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HP vai investir US$ 1 bilhão em ‘nuvem’ nos próximos dois anos

O grupo americano Hewlett Packard (HP) aumentará seus esforços na área de informática desmaterializada, com investimentos de mais US$ 1 bilhão na “nuvem”.

A HP anunciou nesta quarta-feira (7) que criará uma nova marca, a Helion, para reunir os atuais e os novos produtos e serviços em informática desmaterializada.

“A HP deve investir mais de US$ 1 bilhão nos próximos dois anos em produtos ligados à ‘nuvem’ e em iniciativas de engenharia, serviços profissionais e de expansão do alcance mundial da HP Helion”, esclareceu o grupo em comunicado.

A HP é mais uma concorrente de peso na corrida pela “nuvem”, que conta com outras grandes empresas americanas do setor de informática e de telecomunicações.

A Cisco anunciou em março investimentos de US$ 1 bilhão em dois anos no setor, e a IBM também havia adiantado em janeiro sua intenção de investir US$ 1,2 bilhão na “nuvem” da empresa.

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Publicado por em 10 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Nokia lança fundo para investir US$ 100 milhões em carros conectados

A empresas de sistemas de telecomunicações Nokia lançou nesta segunda-feira (5) um fundo de investimento com US$ 100 milhões em caixa para financiar empresas que desenvolvam sistemas para carros conectados.

A companhia finlandesa vendeu sua área de aparelhos móveis para a Microsoft, que anunciou a conclusão da aquisição na semana passada. Ainda assim, a Nokia continua a ser uma das maiores fornecedoras de telecomunicações e tecnologia do mundo.

Segundo a companhia, o fundo irá identificar “companhias cujas inovações serão importantes para um mundo de veículos inteligentes e conectados”. A aproximação da empresa com o setor automotivo não é recente. A Nokia já é dona do serviço de mapas e de geolocalizçaão HERE, que funciona tanto em computadores quanto em smartphones e tablets.

Gerenciado pela Nokia Growth Partners (NGP), o fundo trabalhará em sintonia com as necessidades do HERE.

“Nos últimos anos, houve uma onda de inovação que trouxe avanços tecnológicos que levaram a veículos mais acessíveis, seguros, limpos, aumentando a conectividade e a inteligência deles. Os veículos se tornaram uma nova plataforma para adoção de tecnologia muito similar aos celulares e tablets”, afirmou Paul Asel, da NGP, em comunicado.

“Nós acreditamos que carros conectados equipados com reconhecedores de local precisos e sensores de dados podem se tornar um poderoso dispositivo capaz de ajudar aos motoristas a ter consciência do mundo em torno dele”, afirmou Michael Halbherr, presidente-executivo do HERE. O fundo atuará nos Estados Unidos, Índia, China e Europa.

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Publicado por em 7 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Facebook investirá em drones para ampliar acesso à Internet

O Facebook negocia a compra da Titan Aerospace, um fabricante de veículos aéreos não tripulados (vants, ou drones, como são mais comumente chamados) que serão usados para criar redes de internet em regiões sem acesso à rede, afirma o site especializado no setor tecnológico “TechCrunch”.

Segundo o site, a rede social mais usada no mundo ofereceu US$ 60 milhões pela Titan Aerospace, empresa fundada em 2012, que tem capital fechado.

A compra fará parte dos esforços do Internet.org, iniciativa capitaneada pelo Facebook para incluir na vida digital os bilhões de pessoas ao redor do mundo que não têm acesso à web.

Os drones da Titan funcionam com energia solar, que pode ser armazenada para manter seus sistemas autônomos voando a 20 km de altitude por cinco anos.

De acordo com o “TechCrunch”, esses drones conseguem cumprir a maioria das tarefas dos satélites geoestacionários, mas são mais baratos.

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Publicado por em 7 de março de 2014 em Tecnologia

 

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IBM irá investir US$ 1 bi em unidade de negócio de supercomputador

A IBM afirma que vai investir mais de US$ 1 bilhão para criar uma nova unidade de negócios para o Watson, sistema de supercomputador que venceu humanos no programa de televisão dos Estados Unidos “Jeopardy”.

A maior provedora de serviços de tecnologia do mundo diz que o IBM Watson Group será dirigido por Michael Rhodin, que era anteriormente vice-presidente sênior do grupo de soluções de software da IBM.

A IBM diz que o investimento inclui um fundo de capital de US$ 100 milhões para impulsionar a inovação no Watson Developers Cloud, área que a empresa abriu para desenvolvedores de aplicativos externos em 2013.

