em apoio ao governo para acabar com o banho de sangue.

“Os insurgentes não vão permanecer sentados. Eles vão atacar como puderem para desacreditar o governo, desacreditar as forças de segurança e, se possível, desencorajar os iraquianos a votar”, considera John Drake, especialista em segurança da AKE group.

Por temor de ataques, as autoridades decretaram cinco dias de feriado – de domingo a quinta-feira – para tentar dar maior segurança às eleições.

Em um relatório divulgado na segunda-feira, o International Crisis Group observou que o primeiro-ministro soube aproveitar a ameaça terrorista e, particularmente, a situação na província sunita de Al-Anbar, onde a cidade de Fallujah está sob controle rebelde.

Insurgentes do Estado Islâmico no Iraque e Levante (EIIL) assumiram em janeiro o controle desta cidade a 60 km de Bagdá, assim como alguns bairros de Ramadi, 40 km ao oeste da capital.

“A crise salvou as chances de Nuri al-Maliki nas legislativas, já que seu segundo mandato tem sido amplamente considerado um desastre: nos últimos dois anos, o aumento da violência, os abusos por parte das forças de segurança, as inundações na capital e sua administração catastrófica das manifestações sunitas desacreditaram seu governo”.

A lista de queixas é de fato terrivelmente longa. Os iraquianos estão cansados do desemprego, da corrupção endêmica e da falta de serviços públicos, para não mencionar o ressurgimento da violência.

As instituições também estão em parte paralisadas devido à crise política e à insegurança, e o Parlamento aprovou muito poucos projetos desde 2010.

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Publicado por em 29 de abril de 2014 em Brasil

 

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Projeto de lei que permite casamento aos 9 anos causa polêmica no Iraque

Um projeto de lei que, segundo seus opositores, legaliza o casamento das meninas e o estupro conjugal provocou uma polêmica no Iraque, semanas antes de eleições previstas para o fim de abril.

Os opositores ao projeto – que, segundo analistas, tem poucas chances de ser adotado – afirmam que representa um retrocesso em matéria de direitos da mulher e que pode agravar as tensões entre diferentes confissões do país.

Seus opositores ressaltam que um de seus artigos permite que as crianças se divorciem a partir dos nove anos, o que significa que podem se casar antes desta idade, e que outro prevê que uma mulher seja obrigada a ter relações sexuais com seu marido quando ele pedir.

Segundo um estudo de 2013 do grupo de pesquisa americano Population Reference Bureau (PRB), um quarto das mulheres no Iraque se casam com menos de 18 anos.

“Este projeto de lei é um crime humanitário e uma violação dos direitos das crianças”, declarou Hanaa Edwar, que dirige a associação Al-Amal (“esperança”, em árabe).

Os partidários do projeto de lei afirmam que o texto apenas regula práticas que já existem.

“A ideia da lei é que cada religião regule e organize a condição jurídica pessoal em função de suas crenças”, estimou Ammar Toma, um parlamentar xiita do partido Fadhila.

No entanto, analistas consideram muito improvável que o parlamento iraquiano vote este projeto e afirmam que se trata de uma manobra política.

Assim, o primeiro-ministro xiita Nuri al-Maliki pode estar tentando deixar aberta a possibilidade de uma aliança com Fadhila após as eleições, que, acredita-se, não fornecerão maioria parlamentar absoluta a nenhum partido.

Fonte G1

 
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Publicado por em 19 de março de 2014 em Brasil

 

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Nove são assassinados no Iraque

Nove pessoas, entre elas seis policiais, foram assassinadas por razões religiosas na província iraquiana de Saladino, ao norte de Bagdá, indicaram neste domingo fontes médicas e de segurança.

Seis dos cadáveres apareceram na cidade de Tuz Khurmatu, onde vivem distintas comunidades religiosas. Segundo as testemunhas, vários insurgentes muçulmanos sunitas cercaram um acampamento da polícia e executaram seis agentes.

Antes de matá-los, perguntaram sua religião. Os homens, xiitas turcomanos, disseram ser sunitas para salvar a vida, mas os insurgentes os obrigaram a rezar e assim perceberam que mentiam, explicou uma autoridade local que não quis se identificar.

Já na localidade de Baiji, também na província de Saladino, foram encontradas as cabeças de três homens em um mercado da cidade, indicou a polícia.

As vítimas – um chefe de uma milícia que luta contra a rede terrorista Al-Qaeda, seu filho e seu primo – foram sequestrados na quinta-feira perto de Tikrit, a capital provincial.

Os membros desta milícia chamada Sahwa, que luta contra a rede extremista, são com frequência vítimas de ataques de insurgentes sunitas, que os consideram traidores.

O Iraque registrou nos últimos meses um alto nível de violência e teme-se um retorno ao conflito entre religiões que entre 2006 e 2007 deixou milhares de vítimas em todo o país.

Fonte G1

 
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Publicado por em 10 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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Atentados matam candidato político e mais 8 no Iraque

Pelo menos 9 pessoas morreram nesta sexta-feira (7) em vários atentados no Iraque, entre elas um candidato às eleições legislativas prevista para abril, informaram fontes de segurança.

Hamza al-Shamari, partidário do chefe radical xiita Moqtada al-Sadr, foi morto em Ghazaliya, oeste de Bagdá, por disparos realizados por um homem armado com silenciador.

As outras oito pessoas morreram em atentados ao norte de Bagdá.

Desde o começo de 2013, o Iraque enfrenta uma espiral de violência que já deixou mais de mil mortos apenas no mês de janeiro.

Fonte G1

 
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Publicado por em 8 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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Violência no Iraque deixa 26 mortos

Ao menos 26 pessoas morreram no domingo (26) como consequência da violência no Iraque, o que eleva a 850 o número de mortos desde o início de janeiro, informaram nesta segunda-feira (27) fontes médicas e de segurança.

Oito pessoas, incluindo seis soldados, morreram em ataques separados em Abu Ghraib, uma localidade sunita situada a oeste de Bagdá.

Iraquianos olham cena de ataque de carro-bomba em Kirkuk neste domingo (6); quatro pessoas morreram e outras 14 ficaram feridas (Foto: Ako Rasheed/Reuters)Iraquianos olham cena de ataque de carro-bomba em Kirkuk neste domingo (6); quatro pessoas morreram e outras 14 ficaram feridas (Foto: Ako Rasheed/Reuters)

Na capital iraquiana, quatro pessoas, entre elas um ex-general do exército iraquiano, faleceram em uma série de ataques, enquanto em Kirkuk, uma cidade multiétnica no norte de Bagdá, as explosões de três carros-bomba deixaram quatro mortos.

Em Fallujah, uma cidade do oeste do Iraque que caiu no início de janeiro nas mãos dos insurgentes, entre eles combatentes ligados à Al-Qaeda, uma mãe e seus três filhos morreram em sua casa atingidos por um projétil, segundo um médico. Não está claro se era um disparo de artilharia ou de foguete.

Este balanço eleva a 850 o número de mortos desde janeiro, um número três vezes maior que o registrado no mesmo período de 2013.

Outros ataques foram registrados em Baquba e Mosul, no norte do país.

Vários soldados foram capturados no domingo perto de Fallujah, segundo testemunhas e imagens que foram aparentemente gravadas nas imediações desta cidade.

De acordo com testemunhas, combatentes contrários ao governo atacaram no domingo um posto do exército na periferia da cidade, a 60 km de Bagdá, e entre 5 e 22 soldados caíram nas mãos dos insurgentes.

Fonte G1

 
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Publicado por em 28 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Ataques deixam mortos e feridos em província no Iraque

Pelo menos seis pessoas morreram e outras 10 ficaram feridas em bombardeios e ataques registrados neste sábado (18) na província de maioria sunita de Al-Anbar, no oeste do Iraque e cenário de combates entre o exército e a Al Qaeda.

Uma fonte de segurança informou que o exército bombardeou os bairros de Al Naima e Al Yaguifi, na cidade de Faluja, o que causou a morte de dois civis e feriu outros oito.

Após o ataque, que causou também danos materiais em várias casas, foi registrado um deslocamento em massa de população por medo de novos confrontos entre os dois bandos.

Na região de Hadita, 150 quilômetros a oeste da capital provincial, Ramadi, um grupo de homens armados atacou um comboio do exército, matando um tenente-coronel e ferindo dois soldados.

A fonte acrescentou que as forças iraquianas responderam ao ataque com tiros a esmo contra casas próximas, matando três civis.

Enquanto isso, helicópteros militares bombardearam vários pontos de Al Jaldiya, a 25 quilômetros ao leste de Ramadi, onde membros do grupo Estado Islâmico do Iraque e do Levante, vinculado à Al Qaeda, supostamente tinham sua base.

A província de Al-Anbar, especialmente as cidades de Ramadi e Faluja, é palco há mais de duas semanas de confrontos armados entre as forças iraquianas, grupos tribais armados e milicianos da Al Qaeda.

No restante do país, uma pessoa morreu e 15 ficaram feridas, entre elas nove policiais, na explosão de dois artefatos simultaneamente em um mercado popular na região de Domiz, no sul da cidade de Kirkuk.

O Iraque vive um aumento da violência sectária e dos atentados terroristas, que causaram em 2013 a morte de 8.868 pessoas, das quais 7.818 eram civis, segundo números da ONU.

Fonte G1

 
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Publicado por em 22 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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