A unidade terá cerca de 2 mil funcionários e ficará baseada em Nova York.

O Watson, que bateu participantes do programa de perguntas “Jeopardy” em 2011, é um sistema de supercomputador de inteligência artificial nomeado em homenagem ao lendário presidente da IBM, Thomas Watson.

Usando recursos de linguagem natural e análise, o Watson processa informação de modo similar aos humanos, o que lhe permite analisar e interpretar grandes quantidades de dados rapidamente.

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Publicado por em 9 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Vivo pretende investir R$ 2 milhões em cidade 100% digital em SP

A Telefônica Vivo anunciou nesta quinta-feira (12) que pretende transformar a cidade de Águas de São Pedro, no interior de São Paulo, em um município 100% digital a partir de 2014. O projeto, com investimento de mais de R$ 2 milhões, foi anunciado pela empresa como “a primeira cidade brasileira 100% digital”.

Segundo a Vivo, a partir de janeiro, começará a substituição da estrutura telefônica atual da cidade, que utiliza rede de cabos de cobre, por uma rede em fibra óptica para todos o município. O projeto promete elevar em mais de seis vezes a velocidade da internet atualmente disponível, para até 25MB.

Segundo a Vivo, a cobertura de banda larga, que hoje está limitada à proximidade da central telefônica, se estenderá para todo o município.

“Vai ser o primeiro projeto no Brasil onde vamos pegar uma cidade inteira e transformá-la numa cidade do futuro”, disse o presidente da Telefônica Vivo,  Antonio Carlos Valente. “Vamos colocar São Pedro no mapa do mundo”, brincou, lembrando que o município tem apenas 3 mil habitantes.

Segundo o executivo, este será um projeto- piloto que pode servir de aprendizado “para alguma coisa mais agressiva nos próximos anos”. O objetivo da empresa é testar o uso de novas tecnologias para viabilização de ofertas de novos produtos e serviços, inclusive para pequenas e médias empresas e serviços públicos.

Segundo a Vivo, as obras devem durar cerca de um mês e a finalização da transferência de tecnologias está prevista para maio.

Em encontro com a imprensa nesta quinta, o presidente da Telefônica informou que a empresa está fechando o ano com 1,7 milhão de casas no país com fibra ótica passada e com cobertura 4G em 73 cidades do país.

Valente informou ainda que será lançado comercialmente no início de 2014 o Zuum, serviço de pagamento móvel criado em parceria com a Mastercard e que já conta, segundo a empresa, 200 mil clientes em 80 cidades.

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Publicado por em 13 de dezembro de 2013 em Tecnologia

 

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Brasil vai investir R$ 1,5 bilhão em satélite para segurança de dados

satélite brasileiro (Foto: Thales Alenia/Divulgação)Satélite geoestacionário do Brasil será produzido
por empresa francesa (Foto: Thales Alenia/Divulgação)

O governo brasileiro deve assinar, no fim de setembro, um contrato de cerca de R$ 1,5 bilhão para ter um satélite que não possa ser monitorado por outros países. Além de ampliar a capacidade de telecomunicações e de banda larga no Brasil, o satélite, que será administrado no país, terá faixas exclusivas para transferência de informações civis e militares que envolvam a segurança nacional e serão protegidas.

(Correção: na publicação desta reportagem, o G1 informou incorretamente no título que o valor do satélite seria de 1,5 bilhão de dólares. O correto é 1,5 bilhão de reais. A informação estava correta no texto e foi corrigida às 10h50).

Atualmente, o Brasil não possui nenhum satélite geoestacionário próprio – todas os dados passam por sistemas que são alugados e controlados por companhias de outros países.

O sistema será produzido na França e lançado na Guiana Francesa em abril de 2016, segundo Sebastião Nascimento Neto, gerente da Telebras responsável pelo projeto.

O contrato com as francesas Thales Alenia Space, responsável pela fabricação, e Arianespace, que fará o lançamento do foguete, prevê transferência de tecnologia que permitirá às empresas brasileiras produzir um satélite nacional a partir de 2021, quando o governo pretende comprar o segundo artefato, afirma Nascimento Neto. O lançamento acontecerá três anos depois.

“Este contrato impõe uma série de condições para alavancar a indústria aeroespacial brasileira. Temos uma base nacional que hoje não tem nenhuma capacidade de produzir peças para este satélite de telecomunicações, porque são totalmente diferentes das dos satélites de baixa órbita, como os de meteorologia e de sensoriamento remoto”, explica ele.

Uma equipe de 100 técnicos irá à França acompanhar a produção. “O próximo satélite será contratado cinco anos depois do lançamento deste e, até lá, a base industrial nacional já estará fortalecida. A previsão é de lançá-lo da Base de Alcântara, no Maranhão. Esta é a nossa intenção, de termos um satélite que possa ser produzido e lançado aqui. O Instituto Nacional de Pesquisas Especiais (Inpe) está assumindo o compromisso de capacitar Alcântara até lá”, defendeu.

Ainda não foi definido se a compra do segundo satélite será feita integralmente de uma empresa brasileira ou se será necessário comprar partes de companhias internacionais. Isso dependerá de como será realizada a transferência de tecnologia e a capacitação da indústria até lá, diz a Telebras. O objetivo é que todos os componentes do segundo modelo, ou pelo menos a maioria deles, sejam produzidos aqui.

O próximo satélite será contratado cinco anos depois do lançamento deste (…). Esta é a nossa intenção, de termos um satélite que possa ser produzido e lançado aqui”Sebastião Nascimento Neto,
gerente do projeto do satélite brasileiro

“Alcântara hoje está sendo reconstruída devido a tentativas frustradas no passado e não comporta atualmente um foguete do tamanho deste.  Esperamos que até lá tenha condições e capacidades para lançar um satélite deste tamanho. O primeiro passo está sendo dado agora com este contrato”, explica Nascimento Neto.

Há dez anos, uma explosão em Alcântara matou 21 profissionais civis e adiou os projetos do programa espacial brasileiro. No dia 22 de agosto de 2003, o foguete Veículo Lançador de Satélites (VLS) foi acionado antes do tempo. A torre acabou explodindo e matando os homens que trabalhavam.

Processo demorado
O projeto para a aquisição do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC) teve início em 2005, com um processo de consultas de preços a diversos fornecedores internacionais. Em 2012, Embraer e Telebras firmaram uma parceria que culminou com a criação da Visiona Tecnologia Espacial, a empresa que será responsável pela compra e desenvolvimento do sistema.

No último dia 15, após o escândalo de que a Agência de Segurança Nacional (NSA), dos Estados Unidos, espionou e-mails e telefonemas de pessoas em diversos países, inclusive o Brasil, revelado por documentos do ex-técnico da CIA Edward Snowden, a Visiona divulgou, enfim, que Thales e Arianespace eram as escolhidas para o projeto, que buscará impedir qualquer tentativa de invasão a dados sigilosos compartilhados no país.

Segundo Nascimento Neto, o programa levou tempo para sair do papel porque envolve diversos órgãos – além dos ministérios das Comunicações, Defesa, Ciência, Tecnologia e Inovação, participam Inpe, Agência Espacial Brasileira (AEB) e Telebras. “Todo mundo queria ter um pedaço, uma participação, e isso dificultou fechar o processo”, explicou.

O SGDC atenderá às necessidades do Programa Nacional de Banda Larga, garantindo a chegada da internet a mais de 2 mil municípios do país, que, devido às condições de difícil acesso, não é possível por meio de uma rede de fibra óptica terrestre.

satélite brasileiro (Foto: Thales Alenia/Divulgação)Empresa prevê que técnicos do Brasil aprendam a
fazer cérebro do satélite de dados
(Foto: Thales Alenia/Divulgação)

Já a faixa militar permitirá um aumento de dez vezes de potência em relação à atual capacidade de transferência e armazenamento de dados usada pela Defesa no Star One, que é alugado e administrado por uma multinacional mexicana desde 1998, quando satélites estatais brasileiros foram vendidos com a privatização da Embratel.

Desde então, sistemas de informações essenciais ao Brasil passam por controles estrangeiros.

Com o lançamento do SGDC, o Brasil retoma a administração sobre uma infraestrutura própria. O modelo, que pesará mais de 6 toneladas e terá vida útil de 15 anos, será administrado em um centro conjunto da Defesa com a Telebras em Brasília.

“Haverá mecanismos de controle que irão impedir invasões à rede de dados”, garante o diretor da Telebras. As bandas serão protegidas por sistemas de criptografia.

satélite brasileiro (Foto: Thales Alenia/Divulgação)Empresas brasileiras receberão aporte de tecnologia
com fabricação e lançamento de satélite no exterior
(Foto: Thales Alenia/Divulgação)

Transferência de tecnologia
O contrato com a Thales Alenia Space prevê, segundo a Telebras, diversos temas que a indústria brasileira deseja aperfeiçoar para que possa produzir autonomamente partes do satélite na próxima década, como painéis solares, baterias, softwares, sistemas de controle e a parte mecânica.

“O programa tem uma lista enorme de temas específicos que serão tratados em um contrato separado para garantir a transferência de tecnologia. Estamos avaliando com diversos órgãos as pessoas que serão qualificadas e que podem contribuir com os projetos futuros. Neste período de dois anos, várias equipes de 100, 150 profissionais podem  ser capacitados”, afirma ele.

“Está tudo sendo tratado ainda com muito cuidado e cautela, pois envolve escolher as empresas que poderão participar dos projetos futuros”, explica.

O diretor de desenvolvimento de negócios da Thales Alenia Space no Brasil, Sergio Bertolino, disse ao G1 que a empresa não quer “simplesmente transferir o conhecimento para produção de pequenos elementos, mas sim o conhecimento para o cérebro do satélite, para que a comunidade espacial brasileira, aos poucos, tenha autonomia para fazer o seu próprio satélite”. Conforme Nascimento Neto, este é um dos tópicos do contrato.

“Isso faz parte do plano de transferência de tecnologia, que o cérebro do satélite, os softwares de dados, sejam produzidos aqui no futuro. Mas isso demandará, no mínimo mais três anos após o lançamento deste (2016). Vai depender da capacidade da indústria brasileira absorver a tecnologia”, diz.

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Publicado por em 28 de agosto de 2013 em Tecnologia

 

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Teles devem investir R$ 18 bi no Brasil nos próximos 3 anos, estima ministro

Para que o setor possa alcançar esse valor, Ministério das Comunicações anunciou desoneração de R$ 6 bilhões com isenção de PIS/Pasep, Cofins e IPI para fabricação nacional de equipamentos para rede.

O governo vai promover desonerações de impostos da ordem de 6 bilhões de reais até 2016, visando a estimular a expansão das telecomunicações no País, com prioridade para aquisição de equipamentos produzidos e desenvolvidos no Brasil.  Em contrapartida, as empresas do setor deverão investir, nos próximos 3 anos, em projetos de infraestrutura cerca de 18 bilhões de reais, segundo estimativa do ministro das Comunicações, Paulo Bernardo.

O Diário Oficial da União de amanhã (13/03) vai publicar portaria com as normas a que as empresas terão que se submeter para se beneficiar de desonerações de PIS/Pasep, Cofins e IPI. 

A expectativa do secretário de Telecomunicações do Ministério das Comunicações, Maximiliano Martinhão, é de que em 2016 as empresas de telecomunicações já estejam preparadas para operar com a tecnologia 4G.

O ministro Paulo Bernardo disse em entrevista, depois de assinar portaria que autoriza as desonerações, que espera adesão maciça das empresas do setor para os projetos de expansão de telecomunicações. 

Ele avalia que elas retardaram seus investimentos na expectativa da decisão anunciada hoje, que foi postergada depois que o Tribunal de Contas da União publicou acórdão fazendo considerações sobre a perda de receita com as desonerações.

O ministro prevê que os empresários, agora, deverão antecipar seus investimentos além do que fazem normalmente, acelerando a construção de infraestrutura de telecomunicações por fibra óptica, redes de rádio, serviços de provimento de internet por satélite, e TV por assinatura – que vem associada à internet. Tudo isso deverá acirrar a concorrência, provocando melhora de preços para o consumidor.

A tecnologia de 3G cresceu 80% só no ano passado e a demanda foi acima do que a infraestrutura foi capaz de oferecer, num momento em que “o consumidor se torna cada vez mais exigente”, destacou Paulo Bernardo. Ele repetiu que há preocupação da presidenta Dilma Rousseff para que a expansão dos serviços seja acelerada. 

Da parte do governo, o ministro prometeu que tudo será feito com agilidade, podendo até serem usados, se necessário, recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) para melhoras de infraestrutura em algumas localidades e assim facilitar o trabalho do setor privado.

As empresas têm até o dia 30 de junho para apresentar seus projetos de expansão, cuja análise e aprovação vão ter rito curto no ministério, que já tem gente preparada para isso, declarou Bernardo. 

Na parte de equipamentos, já há isenção de IPI, PIS/Pasep e Cofins sobre aquisição de equipamentos e estruturas de construção civil para passar as redes, mas não será possível desonerar softwares. 

O ministro prevê que as estruturas que devem ser construídas para longas distâncias podem ter demora maior, mas onde os trabalhos de cabeamento já estiverem em condições de serem feitos, o público poderá contar com os novos serviços em curto espaço de tempo.

*Com informações da Agência Brasil 

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Publicado por em 26 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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